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Queda na produção e estoques reduzidos justificam recorde mensal de receita nas exportações de carne de frango

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Levantamentos feitos pela União Brasileira de Avicultura (UBABEF) indicam que o volume das exportações brasileiras de carne de frango totalizou 339,6 mil toneladas em abril, número 2,6% maior na comparação com o mesmo mês de 2012.  Em receita, foi registrado um recorde histórico em levantamentos mensais, com US$ 770,5 milhões, 17,3% acima do obtido em abril do ano passado.
No acumulado do ano, foram embarcadas 1,241 milhão de toneladas nos quatro primeiros meses de 2013, resultado 4,93% menor em relação ao mesmo período do ano passado. Já em receita, houve elevação de 26,5% no mesmo período comparativo, com total de US$ 2,701 bilhões.
A entidade também revelou que o alojamento de matrizes de 2012 para produção de pintos em 2013 totalizou 46,5 milhões de aves, dado 7% inferior em relação as 50 milhões de aves de 2011, indicando uma natural redução da capacidade de produção de pintos de corte e, como consequência, diminuição na produção de carnes.
Conforme explica o presidente executivo da UBABEF, Francisco Turra, a redução detectada no alojamento de matrizes em 2012 sinaliza uma diminuição de oferta tanto para o mercado interno, quanto para o mercado externo. Indica, também, a redução dos estoques e a consequente adequação dos preços de exportação.
“O setor avícola brasileiro está mais enxuto, sem estoques. Isto ocorreu em face do incremento dos custos de produção, resultantes da crise de 2012, quando houve forte aumento nos preços do milho e da soja. Este custo ainda não chegou ao seu ponto de equilíbrio, porquanto os preços das commodities ainda apresentam patamares mais elevados em relação aos anos anteriores. O repasse tardio desses custos ao preço final dos produtos embarcados também contribuiu para o recorde histórico de receita em abril”, destaca Turra.
De acordo com o presidente da UBABEF, vários dos maiores mercados para a carne de frango brasileira aumentaram seus níveis de importação em abril, como o Egito, o Kuwait, os Emirados Árabes Unidos e a União Europeia.
“No caso da União Europeia, estamos chegando ao final do que denominamos como ano-cota, ou seja, do período que define o volume total que pode ser embarcado para aquele mercado em 12 meses. Nesta época, é comum ocorrer elevação dos níveis de exportação”, explica Turra.
 

Fonte: Ass. Imprensa da Ubabef

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36ª Reunião Anual do CBNA recebe inscrições de trabalhos científicos até quarta-feira

Todos os trabalhos aprovados serão publicados em edição especial sobre o evento da Revista de Agricultura, da Fealq, ampliando o alcance das pesquisas.

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Trabalhos Científicos na Reunião Anual do CBNA 2026: 12 trabalhos serão selecionados para apresentação oral e os demais trabalhos aprovados serão apresentados em formato de pôster. No ano passado, foram mais de 60 trabalhos selecionados.

A produção científica voltada à nutrição animal no Brasil vem buscando maior integração com as demandas da indústria e mais visibilidade no cenário internacional. Esse movimento se reflete na 36ª Reunião Anual do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), que está com inscrições abertas para submissão de trabalhos científicos até quarta-feira (25).

O professor de Zootecnia da Esalq/USP e membro da Diretoria Técnica do CBNA, Urbano Ruiz. “A publicação dos trabalhos em um periódico científico amplia significativamente a visibilidade das pesquisas e contribui para aproximar ainda mais a produção acadêmica das demandas da indústria”.

Neste ano, todos os trabalhos aprovados serão publicados em edição especial sobre o evento da Revista de Agricultura, periódico científico editado pela Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq) e publicado de forma ininterrupta desde 1926. Essa mudança amplia o alcance das pesquisas, que antes eram divulgadas no ambiente digital do evento, anuncia o professor de Zootecnia da Esalq/USP e membro da Diretoria Técnica do CBNA, Urbano Ruiz, responsável pelos trabalhos científicos do encontro.

A iniciativa ocorre em um contexto de maior pressão por eficiência produtiva e otimização de custos na cadeia de proteína animal, o que tem aproximado empresas e centros de pesquisas na busca por soluções aplicadas. “A publicação dos trabalhos em um periódico científico amplia significativamente a visibilidade das pesquisas e contribui para aproximar ainda mais a produção acadêmica das demandas da indústria. Ao adotar o inglês e um formato mais objetivo, o CBNA também facilita o acesso de pesquisadores e profissionais de outros países ao conteúdo gerado no Brasil”, afirma Ruiz.

Outra mudança nesta edição é o formato dos resumos, que passam a ser submetidos exclusivamente em inglês e em versão simples, substituindo o modelo anterior de resumo expandido. A proposta é facilitar a leitura e ampliar a circulação internacional dos estudos. Ao todo, 12 trabalhos serão selecionados para apresentação oral, quatro em cada uma das áreas (aves, suínos e bovinos), enquanto os demais trabalhos aprovados serão apresentados em formato de pôster. Todos os trabalhos aprovados terão espaço na publicação científica. No ano passado, foram mais de 60 trabalhos selecionados. Os interessados, devem fazer inscrição no site do evento e depois inscrever seus trabalhos clicando aqui.

Eventos

A 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos vai reunir pesquisadores, profissionais da indústria e especialistas da cadeia produtiva para discutir avanços técnicos, desafios e tendências da nutrição animal no Brasil e no mundo. Além da Reunião Anual, o CBNA vai promover outros dois eventos técnicos no mesmo local. Um deles é o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, no dia 12 de maio, e outro é o 25º Congresso CBNA Pet, nos dias 13 e 14 de maio. Toda essa programação será paralela à Fenagra, Feira Internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa.

36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos

9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos

25º Congresso CBNA Pet

Fonte: Assessoria CBNA
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Nova ferramenta digital amplia combate à cigarrinha-do-milho no Paraná

Com mapa interativo e série histórica, plataforma melhora tomada de decisão e fortalece manejo nas lavouras.

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Foto: Divulgação

Desde fevereiro, os produtores rurais do Paraná têm mais uma ferramenta de combate à cigarrinha-do-milho, praga que causa prejuízo nas lavouras do cereal. A plataforma CigarrinhaWeb centraliza os dados do monitoramento do inseto que transmite o complexo de enfezamentos, conjunto de doenças que gera perda de produtividade, queda na qualidade dos grãos e, em casos severos, até o tombamento das plantas.

A partir destas informações, produtores e técnicos poderão definir estratégias de manejo e controle da praga. Isso porque a plataforma fornece um panorama confiável da distribuição e densidade populacional do inseto no Paraná. O site também armazena a série histórica, criando uma base de dados para futuras pesquisas.

“A cigarrinha-do-milho é uma ameaça à produção. Apoiar o desenvolvimento desta plataforma significa equipar o produtor com informação atualizada e em tempo real. É um investimento no conhecimento que se transforma em ferramenta prática para a defesa da nossa produção, dando transparência e agilidade ao monitoramento desta praga”, afirma o presidente do Sistema Faep.

“Só em defensivos, foram gastos 76 milhões de dólares em 2024. Ou seja, se a plataforma tiver impacto de 10%, essa pesquisa já se paga várias vezes”, destaca o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa.

A ferramenta, que posiciona o Paraná entre os Estados com iniciativas estruturadas de monitoramento de uma das principais pragas da cultura do milho, é resultado do trabalho da Rede Paranaense de Agropesquisa e Formação Aplicada – Complexo de Enfezamento do Milho (Rede CEM), formada pelo Sistema Faep, Fundação Araucária, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Na prática

O site exibe um mapa interativo com a localização das armadilhas adesivas instaladas nas regiões do Paraná e o número de insetos capturados em cada uma, com atualizações semanais. A plataforma consolida e torna públicos dados que antes ficavam restritos a produtores ou instituições individuais.

O método de monitoramento com armadilhas adesivas é antigo e consolidado. No entanto, o Paraná se destaca como o único Estado a consolidar e disponibilizar publicamente esses dados por meio de uma plataforma digital interativa.

Há anos, o Sistema Faep trabalha para orientar os produtores rurais em relação à cigarrinha do milho. Antes mesmo da plataforma digital CigarrinhaWeb, essa frente de trabalho resultou na cartilha “Manejo da cigarrinha e enfezamentos na cultura do milho”.

Desenvolvido junto com a Embrapa Milho e Sorgo, o material traz orientações práticas, que ajudam o agricultor a identificar e a controlar o inseto, de forma didática. Gratuita e disponível no site do Sistema Faep, a publicação também contempla fotos que exemplificam os sintomas causados pelas doenças transmitidas pela cigarrinha do milho. Paralelamente, a entidade tem em seu catálogo o curso “Manejo Integrado de Pragas (MIP) – Milho”, voltado para a necessidade de monitorar a lavoura, com foco na identificação da cigarrinha.

Todos os cursos do Sistema Faep são gratuitos e oferecem certificado aos concluintes.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Nova rodovia em Palotina melhora acesso ao complexo agroindustrial da C.Vale

Contorno viário foi liberado após acordo entre Estado, cooperativa e município e recebeu R$ 170 milhões em investimentos.

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Foto: Divulgação/C.Vale

A inauguração do contorno viário de Palotina, realizada no dia 20 de março, reuniu autoridades federais, estaduais e municipais, além de representantes da C.Vale. A nova rodovia, com 15,2 quilômetros de extensão, foi liberada para o tráfego logo após a solenidade.

A obra foi viabilizada por meio de um acordo entre o Governo do Paraná, a C.Vale e o município, após ficar 26 meses paralisada por impasses contratuais. Pelo modelo adotado, a cooperativa assumiu a gestão da obra, contratou a empreiteira e realizou os pagamentos, sendo ressarcida pelo Estado com créditos de ICMS. Segundo o governador Ratinho Junior, esse formato permitiu antecipar a conclusão em cerca de dois anos.

Com investimento de R$ 170 milhões, o contorno viário passa a concentrar o tráfego de caminhões, carretas e ônibus que antes cruzavam a área urbana de Palotina para acessar o complexo agroindustrial da C.Vale. A mudança deve reduzir congestionamentos, especialmente nos horários de troca de turno das indústrias, e aumentar a segurança no trânsito.

O transporte de trabalhadores e cargas na região é intenso. Atualmente, cerca de 7.500 pessoas se deslocam diariamente em 155 linhas intermunicipais e 111 linhas circulares dentro do município.

A nova rodovia foi denominada PR-975, em homenagem a Marcelino Neis, primeiro prefeito eleito de Palotina. Já o viaduto no acesso ao complexo agroindustrial recebeu o nome de Darcy Ioris, ex-integrante da diretoria da cooperativa.

Após a liberação, cerca de 30 veículos leves e pesados da C.Vale foram os primeiros a utilizar o trecho. A partir de agora, o fluxo de cargas e de passageiros passa a ser direcionado para o contorno, facilitando o acesso ao complexo e retirando o tráfego pesado das vias urbanas.

Fonte: Assessoria C.Vale
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