Suínos
Protease em dietas simples desafia modelos tradicionais na fase de creche
Uso da enzima em leitões mostrou respostas variáveis ao longo da creche e reforçou a importância do ajuste nutricional conforme a realidade de cada sistema produtivo.

A fase de creche concentra um dos principais desafios nutricionais da suinocultura. Logo após o desmame, o leitão apresenta limitação fisiológica, com baixa atividade enzimática e dificuldade de acidificação do pH gástrico, o que compromete a digestão de proteínas e reduz a eficiência de aproveitamento dos nutrientes.
Esse quadro se torna ainda mais crítico em dietas baseadas em ingredientes vegetais, mais presentes em formulações simples, nas quais a digestibilidade proteica tende a ser menor. Para contornar essa restrição, a prática mais difundida é o uso de dietas complexas, formuladas com ingredientes de alta digestibilidade. Embora favoreçam o desempenho inicial dos animais, essas dietas elevam o custo da ração e pressionam o resultado econômico da produção.

Médico-veterinário Cesar Garbossa, doutor em Nutrição e Produção de Monogástricos e professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP: “A protease não pode ser utilizada de forma generalizada. Mais do que uma solução universal, a protease exige ajuste fino para cada realidade produtiva” – Foto: Arquivo pessoal
Nesse contexto, cresce o interesse por estratégias que permitam simplificar a formulação sem comprometer desempenho e saúde intestinal. Uma das alternativas avaliadas é a inclusão de proteases exógenas, com o objetivo de ampliar a digestão e absorção de aminoácidos, especialmente em dietas de menor complexidade.
A hipótese central é reduzir o fluxo de proteína não digerida para o intestino grosso, fator associado à fermentação proteica indesejável, formação de metabólitos tóxicos e maior incidência de diarreia na fase de creche. Esse é o foco da pesquisa conduzida pelo médico-veterinário Cesar Garbossa, doutor em Nutrição e Produção de Monogástricos e professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, que será apresentada durante o 18º Simpósio Internacional de Suinocultura, entre os dias 19 e 23 de maio, em Porto Alegre (RS).
O estudo avalia o desempenho de uma nova protease microbiana em dietas simples e complexas para leitões, considerando não apenas os indicadores produtivos tradicionais, mas também respostas fisiológicas e de saúde intestinal.
Para medir a eficiência da enzima, o trabalho utilizou parâmetros zootécnicos clássicos, como ganho de peso diário, consumo de ração e conversão alimentar, que refletem diretamente a eficiência produtiva na creche. Paralelamente, o especialista incorporou uma abordagem mais aprofundada, com análises histológicas da mucosa intestinal, incluindo morfometria do jejuno, além da avaliação de marcadores inflamatórios, expressão gênica relacionada à integridade da barreira intestinal, digestão e apoptose, e indicadores de estresse oxidativo. O estudo também incluiu métricas indiretas da saúde intestinal e da dinâmica digestiva, como escore fecal e quantificação de ácidos graxos de cadeia curta no conteúdo cecal, permitindo avaliar a atividade fermentativa da microbiota.
Resposta dos leitões
Os resultados evidenciaram que a resposta dos leitões à inclusão da protease variou conforme o nível de complexidade das dietas e o período avaliado. “Houve diferenças claras na resposta dos animais, e elas dependem tanto da complexidade da dieta quanto do momento da creche”, afirma Cesar Garbossa.
De forma geral, as dietas mais complexas favoreceram o desempenho inicial, com destaque para a conversão alimentar nas primeiras semanas após o desmame. Esse efeito, no entanto, não se manteve ao longo de todo o período. “A vantagem das dietas complexas é mais evidente no curto prazo, especialmente nas primeiras semanas, mas ela não se sustenta até o final da fase de creche”, explica.
No caso da protease, a inclusão da enzima apresentou resposta limitada. No início da creche, esteve associada a queda no desempenho, com redução de peso vivo e ganho de peso nos primeiros dias. “No começo, observamos um impacto negativo no desempenho, o que reforça a necessidade de avaliar com critério o momento de uso da enzima”, diz Garbossa.
Ao longo do período, a protease deixou de apresentar efeito negativo, mas também não gerou ganhos expressivos. “No longo prazo, a protease não compromete o desempenho, mas também não entrega melhorias consistentes”, resume.
Desempenho e custo de formulação
A análise consolidada dos resultados mostrou que é possível trabalhar com dietas de menor complexidade sem prejuízo consistente no desempenho ao final da creche. “Ao longo do tempo, os animais alimentados com dietas mais simples apresentaram desempenho semelhante, indicando um efeito compensatório”, menciona Garbossa.

Esse comportamento teve impacto direto no custo de produção. As dietas simples apresentaram melhor resultado econômico ao reduzir o custo da formulação. “Do ponto de vista econômico, as dietas de menor complexidade foram mais vantajosas, justamente por reduzir o custo de formulação sem comprometer o desempenho final”, destaca.
Mesmo com o ajuste da matriz nutricional da protease, o retorno da enzima não se mostrou consistente. No segundo ensaio, os tratamentos sem protease apresentaram maior lucratividade, reforçando o peso do custo da ração sobre o resultado. “Isso mostra que o custo da enzima precisa ser bem avaliado dentro do sistema, porque nem sempre ele é compensado por ganhos produtivos”, pontua.
Impactos fisiológicos e adaptação intestinal
A inclusão da protease também provocou respostas fisiológicas, especialmente no início da fase de creche. Foram observadas alterações na morfologia intestinal, como atrofia de vilosidades e aumento de marcadores de apoptose. “O momento fisiológico do animal é determinante para a resposta”, afirma o médico-veterinário.

Ele explica que esses efeitos, no entanto, foram seguidos por sinais de recuperação do trato gastrointestinal, com aumento na expressão de proteínas associadas à integridade da barreira intestinal, como ZO-1 e claudinas, além de marcadores ligados à sobrevivência celular. “Ao final dos 42 dias, não foram observadas diferenças consistentes nos indicadores de saúde intestinal”, relata, acrescentando: “Os efeitos foram transitórios, e o intestino dos leitões demonstrou capacidade de adaptação ao longo do período”.
Do ponto de vista clínico, houve maior frequência de diarreia em alguns tratamentos, principalmente em dietas de média complexidade e em determinados períodos com uso da protease, especialmente após os 28 dias.
Variabilidade das matérias-primas e papel da enzima
A proposta de uso da protease está diretamente associada à variabilidade nutricional das matérias-primas, sobretudo em dietas mais simples. “Quando se trabalha com ingredientes como milho e farelo de soja, há maior variação na digestibilidade da proteína e presença de fatores antinutricionais”, expõe o doutor em Nutrição e Produção de Monogástricos.
Nesse contexto, a enzima tem a função de aumentar a eficiência da digestão proteica e reduzir a sensibilidade do sistema a essa variabilidade. Apesar de indicar melhora na utilização da proteína em nível fisiológico, o efeito não se traduziu de forma consistente em desempenho. “Observamos indícios de melhora na utilização da proteína, como aumento na expressão de transportadores de aminoácidos e peptídeos, mas isso não se refletiu de maneira consistente em ganhos zootécnicos”, avaliou.
A leitura do especialista é que a protease apresenta potencial fisiológico, mas sua aplicação prática exige cautela. “O efeito da enzima depende fortemente do contexto nutricional e do momento de uso. Não é uma solução universal, e sim uma ferramenta que precisa ser ajustada dentro do programa nutricional”, enfatiza.
Uso exige critério técnico
Na etapa final da análise, os resultados se distanciaram, em parte, da expectativa inicial do estudo. A inclusão da protease, especialmente no início da fase de creche, esteve associada a alterações na mucosa intestinal, com sinais de atrofia de vilosidades e aumento de marcadores de apoptose. “Observamos que o uso da protease no início da creche exige bastante critério, porque coincide com um momento de maior sensibilidade do trato gastrointestinal”, ressalta Garbossa.
Apesar desses efeitos iniciais, o intestino demonstrou capacidade de recuperação ao longo do tempo, com adaptação fisiológica dos leitões. Ainda assim, os achados indicam que a aplicação da enzima não deve ser padronizada. “É fundamental considerar idade do animal, nível de desafio, composição da dieta e estratégia de formulação. A protease não pode ser utilizada de forma generalizada. Mais do que uma solução universal, a protease exige ajuste fino para cada realidade produtiva”, salienta.
Avaliação econômica
Do ponto de vista econômico, o retorno do uso da protease variou conforme o custo dos ingredientes utilizados na formulação, especialmente das fontes de proteína. Nas condições avaliadas no estudo, as dietas de menor complexidade apresentaram melhor resultado econômico, por reduzirem o custo da ração sem prejuízo ao desempenho final dos leitões.
Por outro lado, a inclusão da enzima não gerou retorno financeiro expressivo. No segundo ensaio, os tratamentos sem protease foram mais lucrativos. “Isso indica que, nessas condições, o custo da enzima não foi compensado por ganhos produtivos ao longo da creche”, pontua Garbossa.
Ainda assim, o professor da FMVZ afirma que a protease pode se tornar viável em períodos de alta no custo das fontes proteicas. “Nesses casos, a enzima pode ajudar a reduzir o custo da dieta sem comprometer o desempenho no longo prazo”, reforça.
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Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.
Suínos
Suinocultura encontra na mão de obra estrangeira uma resposta à falta de trabalhadores
Alejandro atravessou sozinho a fronteira para trabalhar em granjas brasileiras. Hoje, a esposa cursa técnico em Enfermagem, a filha sonha com Medicina Veterinária e a família já fala em permanecer no Brasil.

Há quatro anos, quando deixou a Argentina para tentar a vida no Brasil, Alejandro Cardoso carregava mais dúvidas do que certezas. Veio sozinho, em busca de trabalho. A esposa, Marlene Cristina Costa, e as filhas Cintia e Guadalupe permaneceram no país de origem. Hoje, a família vive reunida em Iporã do Oeste, no Extremo-Oeste catarinense, trabalha na suinocultura e já cogita um passo que parecia distante quando atravessou a fronteira: vender a casa na Argentina e construir uma nova vida definitivamente em solo brasileiro.
A história da família reflete uma realidade cada vez mais presente nas propriedades rurais do Sul do país. Diante da dificuldade de contratar trabalhadores brasileiros, granjas e agroindústrias passaram a contar com um número crescente de imigrantes para manter as operações.

Marlene Cristina Costa integra atualmente a equipe do setor de amamentação da Granja Barra Grande: “Estou feliz trabalhando na granja, mas gostaria de ser uma profissional da saúde”
Na Granja Barra Grande, integrada à Cooper A1, onde a família trabalha atualmente, seis dos 23 colaboradores são argentinos. “Se não fosse a mão de obra estrangeira, nós estávamos sem mão de obra aqui”, afirma o sócio da granja, o mestre em Administração e especialista em Agronegócio Milton Melz.
A propriedade possui uma Unidade Produtora de Desmamados (UPD) com duas mil matrizes e um crechário para nove mil leitões. Melz também é sócio da Granja Bom Plano, em Vista Gaúcha (RS), igualmente integrada à Cooper A1, que opera outra UPD com duas mil matrizes e mantém 19 funcionários.
Segundo ele, a presença de trabalhadores argentinos deixou de ser exceção e se tornou parte da rotina produtiva da região. “Essa é uma realidade não só da nossa granja. A maioria das granjas do Oeste catarinense está usando mão de obra argentina, principalmente”, ressalta.
Recomeço em outro país
Antes de chegar ao Brasil, Alejandro nunca havia trabalhado na suinocultura. Na Argentina, atuou em serralheria e em atividades rurais. Marlene trabalhou durante anos com venda de passagens e como secretária.
O primeiro contato com a atividade ocorreu já em território brasileiro, quando o casal começou a trabalhar em outra granja. Há quase um ano, ambos ingressaram na Granja Barra Grande. Hoje, Alejandro atua como tratador de animais. Marlene trabalha no setor de amamentação.

Alejandro Cardoso trabalha como tratador na Granja Barra Grande: “A minha adaptação e da Marlene foi rápida, diferente das nossas filhas, que tiveram inicialmente dificuldade com o português na escola”
A mudança foi motivada pela busca de condições econômicas mais favoráveis. Embora possuam casa própria na Argentina, o casal afirma que o alto custo de vida dificultava a construção de uma vida mais confortável. “Estamos muito felizes no Brasil. Eu vejo meus pais felizes, conseguem pagar as contas e ainda sobra dinheiro. Estamos vivendo melhor aqui”, relata a filha mais velha, Cintia, de 16 anos.
A adaptação, porém, não ocorreu sem obstáculos. Apesar de o casal já utilizar o chamado ‘portunhol’ no cotidiano, o idioma representou uma barreira importante para as filhas. A dificuldade foi tão significativa que as duas retornaram temporariamente para a Argentina e permaneceram cerca de um ano no país enquanto os pais continuavam trabalhando no Brasil. “Na Argentina a gente falava portunhol, então não tivemos problemas em nos comunicar aqui. A minha adaptação e da Marlene foi rápida, diferente das nossas filhas, que tiveram inicialmente dificuldade com o português na escola”, conta Alejandro.
Escola, trabalho e novas oportunidades
Com a família completa no Brasil, a rotina começou a se estabilizar. Cintia atualmente cursa o segundo ano do Ensino Médio em escola pública. A irmã Guadalupe, de oito anos, também está matriculada na rede de ensino.
A adolescente diz perceber diferenças significativas entre os sistemas educacionais dos dois países. “Eu vejo muita diferença nos estudos. Os professores têm paciência para nos entender e para explicar os mais diversas assuntos. Na Argentina é muito difícil que um professor explique bem, porque lá os professores faltam muito na escola. Às vezes ficam uma semana inteira sem dar aula”, relata.

Além do trabalho na suinocultura, a família argentina encontrou espaço para o lazer e faz das viagens uma forma de conhecer melhor a região onde decidiu construir uma nova vida
Ela também destaca aspectos práticos da rotina escolar. “Lá na Argentina tem que pagar o transporte e o lanche na escola. Aqui no Brasil é ofertado de forma gratuita”, conta, entusiasmada.
Animada com a nova fase, Cintia já traçou objetivos para o futuro. “Quero continuar estudando e fazer faculdade de Medicina Veterinária”, destacou.
A busca por qualificação também faz parte dos planos da mãe. “Estou feliz trabalhando na granja, mas gostaria de ser uma profissional da saúde”, menciona Marlene, contando que iniciou um curso técnico em Enfermagem e pretende continuar os estudos após a conclusão da formação. “Na Argentina eu já tinha feito curso de agente de saúde. Depois de concluir este curso, quero fazer faculdade de Enfermagem. Meu objetivo é seguir neste ramo”, enfatizou.
Reconhecimento e qualidade de vida
Na avaliação da família, a experiência na Granja Barra Grande trouxe mais do que estabilidade financeira. Eles destacam reconhecimento profissional, respeito nas relações de trabalho e melhores condições para planejar o futuro.
A jornada ocorre das 07 às 11 horas e das 13 às 17 horas. “É um horário bom de trabalhar. Sempre dá para a gente sair e conhecer lugares novos. Gostamos muito disso”, relata Alejandro.
O trabalhador lembra que uma das primeiras conquistas veio poucos meses após chegar ao Brasil. “Com três meses trabalhando aqui já consegui comprar um carro. Era simples, mas nos levava para todos os lugares”, relembra, contando que tinha um Gol e agora conseguiu trocá-lo por um Siena.
Além do salário, o casal recebe benefícios como vale-alimentação, almoço na granja, auxílio para combustível e participação a cada três meses nos resultados da atividade. “À medida que o resultado melhora, eles também ganham mais”, frisa Melz.
Integração além da porteira
Para Melz, a contratação de estrangeiros exige muito mais do que oferecer uma vaga de trabalho. “A gente tem que ter uma acomodação para eles, uma casa digna, inserir na sociedade”, pontua, ressaltando que a integração precisa envolver também o poder público e a comunidade local. “Estamos conversando com o governo municipal de Iporã do Oeste para estruturar uma formação para esses estrangeiros, até por uma questão de inserção social, tanto para quem é do município quanto para quem chega”, frisa.
Melz acredita que o acolhimento é um dos fatores que explicam a permanência de muitos trabalhadores. “São funcionários dedicados. Eles passaram muitas dificuldades. Hoje têm uma qualidade de vida melhor aqui no Brasil e uma educação melhor para os filhos”, salienta.
O incentivo à formação profissional também faz parte da estratégia adotada na propriedade. “Nós estimulamos todos a estudar. Temos colaboradores cursando Administração e Ciências Contábeis”, diz.
Planos para ficar
Mesmo sentindo saudades dos familiares que permaneceram na Argentina, Alejandro e Marlene enxergam o futuro cada vez mais próximo do Brasil. A principal preocupação ainda envolve a casa que possuem no país de origem. “Foi difícil conseguir comprar aquela casa. A economia está complicada e ela não está alugada”, relata Alejandro.
Por isso, a família já discute uma mudança definitiva. “Estamos gostando muito daqui. Estamos pensando em vender nossa casa na Argentina e comprar nossa casa própria no Brasil”, adianta Alejandro.
Para Melz, histórias como essa ajudam a explicar por que os trabalhadores estrangeiros passaram a ocupar papel relevante na sustentação das granjas da região. “É uma família com caráter, não são aventureiros. São pessoas que vestem a camisa e cumprem horário”, ressalta.
A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.
Suínos
Da creche à sustentabilidade, 6º Encontro Técnico Abraves-SP apresenta estratégias para aumentar eficiência das granjas
Evento em Pirassununga (SP) vai discutir manejo de leitões leves, sanidade, nutrição e sistemas de produção para apoiar decisões técnicas na suinocultura.

Melhorar a produtividade sem comprometer a sanidade do rebanho exige decisões técnicas em todas as etapas da produção. Manejo de leitões, nutrição, biosseguridade e gestão dos sistemas de criação estão entre os fatores que determinam o desempenho das granjas e influenciam diretamente os custos e os resultados da atividade.
Diante desse cenário, a atualização técnica tornou-se uma ferramenta cada vez mais importante para médicos-veterinários, zootecnistas, consultores e produtores, que precisam incorporar novos conhecimentos à rotina das granjas.
Esses temas estarão em debate no 6º Encontro Técnico Abraves-SP, que será realizado em 09 de setembro, no campus da Universidade de São Paulo (USP), reunindo profissionais da cadeia suinícola para discutir soluções aplicáveis aos sistemas de produção.
Entre os destaques da programação está a palestra do médico-veterinário Vinícius Cantarelli, que abordará estratégias de manejo de leitões leves na fase de creche, uma etapa decisiva para o desempenho dos animais ao longo do ciclo produtivo.
O médico-veterinário Caio Abércio da Silva discutirá a sustentabilidade dos sistemas de produção, apresentando abordagens voltadas à eficiência técnica, econômica e ambiental da suinocultura.
Promovido pela regional paulista da Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (ABRAVES), o encontro busca aproximar pesquisa científica e prática de campo, oferecendo aos participantes ferramentas para aprimorar a tomada de decisão nas granjas.
A programação completa e as inscrições estão disponíveis aqui.








