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Projeto da Cotrijal leva informação e conhecimento aos associados

Nos encontros deste ano, a direção da Cotrijal leva aos produtores informações sobre a recente expansão da área de atuação

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A Cotrijal deu início na última quinta-feira (18) a oitava edição do Projeto Participação em Família. E nas três primeiras reuniões, chamou a atenção o interesse e a aprovação dos associados nos assuntos abordados, tanto pela direção quanto na palestra voltada à valorização da família, que neste ano é uma das inovações do projeto, sugerida durante o Encontro de Mulheres.

Nos encontros deste ano, a direção da Cotrijal leva aos produtores informações sobre a recente expansão da área de atuação, com a aquisição de 14 unidades de recebimento e armazenagem de grãos que eram da BSBIOS. Também fala dos negócios da cooperativa e do planejamento futuro.

O associado Gervásio Francisco Bins disse que a postura séria e honesta da Cotrijal gera confiança. A família tem propriedade em Santa Rita, Colorado, mas faz o acerto na unidade de Saldanha Marinho, e está satisfeita com os rumos da cooperativa. “Sempre trabalhei com cooperativa e valorizo muito a segurança que a Cotrijal oferece ao produtor. Sei que posso contar com a cooperativa em todos os momentos, nos bons e ruins, assim como ela também conta comigo”, avaliou.

O presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, destacou que é importante a participação do associado e sua família na reunião justamente porque o momento oportuniza esse conhecimento sobre o trabalho que a cooperativa vem desenvolvendo e os rumos que a organização pretende seguir. “As decisões são baseadas no planejamento estratégico e passam por ampla análise com superintendentes e os conselhos e, no caso do investimento nas novas unidades, os líderes também foram consultados”, explicou.

O vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder, apontou que os ciclos de expansão da cooperativa sempre ocorreram de forma gradual, dentro de um planejamento. Ele lembrou do histórico de investimentos em novas unidades, reforçando que iniciou já no final da década de 1960, quando se decidiu expandir a área de atuação de Não-Me-Toque para Colorado e Victor Graeff. “A filosofia da cooperativa, desde a sua criação, há 59 anos, é de expandir para ter escala e hoje, com o mercado cada vez mais competitivo, isso se torna ainda mais importante. Mas jamais vamos nos esquecer de que além de buscar renda e resultado, enquanto cooperativa somos uma grande família, que deve zelar também pela qualidade de vida dos cooperados, colaboradores e familiares”, afirmou.

Um momento para o casal

A especialista em recursos humanos Miriam Freitas, nas reuniões de quinta-feira, mexeu com os sentimentos, a sensibilidade e o senso crítico dos produtores. Levou os participantes a refletirem, através de atividades dinâmicas, vídeos e histórias, sobre vida saudável, harmonia e felicidade do casal e da família em meio a tantas transformações e desafios. “É um momento de olhar para dentro de si e ver novas perspectivas”, afirma, convidando os casais a participarem das reuniões agendadas para os próximos dias.

Para a produtora Patrícia Kreling, de Santo Antônio do Triunfo, Ibirubá, que participou da reunião em Colorado com o marido e as três filhas, a palestra serviu de reflexão sobre vários aspectos da vida conjugal e também em família. “Passou um filme pela minha cabeça e serve pra gente lembrar do quanto a família é importante e precisamos estar unidos”, reconheceu.

Próximas Reuniões

Núcleo de Tio Hugo

Comunidades: Tio Hugo, Posse Müller e Polígono do Erval

23/08/16 – terça-feira – 10 horas

Local: Pavilhão São Cristóvão

Núcleo Victor Graeff

Comunidades: Victor Graeff, São Pedro do Cerrito, São José do Umbú, Posse Cerrito, Linha Jacuí e Linha Glória

23/08/16 – terça-feira – 14 horas

Local: Pavilhão Evangélico

Núcleo de Nicolau Vergueiro

23/08/16 – terça-feira – 19 horas

Local: Clube 25 de Julho

Núcleo de Não-Me-Toque

Comunidades: Não-Me-Toque, Vila Conceição, Colônia Saudades, Linha Gramado, Invernadinha, Colônia Vargas, São José do Centro, Bom Sucesso, Costa do Colorado, São João do Gramado, São Roque/Flamengo, Arroio Bonito, Mantiqueira, Posse São Miguel e Linha São Paulo

24/08/16 – quarta-feira – 10 horas

Local: Restaurante do parque da Expodireto Cotrijal

Núcleo de Lagoa dos Três Cantos

Comunidades: Lagoa dos Três Cantos e Linha Ojeriza

24/08/16 – quarta-feira – 14 horas

Local: Ginásio de Esportes da Escola Joaquim José da Silva Xavier

Núcleo de Santo Antônio do Planalto

Comunidades: São José da Glória, Santo Antônio do Planalto, Rincão Doce e Faxinal/Barro Preto

24/08/16 – quarta-feira – 19 horas

Local: Pavilhão da Comunidade Católica

Núcleo de Coqueiros do Sul

Comunidades: Igrejinha

25/08/16 – quinta-feira – 10 horas

Local: Sociedade de Cantores Niegedacht

Núcleo de Carazinho

25/08/16 – quinta-feira – 14 horas

Local: Pavilhão Católico de Xadrez

Núcleo de Almirante Tamandaré do Sul

25/08/16 – quinta-feira – 19 horas

Local: Pavilhão da Comunidade Católica

Fonte: Assessoria

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Temporais após onda de frio aumentam preocupação de produtores no Sul; veja vídeo

Inmet prevê chuva acima da média em parte da região, solo encharcado e maior risco de doenças fúngicas nas culturas de inverno.

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Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

As imagens registradas pelo agricultor Geraldo Hardi Weisheimer mostram a intensidade da chuva de granizo que atingiu a Linha Sanga Guarani, próximo ao distrito de Bom Princípio, no interior de Toledo (PR), no fim da tarde de domingo (28). Em poucos minutos, o gelo cobriu o solo da propriedade rural, acompanhado de chuva intensa e ventos associados à frente fria que voltou a provocar instabilidades no Sul do Brasil.

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

Até o momento, não há levantamento oficial dos prejuízos. Produtores da região avaliam possíveis danos em lavouras e estruturas rurais.

Em publicação nas redes sociais, Weisheimer descreveu o impacto do temporal. “Ver o chão da nossa Linha Sanga Guarani coberto de gelo hoje dói no coração de quem entende o suor de cada dia. A natureza tem sua força, e a gente, como agricultor, aprende a respeitá-la e a se reerguer, mesmo com o prejuízo batendo à porta”, ressaltou

O episódio ocorre após uma sequência de dias de frio intenso e tempo seco. A formação de um ciclone extratropical na costa do Uruguai, associada ao avanço de uma frente fria, voltou a provocar chuva forte, rajadas de vento e queda localizada de granizo no Paraná. Nesta segunda-feira (30), os maiores acumulados são esperados entre o Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Estado, onde os volumes podem se aproximar de 100 milímetros.

O cenário reforça a previsão agroclimática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

trimestre de junho a agosto. Embora o Paraná deva registrar volumes de chuva próximos da média, o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina tendem a receber precipitações acima do normal, mantendo os solos com elevada umidade em praticamente toda a Região Sul.

Para a agricultura, a disponibilidade de água favorece o desenvolvimento das culturas de inverno e contribui para a conclusão do ciclo das áreas mais tardias de milho segunda safra no Paraná. Por outro lado, o excesso de chuva aumenta o risco de doenças fúngicas em cereais como trigo, cevada e aveia, além de dificultar pulverizações, adubações e outras operações mecanizadas devido ao encharcamento do solo.

Segundo o Inmet, os excedentes hídricos devem persistir principalmente em junho e julho, com maior intensidade no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Apesar do baixo risco de deficiência hídrica durante o inverno, o excesso de umidade exigirá atenção redobrada dos produtores no monitoramento fitossanitário e no planejamento das atividades de campo ao longo dos próximos meses.

Fonte: O Presente Rural
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Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade

Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

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Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.

As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.

Preparado

Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.

Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.

Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.

Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.

Fonte: AEN-PR
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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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