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Rações peletizadas e extrusadas: como melhorar a qualidade, a produtividade e reduzir custos

O setor de nutrição animal está investindo cada vez mais, e avança a cada ano.

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Arquivo / OP Rural

Artigo escrito por Maico Rissi, Coordenador Comercial Cinergis.

O Brasil é um dos grandes produtores de ração do mundo. Em 2022, o mercado de ração animal encerrou o ano com um aumento produtivo de 1,3%. De acordo com as informações fornecidas pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), esse crescimento condiz a uma produção em torno de 82 milhões de toneladas.

Mesmo diante de todas as adversidades, a fabricação de ração no Brasil é uma das melhores do mundo, tanto na pecuária quanto na suinocultura, avicultura e piscicultura, sem contar com a linha de ração pet, que cresce ano após ano. Uma das principais vantagens competitivas do Brasil na fabricação de ração é a abundância de matéria-prima disponível.

O setor de nutrição animal está investindo cada vez mais, e avança a cada ano. Podemos dizer que o “agro”, como todos chamam, passou a ser protagonista na economia do Brasil, reconhecido por muitos países como um celeiro de alimentos. Essas tecnologias trazidas de outros países ou desenvolvidas no Brasil e implantadas nas fábricas, ajudam no processamento e na transformação das matérias-primas em ração, tornando um alimento de alta qualidade, o que impacta diretamente nos animais. Tão importante quanto a quantidade de ração produzida, é assegurar a alta qualidade dos pellets ou kibbles e seus níveis nutricionais de acordo com as exigências de cada espécie e fase da vida do animal.

Ração peletizada – Créditos CINERGIS

Muitos trabalhos já publicados de autores renomados e a experiência de dentro de fábrica de ração, nos mostram que rações peletizadas têm se mostrado mais eficientes, principalmente por melhorar a digestibilidade e a absorção dos ingredientes. Isso acontece devido à gelatinização do amido que ocorre na passagem pelo condicionador ao receber calor suficiente por um determinado período, realizando o cozimento. Esses fatores favorecem o crescimento e desempenho dos animais, principalmente os monogástricos, assim como a extrusão de ração com alto teor de fibras para equinos ou bovinos, e nas rações de peixe e pet. Outros benefícios, são a diminuição do desperdício por segregação ou a separação dos ingredientes garantindo um consumo mais uniforme, de acordo com as orientações da Embrapa.

Mas afinal, qual o principal objetivo da peletização e da extrusão?  

Ambos passam por um processo de transformação de materiais, que é ou por aglomeração de pequenas partículas de um ingrediente ou pela mistura de ingredientes, utilizando processos mecânicos, na presença de pressão via rolo na matriz, umidade aplicada por vapor ou até mesmo com aditivos reidratantes e temperatura, formando a ração conforme o formato da matriz. Esse processo pode parecer simples, mas tem muitas variáveis que dificultam, e por isso muitas empresas optam por continuar com a fabricação de ração farelada.

Ração extrusada – Créditos CINERGIS

Diversas empresas possuem dificuldades com os processos de peletização e extrusão. As causas devem ser investigadas a fundo desde as matérias-primas até as etapas do processo como: moagem, mistura, aquecimento, peletização ou extrusão, secagem e resfriamento. A solução destes problemas é o que garantirá o maior aproveitamento da capacidade da fábrica. Mas, às vezes, isso não é o suficiente, faz-se necessário o uso de aditivos tecnológicos para ajudar no processo, adicionando umidade de forma adequada ou um antiumectante que a afixe nas partículas facilitando a gelatinização do amido. Desta forma, há uma evolução na passagem pela matriz com uma melhor formação do pellets ou kibble, tornando-os mais duráveis e uniformes. Isso resulta em um grande impacto no processo, tendo melhor rendimento na parte produtiva, mais tonelada/hora, mantendo ou abaixando a amperagem do motor, fazendo que tenha mais economia de energia com uma produção igual ou maior.

Àquele que nos lê, a Cinergis possui uma gama de produtos para atender a necessidade de cada fábrica, disponibilizando pessoas com experiência para melhorar seu processo, ajustando equipamentos, treinando os operadores e, o mais importante, gerando maior lucratividade para a sua empresa.

Fonte: Comunicação e MKT CINERGIS

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Show Rural 2026 discute como atravessar períodos de crise na cadeia leiteira

Necessidade de informação, planejamento e resiliência para enfrentar os momentos de instabilidade da cadeia leiteira foi o centro de um debate.

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Estande da Agroceres Multimix recebeu o debate sobre os desafios da cadeia leiteira durante o Show Rural Coopavel 2026, reunindo produtores, técnicos e especialistas em um bate-papo aberto ao público

A necessidade de informação, planejamento e resiliência para enfrentar os momentos de instabilidade da cadeia leiteira foi o centro de um debate realizado durante a 38ª edição do Show Rural Coopavel, entre os dias 9 e 13 de fevereiro de 2026, em Cascavel (PR).

Para a zootecnista Josiane Mangoni, coordenadora de Pecuária da Coopavel, o atual momento do leite exige diálogo e troca de experiências. Segundo ela, apesar do cenário delicado, o produtor está habituado a lidar com desafios.

“O leite vai muito além de uma atividade econômica. Ele é paixão, é amor pelas nossas mimosas. Somos uma cadeia acostumada à resiliência, e esse tipo de conversa é fundamental para ajudar o produtor a se manter na atividade”, afirma.

Da esquerda para a direita: Cristian Iothi, Gilson Dias, Josiane Mangoni, Lúcio Drehmer e Marcos Pereira Neves

Josiane destaca ainda que o Show Rural tem como missão levar inovação, tecnologia e ferramentas práticas ao campo. “O evento existe para que o produtor consiga produzir mais e melhor. E, mesmo em períodos de crise, já enxergamos sinais de reação do mercado, o que nos permite acreditar em um novo momento para a cadeia leiteira”, completa.

O debate reuniu diferentes visões da atividade, trazendo para a conversa produtores e especialistas com realidades distintas. Participaram Marcos Pereira Neves, professor da Universidade Federal de Lavras e produtor de leite; Cristian Iothi, engenheiro agrônomo, produtor e cooperado da Coopavel; e Lúcio Drehmer, zootecnista, consultor técnico e produtor de leite em Santa Catarina.

O debate foi conduzido por Gilson Dias, gerente Técnico de bovinos de Leite da Agroceres Multimix. A conversa foi registrada em formato de podcast e integra uma edição especial do agCast. O episódio será disponibilizado em breve nas plataformas digitais da Agroceres Multimix, que esteve presente no Show Rural 2026 com um novo estande, ampliado e voltado ao atendimento de produtores, cooperados e parceiros.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Ceva Saúde Animal anuncia Nivaldo Grando como novo Vice-Presidente de Operações Comerciais no Brasil

Executivo assume a liderança com foco em crescimento sustentável, fortalecimento comercial e integração das equipes no país.

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Nivaldo Grando - Foto: Divulgação

A Ceva Saúde Animal anuncia a nomeação de Nivaldo Grando como Vice-Presidente Brasil. O executivo chega à companhia com ampla experiência no agronegócio e no setor de saúde animal, trazendo uma trajetória consolidada em liderança estratégica e gestão de negócios em mercados nacionais e internacionais.

Com formação em Engenharia Agronômica, Nivaldo construiu sua carreira em empresas de relevância global, com passagens em empresas como Monsanto Brasil e Boehringer Ingelheim, onde ocupou posições em áreas de vendas, Marketing e Gerência Geral no Brasil, em países da américa do sul e Europa.

Sua experiência internacional proporcionou uma visão global dos negócios, profundo conhecimento dos mercados regionais e sólida atuação junto a parceiros e stakeholders na América Latina e na Europa.

Na Ceva, Nivaldo terá a missão de fortalecer o desempenho do negócio, impulsionar talentos e o crescimento sustentável, além de consolidar a sinergia entre as equipes locais. Sua atuação será fundamental para assegurar a solidez da operação e o alcance dos objetivos estratégicos da companhia focado na proximidade com produtores e clientes em um momento relevante para o mercado brasileiro.

Fonte: Assessoria Ceva Saúde Animal
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 Jyga Technologies anuncia a abertura de uma quarta filial, agora no Brasil

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Divulgação Jyga Technologies

A Jyga Technologies amplia sua presença global com a abertura da Jyga Tech Brasil, nova subsidiária na região do Paraná. Impulsionada pela forte demanda de produtores brasileiros, a empresa decidiu estabelecer uma presença local que permitirá a nacionalização de seus produtos e fortalecerá sua posição em um dos principais mercados para a suinocultura mundial.

Nos últimos dez anos, os sistemas de alimentação eletrônicos de precisão GESTAL foram adotados por operações brasileiras focadas em desempenho e bem-estar animal. Ampliando a estratégia, iniciada em 2025, com a adição de um novo Gerente de Desenvolvimento de Negócios para o Brasil, Vinicius Espeschit de Morais, a Jyga consolida agora mais uma etapa nesta estratégia de expansão, reforçando o compromisso da empresa com as pessoas, com a proximidade do mercado e com as parcerias de longo prazo.

Maior acesso às soluções Gestal

A criação da Jyga Tech Brasil permitirá que produtores brasileiros adquiram produtos GESTAL fabricado no Brasil, aumentando sua acessibilidade financeira e possibilitando o acesso a linhas de financiamento locais. A nova entidade também oferecerá suporte técnico e pós-venda local, alinhado às realidades das granjas brasileiras. A operação deverá atingir plena capacidade antes do final do terceiro trimestre de 2026.

Investindo em pessoas, investindo no Brasil

A Jyga Technologies tem orgulho de investir em talentos locais, contribuindo para o desenvolvimento econômico regional e reforçando seu compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro.

“A abertura da Jyga Tech Brasil é mais do que uma expansão; ela reflete nosso compromisso de estar presente, ouvir de perto e construir parcerias duradouras com aqueles que confiam em nossas soluções”, afirmou Natalia Rimi Heisterkamp, Vice-Presidente Executiva da Jyga Technologies e brasileira nata.

Fonte: Ass. de Imprensa
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