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Queda na produtividade, mas ganho em rentabilidade

Apesar de o produtor de grãos ter sofrido com as mudanças climáticas durante o ciclo do milho safrinha deste ano, o preço favorável do grão no mercado interno está praticamente compensando as perdas

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Enquanto a colheitadeira desliza pela lavoura localizada à direita da vila de Novo Três Passos, interior de Marechal Cândido Rondon, Oeste do Paraná, sob o olhar atento de Valdemar Schaefer, os filhos do agricultor, Eduardo e Leonardo, comandam a colheita na outra metade da propriedade, localizada no extremo esquerdo do distrito rondonense – indicando que a quarta geração da família já está pronta para continuar com o trabalho no campo.

Apesar de cuidar da terra há apenas um ano e meio, os 24 anos de experiência como engenheiro agrônomo garantem a Schaefer o conhecimento necessário para entender porque as 24 mil sacas colhidas no ano passado podem chegar a pouco mais de 17 mil nos 200 hectares em que planta neste ano. “Nunca uma safrinha é igual a outra, e nesse ano não foi diferente. Muita coisa jogou contra a safrinha. Se na última o clima foi espetacular, nesta o milho sofreu com a estiagem, as baixas temperaturas, a falta de luz e, no último minuto, com a geada”, explica.

Mesmo semeando a área igual à última safrinha, a produtividade média de 300 sacas por alqueire alcançada no ano passado pelo produtor deve cair para 200 a 250 sacas neste ano. Contudo, ele explica que em termos de qualidade do grão, não há preocupação. “O agricultor que escolheu os híbridos que, comprovadamente, são especiais em garantia de qualidade e produtividade não vai ter preocupações agora no fim da safra com o que está entregando”, ressalta. “A minha produtividade não é aquilo que eu gostaria, mas estou ciente de que com esse clima o milho não poderia entregar mais do que entregou”, complementa.

A Poucos Passos do Fim

Schaefer é um dos últimos agricultores com as máquinas no campo na região. A estimativa do Departamento de Economia Rural (Deral), ligado à Secretaria de Estado de Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab) de Toledo, Oeste do Estado, é de que 85% da área semeada no Oeste paranaense já esteja colhida – com variação para mais ou para menos em alguns municípios. Mesmo antes do fim da colheita, o órgão já estima quebra de 5,2% em relação à produção do ano passado, que chegou a 2,652 milhões de toneladas. Já em comparação à estimativa para este ano, que apontava a colheita de 2,687 milhões de toneladas, a quebra chega a 7%. A colheita da safrinha deste ano no Oeste paranaense deve chegar aos 2,512 milhões de toneladas. “Tivemos lavouras que sofreram logo no início do ciclo, principalmente as semeadas tardiamente, que passaram por uma estiagem no mês de abril, um período em que as plantas precisavam de chuva”, ressalta o especialista em Agronegócios e Agrobusiness e técnico Deral, João Luis Nogueira.

Pela água não ter chego a apenas parte das lavouras é que o Deral considera a qualidade dos grãos colhidos muito boa, estando as perdas e a quebra da produção dentro de uma perspectiva normal. “Tínhamos uma expectativa de que as geadas que ocorreram agora no fim do ciclo afetassem a qualidade do grão, mas isso não aconteceu, já que as lavouras estavam bastante adiantadas. O milho colhido está muito bom e a produtividade dentro da normalidade”, ressalta.

Para o morador de Novo Três Passos, um dos fatores decisivos para o desenvolvimento do milho que não esteve presente nesta safrinha foi a luz em abundância. Segundo Schaefer, por pelo menos 40 dias o clima permaneceu nublado e as temperaturas baixas, o que roubou parte da produtividade das lavouras. “Primeiro foi a seca, depois as temperaturas baixas e o tempo  nublado em praticamente junho inteiro, e agora, quase no final, a geada que interrompeu o ciclo”, menciona o agricultor.

Alta rentabilidade

Se a quantidade de produção à primeira vista desanima os produtores, o preço do milho no mercado pode garantir a “luz no fim do túnel”. Para Schaefer, o preço está quase compensando a perda da produção. No ano passado, a saca do milho safrinha foi comercializada por ele na média de R$ 19 e R$ 20 e, em contratos futuros, a R$ 24. “E eu já estava feliz com esse preço”, garante.

Neste ano, a saca está sendo vendida na média de R$ 33, contudo, o valor do cereal no mercado já está subindo, chegando a R$ 37. “Se eu vender entre R$ 33 e R$ 40 chego praticamente à rentabilidade dos R$ 19 e R$ 20 do ano passado, mesmo com a baixa na produção”, expõe.

A elevação do preço experimentada pelo mercado neste ano, conforme explica o especialista em Agronegócios e Agrobusiness, ocorreu pelo enxugamento  dos estoques internos de milho, estimulado pelo aumento das exportações do cereal brasileiro, que subiram exponencialmente nos últimos dois anos. “Com os preços alavancados pela exportação, ocorreu um ajustamento de oferta e demanda de milho no mercado interno, o que deu suporte para os preços fazendo que o milho chegasse a patamares acima de R$ 40 a saca no mercado físico”, explica.

Com a entrada da safrinha, contudo, o técnico do Deral menciona que é natural uma leve queda no valor do cereal, já que a oferta de milho no mercado interno começa a aumentar, levando a regularização do preço. “Mas esse valor também não caiu tanto, porque já vemos uma reação, tendo em vista que a demanda interna é intensa, bem como a externa, pelos contratos de exportação que estão em curso o mercado ser de boa liquidez para o milho”, diz, segundo o qual, o preço de balcão do cereal está em R$ 37,50.

Nogueira ressalta também que, com a definição da safra dos Estados Unidos – maior produtor mundial de milho e que aponta para uma boa produtividade – os preços do mercado externo devem deixar de ser favoráveis. Entretanto, o milho ainda terá suporte no mercado interno. “A produção de milho também não vem crescendo na mesma proporção da demanda. O mercado consumidor é maior que a oferta do cereal e esse é o maior fator de suporte para os preços do milho”, completa. Apesar de um ano atípico, o especialista comenta que o preço do milho visto em 2016 e a demanda por consumo interno e externo do produto brasileiro se tornarão algo normal daqui para frente. Ele aponta que, com a demanda interna de soja e milho crescendo de forma desproporcional à oferta no Brasil, a saída é que os produtores brasileiros cumpram o seu papel de produzir ainda mais para suprir as demandas tanto de cereal quanto de proteína, que também deve ter o consumo aumentado nos próximos anos. “O Brasil é um grande fornecedor porque outros países estão com as fronteiras praticamente fechadas, por isso quem pode evoluir em termos de produção para exportação é o Brasil”, finaliza.

Depois da tempestade…

Vem a calmaria? Para o presidente da Associação Paranaense de Suinocultores (APS), Jacir Dariva, ainda não. Sofrendo com o valor elevado do milho desde outubro do ano passado, os suinocultores ainda não puderam respirar aliviados com a queda no preço do cereal. “O setor consumidor acreditava que a retraída no preço seria maior. Essa queda ainda não foi sufi ciente para baixar o custo de produção”, menciona.

Com a alta do milho, principal matéria-prima para alimentar aves e suínos para o posterior abate, não está fácil para o produtor e empresas integradoras continuarem em pleno funcionamento. Dariva lembra que foi em meados de agosto do ano passado que os suinocultores paranaenses ainda conseguiram pagar o custo de produção, entretanto, já em setembro a conta dos produtores começou a zerar.

“Quando o milho ‘explodiu’ entre outubro e novembro não houve mais salvação. Hoje todos os produtores estão pagando para produzir e muitos deixaram a atividade”, ressalta. “Com o custo de produção na faixa de R$ 4 por quilo do suíno, levando em conta o preço da saca de milho para os suinocultores que não apostam na produção de grãos na média de R$ 43, e o suíno vendido, em média, a R$ 3,30 e R$ 3,40, se na época de colheita do milho estamos tendo prejuízo, imagina quando a safra acabar”, avalia.

Para o presidente da APS, as perspectivas são “desesperadoras” para o fim do ano, com média de 20% a 30% de baixa nas granjas paranaenses e muitas outras fechando, especialmente aquelas que não são integradas ou parceiras de cooperativas. “O produtor de grãos precisa ter lucro, mas logo a cadeia suína vai ter uma diminuição grande de animais disponíveis. Talvez esse seja o ano do produtor de grãos e, ano que vem, do produtor de carnes”, aposta.

Na opinião do presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, o agronegócio brasileiro precisa defi nir uma boa estratégia, como exportar a carne com valor agregado do que apenas a commodity. “Precisamos preservar o emprego e toda a movimentação de uma cadeia. Se exportamos apenas o milho, privilegiamos só o emprego de quem plantou e colheu. Felizmente, agora estamos sendo supridos pelas cooperativas e os preços da saca de milho já estão em patamares bem melhores do que há 45 dias, quando estavam na estratosfera”, ressalta.

Martins acredita que, com o plantio que deve iniciar entre agosto e setembro, o produtor fará bons cálculos, já as duas commodities têm esse mercado internacional. “Para a sorte do consumidor nacional, os estoques internacionais estão confortáveis e não existe grande procura desses produtos”, comenta.

Fonte: O Presente

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Pecuária brasileira investe em rastreabilidade e práticas sustentáveis para modernizar o setor

Programa da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável orienta produtores sobre recuperação de pastagens, formalização e monitoramento da cadeia para aumentar eficiência e atender exigências ambientais e comerciais.

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Foto: Divulgação

Pressionada por novas exigências ambientais, regras comerciais mais rigorosas e pela necessidade de ampliar a produção sem expandir área, e ao mesmo tempo impulsionada pelos avanços produtivos que vêm transformando o setor, a pecuária brasileira atravessa um momento decisivo. Ao mesmo tempo em que enfrenta questionamentos sobre emissões e desmatamento, o setor reúne condições técnicas e práticas sustentáveis para liderar uma transição baseada em tecnologia, eficiência, recuperação de áreas já abertas e maior integração dos produtores à cadeia formal.

Nesse cenário, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável tem reforçado sua atuação como articuladora de propostas estruturantes e como referência técnica para o debate público. A entidade sustenta que a competitividade da carne brasileira dependerá da capacidade de transformar o momento atual em ativos estratégicos.

Presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Ana Doralina Menezes: “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe” – Foto: Clever Freitas

Um dos pilares dessa agenda é a recuperação de pastagens degradadas, apontada como eixo central do Caminho Verde, política pública defendida pela instituição para impulsionar a intensificação sustentável da atividade. A estratégia parte de um diagnóstico claro: “o Brasil possui um volume importante de áreas consideradas de baixa produtividade. Requalificá-las, por meio de manejo adequado, melhoria do solo, tecnologias e integração de sistemas, permite elevar a produção por hectare, reduzir emissões relativas e otimizar a produção”, explica a presidente, Ana Doralina Menezes.

De acordo com a profissional, o programa representa uma solução pragmática e alinhada às demandas globais. “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe. Recuperar pastagens é aumentar eficiência, melhorar renda no campo e responder de forma concreta aos compromissos climáticos”, afirma.

A transformação, porém, não se limita à dimensão produtiva. Parte relevante do desafio está na reinserção de pecuaristas na cadeia formal. A informalidade restringe acesso a crédito, assistência técnica, mercados que exigem comprovação socioambiental, além de fragilizar a imagem do setor como um todo, por isso é imprescindível que o pecuarista esteja alinhado e de acordo com o Código Florestal vigente.

Foto: Breno Lobato

Para o vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Lisandro Inakake de Souza, a inclusão é condição para que a transição seja efetiva. “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado. A formalização precisa ser vista como instrumento de fortalecimento econômico e não apenas como obrigação”, destaca.

A ampliação da rastreabilidade também integra esse movimento, uma vez que ela se apresenta como infraestrutura que conecta sanidade, ambiente e gestão. Em relação ao mercado, com compradores cada vez mais atentos à origem e à conformidade ambiental, sistemas consistentes de monitoramento tornam-se fator determinante para manutenção e novas aberturas. Por isso, como reforça a Mesa, transparência é elemento estruturante da competitividade. “Rastreabilidade é credibilidade. Ela protege quem produz corretamente e permite que o Brasil apresente dados sólidos sobre sua cadeia”, frisa Lisandro.

Ao articular recuperação de pastagens no âmbito do Caminho Verde, inclusão produtiva e avanço da rastreabilidade, a instituição busca incentivar o setor de forma propositiva diante das transformações regulatórias e comerciais em curso. “Mais do que reagir a pressões externas, a estratégia é demonstrar que produtividade, responsabilidade socioambiental e inserção competitiva podem avançar de forma integrada, incentivando o produtor a atuar como centro da solução”, complementa Ana Doralina.

Uma agenda conectada ao campo

Lisandro Inakake de Souza, vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável: “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado”  – Foto: Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável

Para apoiar o pecuarista nos temas estratégicos que vêm moldando o futuro da atividade, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável iniciou 2026 com uma programação propositiva de webinars voltados à qualificação e à disseminação de informação técnica.

No dia 29, foi realizado o segundo encontro dedicado à reinserção de produtores na cadeia formal. Em 26 de fevereiro, o foco esteve na rastreabilidade, aprofundando desafios e caminhos para ampliar transparência e conformidade. Um terceiro webinar sobre reinserção está previsto para maio, dando continuidade às discussões.

Todos os conteúdos já disponibilizados podem ser acessados no canal oficial da instituição no YouTube, ampliando o alcance das orientações e fortalecendo o diálogo com produtores, técnicos e demais elos da cadeia.

“Nosso compromisso é transformar temas complexos em orientação prática para quem está no campo. Quando promovemos debates sobre recuperação de pastagens, reinserção na cadeia formal e rastreabilidade, estamos oferecendo instrumentos concretos para que o produtor tome decisões mais seguras, amplie sua competitividade e participe de forma ativa dessa nova etapa da pecuária brasileira”, finaliza a presidente.

Fonte: Assessoria Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável
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Sistema Faep assume coordenação da Aliança Láctea Sul Brasileira no biênio 2026/27

Fórum reúne entidades e produtores para discutir estratégias de competitividade e desenvolvimento da cadeia do leite.

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Foto: Isabele Kleim/Divulgação

O Sistema Faep está à frente da coordenação geral da Aliança Láctea Sul Brasileira para o biênio 2026/27. O comando é rotativo entre os Estados participantes e, neste novo ciclo, ficará sob responsabilidade do Paraná, representado pelo Sistema Faep. Mais recentemente, o Mato Grosso do Sul passou a integrar a iniciativa, ampliando a articulação regional em torno do fortalecimento da produção e da competitividade do leite brasileiro.

Ronei Volpi, coordenador geral da Aliança Láctea, em sua propriedade – Foto: Divulgação/Sistema Faep

“A Aliança contribui para a integração entre os Estados e a construção de estratégias conjuntas voltadas à cadeia do leite. O Sistema Faep seguirá trabalhando ao lado das entidades do setor para avançar em pautas que ampliem a competitividade e as oportunidades para a produção”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Criada em 2014, a Aliança Láctea Sul Brasileira é um fórum público-privado que reúne representantes do setor produtivo e de instituições dos estados da região Sul. O grupo discute ações voltadas à cadeia leiteira e busca alinhar iniciativas nas áreas de produção, indústria e comercialização de leite e derivados, com foco nos mercados interno e externo. No ciclo 2026/27, a coordenação será exercida pelo consultor do Sistema Faep, Ronei Volpi, produtor rural com atuação há décadas na cadeia leiteira e participação em discussões voltadas ao desenvolvimento do setor.

A agenda de trabalho da Aliança para 2026 começou recentemente. No início de março, o Sistema Faep foi anfitrião da primeira reunião do ano, quando foram apresentados o Plano de Incentivo à Exportação de Lácteos e o plano de trabalho voltado à sanidade na cadeia leiteira, iniciativas que buscam fortalecer a competitividade do setor e ampliar oportunidades de mercado para os produtores da região.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Demanda externa impulsiona exportações brasileiras de carne bovina

Volume embarcado supera 267 mil toneladas em fevereiro, com crescimento expressivo em mercados como Rússia, México e Chile.

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Fotos: Shutterstock

As exportações brasileiras de carne bovina totalizaram 267.319 mil toneladas em fevereiro de 2026, com receita de US$ 1,44 bilhão, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

Na comparação com fevereiro de 2025, o resultado representa crescimento de 21,6% no volume embarcado e de 38,2% na receita, refletindo a ampliação da demanda internacional pela proteína brasileira. O desempenho também supera levemente o registrado em janeiro de 2026, quando as exportações somaram US$ 1,404 bilhão e 264 mil toneladas, consolidando o melhor resultado já registrado para um mês de fevereiro na série histórica.

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 531.298 toneladas, com receita de US$ 2,84 bilhões, avanço de 23,8% em volume e 39,2% em valor em relação ao mesmo período do ano passado.

A carne bovina in natura segue como principal produto exportado, com 235.890 toneladas embarcadas em fevereiro, o equivalente a 88,2% do volume total exportado e 92,2% da receita obtida no mês.

Entre os destinos, a China permanece como principal mercado, com 106.702 toneladas importadas em fevereiro, seguida pelos Estados Unidos, com 39.440 toneladas, além de Rússia (15.762 t), Chile (13.857 t) e União Europeia (9.084 t) entre os principais compradores da carne bovina brasileira.

Foto: Divulgação/Porto de Santos

Entre os mercados relevantes, Rússia, México e Chile apresentaram crescimento expressivo nas compras em relação ao mês anterior, com altas de 111,6%, 132% e 37,6%, respectivamente, enquanto as exportações para a União Europeia avançaram 21,2% no período.

Para o presidente da ABIEC, Roberto Perosa, os números reforçam a presença da carne bovina brasileira no comércio internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença nos mercados internacionais com regularidade de oferta, qualidade do produto e diversificação de destinos, fatores que sustentam o crescimento das exportações de carne bovina”, conclui.

Fonte: Assessoria ABIEC
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