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Programação da Conferência FACTA 2016 terá ampla discussão sobre os desafios da avicultura sustentável
Considerado um dos principais eventos Técnico-Científico da Avicultura no Brasil, a Conferência terá como tema central a Sustentabilidade na Avicultura
A Conferência FACTA 2016, que será realizada entre os dias 17 e 19 de maio, no Expo D. Pedro, em Campinas (SP), traz um programa com dois workshops e repleto de palestras e painéis com temas atuais e relevantes para a avicultura, apresentados por renomados palestrantes e especialistas nas áreas em questão.
Considerado um dos principais eventos Técnico-Científico da Avicultura no Brasil, a Conferência terá como tema central a “Sustentabilidade na Avicultura”, e se propõe a discutir os novos desafios enfrentados pela produção animal atual, em decorrência de demandas de bem-estar animal (BEA) e de redução do seu impacto ambiental.
“A Conferência FACTA sempre foi o momento de atualização técnica do setor avícola no Brasil e possui grande influência em diversos países da América Latina. O evento já contribuiu em muito para o desenvolvimento da nossa avicultura, fazendo com que pudéssemos atingir o patamar que temos hoje”, afirma o Diretor Geral da Plasson do Brasil, Franke Hobold.
Elaborado pela diretoria e corpo técnico da FACTA, serão apresentados os workshops “Microscopia de Ingredientes de Ração” e “Técnica de Necropsia e Coleta de Material”, os painéis de “Sustentabilidade”, “Automação do Sistema Produtivo”, “Quadros Respiratórios de Frango de Corte”, “Biosseguridade” e “Incubação”, além de palestras de empresas do setor e outros conteúdos expressivos.
Prêmios
Os trabalhos inscritos no Prêmio Lamas 2016 epreviamente selecionados pela comissão avaliadora serão apresentados no primeiro dia do evento. Já o Prêmio FACTA 2016 irá eleger o “Profissional do Ano”, atribuído ao profissional técnico/científico de reconhecido mérito.
Para se inscrever na Conferência acesse www.facta.org.br/conferencia2016.
Programa
Dia 17/05 – Terça-feira
AUDITÓRIO AMOREIRA – MANHÃ
Workshop sobre Microscopia de Ingredientes de Ração
8h – Ronaldo Sanches (Lanagro – MG) e Clarice Toyofuku (Laboratório Primor – SP) Importância da microscopia no controle de qualidade de ingredientes de rações para aves; Princípios básicos de microscopia e estereoscopia; Características dos principais ingredientes em rações para aves: milho, sorgo e milheto; Farelo de soja, farelo de soja integral extrusada e farelo de soja semi-integral extrusada; Farinha de penas, farinha de penas e sangue, farinha de vísceras e farinha de sangue; Farinha de carne; Calcário, fosfato e sal; Premixes; Lisina, etionina e treonina.
10h – Debate
10h10 – Coffee-break
10h20 – Ronaldo Sanches (Lanagro – MG) e Clarice Toyofuku (Laboratório Primor – SP) Demonstração prática de microscopia em ingredientes; Testes de detecção de farinha de sangue, calcário e sal em farinhas de carne; Avaliação do processamento térmico de farinhas de penas; Identificação de cobre em rações.
12h20 – Debate
12h30 – Intervalo para almoço
AUDITÓRIO JEQUITIBÁ – MANHÃ
Workshop sobre Técnica de Necropsia e Coleta de Material
8h – Nair Katayama Ito – SPAVE, São Paulo (SP)
Técnica de Necropsia e Coleta de Material.
10h – Debate
10h10 – Coffee-break
10h20 – Nair Katayama Ito – SPAVE, São Paulo (SP)
Técnica de Necropsia e Coleta de Material
12h20 – Debate
12h30 – Intervalo para almoço
AUDITÓRIO AMOREIRA – TARDE
13h30 às 15h15 – Apresentação Oral Prêmio Lamas – Nutrição
15h30 – Coffee-break
15h50 às 16h50 – Apresentação Oral Prêmio Lamas – Outras Áreas
17h05 – Cerimônia de Abertura
17h20 – José Luiz Tejon – TCA, São Paulo (SP)
Palestra de Abertura – Avicultura: o futuro sócio econômico e o novo marketing científico sensorial?
18h – Debate
AUDITÓRIO JEQUITIBÁ – TARDE
14h às 15h15 – Apresentação Oral Prêmio Lamas – Produção
15h30 – Coffee-break
15h50 às 16h50 – Apresentação Oral Prêmio Lamas – Sanidade
Dia 18/05 – Quarta-feira
AUDITÓRIO AMOREIRA – MANHÃ
Painel de Sustentabilidade
8h – Anne-Marie Neetson – Aviagen (Holanda)
Sustentabilidade x Produtividade
8h40 – Luiz Carlos Demattê Filho – Korin, Ipeúna (SP)
A percepção do consumidor sobre a sustentabilidade
9h20 – Debate
9h30 – Coffee-break
9h45 – Everton Luis Krabbe – Embrapa Suínos e Aves, Concórdia (SC)
Ações e medidas da avicultura sustentável
10h20 – Debate
10h25 – Stephane Lemiere – Merial, Lyon (França)
Empresarial Merial – Vacinas vetorizadas em avicultura: 10 anos de história
11h10 – Debate
11h20 – Angelo Berchieri Junior – FCAV/UNESP, Jaboticabal (SP), Ivan Lee, e Paulo Martins, BioCamp Laboratórios, Campinas (SP)
Empresarial BioCamp – Controle Sustentável de Salmonellas Paratíficas: do embrião ao abate
12h – Debate
12h10 – Intervalo almoço
AUDITÓRIO AMOREIRA – TARDE
Painel de Sustentabilidade
13h30 – Thomas Kaufman – Evonik, Hanau (Alemanha)
Nutrição na produção avícola sustentável
14h10 – Debate
14h20 – Irenilza de Alencar Nääs – FACTA, Campinas (SP)
Ambiência na produção avícola sustentável
15h – Debate
15h10 – Julio Cesar Pascale Palhares – Embrapa Pecuária Sudeste, São Carlos (SP)
Manejo Ambiental na avicultura: o nexus água, energia e nutrientes
15h50 – Debate
16h – Coffee-break
16h20 – Claudio Bellaver – Qualyfoco, Concórdia (SC)
Processamento dos resíduos/coprodutos da cadeia de carnes
17h – Debate
17h10 – Iesser Duarte Salah – Hob Gestão Avícola, Porto Alegre (RS)
Impacto no custo da avicultura sustentável
17h50 – Debate
18h – Entrega Prêmio FACTA 2016
AUDITÓRIO JEQUITIBÁ – MANHÃ
Painel: Automação do sistema reprodutivo
8h – José Luis Januário – Cobb-Vantress, Guapiaçu (SP)
Custo x benefício automação
8h40 – Marcos Fábio de Lima – IFRJ Pinheiral (RJ)
Avicultura de precisão
9h20 – Debate
9h30 – Coffee-break
12h10 – Intervalo para almoço
AUDITÓRIO JEQUITIBÁ – TARDE
Painel: Quadros respiratórios em frangos de corte
13h30 – Antonio José Piantino Ferreira – USP (SP)
Patógenos respiratórios e interações
14h10 – Debate
14h20 – Alberto BAck – Mercolab, Cascavel (PR)
Estratégias de controle dos problemas respiratórios
15h – Debate
15h10 – William A. Stanley – Aviagen (EUA)
Atualidade e experiência prática em Influenza Aviária
15h50 – Debate
16h – Coffee-break
Painel sobre Biosseguridade
16h20 – Luiz Sesti – Ceva, São Paulo (SP)
Conceitos
16h40 – Paulo Raffi – Bender & Raffi Serviços Veterinários, São José do Rio Preto (SP)
Matrizes
17h – André Marca – Copacol, Cafelândia (PR)
Frango de Corte
17h20 – Luciano Lagatta – CDA, Pirassununga (SP)
Poedeira
17h40 – Debate
Dia 19/05 – Quinta-feira
AUDITÓRIO AMOREIRA
Os desafios da nutrição na avicultura sustentável
8h30 – Tiago Tedeschi dos Santos – AB Vista, Curitiba (PR)
Enzimas: Digestibilidade e qualidade intestinal
9h10 – Debate
9h20 – Claudson Oliveira Brito – UFS, Aracajú (SE)
Aminoácidos
10h Debate
10h10 – Coffee-break
AUDITÓRIO JEQUITIBÁ
Painel Incubação
8h30 – Aline Kuntze Ferreira – Aviagen, Rio Claro (SP)
Manipulação térmica e produtividade
9h10 – Debate
9h20 – Lenise Souza – Pas Reform, Porto Alegre (RS)
Desinfecção do incubatório
10h – Debate
10h10 – Coffe-break
Aditivos melhoradores de desempenho
10h35 – Ariovaldo Zani – Sindirações, São Paulo (SP)
Melhoradores de desempenho convencionais
10h50 – Paulo César Martins – Biocamp, Campinas (SP)
Aditivos não químicos
11h05 – Flavio Alves Longo – Btech, Valinhos (SP)
Ácidos Orgânicos
11h20 – Elisabeth Gonzales – FMVZ, Unesp, Botucatu (SP)
Óleos Essenciais
11h35 – Debate
12h – Anúncio do Vencedor do Prêmio Lamas 2016 & Encerramento
Fonte: Assessoria

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Seara reposiciona carne suína no Brasil e já captura mais da metade da receita com estratégia de marca
Programa Açougue Suínos Seara Reserva e inovação de portfólio sustentam avanço em categoria historicamente dominada
por produtos sem agregação de valor

A Seara, da JBS, está consolidando uma mudança estrutural no mercado brasileiro de carne suína ao avançar sobre um dos principais gargalos da categoria: a ausência de marca e padronização no ponto de venda. Combinando inovação de portfólio, inteligência de mercado e transformação do varejo, a companhia já captura mais da metade da receita do segmento com um modelo baseado em valor agregado.
O movimento ocorre em um momento de crescimento consistente do consumo. A carne suína deve atingir 19,5 kg per capita no Brasil, consolidando-se como uma das proteínas que mais avançam no país, presente hoje em 93% dos lares. Ainda assim, cerca de 80% do volume vendido em açougues segue sem identificação de marca ou procedência, espaço que a Seara tem ocupado com uma estratégia estruturada para descomoditizar a categoria.
João Campos, presidente da Seara, avalia que o crescimento recente do consumo abre espaço para uma nova fase, em que qualidade percebida, conveniência e confiança passam a orientar a decisão de compra. “O brasileiro redescobriu a carne suína, e o nosso objetivo é liderar essa nova fase. Investimos na inovação para oferecer soluções de consumo, aliando qualidade à praticidade exigida pelo dia a dia”, afirma.
No centro dessa estratégia está o Açougue Suínos Seara Reserva, programa estruturado para transformar o ponto de venda e profissionalizar o varejo. A iniciativa atua sobre gargalos históricos do setor, como falta de padronização, perdas operacionais e escassez de mão de obra qualificada, e combina capacitação, consultoria técnica e fornecimento de produtos certificados.
Presente em mais de 1.300 lojas e apoiado por uma rede de mais de 130 consultores, o programa registra 93% de retenção entre os clientes e vem sustentando ganhos de margem, redução de perdas e aumento de fluxo nas lojas. Na prática, funciona como uma alavanca de crescimento para o varejo e, ao mesmo tempo, como uma plataforma de inteligência para a indústria.
Além do impacto operacional, o Açougue Suínos Seara Reserva se consolidou como um ativo estratégico para a companhia, ampliando a previsibilidade de demanda, fortalecendo a fidelização do varejo e funcionando como canal de testes e inteligência de mercado.
“Nosso foco é liderar a evolução da carne suína no Brasil, saindo de um mercado pouco diferenciado para um modelo baseado em marca, padronização e valor agregado. O Açougue Suínos Seara Reserva é um ativo estratégico nesse movimento, porque conecta indústria e varejo, melhora a eficiência da cadeia e cria uma experiência de compra mais qualificada para o consumidor”, afirma João Victor Bobsin, diretor executivo comercial da Seara.
Em paralelo, a Seara acelera a inovação no portfólio para capturar novas ocasiões de consumo. Produtos diferenciados, como cortes porcionados, itens temperados e soluções prontas para preparo em forno ou air fryer, já representam 49% da receita da categoria, com meta de chegar a 60% até 2027.
A companhia também aposta na valorização de cortes premium, como prime rib suíno e medalhões de filé mignon suíno, além de linhas como Suculentíssimo e Seara Reserva, voltadas a conveniência e maior valor agregado.
Ao combinar marca, inovação e transformação do ponto de venda, a companhia avança para capturar o crescimento da categoria e consolidar sua posição em um dos mercados mais promissores do setor de alimentos no Brasil.
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Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade
Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná
Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.
As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.
Preparado
Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.
Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná
Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.
Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.
Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.
Notícias Cooperativismo
Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível
Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.
Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.
A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.
Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.
A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.
