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Relatórios atualizam safra no Brasil e situação do trigo na Argentina

Mercado brasileiro de trigo recebeu relatórios de projeção da safra nacional e acompanhamento das lavouras do Brasil e da Argentina

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Divulgação/AENPr

O mercado brasileiro de trigo recebeu, nesta semana, relatórios de projeção da safra nacional e acompanhamento das lavouras do Brasil e da Argentina. A Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projetaram números parecidos, em torno de 6,8 milhões de toneladas, para a produção do Brasil neste ano.

Conab

A produção brasileira de trigo em 2021 deverá ficar em 6,833 milhões de toneladas, segundo o primeiro levantamento para a safra brasileira de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), repetindo o número de 2020. A Conab indica uma área plantada de 2,334 milhões de hectares, também o mesmo número. A produtividade está projetada em 2.927 quilos por hectare, sem alteração.

IBGE

Conforme o IBGE, a estimativa da produção do trigo teve queda de 5,4% em relação ao mês anterior, mas ainda registra alta de 30,6% em relação a 2019, somando 6,8 milhões de toneladas.

A região Sul deve responder por 88,0% da produção tritícola nacional, e no Paraná, maior produtor (48,6% do total) estima-se uma produção de 3,3 milhões de toneladas, com queda de 4,4% em relação a agosto, mas alta de 55,8% frente a 2019. Com informações do Departamento de Comunicação Social do IBGE.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita da safra 2020 de trigo no Paraná atinge 73% da área cultivada de 1,114 milhão de hectares, contra 1,028 milhão de hectares em 2019, alta de 8%.

Conforme o Deral, 75% das lavouras de trigo do estado estão em boas condições, 21% em situação média e 4% em condições ruins. As lavouras se dividem entre as fases de crescimento vegetativo (1%), floração (9%), frutificação (37%) e maturação (53%).

A produção de trigo deve atingir 3,322 milhões de toneladas, 55% acima das 2,141 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019. A produtividade média é estimada em 2.982 quilos por hectare, acima dos 2.205 quilos por hectare registrados na temporada 2019.

Rio Grande do Sul

A colheita do trigo atinge 2% da área no Rio Grande do Sul. O avanço semanal foi de 1 ponto percential. Em igual período do ano passado, os trabalhos chegavam a 2%. A média dos últimos cinco anos é de 4%.

As condições do tempo na semana foram distintas no estado; em algumas regiões, predominaram tempo seco, alta taxa de insolação, vento e grande variação de temperatura durante o dia. Tais variáveis diminuíram a umidade do solo e do ar, mas sem produzirem impacto expressivo para a cultura. Em outras, as chuvas regulares de baixa intensidade auxiliaram na elevação do teor de umidade do solo e contribuíram para melhoria dos cultivos. Nas região Sul, a queda acentuada de temperatura provocou a formação de geada de fraca intensidade nas baixadas, que não chegou a prejudicar as plantas.

Até o momento, 32% das lavouras estão em maturação, 58% em enchimento de grãos e 8% em floração. O desenvolvimento está em linha com a média dos últimos cinco anos.

Argentina

As lavouras de trigo da Argentina registraram aumento da área em déficit hídrico na última semana. Conforme documento divulgado há pouco pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 47% das lavouras estão em situação de regular a ruim. Na semana passada, eram 46%. Em igual período do ano passado, 25% da área estava nessa situação. As lavouras com condição de excelente a boa passaram de 8 para 13%.

Nesta semana, 47% das lavouras estão em situação de déficit hídrico. Na semana passada, eram 42% e, no ano passado, 50%. A projeção de área fica em 6,5 milhões de hectares.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias

300 empresas já confirmaram presença no 33º Show Rural

Em função da pandemia do coronavírus, inúmeros cuidados vão ser adotados para garantir a segurança de quem for ao centro de tecnologia para conhecer as novidades

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Dilvo Grolli é o presidente da Coopavel Cooperativa Agroindustrial - Foto: Assessoria

Trezentas empresas dos mais diferentes segmentos ligados ao agronegócio já confirmaram participação na 33ª edição do Show Rural Coopavel. O evento, um dos três maiores do mundo voltado à disseminação de novas tecnologias para o campo, vai ser realizado de 1º a 5 de fevereiro de 2021, em Cascavel, no Oeste do Paraná.

“Faremos, como nas edições anteriores, um grande evento e com o melhor em novidades para produções de alta performance e com grandes resultados”, afirma Dilvo. Os preparativos para o evento já começaram. Uma das principais características desta edição será o aspecto misto: presencial e com força total nos canais de mídias sociais – Facebook, Instagram e Youtube.

 

Atrações

Além de empresas de máquinas e implementos agrícolas e de cultivares, híbridos e completa linha de insumos, a 33ª edição confirma a realização de outras atrações importantes. Entre elas do Show Rural Digital, focado em tecnologias e novas soluções para o agronegócio, e do Show Rural Pecuário e Ovinocultura, com o melhor de raças para produção de leite e carne. Uma das novidades será a entrega de um amplo pavilhão para expositores da agricultura familiar, resultado de parceria com o IDR (Instituto de Desenvolvimento Rural, que integra o Emater e o Iapar).

 

Cuidados

Em função da pandemia do coronavírus, inúmeros cuidados vão ser adotados para garantir a segurança de quem for ao centro de tecnologia para conhecer as novidades, diz o coordenador geral Rogério Rizzardi. “Elaboramos e vamos colocar em prática um cuidadoso plano de contingência. Diversas medidas serão observadas, entre elas o uso obrigatório de máscara em todo o percurso, aferição da temperatura corporal, distribuição de álcool em gel, realização de eventos apenas ao ar livre e acionamento de bebedouros com o pé”.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias Santa Catarina

Aurora adquire unidade de aves de Chapecó

Essa planta industrial estava arrendada para a cooperativa desde dezembro de 2012

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Divulgação

A Cooperativa Central Aurora Alimentos comunicou nesta segunda-feira (26) que a proposta anteriormente formulada para aquisição da unidade industrial de abate e processamento de aves pertencente à Massa Falida da Chapecó Companhia Industrial de Alimentos, localizada em Xaxim (SC), foi julgada vencedora pelo Juízo da 3ª Vara Cível da Comarca de Chapecó. A proposta foi entregue no dia 06 de outubro atendendo os requisitos mínimos previstos no edital.

De acordo com a cooperativa, a decisão de compra levou em conta que a agroindústria tem grande importância na geração de empregos e no fomento à economia regional. “A unidade emprega diretamente 2.379 trabalhadores, está habilitada para exportar para vários mercados, tem capacidade para abate de 191.000 frangos por dia ou 47,7 milhões de aves por ano”, informou a Aurora.

Essa planta industrial estava arrendada para a cooperativa desde dezembro de 2012. A aquisição abrange todo o conjunto produtivo da Massa Falida, o que inclui, além do abatedouro, a fábrica de rações, o incubatório, o setor de congelamento da unidade industrial, os armazéns e as granjas-matrizes.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

Poder de compra do avicultor frente ao milho é o mais baixo da série

Preços dos principais insumos consumidos na avicultura de postura têm atingido patamares recordes neste mês de outubro

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Arquivo/OP Rural

Os preços dos principais insumos consumidos na avicultura de postura, milho e farelo de soja, têm atingido patamares recordes neste mês de outubro.

Esse cenário vem pressionando o poder de compra de avicultores, apesar da recente valorização dos ovos – a atual relação de troca entre ovos e milho é a mais desfavorável de toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2013; frente ao farelo, o poder de compra neste mês é o terceiro mais baixo da série. Segundo colaboradores do Cepea, com a firme demanda por milho nas regiões produtoras, vendedores se mantêm afastados das negociações, na expectativa de novas valorizações.

Atualmente, a saca de 60 kg é comercializada a valores recordes nominais na série histórica do Cepea, iniciada em 2004 para esse produto. Quanto ao farelo de soja, a dificuldade da indústria esmagadora em negociar lotes do grão tem limitado a disponibilidade do derivado e, consequentemente, elevado os preços, que também operam nas máximas nominais.

Para os ovos comerciais, as temperaturas elevadas nas principais regiões produtoras vêm limitando a produção de ovos maiores, o que, por sua vez, eleva as cotações.

Fonte: Cepea
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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