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Programação paralela reúne especialistas internacionais e lançamentos

Além de uma extensão programação científica, o IX Simpósio Brasil Sul de Suinocultura reúne uma gama de eventos paralelos com lançamentos e debates

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Abrindo a programação do SBSS 2016 o Seminário Técnico Brasil Sul vai discutir a gestação coletiva de matrizes suínas organizado pelo MAPA, ABPA e ABCS no dia 09 de agosto, terça feira pela manhã. Participe desse debate com a presença das maiores autoridades no assunto. Acesso gratuito. Inscrições em [email protected], o evento inicia as 8h30min na Sala Agostinho Duarte.

A programação paralela segue no dia 10 quarta feira, no intervalo do meio dia a Boehringer Ingelheim promove o Lunch & Learning “Ponto chave na prevenção e controle da Doença de Glasser com Dr. Nelson Morés – Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves na Sala Welcy Canal; a Cargill – Nutron promove a Palestra “As soluções da Nutron para Suinocultura: Rapid TPS e Notox Reproduction” – na Sala Agostinho Duarte – Piso Térreo. No Espaço MSD – Mezanino do Piso 1 acontece a apresentação  do conceito de IDAL® – Vacinas Intradérmicas.

Na segunda rodada de eventos paralelos a Vetanco promove a 2ª Mesa Redonda – Ciência & Indústria Vetanco “Impacto das diarreias de terminação na produtividade dos suínos e rentabilidade da agroindústria” – Como o conhecimento científico pode ser aplicado na prática da suinocultura na Sala Agostinho Duarte as 17h.  No mesmo horário a ICC promove a palestra Imunonutrição: desafios e oportunidades em produção de Suínos com o palestrante – PhD em nutrição e produção animal Gustavo Gattás na Sala Cyro Sosnoski. A Tectron promove o Workshop Diamond V XPC, abertura Daniel Pigatto Monteiro e palestra com Dr. Caio A. Silva (UEL) – “Como melhorar a produtividade de matrizes hiperprolíficas” na Sala Welcy Canal.

Ainda na programação paralela a Merial promove o lançamento ZACTRAN –  APLICAÇÃO INTELIGENTE, RETORNO RÁPIDO, palestra  de tema "Contribuição efetiva e racional de antibióticos na suinocultura" com   o Prof. Dr. David Barcellos – UFRGS e MSC Juliana Calveyra – Gerente Técnica de Suínos – Merial na Sala Eli Camargo.

O acesso é gratuito em todos os eventos paralelos.

Dia 09 – terça-feira

8h 30min – Seminário Técnico Brasil Sul

Discussão sobre a gestação coletiva de matrizes suínas, organizado pelo MAPA, ABPA e ABCS. Participe desse debate com a presença das maiores autoridades no assunto. Acesso gratuito. Inscrições em [email protected].

Local: Sala Agostinho Duarte.

Dia 10 – quarta-feira

12h – Boehringer Ingelheim

Lunch & Learning: “Ponto chave na prevenção e controle da Doença de Glasser com Dr. Nelson Morés – Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves. Convites devem ser retirados com a equipe durante o evento.

Local: Sala Welcy Canal – Piso 01

12h – Cargill – Nutron

Palestra “As soluções da Nutron para Suinocultura: Rapid TPS e Notox Reproduction”. Após o evento haverá degustação de carne suína.

Local: Sala Agostinho Duarte – Piso Térreo

MSD – Espaço MSD

Apresentação IDAL® – Vacinas Intradérmicas. A equipe estará no local para a apresentação dos novos produtos durante todo o dia.

Local: Mezzanino – Piso 01

17h – Vetanco

2ª Mesa Redonda – Ciência & Indústria Vetanco

“Impacto das diarreias de terminação na produtividade dos suínos e rentabilidade da agroindústria” – Como o conhecimento científico pode ser aplicado na prática da suinocultura.

Local: Sala Agostinho Duarte

17h – ICC

Palestra Imunonutrição: desafios e oportunidades em produção de Suínos.  Palestrante – PhD em nutrição e produção animal Gustavo Gattás.

Local: Sala Cyro Sosnoski

17h – Tectron

Workshop Diamond V XPC

Abertura Daniel Pigatto Monteiro

Palestra com Dr. Caio A. Silva (UEL)  – “Como melhorar a produtividade de matrizes hiperprolíficas”.

Local: Sala Welcy Canal

17h – Merial

Zactran – Aplicação Inteligente, Retorno Rápido

Tema: Contribuição efetiva e racional de antibióticos na suinocultura

Palestrantes: Prof. Dr. David Barcellos – UFRGS

MSC Juliana Calveyra – Gerente Técnica de Suínos – Merial

Local: Sala Eli Camargo

Fonte: Assessoria

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Temporais após onda de frio aumentam preocupação de produtores no Sul; veja vídeo

Inmet prevê chuva acima da média em parte da região, solo encharcado e maior risco de doenças fúngicas nas culturas de inverno.

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Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

As imagens registradas pelo agricultor Geraldo Hardi Weisheimer mostram a intensidade da chuva de granizo que atingiu a Linha Sanga Guarani, próximo ao distrito de Bom Princípio, no interior de Toledo (PR), no fim da tarde de domingo (28). Em poucos minutos, o gelo cobriu o solo da propriedade rural, acompanhado de chuva intensa e ventos associados à frente fria que voltou a provocar instabilidades no Sul do Brasil.

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

Até o momento, não há levantamento oficial dos prejuízos. Produtores da região avaliam possíveis danos em lavouras e estruturas rurais.

Em publicação nas redes sociais, Weisheimer descreveu o impacto do temporal. “Ver o chão da nossa Linha Sanga Guarani coberto de gelo hoje dói no coração de quem entende o suor de cada dia. A natureza tem sua força, e a gente, como agricultor, aprende a respeitá-la e a se reerguer, mesmo com o prejuízo batendo à porta”, ressaltou

O episódio ocorre após uma sequência de dias de frio intenso e tempo seco. A formação de um ciclone extratropical na costa do Uruguai, associada ao avanço de uma frente fria, voltou a provocar chuva forte, rajadas de vento e queda localizada de granizo no Paraná. Nesta segunda-feira (30), os maiores acumulados são esperados entre o Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Estado, onde os volumes podem se aproximar de 100 milímetros.

O cenário reforça a previsão agroclimática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

trimestre de junho a agosto. Embora o Paraná deva registrar volumes de chuva próximos da média, o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina tendem a receber precipitações acima do normal, mantendo os solos com elevada umidade em praticamente toda a Região Sul.

Para a agricultura, a disponibilidade de água favorece o desenvolvimento das culturas de inverno e contribui para a conclusão do ciclo das áreas mais tardias de milho segunda safra no Paraná. Por outro lado, o excesso de chuva aumenta o risco de doenças fúngicas em cereais como trigo, cevada e aveia, além de dificultar pulverizações, adubações e outras operações mecanizadas devido ao encharcamento do solo.

Segundo o Inmet, os excedentes hídricos devem persistir principalmente em junho e julho, com maior intensidade no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Apesar do baixo risco de deficiência hídrica durante o inverno, o excesso de umidade exigirá atenção redobrada dos produtores no monitoramento fitossanitário e no planejamento das atividades de campo ao longo dos próximos meses.

Fonte: O Presente Rural
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Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade

Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

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Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.

As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.

Preparado

Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.

Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.

Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.

Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.

Fonte: AEN-PR
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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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