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Rali Agroceres PIC reúne suinocultores e técnicos das principais agroindústrias e cooperativas do País

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A Agroceres PIC reuniu suinocultores, técnicos e profissionais das principais agroindústrias e cooperativas do País para apresentar uma série de recomendações técnicas com vistas à melhoria contínua dos resultados zootécnicos e econômicos das granjas. Fruto de estudos e experimentos realizados pelo Departamento de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, as orientações estão voltadas à fase de crescimento dos leitões e têm aplicação prática, possibilitando a evolução dos índices produtivos do rebanho e uma maior rentabilidade do negócio suinícola.
Realizado nos dias 14, 15 e 17 de abril, o Rali Agroceres PIC, passou, respectivamente, por Chapecó (SC), Toledo (PR) e Ponte Nova (MG), três dos principais polos suinícolas brasileiros, e reuniu aproximadamente 300 participantes. A empresa também aproveitou o “Rali” para lançar o “Guia de Crescimento Agroceres PIC”, obra inédita que traz parâmetros de referência e orientações de manejo para todos os aspectos relacionados à fase de crescimento dos leitões. “O Rali nos proporcionou uma experiência muito rica, pois tivemos a oportunidade de mostrar todo o conhecimento gerado pelo nosso Departamento de Serviços Técnicos através da realização de trabalhos validados estatisticamente, ou seja, resultado de ciência aplicada. São orientações e recomendações práticas que permitem aos nossos parceiros explorar ao máximo o potencial genético dos animais Agroceres PIC, obtendo assim, maior rentabilidade em seus sistemas de produção de suínos”, afirma Sandro Cardoso, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Agroceres PIC.
A fase de crescimento dos leitões é uma das mais importantes dentro do ciclo produtivo. De acordo com Gustavo Lima, especialista em Crescimento e Validação de Produtos da Agroceres PIC, os resultados obtidos no período de creche, por exemplo, são determinantes para se atingir níveis de excelência em performance na terminação. Segundo ele, o pleno domínio de aspectos relacionados ao manejo, nutrição, ambiência e sanidade é algo mais do que essencial na fase de crescimento. “Somente a correta gestão desses fatores permite a melhoria em itens como conversão alimentar, velocidade de ganho de peso, mortalidade e custos com alimentação; todos eles com forte impacto sobre os resultados econômicos de um sistema produtivo”, explica Lima. 
Guia de Crescimento 
A realização do Rali marcou também o lançamento do “Guia de Crescimento Agroceres PIC”. Elaborado pelo Departamento de Serviços Técnicos da empresa, a obra apresenta em linguagem objetiva as principais diretrizes para o manejo de leitões em fase de crescimento.  “É uma obra completa, de fácil consulta, com orientações para rotinas diárias, semanais e mensais dentro dos diversos itens propostos; será uma ferramenta importante para os produtores na busca pela contínua melhoria de seus resultados”, afirma Lima. O guia está disponível para solicitação no site da Agroceres PIC.
Para Sandro Cardoso, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Agroceres PIC, o resultado do Rali foi altamente positivo. A presença de importantes clientes da empresa e a boa repercussão do conteúdo apresentando durante as discussões atendeu todas as expectativas da empresa em relação à realização do evento. “O conteúdo apresentado gerou grande interesse nos participantes. A repercussão foi muito boa, pois são recomendações técnicas objetivas, que podem ser aplicadas no campo, e que certamente vão maximizar o desempenho zootécnico e econômico do rebanho de nossos clientes”, avalia Cardoso. “Tivemos também o lançamento do Guia de Crescimento, que chamou a atenção dos participantes, e que vai ajuda-los a melhorarem o desempenho de suas propriedades”, completa.

Fonte: Ass. impr. da Agroceres Pic

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Relação de troca da soja melhora com recuo do MAP e do KCl

Custos em sacas por tonelada de fertilizante cedem em 2025 enquanto a soja mantém patamar elevado no mercado internacional e em Mato Grosso.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

 relação de troca para o produtor de soja entra em 2026 em condição mais favorável do que a observada ao longo de 2025. Após um ano em que o custo dos fertilizantes consumiu parte relevante do poder de compra do produtor, os primeiros meses de 2026 mostram recuo consistente do MAP e do KCl medidos em sacas por tonelada, ao mesmo tempo em que a soja mantém patamar elevado de preço no mercado internacional e no físico em Mato Grosso. Os dados são da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Em 2025, o MAP chegou a superar 35 sacas de soja por tonelada em diversos momentos, muito acima da média histórica. No início de 2026, o indicador recua para a faixa de 27 a 29 sacas, retornando para níveis próximos do intervalo de longo prazo e reduzindo a pressão sobre o custo de implantação da lavoura.

O KCl apresenta comportamento semelhante. Ao longo do ano passado, o custo chegou a operar acima de 15 sacas por tonelada. Agora, gira entre 12 e 13 sacas, melhora relevante para um insumo que compõe a adubação de base da cultura.

Do lado da receita, a soja preserva valor. Os contratos na CBOT permanecem majoritariamente acima de US$ 10 por bushel e, em diversos momentos, se aproximam de US$ 12.

Foto: Wenderson Araujo/Trilux

No mercado físico de Sorriso, referência para Mato Grosso, os preços em reais por saca seguem sustentados mesmo com a acomodação recente do câmbio.

Na prática, no início de 2026 o produtor precisa de menos soja para adquirir a mesma quantidade de MAP e KCl do que precisou em 2025.

A melhora da relação de troca ocorre no momento de definição das compras de fertilizantes e das estratégias de comercialização da próxima safra, alterando o cálculo de custo da lavoura.

Fonte: O Presente Rural
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SIAVS 2026 abre inscrições para programação técnica

Evento reúne especialistas do Brasil e do exterior para debater desafios e tendências das proteínas animais.

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Foto: Alf Ribeiro

Estão abertas as inscrições para participação na programação de palestras do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), maior evento das cadeias produtivas das proteínas animais do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A programação reunirá especialistas nacionais e internacionais em uma agenda abrangente de conteúdos voltados aos principais desafios e tendências das proteínas animais, além de temas transversais estratégicos para a produção.

Entre os destaques da grade estão painéis sobre sanidade e biosseguridade, com foco na prevenção e controle de enfermidades; sustentabilidade e ESG, incluindo eficiência produtiva, bem-estar animal e redução de impactos ambientais; inovação e tecnologia, com aplicações em automação, digitalização e inteligência de dados; nutrição animal e insumos, com análises de custos e eficiência; além de debates sobre mercado e comércio internacional, geopolítica, acesso a mercados e segurança alimentar.

A programação foi estruturada para oferecer conteúdo técnico de alto nível, com aplicabilidade prática para produtores, agroindústrias e profissionais da cadeia produtiva.

O SIAVS 2026 já nasce como um marco histórico para a proteína animal brasileira e mundial. Maior edição de todos os tempos, a feira ocupará 45 mil metros quadrados – um salto de 65% em relação a 2024 – e se posiciona definitivamente entre os maiores encontros globais do setor, com a participação confirmada de empresas e visitantes de mais de 60 países.

Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o evento reúne milhares de visitantes de todas as regiões do Brasil e do exterior, incluindo lideranças políticas, autoridades, compradores internacionais, formadores de opinião e profissionais de toda a cadeia produtiva.

A nova edição evidencia o avanço da internacionalização do evento. Pela primeira vez, estarão presentes grandes líderes globais em equipamentos de linhas industriais, como Marel, Meyn, Foodmate e Mayekawa, reforçando o perfil inovador e tecnológico do SIAVS.

Outro destaque é a expansão da participação do setor de bovinos, que triplicou sua presença, passando de 280 metros quadrados em 2024 para mais de 620 metros em 2026, um crescimento superior a 120%.

No destaque da feira, mais de 5 mil metros quadrados estarão dedicados às principais agroindústrias de aves, suínos,bovinos, peixes, ovos e genética – segmentos em que o Brasil é referência mundial em produção sustentável e competitiva. Ao lado delas, empresas de genética, equipamentos de granja, insumos biológicos e farmacêuticos completarão a vitrine internacional de soluções para toda a cadeia produtiva.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento do evento reflete o papel estratégico do Brasil no cenário global. _“O SIAVS se consolida como um espaço global de articulação, onde conhecimento, negócios e cooperação se encontram. É neste ambiente que o Brasil reafirma seu papel como referência em segurança alimentar e como parceiro confiável e estratégico para o futuro da proteína animal_”, destaca.

Paralelamente à feira, a programação técnica do SIAVS consolida-se como um dos principais fóruns de conteúdo do setor, integrando conhecimento, inovação e visão estratégica em um ambiente de alto nível.

As inscrições e informações completas do evento podem ser obtidas clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABPA
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Relação de troca do milho melhora no início de 2026 após pico de custo dos fertilizantes

Queda do MAP, KCl e ureia em sacas por tonelada coincide com recuperação das cotações do cereal na Bolsa de Chicago e na B3.

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Foto: Shutterstock

A relação de troca para o produtor de milho entra em 2026 em condição mais favorável do que a observada ao longo de 2025. Depois de um ano marcado por forte pressão dos fertilizantes sobre o custo da lavoura, os primeiros meses de 2026 registram recuo relevante do MAP, do KCl e da ureia medidos em sacas por tonelada, ao mesmo tempo em que o milho apresenta recuperação de preços nos mercados internacional e doméstico. Os dados são da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Pixabay

Em 2025, o MAP chegou a exigir mais de 70 sacas de milho por tonelada em vários momentos do ano, patamar muito acima da média histórica. No início de 2026, esse indicador recua para a faixa de 50 a 55 sacas, retornando para níveis mais próximos do intervalo histórico e reduzindo a pressão sobre a adubação de base.

O KCl apresenta movimento semelhante. Ao longo de 2025, o custo superou 35 sacas por tonelada. Agora, opera entre 25 e 30 sacas, devolvendo capacidade de compra ao produtor em um nutriente com peso relevante na adubação do cereal.

A ureia, essencial na cobertura nitrogenada, foi outro ponto crítico no ano passado, quando chegou a demandar mais

Foto: Divulgação/SAA-SP

de 50 sacas por tonelada. Neste começo de 2026, o custo recua para cerca de 30 a 35 sacas, mudança significativa para o manejo nutricional do milho de alta produtividade.

Do lado da receita, o milho mostra reação. Os contratos na Bolsa de Chicago voltam a trabalhar próximos de US$ 4,50 a US$ 5,00 por bushel após o período de maior fraqueza em 2025. No Brasil, os contratos futuros na B3 e os preços físicos em Sorriso também registram recuperação em reais por saca, mesmo com a acomodação do câmbio.

A diferença prática é direta: no início de 2026, o produtor precisa de menos milho para comprar a mesma quantidade de MAP, KCl e ureia do que precisou ao longo de 2025.

A melhora da relação de troca ocorre justamente no momento de planejamento da safra e altera o cálculo de custo da lavoura, segundo a análise da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Fonte: O Presente Rural
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