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Proposta de readequação de PIS/Cofins para lácteos é aceita por indústrias e cooperativas

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A proposta do governo de readequação do sistema de acúmulo de créditos de PIS/Cofins para o setor lácteo foi chancelada ontem, 17, em reunião no Ministério da Fazenda, com representantes da Subcomissão do Leite e da Comissão de Agricultura da Câmara.
A proposta, aprovada por indústrias pequenas, médias e grandes, com ou sem aproveitamento, e cooperativas, propõe isonomia para a monetização e redução da alíquota de 60% para 40% para os créditos futuros. Uma parcela de 10% desse valor deve ser investida em programas de melhoria de qualidade e produtividade, conforme proposto no relatório da Subleite, aprovado pela Câmara. 
Sobre os créditos acumulados das empresas, de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, a Fazenda pretende monetizar o montante em parcelas anuais, num prazo de até cinco anos, com a operacionalização ainda a ser definida.
De acordo com o presidente da Subleite, deputado federal Alceu Moreira (PMDB/RS), a medida acordada hoje deve tramitar no Congresso através da publicação de uma nova Medida Provisória ou de uma emenda a ser encampada em alguma em tramitação. 
As cooperativas, que não acumulavam os créditos e temem uma disparidade competitiva no mercado com a inserção dos créditos das indústrias, aceitaram o acordo, desde que esse debate seja retomado no começo do próximo ano, o que atende à sugestão do parlamentar gaúcho. 
“Certamente será uma das grandes, se não a maior vitória da Subleite durante esse mandado”, comemorou Alceu Moreira.

Fonte: Ass. Imprensa do Dep. Alceu Moreira

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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