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Qualidade e economia na mesa do consumidor

Representantes e clientes dos Alimentos Coamo destacam pontos fortes dos produtos que vem dos campos dos mais de 28 mil cooperados da Coamo

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Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, contam com a qualidade dos Alimentos Coamo à disposição do consumidor em diversos supermercados, mercearias e padarias. Em todos estes Estados, as marcas Coamo, Primê, Anniela e Sollus estão consolidadas devido a qualidade e economia que todo o mix de produtos têm – óleo de soja refinado, cafés, margarinas, gorduras vegetais, farinhas especiais e misturas para pães e bolos.

 

Marca consolidada e confirmada pelos representantes, clientes e consumidores, conforme afirma o representante comercial Alcione Krammers, de Rio do Sul, Santa Catarina. “Cada dia que passa as vendas vêm crescendo, com a aceitação da marca Coamo, cada vez maior. Isso gera mais confiança e abertura. Os nossos clientes valorizam e confiam, principalmente, na segurança que a marca Coamo tem. Isso passou ser determinante, pois a Coamo é uma referência pela sua seriedade. Além disso, quem conhece a origem dos produtos que vem dos campos dos cooperados valoriza ainda mais.”

 

Para o empresário Eduardo Antonio Brnez, de Gaspar, Santa Catarina, da Rede Tops Supermercados, que trabalha com os Alimentos Coamo há cinco anos, tratam-se de produtos de qualidade e custo competitivo. “Os Alimentos Coamo conseguem aliar dois pontos fortes, que é um excelente produto com preço atrativo. Tanto é que na minha rede tem alto giro.”

 

Outro aspecto que confirma a confiança pelos Alimentos Coamo conforme a representante comercial Berenice Rocha Hirai, de Marília, São Paulo, é a seriedade da cooperativa. “Eu trabalho com os produtos da Coamo há mais de quinze anos. Em tudo que preciso encontro respaldo da cooperativa na hora. Além de serem produtos de qualidade, temos a marca da Coamo, uma empresa muito séria e comprometida. Igual a Coamo não tem.”

 

Cliente de São Paulo, Marcos Antonio Nani Rinaldi, é dono da uma rede de três lojas no Estado, e para ele os Alimentos Coamo são excelentes. “Todos produtos são muito bons e estão ganhando o espaço de marcas mundiais, muito mais antigas no mercado. O consumidor quer produto que tenha justamente o que os Alimentos Coamo têm. Eles confiam e todos os produtos da cooperativa não podem faltar na minha loja, pois do contrário os consumidores reclamam e exigem.”

 

De acordo com Claudio Mian, representante dos Alimentos Coamo em Cianorte, Paraná, que está há pouco mais de um ano na cooperativa já consegue mensurar bons resultados. “Nesse pouco tempo que trabalho com os produtos da cooperativa já presenciei diversos investimentos da Coamo. Os lançamentos também estão tendo uma excelente resposta por parte de nossos clientes”, comemora.

 

Também do Paraná, Aloisio Vendramini, tem uma rede lojas, e enaltece a aceitação dos Alimentos Coamo em seu estabelecimento. “São produtos de ótima qualidade que vendemos muito bem. Não temos reclamações de clientes e, sem contar, que os preços são justos. Cada mês que passa só aumentam as vendas. Assim, apesar da crise é um produto que só cresce. Os Alimentos Coamo são o que o consumidor procura: tem bom preço e qualidade.”

Fonte: Ass. de Imprensa

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Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

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O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

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A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

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Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
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