Avicultura
Programação do Dia do Avicultor O Presente Rural foca no dia a dia da granja
Desde a abertura até o encerramento, cada momento do evento foi pensado para proporcionar uma experiência única e enriquecedora.

O Dia do Avicultor O Presente Rural, que acontece dia 24 de agosto, promete trazer uma programação intensa e rica em conhecimento, especialmente pensada para os avicultores que buscam aprimorar sua atuação no setor. A programação foi meticulosamente planejada para abordar temas intrínsecos ao cotidiano das granjas, com foco em como os produtores podem elevar a performance de seus planteis e otimizar seus resultados.
Agora, com a programação finalizada, o evento se prepara para oferecer uma jornada de aprendizado profundo, que reflete diretamente o que acontece no dia a dia das granjas. Com palestras ministradas por especialistas renomados, os avicultores terão acesso a insights sobre as novas práticas, técnicas e estratégias que podem ser implementadas para alcançar melhores resultados em suas operações.
Desde a abertura até o encerramento, cada momento do Dia do Avicultor O Presente Rural foi pensado para proporcionar uma experiência única e enriquecedora. O evento começa com a palestra do diretor executivo do Sindicato das Indústrias Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Inácio Afonso Kroetz, que vai abordar a importância do avicultor no desenvolvimento sustentável do mercado paranaense.
Com um coffee break estrategicamente posicionado, os participantes terão a oportunidade de trocar ideias e expandir sua rede de contatos, fortalecendo o networking com outros profissionais do setor.
A programação avança para abordar questões cruciais, como a prevenção da Influenza aviária, temática que será tratada pelo professor doutor Oliveiro Caetano, e o impacto da água na avicultura, trazido pelo médico-veterinário Obiratã Rodrigues, especialista em Sanidade Avícola.
Após um almoço revigorante, o foco se volta para o manejo inicial em épocas de verão e calor, com a palestra de Lucas Schneider, e para as tendências do mercado de commodities em 2024, com a visão de Marcos Moreschi, bacharel em Administração com ênfase em Comércio Exterior.
“O Dia do Avicultor O Presente Rural é uma oportunidade única para os avicultores mergulharem em um dia dedicado a aprimorar suas práticas e conhecimentos. As palestras foram selecionadas cuidadosamente para abranger as principais áreas de interesse dos avicultores, trazendo informações valiosas e práticas para serem aplicadas em suas operações diárias”, destaca o jornalista e editor-chefe do Jornal O Presente Rural, Giuliano De Luca.
O Dia do Avicultor O Presente Rural acontece em formato híbrido, para cerca de 250 convidados em Marechal Cândido Rondon, PR, e para o público em geral em transmissão pelo YouTube e Facebook do O Presente Rural.
Somando forças com O Presente Rural
Realizado pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Lar e o Sindiavipar, o 3º Dia do Avicultor conta com patrocínio diamante ADM, American Nutrients, Boehringer Ingelheim e Cobb; ouro Alivira, Aviagen, Huverpharma e Inobram; prata Anpario, Hubbard, Imeve, Oligo Basics e Suiaves. E o coffee break terá patrocínio exclusivo da Sicredi Aliança PR/SP.
Programação Dia do Avicultor o Presente Rural 2023
08h30 – Abertura
Um início promissor para um dia repleto de aprendizado e networking
09h – A importância do avicultor para o desenvolvimento de um mercado sustentável na avicultura paranaense
Palestrante: Inácio Afonso Kroetz
Mestre em Medicina Veterinária e diretor executivo do Sindicato das Indústrias Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar)
09h45 – Coffee break
Momento para recarregar as energias e trocar ideias com outros participantes
10h15 – Estou fazendo tudo para evitar a Influenza aviária na minha granja? Talvez não!
Palestrante: Oliveiro Caetano
Professor doutor em Medicina Veterinária e responsável pelo setor de Doença das Aves da UFMG, membro do Comitê de Sanidade Avícola de Minas Gerais (Coesa)
11h – Um novo olhar sobre a água e seus impactos na avicultura
Palestrante: Obiratã Rodrigues
Médico-veterinário, mestre em Sanidade Avícola, especialista em Diagnóstico laboratorial de doenças das aves e coordenador do Centro de Diagnóstico e Patologia Aviária (CDPA) da UFRGS
12h – Almoço
Uma pausa para refeição e oportunidade de networking em um ambiente descontraído
13h30 – Manejo inicial em épocas de verão e calor: onde os melhores avicultores acertam?
Palestrante: Lucas Schneider
Técnico agropecuário, médico-veterinário, com pós-graduação em Gestão de Pessoas
14h15 – Mercado de commodities: tendências para 2024
Palestrante: Marcos Moreschi
Bacharel em Administração com ênfase em Comércio Exterior
15h – Encerramento


Avicultura Editorial
O Nordeste avícola já não cabe no rodapé
Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.
Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.
A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.
Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura
Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura
Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock
A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.
Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock
A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.
A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.
Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock
que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.
Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura No Noroeste do Estado
Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência
Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação
A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.
De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.
A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.
Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi
A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.
A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.




