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Quatá se associa a hub de tecnologia e leva soluções em crédito, sanidade e bem-estar animal para produtores de leite

Desenvolvidas pela Rúmina, as diferentes ferramentas digitais proporcionam desde crédito em 24h, até o monitoramento da sanidade animal e qualidade da produção

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Leonardo Araújo, Head B2B da Rúmina - Foto: Assessoria

Uma fintech que disponibiliza linhas de crédito e antecipações de pagamento de leite e uma tecnologia para o diagnóstico da mastite em campo. Essas são duas das soluções da Rúmina, empresa que tem o objetivo de democratizar e simplificar a adoção de tecnologias pelos produtores, oferecidas aos fornecedores da Quatá, empresa brasileira de produtos lácteos.

A OnFarm é uma tecnologia exclusiva e digital que promove o controle de mastite em vacas leiteiras. “Como 50% dos casos de mastite clínica não precisam ser tratados com antibióticos, o produtor reduz gastos com medicamentos, minimiza o descarte de leite podendo, assim, comercializá-lo, além de contribuir para o conceito de sustentabilidade ao evitar o uso indiscriminado de fármacos”, detalha o Head B2B da Rúmina, Leonardo Araújo.

Com a identificação do agente causador da mastite, na própria fazenda, por meio da cultura microbiológica, esse processo se tornou fácil, entregando respostas valiosas aos produtores em 24 horas, sem sair da propriedade. “Desta forma, é possível agir rapidamente, tomar decisões mais certeiras para cada caso e controlar a doença”, diz Araújo.

O gerente Corporativo de Suprimento de Leite da Quatá Alimentos, Elimar Moreira Sousa, ressalta que com a utilização da OnFarm, a empresa conseguiu melhorar a qualidade do leite. “A ferramenta ajuda muito na redução da CCS (contagem de células somáticas), na menor incidência de antibióticos no leite e, consequentemente na diminuição do descarte, o que representa redução de custos para a indústria e para o produtor, além de menor agressão ao meio ambiente, com a redução do descarte do leite inapropriado ao consumo humano. Ou seja, para o setor traz ganhos fantásticos entre todos os elos: produtor, Quatá, Rúmina e sociedade”, afirma.

 

Crédito aos fornecedores do laticínio

A outra solução da Rúmina utilizada pela Quatá é a RúmiCash, uma fintech voltada à cadeia do leite que disponibiliza linhas de crédito e antecipações de pagamentos a produtores pelos laticínios parceiros. “RúmiCash oferece a possibilidade de realizar investimentos e aproveitar oportunidades no momento ideal, com adiantamento de recebíveis do leite, crédito direto ao produtor e estruturado para insumos”, explica Leonardo Araújo, lembrando que o laticínio não é uma instituição financeira. “Por isso, a Rúmina disponibiliza algumas opções para facilitar o contato entre os produtores e os próprios laticínios, em momentos muito importantes para a produção, com uma ferramenta de fomento à política leiteira”, diz.

Para o gerente da Quatá, essa opção de crédito possui inúmeras vantagens, principalmente o acesso rápido e sem burocracia. “RúmiCash possibilita ao produtor fazer compras de insumos, como milho, soja, polpa cítrica, entre outros em momentos de baixa nos preços, além do parcelamento ao produtor para equacionar seus gastos de forma planejada e consciente, reduzindo seus custos de produção”, enumera.

Sousa ainda reforça que as vantagens oferecidas agregam principalmente para a rotina do produtor de leite, que em sua maioria está distante dos centros econômicos, onde ficam os bancos. “Pela distância, eles encontram dificuldade em deixar seus afazeres diários. RúmiCash proporciona o acesso sem sair de casa e a opção de receber todas as informações pelo WhatsApp”, salienta.

“Aqui na Quatá buscamos parcerias ganha – ganha e no caso a Rúmina e o RúmiCash nos atendem de forma complementar. Ganha o produtor com acesso rápido, sem burocracia e sem sair da fazenda e a Quatá em oferecer um serviço diferenciado aos seus produtores podendo aumentar a sua fidelização”, destaca.

“No futuro, creio ser possível aumentar ainda mais as operações com a Rúmina visto os grandes ganhos para todos os elos da cadeia. O setor está cada vez mais agressivo e concorrido e isso requer das empresas inovações que visualizem boas parcerias, que ofereçam não somente preço, mas soluções para os desafios do seu negócio”, pontua o gerente da Quatá.

Elimar Souza acredita que, nos próximos anos, a empresa e a Rúmina terão grandes avanços no setor. “Nem todo custo requer diminuição nos lucros, ou seja, mesmo buscando capital com custo alto, se bem estudado e planejado, é possível aumentar seus lucros”, afirma.

“Quando o laticínio dispõe de ferramentas como as da Rúmina, consegue utilizá-las dentro da sua política leiteira, se colocando em vantagem no mercado. O exemplo mais clássico é quando ele chega ao pecuarista e diz ‘eu tenho uma ferramenta de crédito’. Ele vai conseguir captar mais fornecedores de leite. Outro exemplo é ofertar a OnFarm. Tem muito laticínio que atualmente já financia essa tecnologia para o produtor como forma de fomento”, finaliza Leonardo Araújo.

Fonte: Assessoria

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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena

Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.

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Fotos: Divulgação

A Master Agroindustrial S.A., empresa brasileira do setor de carne suína, concluiu a aquisição de 38% das ações do Grupo Coexca S.A., do Chile. A operação envolve a compra de participações de diferentes sócios, entre eles o fundo de investimento dinamarquês Impact Fund Denmark (IFU).

Com o negócio, as duas companhias passam a estruturar uma parceria voltada à geração de sinergias nas áreas produtiva, industrial, comercial e de inovação. A transação marca a entrada mais forte da Master no mercado internacional, ampliando sua atuação para além do Brasil.

De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.

A Master atua no mercado brasileiro de proteína suína com a marca Sulita. A empresa registra faturamento anual de US$ 250 milhões, conta com mais de 2.000 funcionários, 350 produtores integrados e produção superior a 100 mil toneladas de carne por ano. São 42 mil matrizes reprodutoras e cerca de 1,2 milhão de suínos produzidos anualmente, sendo 70% destinados ao processamento e 30% comercializados vivos. A companhia projeta dobrar o faturamento até 2030.

O CEO da Coexca S.A., Guillermo García, destacou que a entrada da Master na empresa abre uma nova etapa de crescimento, apoiada na experiência do grupo brasileiro e do Grupo Vall Companys.

Com sede na região do Maule, no Chile, a Coexca atua na produção e exportação de carne suína em modelo verticalizado. A empresa registra vendas de US$ 165 milhões, exporta para mais de 30 mercados e gera mais de 1.000 empregos. Possui 14 mil matrizes e abate mais de 470 mil suínos por ano, com volume superior a 56 mil toneladas de carne processada.

O responsável internacional do Grupo Vall Companys, Tomás Blasco, afirmou que a parceria deve reforçar a presença do grupo no mercado latino-americano. O conglomerado espanhol, com sede em Lleida, atua em cadeia produtiva integrada e registra faturamento superior a 4 bilhões de euros, com mais de 15 mil funcionários.

Fonte: Assessoria
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness

Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

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Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

Granja Canal, de Itá (SC), também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)

O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.

Evolução e reconhecimento

O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.

A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.

“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Reunião Global da PIC reúne especialistas para discutir avanços técnicos na produção de suínos

Encontro internacional da PIC reúne especialistas da área técnica para debater sanidade, genética, biossegurança, inovação aplicada e eficiência produtiva na suinocultura.

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Foto: Divulgação/Agroceres PIC

A equipe da Agroceres PIC participou, nesta semana, da reunião global de Serviços Técnicos e Desenvolvimento de Produtos da PIC, realizada em Fort Worth, no Texas. O encontro reuniu mais de 250 profissionais de diferentes países. O objetivo foi discutir temas prioritários da suinocultura, como sanidade, genética, biossegurança, sustentabilidade e eficiência produtiva. A programação concentrou debates técnicos sobre os desafios da atividade e também promoveu a troca de experiências entre equipes que atuam diretamente na produção de suínos em diferentes regiões do mundo.

A programação incluiu temas como resistência à PRRS, pesquisa e desenvolvimento, fenotipagem digital, critérios de seleção genética, benchmarking global, robustez de matrizes, qualidade de carne, saúde e biossegurança. Também foram apresentadas iniciativas voltadas à sustentabilidade na produção. Esse conjunto de conteúdos reforçou o caráter técnico da reunião e destacou o valor da troca internacional de experiências para a atualização das equipes envolvidas com genética e produção suína.

Para Amanda Pimenta, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, o encontro é uma oportunidade de alinhar conhecimentos e compartilhar experiências entre equipes que atuam em contextos produtivos distintos. “A reunião reúne profissionais de diferentes regiões e áreas técnicas para discutir os temas mais relevantes da produção de suínos na atualidade”, comenta. “É um espaço importante para troca de experiências, apresentação de desafios, discussão de resultados e atualização conjunta sobre questões que vão de avanços mais amplos, como resistência a doenças, até aspectos técnicos do dia a dia das granjas”, afirma.

Segundo Amanda, ao reunir especialistas de Genética, Serviços Genéticos, Serviços Técnicos, Produção, Boas Práticas de Produção e Bem-estar Animal, o encontro amplia a circulação de conhecimento entre regiões e contribui para qualificar o debate técnico sobre temas que hoje estão na dianteira da evolução da suinocultura mundial.

Fonte: Assessoria Agroceres PIC
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