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Rastreabilidade ganha papel central na transformação da pecuária brasileira

Estudo sobre o Pará aponta que integrar políticas públicas, mercado e inclusão produtiva é chave para reduzir riscos socioambientais, ampliar competitividade e fortalecer o desenvolvimento sustentável da cadeia pecuária.

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Fotos: Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável

A rastreabilidade tem se consolidado como um dos principais temas estratégicos para o futuro da pecuária brasileira. Em um cenário de crescente exigência por transparência, conformidade socioambiental e origem comprovada, o setor é chamado a avançar para modelos mais organizados, produtivos e integrados. Nesse contexto, iniciativas que conectam políticas públicas, mercado e inclusão produtiva tornam-se fundamentais para garantir competitividade e desenvolvimento sustentável.

Na região amazônica, tendo o Pará como foco, desafios assumem contornos ainda mais complexos. Baixa produtividade, insegurança fundiária e dificuldades de acesso ao crédito criam um cenário que limita investimentos e mantém parte significativa dos produtores fora dos mercados formais. Esse contexto reforça a necessidade de soluções estruturantes, capazes de integrar desenvolvimento produtivo e responsabilidade socioambiental.

Ana Doralina Menezes presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável

A exclusão produtiva, em muitos casos, não decorre da falta de interesse dos pecuaristas, mas da ausência de políticas integradas e adaptadas à realidade local. Exigências legais relacionadas ao meio ambiente, à regularização fundiária e à rastreabilidade são fundamentais, porém se tornam barreiras quando não vêm acompanhadas de apoio técnico, financeiro e institucional.

Para que a pecuária avance de forma sustentável, é essencial recolocar o produtor no centro das estratégias. A inclusão produtiva, aliada ao aumento da produtividade, eficiência e à melhoria da gestão, é condição indispensável para a consolidação de práticas responsáveis. O produtor desempenha papel decisivo no uso do solo, na adoção de boas práticas e na conservação da vegetação nativa.

Esse avanço depende de uma atuação coordenada entre os diferentes elos da cadeia pecuária. Governos, produtores, frigoríficos, varejo e instituições financeiras precisam atuar de forma articulada, com responsabilidades claras e complementares. A coordenação reduz assimetrias, amplia a eficiência e fortalece a resiliência econômica e ambiental do setor.

O poder público tem papel central na criação de um ambiente regulatório estável e previsível. A estruturação de um sistema robusto de rastreabilidade, a efetiva implementação do Código Florestal, a validação do Cadastro Ambiental Rural, a aceleração do Programa de Regularização Ambiental e o estímulo a instrumentos financeiros sustentáveis são fundamentais para reduzir a insegurança jurídica e viabilizar investimentos no campo.

A cadeia da pecuária, por sua vez, é responsável por conectar a produção à demanda. Compromissos de conformidade socioambiental, instrumentos financeiros verdes, apoio a difusão de tecnologias para aumento da produção, à recuperação de pastagens degradadas e adoção de critérios de rastreabilidade criam incentivos concretos para práticas mais sustentáveis. Essas ações contribuem para o aumento da produtividade e para a redução de riscos socioambientais.

Nesse arranjo, os frigoríficos ocupam posição estratégica. São o elo entre produtores e compradores, de maneira que suas escolhas de compra e venda têm potencial para induzir mudanças positivas na cadeia. De um lado, podem fazer isso qualificando a informação sobre a carne que fornecem ao mundo; de outro, apoiando a regularização e o adoção de boas práticas pelos seus fornecedores. Assim, passam a exercer um papel ativa na transição sustentável da cadeia.

A rastreabilidade se insere como ferramenta que conecta sanidade, ambiente e produção. Ao permitir o acompanhamento dos animais ao longo de sua trajetória produtiva, fortalece o controle sanitário, o monitoramento territorial e a comprovação de origem. Isso amplia o acesso a mercados mais exigentes e contribui para uma governança mais robusta.

Para ampliar a adesão dos produtores, mecanismos de incentivo econômico são fundamentais. Instrumentos de remuneração diferenciada, pagamentos por serviços ambientais e benefícios associados à rastreabilidade transformam a conformidade em oportunidade. Quando bem estruturados, esses incentivos alcançam toda a cadeia, do produtor de cria ao de engorda.

Lisandro Inakake de Souza, vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável

Outro ponto essencial é garantir que a implementação da rastreabilidade não resulte em exclusão produtiva. Abordagens graduais, orientadas à regularização, permitem que produtores em situação de inconformidade tenham acesso à informação, assistência técnica e caminhos claros para se adequar, fortalecendo a cadeia formal como um todo.

O uso integrado de dados também se mostra estratégico. Plataformas que reúnem informações produtivas, sanitárias e socioambientais reduzem custos de transação, ampliam a transparência e permitem direcionar ações de assistência técnica e regularização de forma mais eficiente. A informação passa a ser um ativo para o desenvolvimento territorial.

Por fim, é fundamental reconhecer que a rastreabilidade só gera valor quando associada ao fortalecimento da base produtiva. Investimentos em eficiência, recuperação de pastagens e gestão são condições essenciais para que a rastreabilidade contribua para ganhos reais de produtividade, renda e sustentabilidade.

É nesse contexto que a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável apresenta o estudo Incentivos à rastreabilidade na pecuária do Pará, reunindo diagnósticos e propostas para transformar a rastreabilidade em uma infraestrutura estratégica de inclusão produtiva, redução de riscos e fortalecimento da competitividade da pecuária, com impactos que ultrapassam as fronteiras do estado e contribuem para o desenvolvimento do setor no Brasil.

Fonte: Assessoria MBPS

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Caravana do Agro Exportador reúne setor em Goiânia para discutir rastreabilidade da carne bovina

Evento com 130 participantes abordou exigências de China e União Europeia, avanço do PNIB e ferramentas para ampliar exportações goianas.

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Foto: Divulgação/Mapa

Cerca de 130 pessoas participaram, em Goiânia (GO), de uma edição da Caravana do Agro Exportador, promovida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com foco na cadeia da carne bovina. O encontro reuniu representantes do setor produtivo e do poder público para discutir rastreabilidade, exigências sanitárias e acesso a mercados internacionais. O evento foi realizado na última terça-feira (17).

Foto: Divulgação/Mapa

Realizada em parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Goiás (Seapa), a Agrodefesa e o Sistema Faeg/Senar-GO, a programação promoveu o diálogo entre os diferentes elos da cadeia sobre os desafios e as oportunidades para as exportações goianas. Goiás concentra um dos maiores rebanhos bovinos do país, o que torna a ação especialmente relevante para a competitividade do estado e para a ampliação do acesso a mercados mais exigentes.

Durante o evento, representantes do Mapa apresentaram ações da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) voltadas à promoção comercial e ao apoio ao exportador brasileiro. Entre os destaques, estiveram feiras e eventos internacionais de promoção comercial, além de ferramentas como AgroInsight, ConectAgro e Passaporte Agro, que ajudam produtores, cooperativas e empresas a atuar no comércio exterior. Também foram compartilhadas orientações sobre habilitação sanitária, certificações e exigências dos países importadores – temas cada vez mais centrais para quem busca ampliar ou consolidar sua presença em mercados externos.

Os adidos agrícolas do Brasil na China, Leandro Feijó e Jean Gouhie e na União Europeia, Nilton de Morais participaram de forma virtual e apresentaram um panorama sobre o cenário para exportação de carnes, couros e derivados. China e União Europeia estão entre os principais destinos das exportações brasileiras do agronegócio, o que reforça o peso estratégico das exigências desses mercados para o setor produtivo nacional.

A programação também incluiu a apresentação do panorama nacional de implementação do Plano Nacional de

Foto: Divulgação/Mapa

Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), conduzida por técnicos do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Mapa. Na sequência, a Agrodefesa detalhou as estratégias adotadas para a implantação da política em Goiás, conectando o debate nacional à realidade do estado.

Outro ponto da agenda foi a participação de instituições e parceiros que atuam diretamente no fortalecimento da inserção internacional do agro brasileiro. Houve palestras da ApexBrasil, da CNA, do Banco do Brasil, da Seapa/GO e da plataforma Agro Brasil + Sustentável, ferramenta digital desenvolvida pelo Mapa em parceria com o Serpro, que integra dados de instituições públicas e privadas para gerar informações rastreáveis sobre a produção agropecuária sustentável no país.

A Caravana do Agro Exportador, liderada pela SCRI, integra a estratégia do Mapa de interiorizar a cultura exportadora no país, aproximando produtores e empresas das oportunidades do comércio internacional e preparando os setores produtivos para atender às exigências de mercados cada vez mais competitivos e criteriosos.

Fonte: Assessoria Mapa
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Brasil participa de reunião da FAO sobre regras fitossanitárias e comércio agrícola

Debates em Roma trataram de certificação eletrônica, controle de pragas e impactos do clima.

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Foto: Divulgação/Mapa

Uma delegação do Ministério da Agricultura e Pecuária participou, entre 09 e 13 de março, da 20ª Sessão da Comissão de Medidas Fitossanitárias, realizada na sede da FAO, em Roma. O encontro reuniu representantes de países-membros para discutir a atualização de normas internacionais voltadas à sanidade vegetal e aos fluxos do comércio agrícola.

Foto: Divulgação/Mapa

A agenda incluiu a revisão de regras para reconhecimento de áreas livres de pragas, com foco em moscas-das-frutas, além de propostas de diretrizes para inspeções fitossanitárias em campo e a adoção de tratamentos por irradiação no controle de pragas quarentenárias.

Também avançaram discussões sobre o sistema eletrônico de certificação fitossanitária (ePhyto), ferramenta que vem sendo adotada para reduzir custos e dar maior rastreabilidade às exportações.

Outro eixo central foi o aumento de riscos associados ao comércio eletrônico e ao transporte internacional de mercadorias, considerados vetores relevantes para a disseminação de pragas.

Os países também avaliaram impactos das mudanças climáticas na sanidade vegetal, tema que vem ganhando peso nas negociações multilaterais.

Foto: Divulgação/Mapa

Paralelamente às sessões plenárias, a comitiva brasileira realizou reuniões técnicas na FAO. Entre os pontos tratados estiveram ações internacionais de enfrentamento à vassoura-de-bruxa da mandioca, o avanço de iniciativas com bioinsumos e o reconhecimento dos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária como centros de referência internacional.

Foto: Divulgação/Mapa

A participação brasileira ocorre em um momento de intensificação das exigências sanitárias no comércio global, especialmente para produtos de origem vegetal.

O alinhamento a normas internacionais é um dos fatores que condicionam acesso a mercados e redução de barreiras não tarifárias, além de funcionar como instrumento de mitigação de riscos fitossanitários dentro do próprio território.

Fonte: O Presente Rural com Mapa
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Conab inicia projeto nacional de energia solar em unidades armazenadoras

Primeira obra será em Canoas (RS), com instalação de 250 placas e investimento de R$ 480 mil. Modelo será replicado em 21 armazéns no país.

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Foto: Divulgação/Absolar

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou a execução do projeto de transição energética na Unidade Armazenadora (UA) de Canoas, na região Metropolitana de Porto Alegre (RS), ação que integra o Programa Conab Sustentável. O contrato para a implantação de 250 placas fotovoltaicas foi assinado pela Companhia e a EBS Engenharia Ltda. na quinta-feira (19), em cerimônia realizada na própria unidade.

Esta será a primeira de 21 UAs a receber um sistema de geração de energia solar, resultado de uma parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel). As obras, que terão investimento de R$ 480 mil, estão previstas para começar em até 120 dias após a ordem de início, que deve ser emitida na próxima semana.

O evento contou com as presenças do presidente da Conab, Edegar Pretto; do diretor de Operações e Abastecimento da estatal, Arnoldo de Campos; da reitora da UFPel, Ursula Silva; e do representante da EBS Engenharia Ltda., Solano Slaviero.

Na ocasião, Pretto destacou o avanço estratégico ao aliar eficiência operacional, sustentabilidade e fortalecimento da política pública de abastecimento. Segundo ele, ao reduzir os gastos com energia elétrica convencional, será possível ampliar a capacidade de investimento da Companhia em sua atividade-fim.

Foto: Divulgação

Um dos projetos que deve receber maior atenção é a criação de câmaras frias para armazenar alimentos perecíveis, principalmente proteínas, destinados às cozinhas solidárias da região Metropolitana, no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). “Será uma economia importante no custeio da unidade, menos gasto de recurso público com conta de luz e mais capacidade da Conab de investir naquilo que é sua missão principal: garantir o alimento na mesa do povo brasileiro, com regularidade e preços justos. A UA Canoas já operou como armazém frigorífico, e parte dos espaços será adaptada para abrigar câmaras frias, resfriadas e frigorificadas para esse fim”, afirmou Pretto.

O presidente da Conab também ressaltou os benefícios ambientais da medida e seu papel no enfrentamento da mudança do clima. “Estamos falando de evitar o lançamento de cerca de 9 toneladas de CO₂ por ano. Isso significa menos poluição na atmosfera, contribuição direta para o enfrentamento da crise climática e respeito às futuras gerações”, disse Pretto.

Esse volume (9 toneladas de CO₂) equivale a mais de duas vezes a emissão dos ônibus de São Paulo em um dia ou ao

Presidente da Conab, Edegar Pretto: “Será uma economia importante no custeio da unidade, menos gasto de recurso público com conta de luz e mais capacidade da Conab de investir naquilo que é sua missão principal: garantir o alimento na mesa do povo brasileiro, com regularidade e preços justos” – Foto: Divulgação/Conab

total emitido por um carro de passeio convencional ao percorrer 30 mil quilômetros.

O superintendente substituto da Conab no Rio Grande do Sul, Gabriel Burgos, ressaltou que a estatal atende mais de 200 cozinhas solidárias no estado, muitas das quais enfrentam dificuldades de infraestrutura para o armazenamento adequado de alimentos. “Os painéis permitirão instalar câmaras frias, que auxiliarão de forma significativa na logística do programa PAA Cozinhas, sem representar um custo expressivo com gasto de energia”, acrescentou.

A UA de Canoas tem capacidade de estocagem superior a 16 mil toneladas de alimentos. Ela funciona como um dos principais entrepostos da estatal na região, sendo responsável por armazenar, classificar e distribuir produtos oriundos da agricultura familiar e de programas governamentais voltados à segurança alimentar. Inclusive, nas enchentes de 2024, concentrou as operações da estatal de logística, armazenagem e distribuição de 150 mil cestas de alimentos em socorro à população gaúcha.

Do ponto de vista técnico, a iniciativa tem como base estudos que indicaram a viabilidade da implantação de um sistema de geração de energia solar fotovoltaica conectado à rede elétrica (on-grid) na UA de Canoas. O projeto prevê a instalação de módulos no solo, aproveitando a área disponível do complexo, que possui cerca de sete hectares.

Foto: Divulgação/Absolar

A geração média estimada é de 15,5 mil kWh por mês, o equivalente a cerca de 186 MWh por ano, volume suficiente para atender aproximadamente 85 residências unifamiliares, com base em dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME). Como resultado direto, a unidade poderá registrar uma economia aproximada de R$ 5,4 mil mensais nas despesas com energia elétrica, totalizando cerca de R$ 65 mil por ano.

No que se refere à execução, a implantação do sistema será realizada pela empresa EBS Engenharia Ltda., vencedora do processo licitatório conduzido pela Companhia.

Expansão nacional

O projeto em Canoas integra uma estratégia mais ampla de alcance nacional, conduzida pelo Programa Conab Sustentável. Com investimento inicial estimado em R$ 6,9 milhões, a iniciativa tem como foco a promoção de energia limpa, a redução de custos operacionais e o avanço da transição energética na estatal.

Na parceria com a UFPel, serão instalados sistemas fotovoltaicos em 21 unidades armazenadoras no país, começando

Foto: Divulgação

por seis UAs localizadas no Rio Grande do Sul (Canoas), Paraná (Cambé, Rolândia, Ponta Grossa), Distrito Federal (Brasília) e Pará (Ananindeua). A meta é ampliar gradualmente a iniciativa para as 64 unidades da rede da Conab nos próximos anos.

Essa estratégia busca aumentar a eficiência operacional da Companhia, reduzir despesas com energia elétrica e contribuir para a descarbonização da matriz energética da empresa. Além disso, está alinhada a políticas federais de incentivo ao uso de fontes renováveis e às metas internacionais de desenvolvimento sustentável relacionadas à ampliação do acesso à energia limpa.

A iniciativa também integra um esforço mais amplo de recuperação e modernização da rede armazenadora da Conab. Após um período de restrições orçamentárias e desmobilização de estruturas, a Companhia retomou os investimentos nos últimos três anos, aplicando R$ 272 milhões em melhorias e ampliações em suas unidades, com recursos provenientes do orçamento da estatal e de parcerias institucionais.

As 21 Unidades Armazenadoras contempladas com a parceira Conab-UFPel

  • Paraná: Cambé, Rolândia e Ponta Grossa
  • Rio Grande do Sul: Canoas
  • Goiás: Goiânia
  • Mato Grosso do Sul: Campo Grande
  • Distrito Federal: Brasília
  • Santa Catarina: São José
  • Mato Grosso: Rondonópolis
  • Minas Gerais: Uberlândia
  • Roraima: Boa Vista
  • Amazonas: Manaus
  • Pernambuco: Recife
  • Sergipe: Itabaiana
  • Piauí: Picos
  • Rio Grande do Norte: Natal
  • Acre: Rio Branco
  • Tocantins: Formoso do Araguaia
  • Maranhão: Imperatriz
  • Bahia: Irecê
  • Pará: Ananindeua

Fonte: Assessoria Conab
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