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Queijaria Fazenda São Victor está apta para receber Selo Arte

Regulamentação garante aos consumidores que a produção é artesanal e respeita as características e métodos tradicionais

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O Queijo do Marajó Fazenda São Victor, indicado para receber o certificado que permite o comércio nacional de produtos alimentícios artesanais – Selo Arte, fez parte do cronograma de ações realizadas nesta última semana pelos técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Empresa de Assistência Técnica de Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A iniciativa conta com o apoio do Governo do Estado do Pará.

As visitas técnicas têm o objetivo de aplicar o checklist com as recomendações do programa para verificar se estabelecimentos e respectivos processos de produção de queijos artesanais estão dentro dos requisitos da legislação vigente.

Como parte da programação aconteceram palestras para prestar informações e esclarecimentos junto aos produtores sobre os procedimentos do registro do estabelecimento artesanal. No encontro também foi pautado sobre Identificação Geográfica (IG).

A sócia proprietária da Queijaria Fazenda São Victor comemora a conquista e fala sobre a importância da aquisição do Selo Arte. “A concessão do Selo Arte para nós produtores de queijos artesanais, significa o avanço e impulsionamento da economia, e assim, gerando mais renda para o setor”, diz.

 

Selo Arte

O decreto que regulamenta a Lei do Selo Arte foi assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, durante a cerimônia comemorativa dos 200 dias do governo.

A lei permitirá a venda interestadual de produtos alimentícios artesanais de origem animal, como queijos, mel e embutidos.

A regulamentação proporciona aos consumidores a garantia de que a produção é artesanal e respeita as características e métodos tradicionais.

A certificação também é uma possibilidade de aumentar a renda com a abertura de novos mercados, já que permite que os produtos artesanais possam ser comercializados em todo o território nacional sem a necessidade do selo de inspeção federal.

 

Produto artesanalDe acordo com a Lei 13.680/18, produto artesanal é aquele produzido por meio de métodos tradicionais ou regionais próprios, respeitando as boas práticas sanitárias. Os produtos serão identificados em todo o Brasil com um selo específico com a inscrição “Arte” e estarão sujeitos à fiscalização de órgãos ligados à saúde pública dos estados e do Distrito Federal.

 

Exigências

As normas para produção artesanal de derivados de leite necessárias à concessão do Selo Arte com instrução do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), estabelece o regulamento técnico de boas práticas agropecuárias destinadas aos produtores rurais fornecedores de leite para fabricação artesanal de alimentos de origem animal.

O regulamento ainda prevê os requisitos higiênico-sanitários mínimos necessários às propriedades rurais fornecedoras de leite para produção de alimentos artesanais. Caberá aos estados e aos Distrito Federal concedentes do Selo Arte a avaliação do cumprimento do regulamento de boas práticas. Os produtores farão o controle sanitário do rebanho, incluindo a vacinação contra febre aftosa, além de certificação como livres de Brucelose e Tuberculose, conforme programação oficial (exceção dos estados livres de vacinação), e do controle de mastite e de parasitas, e entre outros requisitos.

Para o proprietário Marcus Pinheiro com a aquisição do Selo Arte significa valorização do produto no mercado. “Com o Selo Arte creio que estaremos bem posicionados por conta de mais uma garantia de qualidade do produto, e o transitar com mais confiança e credibilidade”, explica.

Novos rumos são trilhados para a categoria de produção artesanal brasileira, com líderes políticos atuando de maneira participativa para promover várias medidas em benefício do setor. Outro grande exemplo que vale destacar foi da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), com respectivo presidente Geraldo Borges, que em janeiro deste ano, teve a iniciativa de levar ao conhecimento da Ministra Tereza Cristina e alguns parlamentares, os queijos artesanais destacados para possivelmente serem contemplados com o Selo Arte.

Sobre o cenário nacional e ampliação do mercado para todos os demais produtos de origem animal, inspecionados através dos consórcios municipais, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) destaca que a medida “vai dar agilidade, facilidade para a comercialização dos produtos, principalmente dos pequenos produtores rurais”.

 

Sobre Queijaria Fazenda São Victor

Desenvolvida em 2006 por meio do Projeto Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Queijo do Marajó, conquistou certificado de qualidade artesanal do produto. Detentora do selo 013 no segmento de produto artesanal no Pará, com a produção do Queijo Marajó Tipo Creme, conquistou premiações expressivas no gênero alimentício, entre elas o primeiro lugar no XII Encontro Nacional de Criadores de Búfalos e II Marajó Búfalos, tendo o reconhecimento na maior premiação de queijos artesanais, Prêmio Queijo do Brasil, como o “Bronze” na III Edição, o ’Super Ouro” na IV Edição, e “Ouro” na V Edição. Emplacou também, com a categoria “Prata”, na IV Edição do Mondial du Fromage et des Produits Laitiers, na França.

Fonte: Assessoria
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Programa de Eficiência de Carcaça (PEC) quer triplicar de tamanho, com 600 pecuaristas e 300 mil animais de SP, MT, TO e GO

As inscrições estão abertas até agosto pelo site www.minervafoods.com/pec

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Mauricio Graziani, presidente da Phibro Saúde Animal no Brasil. - Foto: Divulgação

O Programa de Eficiência de Carcaça (PEC), iniciativa da Phibro Saúde Animal, Minerva Foods e, a partir deste ano, Biogénesis-Bagó, quer triplicar de tamanho em 2020, atraindo 600 pecuaristas de Goiás, Tocantins, Mato Grosso e São Paulo, para produzir, hoje, o boi do amanhã. O objetivo é abater 300 mil bovinos no âmbito do programa.

O PEC tem como objetivo contribuir para que a pecuária brasileira alcance um novo patamar de eficiência por meio da disseminação de boas práticas, integração dos vários elos da cadeia produtiva e apoio aos pecuaristas para produzir mais e melhor. Para isso, avalia os critérios de constância de oferta; menor idade animal; excelente acabamento de gordura; carcaça uniforme; bom peso ao abate; padronização do lote; e pH adequado da carne.

A decisão de estender o programa para outros municípios deve-se aos ótimos resultados obtidos com a primeira edição realizada em Araguaína e Palmeiras de Goiás, que superou expectativas com mais de 200 produtores participantes e quase 100 mil animais avaliados.

Em 2020, participarão do PEC os pecuaristas parceiros da Minerva Foods que abatem nas unidades de Araguaína (TO), Palmeiras de Goiás (GO), José Bonifácio (SP) e Mirassol D´Oeste (MT).  As inscrições estão abertas até agosto. Os interessados podem se inscrever pelo site do programa (www.minervafoods.com/pec).

“Com o sucesso da primeira edição, nossa expectativa é que o Programa de Eficiência de Carcaça cresça e possa levar mais conhecimento a um maior número de pecuaristas. Coletamos muitas informações, que nos mostram o atual estágio da pecuária. Continuaremos trabalhando na disseminação de boas práticas, sempre com a integração dos vários elos da cadeia produtiva – criadores, indústria da carne, indústria de insumos e pesquisa. Nosso objetivo é reconhecer o trabalho daqueles que procuram por máxima eficiência na produção de carne e dar-lhes visibilidade para que sirvam de exemplo para aqueles que estão na busca desse objetivo”, assinala Mauricio Graziani, presidente da Phibro Saúde Animal no Brasil.

O diretor de compra de gado da Minerva Foods, Fabiano Tito Rosa, comenta que essa “é uma forma de compartilharmos conhecimento técnico com nossos parceiros, bem como novas tecnologias. Com o mercado cada vez mais exigente e com um perfil de consumidor que vem mudando com o decorrer dos anos, é preciso aprimorar a criação a cada dia e o pecuarista tem papel fundamental nessa entrega de qualidade. Mas nós, da indústria, também temos a missão de instruir o que tem que ser produzido e remunerar de forma adequada. É com esse intuito que criamos o PEC. Com base nos aprendizados e diagnóstico da primeira edição, vamos eliminando os gaps identificados a cada ano”.

“A Biogénesis Bagó Saúde Animal entra como parceira do PEC por acreditar que a sanidade e o bem-estar animal são pilares importantes na busca por um produto final bem-acabado e padronizado. Todos os nossos profissionais veterinários e zootecnistas estarão a campo auxiliando os pecuaristas a produzirem cada vez mais e melhor para termos um Brasil pecuário cada vez maior e melhor”, ressalta Marcelo Bulman, diretor presidente da Biogénesis Bagó Brasil.

Fonte: Assessoria da Phibro
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Rovério Magrini é o novo gerente de produtos de suínos da Auster Nutrição Animal

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A Auster Nutrição Animal anuncia a contratação de Rovério Magrini para o cargo de gerente de produtos de suínos. Com quase 40 anos de carreira, ele conta com vasta experiência em produção e nutrição animal e grande capacidade para visualizar oportunidades e gerar valor na produção de alimentos, ingredientes e aditivos para animais. “Ingresso no time da Auster com a missão de desenvolver estratégias e planos de negócios para fortalecer a área de suínos e contribuir para atingir resultados ainda melhores das linhas de produtos”, informa.

Rovério é formado em ciências animais pela Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e tem MBA em gestão de negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).  Ele iniciou a carreira em 1983, quando ingressou como técnico responsável pelo controle de qualidade dos alimentos da fábrica da Ajinomoto. Na década de 90, foi contratado pela Mogiana Alimentos para o cargo de coordenador de serviços de nutrição em fazendas de suínos e aves. Passou pela Nutron Alimentos, pela M.Cassab Tecnologia Animal e, posteriormente, pela AB Vista Brasil, na qual foi gerente de negócios na América Latina.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Katayama Alimentos conquista Certificação Halal

Indústria avícola conquista certificado que garante a qualidade e a segurança do processo produtivo e dos produtos que comercializa para o mercado global

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A Katayama Alimentos, uma das maiores indústrias avícolas do país, comemora a conquista do Certificado de Conformidade Halal, uma certificação essencial para empresas que pretendem expandir suas áreas de atuação no mundo. Trata-se de uma garantia de que o processo produtivo, os produtos e os serviços prestados pela marca respeitam os rígidos critérios de qualidade e segurança alimentar exigidos em vários países.

Halal é um termo de origem árabe que significa lícito ou permitido. No contexto islâmico, representa um sistema baseado em princípios e valores éticos e morais que beneficiam a humanidade em várias áreas, incluindo a alimentação. Atualmente, é um passaporte para empresas que tem interesse em ampliar suas vendas para a comunidade mulçumana ao redor mundo, estimada em 1,8 bilhão de pessoas, pois o estilo de vida Halal garante aos muçulmanos que a empresa age com transparência, responsabilidade socioambiental e de acordo com a jurisprudência islâmica.

“O Certificado Halal é reconhecido como sinônimo de confiança. A conquista desta certificação confirma que os valores da Katayama Alimentos estão alinhados ao perfil dos consumidores do mundo e em conformidade com a legislação e normas internacionais de segurança exigidas por centenas de países”, diz Gilson Katayama, Diretor Comercial da empresa. “A certificação reforça nosso compromisso em crescer de forma sustentável, sempre colocando em primeiro lugar a qualidade e segurança alimentar”, conclui o executivo.

Certificadora

Para obter o certificado, a Katayama Alimentos contratou a certificadora CDIAL Halal (Centro de Divulgação do Islam para a América Latina), referência global no segmento, que analisou documentos, produtos e realizou auditorias para verificação de diversos aspectos, como as matérias-primas, métodos de produção e a conduta da indústria avícola do interior do Estado de São Paulo. A certificação é um importante diferencial competitivo e abre à marca a possibilidade de ampliar os negócios no setor alimentício.

Para Omar Chahine, da CDIAL Halal, “certificar a Katayama Alimentos foi um processo rápido, visto que a indústria avícola atende todas as conformidades exigidas pela certificadora. Ainda nos dois primeiros anos serão realizadas duas auditorias de manutenção, e em até seis meses antes de vencer o certificado, realizaremos a auditoria de recertificação”.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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