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Programa Voluntários BRF promove “Cooperação pela Água” em 36 municípios

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A partir desta semana a BRF, por meio do Instituto BRF, promove a 5ª edição da Ação Voluntários BRF, iniciativa da companhia que contempla ações sociais dedicadas às comunidades onde atua. Nesta edição as atividades terão como foco a conscientização sobe o uso racional e gestão correta da água. Os trabalhos voluntários ocorrerão simultaneamente em 36 municípios, entre eles Carambeí, Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Paranaguá, Ponta Grossa e Toledo, todos no Paraná. 
As ações terão como objetivo principal incentivar a comunidade, principalmente os jovens, a refletir sobre a gestão e o uso da água em seu município. Para isso, serão desenvolvidas atividades que incentivem a educação e gestão local para a sustentabilidade, proteção e preservação de bens naturais comuns, consumo responsável, gestão e manejo de recursos hídricos, ações de educação para a água e engajamento da população em políticas publicas de conservação desse recurso em seus municípios. 
Mais de mil colaboradores da BRF são esperados a atuarem como voluntários nas ações propostas pelos Comitês de Investimento Social Locais. Na última edição, realizada em maio deste ano, mais de nove mil pessoas foram contempladas pelas atividades, que contaram com a participação de 930voluntários em todo o país. 
 “A BRF acredita no papel transformador do voluntariado e busca com o Programa Voluntários BRF promover a participação dos seus colaboradores, aposentados e familiares no desenvolvimento das comunidades das quais faz parte”, diz Luciana Lanzoni, diretora-executiva do Instituto BRF.
Cada cidade beneficiada conta com um Comitê de funcionários da BRF responsável por conhecer os potenciais e os desafios do município,para adequar o programa às necessidades locais. O Programa Voluntários BRF tem um site exclusivo com as diretrizes, atividades propostas e apoiadas, bem como orientações aos colaboradores (www.voluntariosbrf.com). O site também possibilita o cadastro de interessados a se tornarem parceiros do programa ou de organizações de comunidades que desejam ser beneficiadas.
No Paraná as atividades acontecerão no dia 26 de outubro e envolverão pinturas de rosto, exposição de fotos, arte em balões, concurso de desenhos, teatro, restauração de parque, gincana e atividades esportivas.  
Confira a programação:
Serviço: 
1. Ação Voluntários BRF em Carambeí
Data: 26/10
Horário: 7h às 13h
Local: Escola Municipal Geralda Harms
Ações:Tarde recreativa com brinquedos; pinturas de rosto; desenhos; exposição de fotos do Rio São João; arte em balões;rodas de conversa com os alunos e familiares; dinâmicas com sobre a separação correta de resíduos; além de um concurso de desenhos em cartazes cujo tema será "A importância do bom uso da água e combate ao desperdício". 
2. Ação Voluntários BRF em Dois Vizinhos
Data: 26/10
Horário: 8h às 12h
Local:Bairro Concórdia
Ação:Cerca de 300 alunos da escola Vinicius de Moraes, com idades entre 10 a 16 anos participarão da limpeza do Rio Sanga da Santina. A ação é uma parceria com o Rotary, o Pema, a Prefeitura Municipal de Dois Vizinhos,a UTFPR – Universidade Tecnológica do Paraná e moradores do bairro. Haverá também plantio de grama e fixação de bancos no parque da vizinhança.  
3. Ação Voluntários BRF em Francisco Beltrão
Data: 26/10
Horário: 14h às 18h
Local:Colégio Estadual Tancredo Neves
Ação: Gincana com provas voltadas para a conscientização e preservação da água e do meio ambiente.

4. Ação Voluntários BRF em Paranaguá

Data: 26/10
Horário: 14h às 18h
Local:Sede BRF
Ação: As crianças, adolescentes e jovens das escolas próximas estarão reunidas na Sede Social da empresa, onde será realizada uma palestra inicial sobre “Cooperação pela Água”. Será realiza, ainda, uma peça de teatro com o tema "Família sem noção", com o enfoque sobre desperdício de água e comportamentos inadequados, buscando investir na boa saúde física e mental. Em seguida, serão realizadas atividades esportivas e de lazer, como futebol, capoeira, história contada dos livros e artesanato, para que possam valorizar a água, como fonte de vida e necessária ao ser humano. 
5. Ação Voluntários BRF em Ponta Grossa
Data: 26/10
Horário: 7h às 17h
Local:Bairro Francelina
Ação: Gincana com o tema “Agua”. Para participar basta que os interessados se inscrevam na Unidade de Saúde da Vila Francelina. Durante o evento, serão oferecidas três oficinas: “Dengue”; “Uso consciente da água” e “Óleo de cozinha e seus efeitos nocivos à água”. 
6. Ação Voluntários BRF em Toledo
Data: 26/10
Horário: 8h às 12h
Local:Rio São Francisco
Ação: Voluntários participarão de um mutirão para a limpeza da área, além de plantio de mudas, instalações de lixeiras e placas sinalização.

Sobre a BRF 

A BRF, criada em 2009 a partir da associação entre Perdigão e Sadia, atua nos segmentos de carnes (aves, suínos e bovinos), alimentos industrializados (margarinas e massas) e lácteos, com marcas como Sadia, Perdigão, Batavo, Elegê, Qualy, entre outras. É uma das maiores companhias de alimentos do mundo e responsável por 20% do comércio mundial de aves. Conta com 114 mil funcionários e no fechamento segundo trimestre de 2013 o seu valor de mercado foi de R$ 42,3 bilhões. Em 2012, registrou faturamento de R$ 28,5 bilhões. 

Sobre o Instituto BRF

O Instituto BRF foi fundado em março de 2012 com o objetivo de coordenar a gestão do investimento social da BRF em parceria com a própria companhia para a promoção do desenvolvimento das comunidades das quais a BRF faz parte. O investimento social da BRF é realizado a partir de quatro frentes: Terceiro Setor, Políticas Públicas, Redes Intersetoriais e Empreendedorismo e Empregabilidade. Todo o planejamento e todas as ações de investimento social e relacionamento com a comunidade são desenvolvidas e geridas de forma compartilhada pela equipe do IBRF e pelos membros dos Comitês de Investimento Social, grupos de funcionários das unidades produtivas/sedes administrativas/centros de distribuição presentes nos municípios beneficiados pelo investimento social da companhia. 

Fonte: Ass. Imprensa da BRF

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Notícias Internacional

Brasil pode propor novas regras para subsídios agrícolas na OMC, diz porta-voz

Porta-voz disse não ter conhecimento sobre se algum país esteja disposto a tratar desse assunto no momento

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REUTERS/Adriano Machado

O governo brasileiro vai defender a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) e pode propor novas regras para subsídios agrícolas caso se aprovem normas mais restritivas para subsídios industriais, disse o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, nesta terça-feira (25).

“A posição brasileira é que a reforma da OMC é necessária, pois as regras são de décadas atrás. O Brasil negocia qualquer tema, mas se tornarem mais restritas as regras para subsídios industriais, o Brasil vai propor regras para subsídios agrícolas”, afirmou Rêgo Barros, em briefing à imprensa no Palácio do Planalto.

O porta-voz disse não ter conhecimento sobre se algum país esteja disposto a tratar desse assunto no momento.

“Não obstante, é um direito nosso, até por soberania nacional, de colocarmos as nossas intenções, as nossas definições das tratativas que venham a ocorrer e, eventualmente se nós tivermos que enfrentar decisões e tratativas advindas de outros países, nós vamos ter que usar as ferramentas diplomáticas e comerciais que são normais nesse tipo de negociação”, destacou.

O porta-voz disse que, durante a viagem da comitiva presidencial à reunião do G20 no Japão, será realizada uma reunião do Brics à margem dessa cúpula. Ele citou o fato de que o Brasil exerce a presidência do Brics —formado também por Rússia, Índia, China e África do Sul— este ano.

Bolsonaro, segundo o porta-voz, inicia a sua viagem internacional nesta terça-feira e retorna no sábado. Segundo ele, o governo brasileiro quer estabelecer um relacionamento mais profundo com os países do G20 e outros convidados ao encontro.

Rêgo Barros também citou uma reunião prevista com presidente chinês, Xi Jinping, antes do encontro do G20. Ele destacou que a China é o “maior parceiro” comercial do Brasil, que o vice-presidente Hamilton Mourão já esteve naquele país asiático e que o planejamento para uma viagem para lá no segundo semestre está bastante adiantado.

O porta-voz disse que novas reuniões bilaterais poderão ser confirmadas ao longo da viagem. Segundo ele, o governo também poderá abordar assuntos referentes à crise na Venezuela durante o giro.

Fonte: Reuters
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Notícias Suinocultura

Da porta da granja para dentro, é com ela

Conheça a história da produtora que aparece no ranking dos dez melhores suinocultores do Brasil (5ª) e do Paraná (1ª)

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Acervo Pessoal

Não é trabalho, é paixão. Cada animal que sai da Granja Palmital, no interior de Marechal Cândido Rondon, PR, tem um capricho todo especial, pois passou pelas mãos da suinocultora Olides Terezinha Kawacki Schneider. “Desde que meu pai foi para o agronegócio sempre fui a mais participativa na atividade. Na infância fui muito próxima a pequenos animais e isso evoluiu no decorrer da vida para a suinocultura”, conta.

Nascida no Rio Grande do Sul, aos dois anos de idade Olides chegou com a família em Marechal Cândido Rondon. Seu pai, relembra, seguindo a tradição do avô que tinha um curtume de couro no Sul, abriu uma sapataria no município e, alguns anos mais tarde, uma loja de calçados – a qual ela e as irmãs mantêm até hoje.

Contudo, o patriarca também investiu em uma área de terra. “Meus pais só tiveram filhas mulheres e de nós três, eu era a que mais tinha aptidão na atividade. Mesmo trabalhando na loja, era de minha responsabilidade o controle da parte dos suínos e do gado leiteiro, tudo feito manualmente. Fiz isso por muitos anos e eu adorava”, se recorda.

Em 2004, faleceu o pai de Olides, Eni e Cleri. Por estar no dia a dia junto ao seu pai e por conhecer a forma de manejo da suinocultura, ela assumiu a granja.

Expertise

Na Granja Palmital há muito mais do que apenas animais. Desde meados de 2013, Olides investiu na genética DB e passou a produzir sua própria reposição de leitoas. “Hoje entram na propriedade apenas fêmeas e machos avós. Temos a central de inseminação, fábrica de ração e cultivamos o milho para a produção da ração”, detalha.

Olides não trabalha de forma integrada. Por conta da oscilação do mercado, no entanto, há cerca de cinco anos deixou de fazer o ciclo completo e passou à venda de leitões crechados.

Recentemente, mais uma fase do ciclo de produção foi quebrado, quando a suinocultora passou a fazer a venda de leitões desmamados. “De 50% a 60% do resultado que obtemos é por conta da mão de obra qualificada e isso máquina nenhuma vai substituir”, garante.

Reconhecimento

Em maio deste ano, Olides apareceu no ranking dos dez melhores suinocultores do Brasil, ocupando o 1º lugar no Estado do Paraná e o 5º lugar em nível nacional. No Prêmio Melhores da Suinocultura Agriness, ela conquistou o Leitão de Prata, que representa o 2º lugar na categoria 301 a 500 matrizes, com um resultado de 35,01 desmamados/fêmea/ano. “Receber um prêmio como este é muito gratificante, só acrescenta o nosso trabalho e nos dá o incentivo de buscar melhores índices”, salienta.

Ela comenta que, pelos resultados que obtém, muitas pessoas até se decepcionam ao conhecer a Granja Palmital. “Muitos acham que é um lugar com muita modernidade e tecnologia, mas é tudo simples e funcional”, descreve.

Os resultados, diz, são oriundos de poucas mudanças na rotina da granja e também de uma longa jornada de trabalho árduo e cuidadoso no manejo dos animais.

A rondonense frisa que, além de sua dedicação, os números são frutos de outro fator: os colaboradores que passaram pela granja ao longo dos anos. “O mérito não deixa de ser meu, mas é pequeno em comparação ao de quem está lá no dia a dia. Na contratação de colaboradores, prezo muito em saber se a pessoa gosta de suínos, porque isso conta com o sucesso dos resultados”, mensura. “A partir do momento que um suinocultor visualizar sua granja como um hospital, que os animais que lá estão precisam ser atendidos e assistidos da melhor forma possível, com isso todos serão beneficiados, animais com bem-estar e sanidade, e proprietários com bons resultados”, complementa.

Representatividade

Apesar de a maioria das pessoas ligarem as atividades do campo aos homens, o número de mulheres que estão à frente da administração de propriedades rurais tem aumentado significativamente nos últimos anos. E Olides é uma prova disso. “Hoje as mulheres vão atrás do que querem e fazem, não é mais como antigamente. Muitas estão na suinocultura, no gado leiteiro, tocam a propriedade, porque gostam disso e é o que querem para si como profissão. Talvez as mulheres que estão no campo não se expõem tanto, por isso não são tão vistas, mas o agronegócio está sim muito difundido entre elas”, considera.

A rondonense menciona que a mulher tem até mesmo mais habilidade pela questão materna, do toque de sensibilidade e pela exigência com os cuidados e higiene, o que resulta em sanidade e bons resultados. “Parabenizo todas as mulheres que estão presentes hoje ou projetando seu futuro para o agronegócio e principalmente a suinocultura”, conclui.

Fonte: O Presente
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Notícias Mercado

Importação de soja brasileira pela China recua 31% em maio com impacto de peste suína

Queda nas importações acontece em um momento em que a China já reporta 137 surtos de peste suína africana

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Ivan Bueno/APPA

As importações de soja da China junto a seu principal fornecedor, o Brasil, caíram 31% em maio quando na comparação com o mesmo mês do ano passado, mostraram dados de alfândegas, com compradores segurando aquisições do ingrediente para ração animal em meio a um surto de peste africana que reduziu o rebanho chinês de suínos.

A China comprou 6,3 milhões de toneladas de soja do Brasil em maio, contra 9,124 milhões de toneladas no mesmo mês do ano anterior, de acordo com a Administração Geral de Alfândegas. A queda nas importações acontece em um momento em que a China já reporta 137 surtos de peste suína africana em quase todas suas províncias e regiões. O primeiro surto foi registrado no início de agosto de 2018.

O movimento também seguiu-se a esperanças de que uma guerra comercial entre China e Estados Unidos pudesse chegar a um fim, o que levou compradores a segurar importações da América do Sul com a expectativa de comprar produto dos EUA. As tensões comerciais, no entanto, escalaram novamente ainda no início de maio.

Os EUA eram o segundo maior fornecedor de soja da China antes da guerra comercial, mas as importações junto aos norte-americanos recuaram fortemente após o governo chinês ter colocado tarifas de 25% sobre as cargas dos EUA. “Os embarques de maio foram agendados principalmente em abril e março, quando o mercado esperava que os grãos dos EUA poderiam vir para a China. Os processadores, portanto, não fizeram estoques”, disse um gerente de uma produtora de ração no Norte da China. “Os processadores de soja também não agendaram tantas compras principalmente devido à peste suína africana”, acrescentou o gerente, que não quis se identificar.

A peste suína pode reduzir a produção de carne suína da China em cerca de 30% neste ano, segundo o Rabobank. As importações de soja da China junto aos EUA foram de 977.024 toneladas, ante 489.539 toneladas no ano anterior, segundo os dados de alfândega.

No total, a China comprou 7,36 milhões de toneladas de soja em maio, queda de 24% na comparação anual, segundo dados já divulgados anteriormente pelo país.

Fonte: Reuters
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