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Qual a melhor opção de crédito para o produtor rural?

Alguns fatores devem ser avaliados antes, como perfil, tipo de cultura, onde a propriedade está localizada, tamanho da área e a sua demanda de crédito. A partir destes elementos, conseguimos identificar o crédito que terá o melhor custo-benefício.

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Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento indicam que o valor obtido, via créditos rurais, por médios e grandes produtores rurais foi de R$ 92,1 bilhões entre julho de 2017 e fevereiro deste ano, ou seja, 12,4% maior do que no mesmo período da safra anterior.

Este cenário mostra o grande interesse dos agricultores e dos pecuaristas por tal recurso e também contribui para refletir sobre uma questão importante. Afinal, qual a melhor opção de crédito para o produtor rural?

Alguns fatores devem ser avaliados antes desta resposta, como perfil, tipo de cultura, onde a propriedade está localizada, tamanho da área e a sua demanda de crédito. A partir destes elementos, conseguimos identificar o crédito que terá o melhor custo-benefício.

Atualmente, os quatro principais tipos são: crédito rural (destinado a investimento, comercialização ou custeio da produção); barter (pagamento realizado na pós-colheita, com a entrega de parte dos grãos); compra a prazo (pagamento com recursos financeiros, na pós-colheita); e venda futura da produção (soja verde/adiantamento).

Em qualquer uma destas opções, deve ser observado o prazo de reembolso, a taxa de juros, requisitos para liberação do crédito, garantias exigidas e prazo até a liberação.

Outros pontos importantes são: se o crédito é sustentável, ou seja, se há viabilidade econômica para o investimento, se os prazos de liberação e reembolso casam com o ciclo da cultura e/ou do empreendimento, se a atividade desenvolvida está em conformidade com o zoneamento de risco climático e também com exigências legais e ambientais dos financiadores.

Além disso, no momento da contratação, as cláusulas do contrato de formalização do crédito devem ser estudadas, pois o não cumprimento do acordado pode ter como consequência o pagamento antecipado do crédito em um momento em que o produtor ainda se encontra descapitalizado.

Tudo indica que a demanda por crédito agrícola deve aumentar nos próximos anos, impulsionada, principalmente, pela utilização de novas tecnologias no campo, o que propicia um crescimento sustentável do setor.

Novos players também devem se estabelecer nesta área, como bancos privados e fundos de investimento. Melhor para o produtor rural, que terá mais opções de escolha para continuar a fazer um bom negócio.

Gustavo Alves tem passagens pela IHARA e Marca Agro Mercantil. Formado em Agronomia pela Universidade Federal de Uberlândia e com MBA em Gestão do Agronegócio pela ESALQ/USP, tem ampla experiência em administração de fazendas, tendo administrado as fazendas Pedro Pereira e Chuva. Gustavo Alves é CEO da Nagro – Crédito para o Agronegócio 

Fonte: Ass. de Imprensa Nagro

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Grupo Vibra recebe Prêmio Melhores Lotes do RS da Cobb-Vantress

Empresa venceu premiação na categoria Ovos totais por Fêmea Alojada do RS com índice de 193,75 ovos por fêmea

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O Grupo Vibra recebeu a premiação de Melhores Lotes Regionais, realizada pela Cobb-Vantress, na categoria Ovos Totais por Fêmea Alojada no Estado do Rio Grande do Sul em 2021. Com um índice de 193,75 ovos totais por fêmea alojada, a empresa teve um resultado de 154,7 pintos por fêmea alojada, anunciou o médico veterinário e gerente Técnico da Cobb-Vantress nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Eduardo Loewen.

Ele salienta a importância deste indicador zootécnico para empresas avícolas. “É um índice muito relevante porque é calculado através da produção total de ovos e a mortalidade do plantel. Quanto maior a produção de ovos e menor a mortalidade durante a fase de produção, maior será esse indicativo”, pontuou.

O elevado nível técnico da equipe do Grupo Vibra foram fundamentais nesta conquista, ressalta Loewen. “Eles têm muita garra em buscar ótimos resultados de performance dos lotes, seguindo os procedimentos de Boas Práticas de Produção adotados pela empresa. Também influenciou neste resultado o fato de seguirem as recomendações repassadas pela Cobb”, afirmou.

O diretor Comercial e de Serviços da Cobb-Vantress na América do Sul, Bernardo Gallo, participou da premiação e destacou a alegria da empresa com esta premiação. “O trabalho de excelência realizado pela equipe da Vibra reforça o grande potencial reprodutivo da nossa fêmea, que vem mostrando aumento significativo nos melhores resultados dos últimos anos”.

A premiação realizada pela Cobb-Vantress envolve seus clientes, levando em conta critérios técnicos e objetivos. Além de premiar os destaques em suas categorias por região, os resultados também servem de indicadores para fomentar e motivar a melhoria da produção das empresas e seus produtores.

Fonte: Assessoria
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Empresas Leite

Primeiro leite A2 de caixinha disponível no mercado traz selo que garante rastreabilidade

Piracanjuba amplia opções de quem tem problemas para digerir lácteos e mostra preocupação com a segurança do alimento

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FOTOS: DIVULGAÇÃO

A Piracanjuba acaba de lançar o primeiro Leite A2 de caixinha do mercado. A novidade, apresentada durante a APAS SHOW 2022, traz todos os benefícios do leite convencional, mas é proveniente de vacas que não produzem a caseína A1, apenas a A2 (proteínas), que proporciona para esse alimento, uma melhor digestibilidade. Além disso, o produto carrega o selo VACAS A2A2, da Integral Certificações, que garante toda a rastreabilidade do processo produtivo até a mesa do consumidor.

“Esse leite tem tudo que os outros leites têm, com exceção de uma única proteína, a caseina A1, por isso é um leite naturalmente mais fácil de digerir. Ele vem atender um nicho da população que não é alérgico à proteína do leite de vaca e nem intolerante à lactose, mas que ainda sim, sente dificuldade em digerir o leite e seus derivados convencionais. Com o lançamento do primeiro leite UHT A2 do mercado, a Piracanjuba sai na frente e vai ao encontro dos anseios do mercado consumidor, oferecendo mais um produto de alta qualidade”, comenta a CEO do Grupo Integral, Flávia Pontes.

A médica-veterinária, doutora em Produtividade e Qualidade Animal e diretora da Integral Certificações, empresa que atua nesse ramo para produtos de origem animal, Helena Karsburg explica que quando o consumidor vê o selo da Integral Certificações, ele está comprando a garantia de um produto com controle de origem e rastreabilidade. “Além do próprio processo de UHT que a empresa está oferecendo, ainda há a chancela de um programa independente, que tem certificações de terceira parte e que garante toda rastreabilidade para garantir que não haja mistura com o leite convencional. Estamos muito felizes e com uma expectativa enorme de que novos mercados se abram e que tenhamos outros produtos certificados para oferecer ao consumidor”.

“A Piracanjuba tem um DNA de inovação e o leite A2 é um segmento novo que nós entendemos que tem um potencial de crescimento para atender uma parcela que hoje talvez não consuma leite porque sente algum desconforto e nós estamos aqui para trazê-lo novamente para consumir lácteos. Entendemos também que certificar que aquele leite que está entrando na caixinha é realmente A2, agrega muito para o leite e para imagem da nossa marca, então é muito importante possuir a certificação”, comenta a Gerente de Marketing da Piracanjuba, Lisiane Campos.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim promove bate-papo com especialistas em Salmoneloses em suínos

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O debate contou com as presenças do Dr. Roberto Guedes (UFMG), Dra. Jalusa Kich (Embrapa) e o Dr. Fernando Leite, executivo da Boehringer Ingelheim EUA.

A divisão de Suínos da Boehringer Ingelheim promoveu um bate-papo entre especialistas em Salmoneloses em suínos com o intuito de analisar as melhores práticas de prevenção, combate às doenças causadas por esses agentes patógenos e garantia de bem-estar animal, além de trazer à tona a importância de cuidados para a manutenção da saúde pública. O debate contou com as presenças do Dr. Roberto Guedes (UFMG), Dra. Jalusa Kich (Embrapa) e o Dr. Fernando Leite, executivo da Boehringer Ingelheim EUA.

Os convidados fizeram um comparativo das formas prevalentes de Salmoneloses no Brasil e nos Estados Unidos, das boas práticas, dos desafios recorrentes e como prevenir surtos nas propriedades, para evitar perda de produtividade e rentabilidade. Outro assunto de destaque foi a importância do uso racional de antimicrobianos para evitar resistência contínua de bactérias que podem influenciar na saúde pública mundial.

De acordo com o diretor da área de Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim, Abílio Alessandri, é fundamental promover encontros deste tipo para promover as melhores práticas e analisar ideias que possam fortalecer a suinocultura brasileira como um todo: “Nós fazemos parte da cadeia de produção de proteína animal, oferecendo aos produtores brasileiros soluções inovadoras que combatem as principais enfermidades que afetam os suínos”, diz. “É fundamental que a carne suína brasileira ofereça segurança alimentar a todos os consumidores”, conclui, lembrando o conceito de ‘Saúde Única’, onde animais saudáveis são fundamentais para humanos saudáveis.

 

Solução para Salmoneloses em suínos

O Dr. Fernando Leite recordou que a Boehringer Ingelheim disponibiliza em alguns países, entre eles os Estados Unidos, a vacina Enterisol® Salmonella T/C, de apenas uma dose e única vacina de Salmonella suína de duplo antígeno para proteção contra Choleraesuis, Typhimurium e monofásicas.

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