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Real H completa 32 anos de dedicação à nutrição e a saúde animal
Os produtos com a marca Real H estão presentes no cocho de aproximadamente 20 milhões de cabeças
Ribas do Rio Pardo, município localizado em Mato Grosso do Sul foi o cenário dos primeiros passos trilhados pela família Renck Real, gaúchos empreendedores que escolheram o estado pantaneiro para investir em um sonho que nasceu modesto, a pequena loja de produtos agropecuários que tornou-se a Real H Nutrição e Saúde Animal, empresa que completou 32 anos no dia 8 de fevereiro de 2017.
Atualmente sediada em Campo Grande (MS) a Real H conta com 298 funcionários e desenvolve produtos destinados à nutrição de bovinos, ovinos, caprinos, equinos e suínos, isto é, rações, proteicos, suplementos minerais, entre outros.
Com relação à saúde animal é pioneira no uso da Homeopatia Populacional – método desenvolvido pelo médico-veterinário, Prof. Dr. Claudio Martins Real – que tem por objetivo promover a produtividade e a lucratividade através da redução do estresse dos animais e também da racionalização do uso de medicamentos químicos nas propriedades rurais, reforçando os compromissos da empresa com as questões ambientais e de preservação.
Quanto à saúde dos pequenos animais, em 2009 a Real H lançou a linha Homeo Pet, específica para o tratamento de cães, gatos e outros animais de companhia, inclusive animais silvestres.
Crescimento – Ainda que o cenário econômico do país não esteja atravessando um momento favorável, a empresa não para de crescer. Houve renovação na frota de veículos, ampliação no laboratório homeopático, contratação de novos funcionários e investimentos na fábrica de produtos para a nutrição.
Para facilitar à logística e armazenamento dos produtos e, consequentemente, trazer mais conforto e praticidade no atendimento ao cliente e distribuição dos produtos, todas as filiais da empresa ganharam novos endereços e maior estrutura em 2016. As unidades estão localizadas nos municípios de Cuiabá (MT), Ji-Paraná (RO), Betim (MG) e em breve, será inaugurada nova unidade em Cascavel (PR). Além do investimento nas filiais, a Real H possui uma rede de distribuidores e representantes em diversas regiões do Brasil e Paraguai.
“Em tempos de desequilíbrio econômico estamos trabalhando focados no êxito, saindo do obvio da morosidade e abraçando novas ideias”, destacou o médico-veterinário Marcelo Renck Real, Diretor Comercial da Real H.
Os produtos com a marca Real H estão presentes no cocho de aproximadamente 20 milhões de cabeças. Em 2016 o número de novos clientes que investiram na compra dos produtos também cresceu, o que evidencia o interesse dos pecuaristas nos resultados obtidos com a homeopatia veterinária e a nutrição funcional.
Para o Diretor Marcelo Real, o empreendedorismo e capacidade de crescimento da empresa esta agregado ao DNA da diretoria, dos acionistas e principalmente da equipe. “O que sabemos fazer é trabalhar. Então eu acredito que a nossa missão é essa, de fazer bem feito aquilo que fazemos e de buscar o desafio. Eu acredito que, o que nos motiva é o desafio da conquista, este talvez seja o grande marco desta energia que nos move para frente”.
Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
