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Pulverizador da Jacto vence o 5º Prêmio Afubra/Nimeq de Inovação

Comissão julgadora premiou equipamento com maior inovação, contribuição para a produtividade agrícola, preservação do meio ambiente e voltado para a agricultura familiar.

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Foto: Divulgação

O pulverizador e dosador costal a bateria Jacto DJB-20S venceu o 5º Prêmio Afubra/Nimeq de Inovação Tecnológica em Máquinas Agrícolas para Agricultura Familiar, categoria empresas.

O prêmio é uma promoção da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) com o Núcleo de Inovação em Máquinas e Equipamentos Agrícolas da Universidade Federal de Pelotas (Nimeq/Ufpel) e tem a parceira da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

O troféu de reconhecimento foi recebido por Márcio Fantim, coordenador comercial Brasil da unidade de produtos portáteis da Jacto, no último dia da Expoagro Afubra, que foi realizada entre 26 a 28 de março em Rio Pardo/RS.

A comissão julgadora analisou entre os nove concorrentes ao prêmio na categoria indústria, o produto que alcançou melhor os quesitos: novidade na fabricação, fosse como inovação tecnológica ou aperfeiçoamento, sua contribuição para a produtividade agrícola e para a preservação do meio ambiente, além de ser voltado para agricultura familiar.

“Este prêmio reconhece o esforço de uma equipe inteira que pensou no Jacto DJB-20S, desenvolveu todas as tecnologias que poderiam ser embutidas, como cada peça funcionaria, as inúmeras pessoas que foram a campo realizar testes para buscar ainda mais eficiência em cada detalhe do equipamento, equipes de logística, comercial e marketing que, acima de tudo, ouviram os produtores rurais e suas reais necessidades para oferecer ao mercado uma tecnologia de ponta e economicamente acessível”, afirma Márcio Fantim.

O Jacto DJB-20S é o primeiro pulverizador e dosador costal a bateria do mundo com a possibilidade de se conectar via Bluetooth e ser controlado por um aparelho celular ou tablet.

“Através do celular, o operador consegue configurar toda a operação, padronizando as dosagens, pressão e vazão do produto a ser aplicado, além de selecionar a velocidade de aplicação considerando o espaçamento entre as plantas. Ao final do trabalho, é gerado um relatório com dados da operação, similar aos relatórios gerenciais que são oferecidos nas grandes máquinas”, explica Iago Reis de Oliveira, especialista de produtos da Jacto, unidade de produtos portáteis.

O equipamento costal, utilizado principalmente em cultivos como tabaco, café, hortaliças, banana, aplicações de herbicidas em cultivos industriais como eucalipto e pinus e cana de açúcar, entre outros, consegue se comunicar com um aparelho celular através de um aplicativo.

 

Diferenciais e características do Jacto DJB-20S

O Jacto DJB-20S atende as expectativas de produtores rurais que buscam tecnologia e precisão na aplicação.

Utilizando na função dosador em forma de esguicho, é possível aplicar o produto direto no alvo com uma dose controlada. Além disso, através da calibração realizada com o auxílio do aplicativo no celular, é possível dosar com precisão de uma casa decimal a dose desejada no alvo para maior uniformidade de cobertura de gotas.

Esta calibração configurada pelo celular pode ser realizada para mais de uma máquina, agilizando e padronizando o processo de trabalho. No modo dosador temporizado, o Jacto DJB-20S conta com um exclusivo sistema que aplica doses de 5 a 300 ml em 5 intervalos de tempo – dependendo do espaçamento entre plantas e o tempo que o operador precisa para se deslocar entre elas, ele escolhe o melhor intervalo.

Basta deixar o gatilho acionado e o equipamento realiza os disparos da dose escolhida de forma automática. Já na função dosador para aplicação localizada, o Jacto DJB-20S possui um gatilho eletrônico conectado diretamente à bomba hidráulica que, somente quando acionado, dispara a dose desejada. Esta função é geralmente utilizada para espaçamentos heterogêneos, como em aplicações na bananicultura, onde ocorre o perfilhamento dos brotos variando a distância entre plantas.

Já no modo pulverizador, além de acompanhar o equipamento quatro diferentes bicos de pulverização, também é possível ajustar a pulverização em 5 níveis de pressão constante, fazendo a cobertura de uma área de forma uniforme e com menor deriva. Conta também com o marcador de passos, um sistema que ajuda a controlar a velocidade de caminhamento do operador para que a uniformidade da aplicação seja garantida. Através de um bip sonoro dita-se o ritmo dos passos que podem ser ajustados de 1 a 4 km/h.

O Jacto DJB-20S é movido a bateria de Lítio-ion de longa vida útil. Leve e destacável, permite rápido carregamento levando apenas a bateria e o carregador para próximo da tomada. A autonomia da bateria proporciona extensas jornadas de trabalho, como por exemplo, aplicar mais de 10.000 doses de 50 ml ou pulverizar mais de 200 litros.

Com mais conforto e segurança, o operador deixa de realizar o esforço de bombeamento e se concentra na localização dos alvos, tendo assim uma aplicação mais precisa.

O Jacto DJB-20S mostra em seu painel de controle, feito de LCD, o nome do equipamento, indicador de carga da bateria, pressão de trabalho e dose desejada, por exemplo. Através do painel, é possível controlar o equipamento sem o uso de um celular.

Na interface com o aplicativo, ficam registradas as horas trabalhadas desde quando o equipamento foi adquirido, facilitando a programação de manutenções e garantia, que tem validade de 3 anos.

Fonte: Assessoria

Empresas CONSUMO EM ALTA

Copa do Mundo deve impulsionar consumo de carne suína em churrascos e petiscos

Nutribras Alimentos aposta em receitas práticas com linguiça e filé mignon suíno para atender demanda durante os jogos da Seleção Brasileira

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Foto e texto: Assessoria

A expectativa de aumento no consumo de carnes durante a Copa do Mundo de 2026 já movimenta a indústria de alimentos. De olho nesse cenário, a Nutribras Alimentos aposta na força da carne suína entre os torcedores brasileiros e sugere receitas práticas como a linguiça fatiada na air fryer ou na churrasqueira, além de palitinhos de filé mignon suíno com pimentões para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira.

A estratégia acompanha uma tendência apontada pela Scanntech, que projeta crescimento superior a 10% na demanda por proteínas nos dias de partidas do Brasil. O levantamento também mostra que 86% dos brasileiros associam diretamente o futebol ao churrasco, reforçando a relação entre esporte, confraternização e consumo de carnes.

Nesse contexto, a carne suína ocupa posição de destaque. Tradicional nas churrasqueiras brasileiras por meio da linguiça, picanha e da panceta, ela também vem ganhando espaço em formatos mais práticos para reuniões entre amigos e familiares.

“Os dados mostram algo que nós percebemos no dia a dia do mercado: quando o brasileiro se reúne para torcer, tem churrasco e se tem churrasco, tem carne suína. Por isso, ela tem se consolidado como uma das principais escolhas dos consumidores, principalmente pelas receitas práticas. A ideia é não perder o jogo!”, afirma a diretora geral da Nutribras Alimentos, Julce Lucion.

Uma das apostas da Nutribras é evidenciar a praticidade da carne suína para não perder o jogo, e com o uso da air fryer, presente em milhões de lares brasileiros. Uma opção é o palitinho de filé mignon suíno com pimentões, preparado com cubos de carne já temperada alternados com pimentões verde e amarelo. A receita leva cerca de 10 minutos na fritadeira elétrica e pode ser servida com mostarda cremosa e limão.

Outra opção é a linguiça suína fatiada na air fryer, que fica pronta em aproximadamente 15 minutos e pode ser acompanhada de cebolinhas douradas e gomos de limão. O preparo rápido permite que os anfitriões aproveitem a partida sem passar muito tempo na cozinha.

Além dessas receitas, produtos como linguiças para churrasco, torresmo, panceta e outros cortes suínos continuam entre os preferidos dos brasileiros para reunir a torcida em frente à televisão.

Fonte: Assessoria
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Empresas Eficiência produtiva

Fitogênicos são alternativas para o uso de antibiótico como promotor de crescimento de ruminantes

Soluções proporcionam ganhos produtivos e redução do impacto ambiental, além de menor dependência de determinadas moléculas tradicionais

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Divulgação / Foto: Agrifirm

Durante muitos anos, os antibióticos promotores de crescimento, especialmente os ionóforos, foram muito utilizados como promotores de crescimento de ruminantes, por contribuírem para a eficiência alimentar e a saúde digestiva.

No entanto, de acordo com o zootecnista Luciano Sá, a resistência antimicrobiana, aliada à crescente preocupação com sustentabilidade e percepção do consumidor, tem impulsionado novas exigências regulatórias e comerciais.

“A União Europeia, por exemplo, já restringe o uso de antibióticos promotores de crescimento, movimento que influencia tendências em diferentes mercados. No Brasil, essa discussão também avança. O reconhecimento regulatório de soluções fitogênicas pelo Ministério da Agricultura reforça a relevância dessas tecnologias dentro da evolução dos sistemas produtivos”, destaca Sá, que é diretor técnico e de negócios da Vetos Brasil, empresa parceira da Agrifirm.

De acordo com o zootecnista, com esse cenário, cresce o interesse por alternativas que mantenham a eficiência produtiva, mas que também estejam mais alinhadas às expectativas de uma produção animal sustentável e natural.

“É nesse espaço que os fitogênicos ganham relevância. Compostos naturais derivados de plantas, como óleos essenciais, taninos e bioflavonoides, vêm sendo estudados e utilizados como ferramentas nutricionais com potencial para apoiar a modulação da microbiota ruminal, melhorar a eficiência alimentar e contribuir para a estabilidade digestiva dos animais”, explica o diretor técnico.

Além dos ganhos produtivos, sinaliza ele, essas soluções também se conectam a pautas importantes para a competitividade do setor, como redução do impacto ambiental, menor dependência de determinadas moléculas tradicionais e fortalecimento de práticas mais alinhadas às demandas internacionais.

“Outro ponto relevante está nas propriedades funcionais desses compostos. Seus efeitos antioxidantes, antimicrobianos e anti-inflamatórios podem contribuir para suporte imunológico, bem-estar animal e maior resiliência produtiva”, finaliza.

Vale destacar que a eficácia dos fitogênicos não é uniforme: as propriedades e o desempenho desses compostos variam conforme sua origem, composição molecular e combinações utilizadas.

Os alvos específicos de cada solução dependem de suas características, e fatores como quantidade administrada, forma e duração do uso, além de variáveis de manejo nutricional e geral dos animais, também influenciam diretamente seus resultados.

É justamente por isso que a qualidade da formulação e o rigor técnico por trás do produto fazem toda a diferença. Nesse contexto, a Agrifirm apresentou ao mercado o Anavrin, solução fitogênica com formulação exclusiva que combina três fontes de compostos bioativos de forma complementar, incluindo óleos essenciais, taninos e bioflavonoides. O produto vai além dos óleos essenciais convencionais ao incorporar diversos compostos bioativos adicionais para potencializar resultados, segundo Mariane Pfeifer, diretora técnica da Agrifirm.

Os resultados comprovados incluem aumento de 1,5 litro de leite por vaca ao dia, melhoria na eficiência proteíca com melhor aproveitamento dos nutrientes da dieta e ganhos em imunidade e bem-estar animal. Além dos ganhos produtivos, o Anavrin reduz as emissões de metano em até 16%, tornando eficiência produtiva e responsabilidade ambiental objetivos complementares, o que o posiciona como uma resposta concreta às demandas crescentes por uma pecuária mais eficiente e sustentável.

Fonte: Assessoria Agrifirm
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Empresas Além da imunidade:

Como a precisão na vacinação impulsiona o bem-estar e a produtividade avícola

Estresse no manejo e erros de aplicação podem gerar prejuízos produtivos e comprometer a sanidade das aves, explica especialista da MSD Saúde Animal

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*Filipe Dalla Costa é médico-veterinário, mestre e doutor na área de bem-estar animal e coordenador técnico de Bem-Estar Animal para monogástricos na MSD Saúde Animal.

A vacinação é reconhecida como um pilar essencial da sanidade na avicultura, mas sua eficácia vai muito além da resposta imunológica. Quando executada com precisão técnica e respeito ao manejo, ela se torna uma ferramenta direta de promoção do bem-estar animal. Por outro lado, falhas no processo causam dor física às aves e desencadeiam um efeito dominó que afeta os índices zootécnicos e a rentabilidade do lote.

Para conquistar resultados superiores, a operação deve ser analisada sob a ótica de uma tríade de interações. Conforme orienta o médico-veterinário Filipe Dalla Costa, coordenador técnico de Bem-Estar Animal na MSD Saúde Animal, o sucesso depende da preparação do ambiente, da qualidade da interação humano-animal e do respeito aos cinco domínios do bem-estar: alimentação, saúde, conforto, comportamento e estado mental.

“As aves são, por natureza, presas e percebem a contenção física como um risco. Se a contenção é brusca ou feita por equipes sem treinamento, o processo gera um estresse intenso, que pode resultar em hipertermia e reações adversas graves”, explica Filipe.

Os gargalos da operação

Erros comuns na linha de frente podem transformar um protocolo sanitário em um fator de risco para a granja. Entre as principais falhas que podem ocorrer estão aplicações em músculos ou articulações inadequadas, ou profundidade incorreta da agulha; uso de agulhas cegas, tortas ou contaminadas; e volume inadequado da vacina ou falhas na diluição.

“Essas falhas manifestam-se no lote através de sinais claros, como dificuldade de locomoção (claudicação), inchaços no local da aplicação e queda imediata no consumo de ração e água”, detalha Filipe.

O prejuízo causado pela vacinação incorreta é multifatorial. Além do comprometimento da imunidade, o estresse e a dor levam à queda no ganho de peso e à falta de uniformidade do lote. Em um mercado cada vez mais rigoroso, granjas que falham nesses processos enfrentam dificuldades em auditorias e no atendimento às exigências de programas de bem-estar animal.

Boas práticas para o sucesso

Para reverter esse cenário, a diretriz é clara: a aplicação correta reduz o tempo de contenção e minimiza o desconforto. Filipe é enfático em afirmar que a equipe deve estar sob constante treinamento para evitar movimentos bruscos ou pressão excessiva sobre as aves, respeitar o local anatômico recomendado para cada tipo de vacina e estruturar o processo para evitar a pressa e a fadiga dos colaboradores, reduzindo também o risco de acidentes de trabalho.

Ainda segundo o profissional, “com uma execução precisa, o animal retorna rapidamente ao seu comportamento normal, permitindo que o investimento em sanidade se traduza, de fato, em produtividade e sustentabilidade para o negócio”.

Investir em bem-estar animal é uma estratégia econômica indispensável para a eficiência e competitividade do setor, e aves devidamente imunizadas e manejadas sem traumas desenvolvem uma proteção robusta contra patógenos sem desviar sua energia metabólica do crescimento ou da produção de ovos. “Alinhar as boas práticas de vacinação ao bem-estar é assegurar que o potencial do lote seja plenamente alcançado, blindando a granja contra prejuízos econômicos e permitindo um produto final de excelência e alta aceitação no mercado”, ressalta Filipe.

O avanço da vacinação

Visando um setor mais responsável e seguro para os animais, produtores e para o planeta, indústrias como a MSD Saúde Animal investem continuamente em pesquisas e desenvolvimento, impactando em tecnologias como a Sphereon®, para a avicultura. São vacinas armazenadas em pequenos cups de alumínio, que são leves, fáceis de abrir e, o mais importante, totalmente recicláveis. Uma tecnologia que traz facilidade de manuseio, e a rápida diluição contribui ainda para uma aplicação mais uniforme e eficaz, protegendo melhor os lotes de aves contra doenças.

Disponível no mercado brasileiro desde 2021, é uma alternativa revolucionária às vacinas em frascos de vidros, tornando o processo mais higiênico e seguro, além de permitir uma redução significativa de resíduos gerados na fazenda, contribuindo para a preservação do meio ambiente.

Inclusive, por meio dessa tecnologia a MSD Saúde Animal mantém uma parceria com a organização WeForest, que trabalha na restauração de florestas. Quanto mais Sphereon vendidas no mundo, mais árvores são plantadas. Dessa forma, ao usar essas vacinas, o produtor avícola colabora indiretamente com o reflorestamento. Somente no Brasil, já são mais de 16 mil árvores plantadas nos estados de São Paulo e Amazonas.

Fonte: Assessoria
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