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Notícias Um gigante adormecido

Projetos de Lei sobre a produção de energia através da biomassa visam liberação para venda do excedente

O PL 123 de 2020, propõe que seja permitida a venda do excedente de energia elétrica produzida por micro e mini geração distribuída quando essa é proveniente da biomassa

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Fotos: Divulgação

“A suinocultura é uma das maiores forças da nossa região, em. É um ativo que não podemos desperdiçar”, diz Schiavinato

Estão tramitando na Câmara dos Deputados três Projetos de Lei sobre a produção de energia através da biomassa. Todos são de autoria do Deputado Federal Schiavinato (Progressistas/PR).

No PL 123 de 2020 o parlamentar propõe que seja permitida a venda do excedente de energia elétrica produzida por micro e mini geração distribuída quando essa é proveniente da biomassa. Os consumidores de energia elétrica que possuam microgeração ou minigeração distribuída poderiam contratar livremente com qualquer outra unidade consumidora.

“O produtor rural tem investido na produção de energia, no entanto os custos para implantação dos sistemas estão elevados. Necessitamos estabelecer incentivos aos produtores, como forma de compensação destes investimentos”, defende Schiavinato

Já no Projeto de Lei 6146 de 2019 Schiavinato vai mais longe e pede que as propriedades rurais que geram energia por biomassa, sejam isentas do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, o ITR.

Para Schiavinato, seria uma maneira de incentivar o produtor rural a produzir energia renovável. “Essa lei também é uma forma de devolver ao produtor um pouco do que ele produz para a sociedade. Uma vez que ele produz energia através da biomassa ele está contribuindo para o crescimento de toda a cadeia produtiva”.

Por fim, a propostas legislativa 5878 de 2019 expande o direito de compensação aos sistemas de distribuição de energia elétrica à outras fontes de energias renováveis além da biomassa como hidráulica, solar, eólica, cogeração qualificada e demais fontes definidas em normativos referentes à microgeração e minigeração distribuída.

 

Energia da biomassa: um gigante adormecido

A biomassa é uma das maiores fontes de energia disponíveis na área rural. Ela aparece na forma de resíduos vegetais e animais, como restos de colheita, esterco, plantações energéticas e efluentes agroindustriais.

Para Schiavinato, “a suinocultura é uma das maiores forças da nossa região, em especial no município de Toledo. É um ativo que não podemos desperdiçar. Por isso nosso esforço em facilitar e estimular a energia produzida com a biomassa”.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Embrapa

Custo de produção de suínos passa dos R$ 7 por quilo vivo

Em abril, os custos para produzir suínos aumentaram 2,33% em relação a março

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Os custos de produção de suínos e de frangos de corte tiveram uma elevada alta em abril segundo o estudo mensal publicado pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa, que disponibiliza as informações no site embrapa.br/suinos-e-ave/cias.

Em abril, os custos para produzir suínos aumentaram 2,33% em relação a março, fazendo o ICPSuíno, índice criado pela Embrapa para medir a variação nos custos de produção, ultrapassar pela primeira vez os 400 pontos, chegando a 402,40 pontos. No ano, o ICPSuíno já subiu 7,11%, acumulando uma alta de 44,55% nos últimos 12 meses. Com isso, o custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina subiu R$ 0,16 entre março e abril, chegando a R$ 7,03. Também é a primeira vez que o custo de produção por quilo de suíno vivo fica acima dos sete reais. A alimentação dos animais impactou em 82,11% os custos totais de produção de suínos. Deste porcentual, o milho participou com 46,88%, o farelo de soja com 25,37%, os núcleos vitamínico-minerais (premix) com 8,3% e o farelo de trigo com 1,55%.

Já o ICPFrango subiu 2,75% em abril na comparação com março, sendo que deste aumento 1,56% foi pintinho de corte e 0,94% a nutrição. No ano de 2021, este índice acumula alta de 14,08% nos custos totais de produção de frangos de corte. Nos últimos 12 meses, a variação é de 39,78%. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná, produzido em aviário tipo climatizado em pressão positiva, passou dos R$ 4,86 em março para R$ 4,99 em abril. A alimentação impactou 75,29% os custos totais de produção, acompanhado por pintinhos de um dia com 13,58% e mão de obra com 3,82%. A depreciação das instalações e o custo de capital impactaram em 1,93% e 1,60%, respectivamente.

Os estados de Santa Catarina e Paraná são usados como referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Vendedor limita oferta e preços do milho se mantêm firmes

Resultado está atrelado principalmente aos reajustes negativos nos rendimentos do Sudeste e do Sul, de 3% e 4,9%, respectivamente

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Chuvas foram registradas em algumas regiões produtoras de milho do País na semana passada. As precipitações, no entanto, ainda ocorreram de forma insuficiente para sanar as preocupações quanto ao déficit hídrico, especialmente no Paraná, em Mato Grosso do Sul e algumas áreas do Sudeste.

Assim, vendedores consultados pelo Cepea seguiram atentos aos impactos do clima sobre a produtividade e, com isso, limitando a oferta de novos lotes no spot. Muitos compradores com necessidade de repor estoques de curto prazo, por sua vez, acabam cedendo aos maiores preços.

Nesse cenário, as cotações se mantiveram em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Relatório divulgado na semana passada pela Conab indica que a produtividade média nacional pode cair 3,3% nesta safra frente à anterior.

Esse resultado está atrelado principalmente aos reajustes negativos nos rendimentos do Sudeste e do Sul, de 3% e 4,9%, respectivamente. Agentes consultados pelo Cepea aguardam ainda novas quedas na produtividade nos próximos relatórios da Conab, fundamentados no clima desfavorável.

Fonte: Cepea
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Notícias Cooperativismo

Copagril realiza Seminário de Leite de forma online e gratuita

Evento será realizado de forma online, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Cooperativa

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A Cooperativa Agroindustrial Copagril realizará nesta terça-feira (18) o Seminário de Leite 2021. O evento direcionado aos cooperados e clientes Copagril no segmento de produção de bovinos de leite é tradicional e tem por objetivo apresentar informações técnicas sobre a atividade. Em decorrência das ações de restrição de público por causa da pandemia do Coronavírus o seminário de 2021 será realizado de forma online, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Cooperativa (Facebook e Youtube).

O diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, comenta sobre o tradicionalismo do evento e do modelo de 2021. “Realizamos o seminário aos produtores do setor leiteiro todos os anos, mas em 2020 não foi possível por causa do Coronavírus e neste ano esperávamos poder fazer de forma presencial, mas infelizmente não houve a diminuição dos casos como era a expectativa. Por isso devemos ter o cuidado para com todos e assim faremos o Seminário de Leite de forma online. O objetivo é sempre trazer mais informações para os produtores, para que possam, em suas propriedades, produzir melhor, com qualidade melhor e assim, com lucratividade melhor. Sabemos que não podemos parar, por isso temos que fazer uso dos canais de comunicação que estão a nossa disposição”, reforça Chapla.

A programação do seminário contempla palestra com Alexandre Pedroso, pós-doutor em Nutrição de Ruminantes e consultor técnico em bovinos de leite da Nutron. Ele falará sobre Conforto animal: produtividade e qualidade do leite. A transmissão ainda terá a divulgação dos melhores cooperados nos resultados do último ano em qualidade do leite, volume de produção e qualidade de silagem.

O Seminário de Leite iniciará às 14 horas, com transmissão no Youtube e Facebook oficiais da Copagril e haverá sorteio para quem acompanhar e participar da transmissão ao vivo.

Fonte: Assessoria
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