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Reconhecida pelos colaboradores, Safeeds recebe selo Great Place To Work

Após rigorosa avaliação, empresa alcança certificação como uma das melhores empresas para se trabalhar

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Foto: Divulgação

A valorização de colaboradores e o cuidado com o ambiente de trabalho estão entre as principais preocupações da Safeeds. Diante disso, a empresa investe e acredita que transformar o espaço profissional em um lugar agradável, com equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, traz benefícios para todos e resultados positivos para a indústria.

Toda essa atenção dedicada pela Safeeds trouxe uma certificação especial. A empresa recebeu o selo Great Place to Work, um reconhecimento oferecido pelo Instituto GPTW para empresas que se destacam pelas boas práticas no ambiente de trabalho. A pesquisa, realizada neste ano, pela primeira vez na Safeeds, avaliou diversos itens, contando com a participação direta de colaboradores.

A avaliação da GPTW tem alto grau de exigência e receber o selo demonstra o comprometimento de todos os envolvidos. “Receber essa certificação de uma organização global é uma conquista muito importante para nós. Além de ganharmos a certificação, logo na primeira pesquisa de clima, temos o desafio e a possibilidade de melhorar ainda mais as nossas práticas em Gestão de Pessoas, para continuar entre as melhores empresas para se trabalhar”, diz Josemeri Souza, Coordenadora de Recursos Humanos da Safeeds.

O selo Great Place to Work é considerado uma conquista de todos. Quem trabalha na empresa, acredita que esse resultado é reflexo do comprometimento da diretoria e dos envolvidos nas decisões que envolvem os funcionários. Eduardo Felipe Minozzo é encarregado de produção e está na empresa desde 2013. Ele afirma que a Safeeds sempre deu as melhores condições e sempre mostrou preocupação com a qualidade de vida dos colaboradores. “Não há distinção e todos são muito humanos, desde os diretores até a zeladora. Esse ambiente favorece a criação de laços de amizade e faz com que todos se empenhem no trabalho em equipe.”

A busca pela excelência em seus projetos e relacionamentos sempre foi uma constante para a equipe Safeeds. A empresa já era uma referência pelo trabalho desenvolvido e crescimento exponencial e agora aumenta sua visibilidade pelo certificado conquistado.

“Desde o início da Safeeds, eu sempre almejei, sempre quis montar um ambiente profissional que gostássemos de estar. O local de trabalho é onde passamos as melhores horas do dia e não dá para passar tanto tempo em um local onde não nos sentimos bem. Sempre buscamos um ambiente de trabalho acolhedor e prazeroso, onde as pessoas sintam orgulho de estar. Agora estamos muito orgulhosos por conquistar esse selo (Good Place to Work). E não é uma conquista apenas da diretoria, é de todos os colaboradores”, afirma Ricardo Castilho, sócio fundador e presidente da Safeeds.

 

GPTW

Fundado na década de 80, nos Estados Unidos, o Great Place To Work Institute realiza consultorias, produz conteúdos e analisa a satisfação dos funcionários em relação ao ambiente de trabalho. A partir disso, a organização certifica e confere o selo GPTW para as empresas que conseguem obter uma alta pontuação em diversos aspectos como clima organizacional, remuneração, benefícios, oportunidade de crescimento, infraestrutura, transparência na gestão e autonomia dos colaboradores.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Soluções para manejo seguro de plantas daninhas na cultura da soja

É preciso atenção especial para o controle das plantas daninhas. Com a intensificação de cultivo e transporte de maquinário acabam aumentando a disseminação de sementes e afetando diretamente o manejo do agricultor.

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Divulgação Brandt

Pedro Afonso, técnico de desenvolvimento de mercado da BRANDT do Brasil, destaca algumas das principais plantas daninhas que afetam a cultura de soja: Capim-amargoso (Digitaria insularis), Buva (Conyza spp.), Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), Caruru (Amaranthus deflexus e Amaranthus viridis), Apaga fogo (Alternanthera ficoidea), Corda de viola (Ipomoea acuminata), Trapoeraba (Commelina benghalensis), Tiririca (Cyperus haspan), Guanxuma (Sida glaziovii), Beldroega (Portulaca oleracea), Carrapicho de carneiro (Acanthospermum hispidium), Losna branca (Parthenium hysterophorus), e até mesmo o Milho (Zea mays), quando germinado em meio a cultura da soja.

“O controle das principais plantas daninhas requer o uso de herbicidas para redução da presença e/ou eliminação total. O não controle eficaz de plantas invasoras ocasionará competição com a soja por luz e absorção de água e nutrientes, reduzindo a produtividade. Além disso, serão hospedeiras de pragas, doenças e nematoides. A utilização de herbicidas pré-emergentes e/ou pós-emergentes, se faz necessária para que ocorra um controle eficiente. Isso é fundamental para o sucesso do cultivo”, explica o técnico da BRANDT do Brasil.

Há no mercado diversas tecnologias de herbicidas, que atuando em conjunto, promovem melhor controle e menor reinfestação de plantas daninhas.

Além disso, embora haja algumas plantas daninhas resistentes a determinadas moléculas, o manejo de herbicidas será efetivo desde que: realize a escolha adequada dos produtos, utilize a dose correta e considere outros fatores durante a aplicação como por exemplo:  temperatura, velocidade do vento, umidade relativa, ponta de aplicação, velocidade de trabalho, estádio da planta daninha, dentre outros.

“O uso de uma ou mais moléculas de herbicidas, somado a utilização de um equipamento bem regulado, como também a adição de um bom adjuvante ajudará a maximizar a qualidade da aplicação, melhorando a deposição, a uniformidade e o espalhamento das gotas, auxiliando na melhor absorção e controle efetivo dessas plantas invasoras”, afirma o especialista.

Embora o uso de herbicidas é fundamental para atingir altas produtividades, eles podem trazer efeitos deletérios à cultura principal, como redução do sistema radicular, inibição no crescimento de nódulos, redução do índice de área foliar, eficiência fotossintética e absorção de alguns nutrientes essenciais para a soja, como consequência mais tempo para fechar o espaçamento entre linhas, favorecendo a emergência de plantas daninhas. Pontos que afetam diretamente no potencial produtivo da soja.

Sabendo desses efeitos deletérios e visando maximizar o desenvolvimento da soja e seu potencial produtivo a BRANDT trouxe para o mercado brasileiro a tecnologia BRANDT Smart System, utilizada pelo campeão mundial de produtividade de soja, Randy Dowdy (213,2 sc/ha). Essa tecnologia possui uma alta compatibilidade com herbicidas e além de garantir a absorção e translocação de cada nutriente e agir diretamente na fisiologia das plantas, irá proteger a cultura principal dos efeitos deletérios ocasionados por herbicidas, assegurando assim o seu potencial produtivo. Para isso, a BRANDT já disponibiliza no mercado brasileiro dois produtos com essa tecnologia BRANDT Smart Trio e BRANDT Smart Quatro Plus.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Avicultura

Phibro Saúde Animal lança vacina contra Salmonella dos sorogrupos B, C e D em aves

A prevenção das Salmonellas não é simples e deve ser baseada em um programa de controle integrado, envolvendo diferentes etapas da produção, sempre com a biosseguridade e vacinação como elos indispensáveis desta corrente

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Foto: Assesssoria

Salmonella é uma palavra que desperta atenção. Esse gênero de bactérias está entre as principais causas de doenças em aves e também afetam os humanos. Além de prejudicar a saúde dos animais, as “salmoneloses” geram grande prejuízo econômico na cadeia produtiva. Para ajudar no combate a esse problema, a Phibro Saúde Animal desenvolveu uma nova vacina: Salmin Plus já disponível no mercado brasileiro.

“Esses microrganismos estão presentes no intestino das aves e desempenham funções importantes na digestão delas. Contudo, o aumento significativo da população bacteriana no ambiente favorece a manutenção da agente na granja, tornando seu controle ainda mais difícil. Por ser uma importante causa de infecções em humanos, muitas vezes associadas à multirresistência a drogas antimicrobianas, a legislação costuma ser severa quando se trata de contaminação por Salmonellas paratíficas “, explica Eva Hunka, gerente de negócios biológicos da Phibro.

A prevenção das Salmonellas não é simples e deve ser baseada em um programa de controle integrado, envolvendo diferentes etapas da produção, sempre com a biosseguridade e vacinação como elos indispensáveis desta corrente. Lançamento da Phibro, a vacina Salmin Plus é a primeira vacina do mercado contra as Salmonellas dos sorogrupos B, C e D, bem como um adjuvante de última geração capaz de proporcionar uma imunidade ampla e de longa duração para as aves, com baixíssimo grau de reação no local de aplicação.

“Bactérias como a Salmonella são conhecidas por causar reações pós-vacinais severas, que podem ser agravadas dependo do adjuvante a ser utilizado. A Salmin Plus possui um adjuvante a base de óleo metabolizável natural e um emulsificante altamente refinado da família do monooleato de manida, que aumenta a produção de anticorpos mesmo para antígenos de baixa imunogenicidade”, salienta Eva, que é médica veterinária formada pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e mestre na mesma área pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A gerente da Phibro também explica que o adjuvante presente em Salmin Plus, é seguro para uso em animais de produção, pois não contém componentes de origem animal ou bacteriana. “Além dos benefícios percebidos nas aves, este adjuvante sofre menos impacto da temperatura na sua viscosidade, facilitando a sua aplicação e melhorando o bem-estar do vacinador”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Empresas Cargos.

Felipe Ceolin é o novo gerente da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri

Profissional assume a segunda maior conta da companhia

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Felipe Ceolin / Divulgação.

A Polinutri acaba de anunciar o novo nome que passa a responder pela a Unidade de Negócios Suinocultura, Felipe Ceolin. O profissional está presente na empresa desde janeiro de 2020 e atuava na posição Gerente Regional para o Sul do Brasil. “Desde que cheguei tenho trabalhado estrategicamente na estruturação do time e promoção dos negócios, com foco especial na geração de valor para nossos clientes.”

Sua carreira iniciou em 2008 como estagiário na Pamplona Alimentos, na sequência uma série de multinacionais deram a base para que ele pudesse crescer e chegasse ao cargo atual. Formado em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), com especialização em Inspeção e Tecnologia de Produtos de Origem Animal (Universidade Castelo Branco – UCB), MBA em Gestão Empresarial (FGV) e Mestre em Ciência Animal Nutrição Animal pela mesma instituição em que se formou, somada a sua vida associativa na posição de Tesoureiro do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet – Chapecó/SC) dão o tom para que o profissional lidere o time Suinocultura Polinutri.

Neste momento o profissional está tomando a par de toda estrutura de operação da unidade. “Estamos rodando o País, com todas as precauções necessárias a fim de conhecer de perto os profissionais e clientes que formam o ambiente deste importante mercado que é suinocultura brasileira”, destaca Felipe.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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