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Projeto Plantando para o futuro rende bons frutos em Santa Catarina

Após implementação do projeto com a coordenação do Senar/SC, os alunos e seus professores ficam responsáveis pelo manejo posterior da horta. Parte da colheita é servida na merenda escolar, o que reforça a alimentação das crianças e proporciona variedade nas opções alimentares.

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Projeto Plantando para o Futuro: Horta Escolar foi desenvolvido com os alunos da EEB Nossa Senhora - Fotos: Divulgação/Sistema Faesc/Senar-SC

“As crianças ficaram entusiasmadas com a evolução da horta. Estão encantadas com a diferença entre a mudinha e a fase de colheita”, avalia o prestador de serviço em instrutoria do Senar/SC, Gilsonei Duarte, após segunda colheita do Projeto Plantando para o Futuro: Horta Escolar, desenvolvido com os alunos da EEB Nossa Senhora, no município de Angelina, Sul catarinense. A iniciativa é do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc).

Iniciativa aconteceu no município de Angelina, no Sul catarinense

Satisfeito com os resultados até o momento, o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destaca que a iniciativa vem contribuindo para a formação de pessoas responsáveis e atuantes na comunidade em que vivem. “Trata-se de uma ação que incentiva o trabalho voluntário e contribui para o desenvolvimento das atividades colaborativas. Além disso, estimula a adoção de hábitos alimentares saudáveis”, expõe.

A técnica do Senar/SC, Gisele Kraieski Knabben, realça que projeto foi implementado neste ano e envolveu, até o momento, a participação de 20 turmas com mais de 600 alunos em 14 escolas. “O objetivo é promover a educação ambiental de alunos e da comunidade, estimulando o hábito por alimentos saudáveis e o trabalho em equipe”, frisa.

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi, argumenta que o desenvolvimento do projeto tem sido uma importante ferramenta pedagógica que contribui para aperfeiçoar competências de planejamento, resolução de problemas, implementação de projetos e tomada decisões. “A iniciativa também é fundamental para manter relacionamentos saudáveis e para a educação ambiental”.

De acordo com Duarte, a segunda colheita de hortaliças, após três meses do início do projeto, foi feita no dia 10 de novembro. “Os resultados foram satisfatórios! A turma do 3º ano do ensino fundamental colheu nessa etapa repolhos, cenouras e algumas beterrabas. Alunos e professores puderam levar algumas verduras para casa. Estão todos felizes com essa iniciativa”, conclui.

Alunos colheram repolhos, cenouras e beterrabas

O Plantando para o futuro, na região Sul, conta com o acompanhamento da supervisora regional do Senar/SC, Sueli Rosa. “Esse programa vem proporcionando excelente oportunidade para despertar a consciência das crianças com relação aos cuidados com o meio ambiente, alimentação saudável e sobretudo conhecer o processo pelo qual passa uma planta, desde o solo até a colheita e alimentação saudável. Excelente iniciativa do Sistema Faesc/Senar para aqueles que serão o futuro”, salienta Sueli.

Entenda como funciona o projeto

Após implementação do projeto com a coordenação do Senar/SC, os alunos e seus professores ficam responsáveis pelo manejo posterior da horta.  Em seguida, é servida parte da colheita na merenda escolar, o que reforça a alimentação das crianças e proporciona variedade nas opções alimentares. Assim, os alunos aprendem a trabalhar com a terra, produzindo alimentos saudáveis, melhorando sua alimentação e de seus familiares.

Fonte: Assessoria Sistema Faesc/Senar-SC

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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