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Qualidade da carcaça e as vantagens do correto manejo pré-abate

Não adianta o lote produzido apresentar excelentes resultados se no abatedouro apresenta condenação parcial ou total elevada

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Arquivo/OP Rural

Artigo escrito por Bárbara Vargas, supervisora Regional de Serviços Técnicos da Aviagen

Sempre quando se fala de qualidade de carcaça é importante lembrar que à campo existem vários desafios, desde os cuidados com biosseguridade, intervalo de lote, manejo de cama, ambiência e manejo com as aves, sem perder o foco nos indicadores produtivos, principalmente conversão alimentar, ganho de peso diário (GPD), mortalidade e índice de eficiência produtiva (IEP). Porém, é necessário ter em mente que este processo não produz apenas frango de corte, mas sim alimento.

E esse alimento precisa ter a melhor qualidade e segurança alimentar, pois, quando o consumidor escolhe um produto na gôndola do supermercado ele opta por uma marca de acordo com a qualidade oferecida por ela. A campo, é fundamental ter os cuidados e preocupação com as questões zootécnicas, mas, lembrando sempre, que o alimento produzido precisa levar a melhor qualidade para dentro do abatedouro.

Isso porque não adianta o lote produzido apresentar excelentes resultados se no abatedouro apresenta condenação parcial ou total elevada. É preciso ter equilíbrio, buscando sempre a eficiência produtiva a campo e qualidade de carcaça.

Como o manejo pré-abate pode impactar a qualidade da carcaça?

O jejum pré-abate não corresponde apenas ao tempo em que a ave está no aviário sem consumir ração, ele é composto por quatro etapas, sendo:

  • Retirada de ração: o período em que a ave fica sem se alimentar até a chegada da equipe de apanhe;
  • Apanha mais carregamento: tempo no qual as equipes levam para coletar as aves e fazer o carregamento;
  • Transporte: período em que o motorista leva da granja até o abatedouro;
  • Área de espera: aves aguardam para serem abatidas.

Essas quatro etapas correspondem a apenas 1% do período de vida dos frangos. No entanto, em caso de manejo incorreto, é possível impactar a qualidade dessas aves mesmo nesse período tão curto da produção.

É importante que se tenha todo o cuidado e se siga todos os procedimentos do manejo correto, para entregar, também nessa fase final, qualidade dentro do abatedouro. Os principais cuidados nessa fase são caracterizados por:

Retirada de ração:

  • Não é recomendado a secagem total dos pratos antes da retirada do sistema de alimentação;
  • Pode ser feita em duas etapas (jejum parcial);
  • Manter o acesso aos bebedouros com água;
  • A água precisa estar disponível até o momento do carregamento, medida importante para o bem-estar e fluxo do conteúdo entérico;
  • Antes do carregamento, é recomendado que se caminhe com cautela entre as aves a cada 35-45 minutos para garantir o consumo de água;
  • Manter o ambiente em zona de conforto para as aves;
  • Não alterar o consumo de ração na última semana de vida antes do abate das aves:
  • Aumento exacerbado de ração em função de uma falta anterior = alteração da taxa de esvaziamento do TGI.
  • Mudança na forma física da ração pode acarretar em alteração na velocidade do consumo.
  • 23 horas de luz nos três dias anteriores ao carregamento;
  • Cuidado com a temperatura, ela pode alterar o consumo da ração:
  • Principalmente para o abate de madrugada, pode ser necessário um tempo maior de retirada.
  • Avaliar o período de retirada em função do horário de carregamento e temperatura ambiental.

Jejum pré-abate x qualidade intestinal

Não é interessante ter um jejum muito estendido, pois pode-se impactar a qualidade do intestino, podendo aumentar a fragilidade intestinal em 10% se a retirada for maior que 14 horas.

Dentro do abatedouro, quando ocorre a evisceração, a víscera mais frágil pode se romper e o conteúdo que escapa contaminar a carcaça. O procedimento indica que essa parte contaminada seja removida, resultando em uma perda dentro do abatedouro.

Então, qual seria o período ideal para que não ocorra contaminação dentro do abatedouro?

Alguns trabalhos mostram que esse período seria de 8 a 12 horas, porém, para não impactarmos tanto em qualidade e rendimento de carcaça, a nossa orientação é que se trabalhe entre 8 a 10 horas. Lembrando que o período de 8 a 10 horas é de janela total, desde a retirada da ração até a pendura das aves.

Finalizando, é importante que toda a equipe técnica, assim como os produtores e granjeiros, tenham conhecimento da importância deste período pré-abate e dos impactos que pode causar, para que estes, juntamente com a equipe do abatedouro, consigam obter os resultados desejados pela empresa.

Outras notícias você encontra na edição de Aves de julho/agosto de 2021 ou online.

Fonte: O Presente Rural

Avicultura

A nova régua da competitividade do frango brasileiro no exterior

Brasil tem vantagens produtivas, mas precisa ampliar indicadores e transparência para acompanhar mudanças nos mercados compradores.

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Fotos: Shutterstock

O Brasil consolidou sua posição como maior exportador mundial de carne de frango, mas a manutenção dessa liderança passa a depender de critérios que vão além da capacidade produtiva e da eficiência industrial. Sustentabilidade, rastreabilidade, sanidade e bem-estar animal passaram a integrar as exigências de compradores internacionais, investidores e mercados consumidores.

A avaliação consta na terceira edição do Observatório do Frango, iniciativa da Alianima que analisou os principais movimentos que impactam a avicultura brasileira diante das mudanças no mercado global de alimentos.

Médica-veterinária, PhD em Ciências Veterinárias e especialista em bem-estar de aves na Alianima, Ana Paula Souza: “Não se trata apenas de uma discussão sobre bem-estar animal. Estamos falando de fatores que influenciam acesso a mercados, percepção de risco, reputação e competitividade ao longo de toda a cadeia produtiva”

O levantamento aponta que o bem-estar animal deixou de ser um tema restrito ao manejo nas granjas e passou a fazer parte de uma agenda mais ampla, relacionada à Saúde Única, resistência antimicrobiana, prevenção de doenças, sustentabilidade e acesso a mercados.

Com regras comerciais mais rigorosas e maior demanda por informações sobre a origem dos produtos, cresce a pressão para que empresas e produtores ampliem mecanismos de rastreabilidade e consigam comprovar práticas adotadas ao longo da cadeia produtiva. “Não se trata apenas de uma discussão sobre bem-estar animal. Estamos falando de fatores que influenciam acesso a mercados, percepção de risco, reputação e competitividade ao longo de toda a cadeia produtiva”, enfatiza a médica-veterinária, PhD em Ciências Veterinárias e especialista em bem-estar de aves na Alianima, Ana Paula Souza.

Novas exigências comerciais

O tema ganhou espaço também nas discussões envolvendo o acordo entre Mercosul e União Europeia, que trouxe novamente para o centro do debate os padrões de produção adotados pelos países exportadores de alimentos.

Em diferentes mercados, compradores passaram a exigir maior capacidade de comprovação sobre origem, processos produtivos e indicadores ambientais e sociais. A mudança altera a forma como cadeias agroalimentares apresentam seus produtos e como empresas estruturam suas estratégias comerciais.

Para a Alianima, o avanço dessas demandas coloca o setor avícola diante da necessidade de transformar iniciativas individuais em compromissos mais organizados e mensuráveis.

Brasil tem estrutura, mas precisa coordenar avanços

O Observatório do Frango utilizou a análise FOFA, ferramenta que avalia forças, oportunidades, fraquezas e ameaças, para identificar fatores que podem influenciar a competitividade da cadeia nos próximos anos.

Entre os pontos favoráveis ao Brasil estão o modelo de produção integrada, a experiência em gestão de qualidade e biossegurança, a capacidade técnica da cadeia produtiva e o potencial de adoção de novas tecnologias.

Por outro lado, o estudo aponta desafios relacionados à ampliação da transparência, maior coordenação entre os diferentes elos da cadeia e desenvolvimento de estratégias para acompanhar mudanças regulatórias e comerciais em mercados internacionais.

De acordo com a médica-veterinária, a ausência de compromissos estruturados em bem-estar animal pode deixar de ser vista como neutralidade e passar a representar um risco competitivo. “A não adoção de compromissos estruturados prejudica a transparência das empresas e deixa de ser uma posição neutra, passando a representar um fator de risco competitivo”, menciona.

Indicadores e metas de bem-estar animal

O levantamento também identificou que grandes empresas brasileiras passaram a incorporar indicadores de bem-estar animal em relatórios de sustentabilidade e comunicações corporativas.

Entre os exemplos citados estão BRF e Seara, que apresentam informações e metas relacionadas ao manejo e às condições de criação das aves, seguindo referências técnicas utilizadas pelo mercado.

Segundo o estudo, cerca de 1,5 bilhão de aves já são criadas no Brasil sob parâmetros de densidade de alojamento considerados compatíveis com práticas mais avançadas de bem-estar animal. O volume representa aproximadamente 27,7% da produção nacional.

Apesar do avanço, a análise aponta que ainda existe espaço para ampliar a definição de metas, indicadores e mecanismos de divulgação capazes de demonstrar os progressos realizados pela cadeia. “Apesar disso, ainda há espaço para ampliar a formalização de metas, indicadores e mecanismos de transparência capazes de demonstrar de forma mais consistente os avanços já existentes no setor e as intenções futuras”, ressalta Ana Paula.

Construção de uma estratégia coletiva

Para a especialista, a principal questão para a avicultura brasileira não está na capacidade produtiva, mas na construção de uma estratégia coletiva para transformar iniciativas já existentes em uma agenda de longo prazo. “A questão não é se haverá mudanças nas expectativas dos mercados internacionais, mas quem irá liderar esse processo. O Brasil reúne condições para participar da construção dessas soluções, e não apenas reagir a exigências externas no futuro”, afirma.

Fonte: Assessoria Alianima
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Avicultura Da sala de aula para as granjas

Avicultura gaúcha busca na universidade soluções para reduzir custos e melhorar processos

Acordo entre Sipargs e EPR Consultoria aproxima indústrias do setor de projetos técnicos, capacitação e ferramentas de gestão desenvolvidas com apoio da UFRGS.

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Fotos: Divulgação/Asgav

A avicultura do Rio Grande do Sul ampliou a conexão com o ambiente acadêmico a partir da assinatura de um Termo de Colaboração entre o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Rio Grande do Sul (Sipargs) e a EPR Consultoria. O acordo foi formalizado em 14 de julho, na sede da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (OARS), entidade que reúne a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e o Sipargs.

A parceria estabelece uma cooperação institucional entre as entidades, com foco na aproximação das empresas associadas ao Sipargs com soluções desenvolvidas a partir do conhecimento técnico e acadêmico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A iniciativa busca ampliar o acesso a ferramentas de gestão, capacitação e projetos voltados à melhoria de processos dentro das empresas do setor.

A EPR Consultoria, empresa júnior formada por estudantes de Engenharia da UFRGS e apoiada por professores da universidade, possui 20 anos de atuação e já realizou mais de 300 projetos relacionados à otimização de processos, gestão de recursos e melhoria de desempenho organizacional.

Entre as ações previstas no termo estão a divulgação de oportunidades profissionais das empresas associadas ao Sipargs junto aos canais ligados à engenharia da UFRGS, a apresentação da EPR às indústrias avícolas e a participação conjunta em eventos promovidos pelas instituições.

O acordo também prevê a oferta de conteúdos técnicos e palestras conduzidas por professores do Departamento de Engenharia de Produção e Transportes da UFRGS (DEPROT), aproximando demandas práticas das empresas e conhecimento acadêmico.

Para o presidente executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos, a parceria amplia as possibilidades de integração entre universidade e setor produtivo. “A aproximação entre o setor produtivo e o ambiente acadêmico cria oportunidades importantes para a inovação, a qualificação e o desenvolvimento das empresas. Essa parceria permitirá ampliar o acesso a novas ferramentas de gestão e conhecimento técnico, contribuindo para fortalecer ainda mais a competitividade da avicultura gaúcha”, afirma Santos.

Segundo a diretora presidente da EPR Consultoria, Isabela Calgaro, a cooperação permite levar às empresas do setor avícola o conhecimento desenvolvido pelos estudantes e professores vinculados à universidade. “É uma satisfação para a EPR iniciar essa parceria com o SIPARGS. Queremos colocar o conhecimento e a capacidade técnica dos nossos consultores a serviço das empresas do setor, contribuindo para o desenvolvimento da avicultura gaúcha por meio de soluções inovadoras e de alto impacto”, comenta Isabela.

Consultorias e projetos técnicos

Como parte do acordo, a EPR Consultoria disponibilizará 12 projetos de consultoria em condições especiais para empresas associadas ao Sipargs. As iniciativas poderão ser avaliadas individualmente pelas indústrias interessadas, conforme suas necessidades.

Os projetos contemplam áreas como gestão de processos, planejamento e controle da produção (PCP), logística, análise de custos, gestão da qualidade, planejamento estratégico e assessoria empresarial.

A cooperação também prevê ações de divulgação institucional entre as organizações, permitindo que a EPR amplie o contato com empresas do setor avícola e que as indústrias tenham maior acesso a profissionais em formação na área de engenharia.

A expectativa das entidades é fortalecer a troca de conhecimento entre academia e empresas, criando oportunidades de qualificação, desenvolvimento de soluções aplicadas e formação de novos profissionais para a cadeia avícola gaúcha.

Fonte: Assessoria Asgav
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Avicultura Avicultura

Como a redução do uso de antibióticos pode aumentar o grau de bem-estar dos frangos de corte

Estratégias de manejo, biosseguridade e alternativas sanitárias ajudam a manter a saúde das aves e atender às novas exigências do mercado.

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Foto: O Presente Rural

Observa-se uma crescente pressão, por parte de empresas e consumidores nacionais e internacionais, para redução do uso de antibióticos nas rações utilizadas na produção animal. Esta preocupação baseia-se na possibilidade de indução da resistência cruzada de cepas bacterianas patogênicas ou na possibilidade de o consumidor comprar uma carne de frango contaminada. Além de ser considerado um problema de Saúde Única, a presença de resíduos de antibióticos pode se tornar uma barreira no momento da exportação da carne de frango, que passa por análises sanitárias no país de destino que avalia se o alimento atende às normas exigidas em relação aos antibióticos.

Para enfrentar problemas associados ao uso indevido e da resistência geradas pelos antibióticos, diversos países e organizações passaram a implementar sistemas de monitoramento para supervisionar e regulamentar o uso desses medicamentos. Pesquisas em farmacologia veterinária ainda destacam a necessidade de transição para produtos considerados não antibióticos como alternativas mais seguras e sustentáveis.

Na produção de frangos de corte, problemas pré-existentes como o crescimento acelerado das aves, altas densidade e potencial de estresse aos frangos podem contribuir para o desequilíbrio de sua microbiota intestinal, redução do desempenho, diminuição da imunidade, aumento da mortalidade, levando a um baixo grau de bem-estar animal.

De maneira geral, problemas voltados à microbiota intestinal das aves têm interferência direta das células do sistema imunológico, consideradas parte integrante do intestino, as quais desempenham um importante papel em sua manutenção. Basicamente, as células de defesa se comunicam umas com as outras, por meio do contato célula-célula e/ou mediadores considerados solúveis, funcionando como uma barreira que previne a inflamação do intestino.

Assim, quando a saúde intestinal está comprometida, múltiplos processos são ativados através do eixo intestino-cérebro, afetando direta e indiretamente o estado emocional e o comportamento dos frangos de corte. Geralmente, nos protocolos de avaliação de bem-estar, são incluídos indicadores indiretos de comprometimento da saúde intestinal ou indicadores relacionados a um estágio muito avançado da doença. No entanto, para garantir o bem-estar animal e permitir a intervenção precoce por parte dos produtores, são necessários biomarcadores indicativos de estágios iniciais de doenças intestinais, especialmente de doenças altamente prevalentes.

O uso de antibióticos na produção animal tem sido avaliado desde o final da década de 1960. Países como a Suécia e a Dinamarca já proibiram o uso destes medicamentos na produção animal. Em 2006, toda a União Europeia adotou a proibição o uso de qualquer antibiótico. A medida baseou-se no “Princípio da Precaução”, o qual afirma que, quando a saúde humana e o meio 2 ambiente estão em risco, não é necessário aguardar por uma certeza científica para adoção de medidas de proteção.

A preocupação em relação ao uso inadequado de antibióticos também foi intensificada devido a era da informação, na qual os consumidores passaram a estar mais informados e a demandar maior transparência nos sistemas produtivos. É importante ressaltar que a legislação de alguns países, como os Estados Unidos e a União Europeia, exige monitoramento rigoroso dos produtos cárneos para garantir que não haja resíduos de antibióticos nos alimentos que chegam aos seus mercados.

Assim, observa-se crescente interesse pelo desenvolvimento e uso de produtos alternativos ao antibiótico na produção animal, tais como imunomoduladores, fitoquímicos, probióticos, prebióticos, extratos de levedura, entre outros. Embora os resultados variem e indiquem que as pesquisas devem ser contínuas, tais produtos vêm sendo utilizados, isoladamente ou, mais comumente, em combinações, por produtores em todo o mundo como parte de programas no manejo sanitário.

Dessa forma, faz-se necessário traçar estratégias para a adoção de melhores práticas na produção de frangos de corte para redução da utilização de antibióticos, tais como:

● Biosseguridade dos lotes

● Gestão geral do aviário como limpeza, desinfecção e manutenção da qualidade da cama

● Acompanhamento estratégico dos lotes como qualidade dos pintinhos, prevenção de doenças e boa nutrição

Édina de Fátima Aguiar – Foto: Divulgação

Elaine Cristina de Oliveira Sans – Foto: Divulgação

De maneira geral, na produção de frangos de corte, diversos aspectos devem ser considerados, além da substituição por produtos alternativos aos antibióticos para manter os animais saudáveis, sem comprometer seu bem-estar e ainda seguros para o consumo humano.

Referências bibliográficas com os autores: Édina de Fátima Aguiar – [email protected] e  Elaine Cristina de Oliveira Sans – [email protected]

Fonte: Assessoria da Iniciativa MIRA
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