Conectado com
OP INSTAGRAM

Notícias Jornada Agro Íntegra

Programa gratuito oferecerá capacitação aos pequenos e médios produtores para os temas de integridade e compliance

No agronegócio, a pauta de integridade tem enfoque especial no que se refere à agregação dos temas sustentabilidade e responsabilidade social, ambiental e ética

Publicado em

em

Divulgação

Fortalecer a integridade e a promoção de esforços de compliance em pequenas e médias empresas do setor do agronegócio. Esse é o objetivo principal da Jornada Agro Íntegra, que começou na quinta-feira (22), organizado pela instituição Alliance for Integrity em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Controladoria-Geral da União (CGU), a Organização de Cooperativas do Brasil e com o apoio da Apex-Brasil.

A pauta de integridade encontrou no agronegócio um enfoque especial no que se refere à agregação dos temas sustentabilidade e responsabilidade social, ambiental e ética. A Jornada Agro Íntegra oferecerá capacitação gratuita a pequenas e médias empresas e cooperativas do setor agro sobre integridade e compliance.

“Não há mais como desvincular as pautas, que cada vez mais estão convergindo para o movimento ESG que ganha força no mercado. Uma pauta setorizada para uma jornada íntegra é mais do que justificada, inclusive quando se trata do agro que foi o pilar de sustentação do País neste momento de pandemia”, destacou a ministra Tereza Cristina na abertura da Jornada Agro Íntegra, ao citar ações já desenvolvidas pelo Mapa como o Selo Mais Integridade. O movimento ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) envolve práticas ambientais, sociais e de governança

Em 2020, o agronegócio representou 48% de todas as exportações brasileiras e mais de 26% do PIB nacional. O destaque do setor foi lembrado pelo ministro da CGU, Wagner Rosário, que defendeu a iniciativa de compliance e integridade para a área do agro como “uma iniciativa que tem um poder muito grande de construção de soluções para a integridade, transparência, capacitando e permitindo que as empresas do setor cresçam neste ramo”.

Para o presidente da Organização de Cooperativas do Brasil (OCB), Márcio Lopes, o programa permitir trazer soluções efetivas para os anseios de uma nova geração que daqui a pouco estará à frente das empresas.

“As novas gerações querem coisas novas. Os insumos mais raros, nesse mundo moderno, são os valores, conceitos e ética, gerando uma desconfiança global no futuro. E esse programa irá trazer a resposta para esse público. A integridade é um valor e um valor de futuro”, afirmou Lopes.

As cooperativas do setor são responsáveis por mais de 50% de tudo o que é produzido pelo agro brasileiro, formando uma base sólida de pequenos e médios produtores, além de modelos de produção familiar.

Jornada Agro Íntegra

O programa, que acontece de forma virtual até o dia 9 de dezembro, tem o objetivo de fortalecer as práticas de integridade e compliance em pequenas e médias empresas (PMEs) e cooperativas do setor agropecuário.

Os participantes terão a oportunidade de acessar, gratuitamente, conteúdo, treinamentos, mentorias especializadas e ferramentas práticas para lidar com os desafios relacionados ao tema integridade, proporcionando com que seus empreendimentos se tornem mais transparentes e competitivos.

Em alta no mundo corporativo, o compliance tornou-se imperativo para o desenvolvimento das empresas e significa estar em conformidade com normas, leis, regulamentos, políticas e diretrizes estabelecidas. Tem como finalidade garantir relações éticas em negócios e instituições.

A Alliance for Integrity é uma iniciativa uma iniciativa global de ações coletivas comissionada pelo Ministério Federal Alemão de Cooperação Econômica e Desenvolvimento (BMZ) e implementada pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH. Foi criada para promover e para fortalecer um comportamento de compliance e integridade no setor privado. Para atingir este objetivo, a iniciativa promove ações coletivas de todos os atores relevantes dos setores privado e público e da sociedade civil e oferece soluções práticas para fortalecer essas capacidades nas empresas e em sua rede de fornecedores.

Ainda participaram da cerimônia virtual de abertura da Jornada Agro Íntegra a representante da Alliance for Integrity Márcia Muniz e ministro na Embaixada da República Federal da Alemanha em Brasília, Marc Bogdahn.

Fonte: MAPA
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

vinte − cinco =

Notícias Suinocultura

Fluxo de negócios para suíno melhora e preços sobem no Brasil

Fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de suínos apresentou movimento consistente de alta nos preços nos últimos dias, tanto para o quilo vivo quanto para os cortes vendidos no atacado

O analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, disse que o fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada. “Os frigoríficos seguem em processo de ajuste de estoques, se recuperando das incertezas relacionadas à logística da última semana”, pontua.

A perspectiva é de maior acirramento nas negociações na segunda quinzena, período no qual o escoamento tende a ser mais tímido devido a menor capitalização das famílias. “Por outro lado, o estreito spread entre a carcaça suína e o frango congelado pode favorecer a reposição”, afirma.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 9,01% na semana, de R$ 5,90 para R$ 6,43. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado avançou 2,58%, de R$ 11,06 para R$ 11,34. A carcaça registrou um valor médio de R$ 10,16, elevação de 10,31% frente ao valor registrado na semana passada, de R$ 9,21.

As exportações de carne suína fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 96,74 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 13,82 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 40,88 mil toneladas, com média diária de 5,84 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.366,30.

Em relação a setembro de 2020, houve alta de 64,85% no valor médio diário da exportação, ganho de 61,26% na quantidade média diária exportada e valorização de 2,23% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise mensal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo avançou de R$ 115,00 para R$ 140,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 5,60 para R$ 5,70. No interior do estado a cotação mudou de R$ 5,95 para R$ 6,60.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração aumentou de R$ 5,85 para R$ 5,90. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 6,10 para R$ 6,70. No Paraná o quilo vivo mudou de R$ 5,75 para R$ 6,55 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo seguiu em R$ 5,60.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande subiu de R$ 5,50 para R$ 6,10, enquanto na integração o preço passou de R$ 5,45 para R$ 5,70. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 6,40 para R$ 7,00. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. No mercado independente mineiro, o preço avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis aumentou de R$ 5,30 para R$ 5,80. Já na integração do estado o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,70.

Fonte: Agência Safras
Continue Lendo

Notícias Safra de inverno

Colheita do trigo é iniciada no Brasil e clima segue no centro das atenções

Clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina

Publicado em

em

Divulgação

A colheita de trigo foi iniciada nesta semana no Brasil. O clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita da safra 2020/21 atinge 2% da área estimada de 1,213 milhão de hectares. A área é 7% maior ante os 1,136 milhão de hectares cultivados na safra 2019/20.

Conforme o Deral, 56% das lavouras estão em boas condições, 32% em situação média e 12% ruins, sem alterações ante a semana passada. As lavouras se dividem entre as fases de crescimento vegetativo (7%), floração (15%), frutificação (38%) e maturação (40%). Na semana passada, as lavouras estavam em desenvolvimento vegetativo (18%), floração (27%), frutificação (47%) e maturação (8%). No mesmo período do ano passado,11% da área já havia sido colhida.

A safra 2021 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,721 milhões de toneladas, 17% acima das 3,190 milhões de toneladas colhidas na temporada 2020. A produtividade média é estimada em 3.095 quilos por hectare, acima dos 2.824 quilos por hectare registrados na temporada 2020.

Rio Grande do Sul

Segundo a Emater/RS, as chuvas dos últimos dias favoreceram, em intensidades variadas, favoreceram a recuperação da umidade do solo e foram importantes para o desenvolvimento. Por outro lado, em algumas localidades, acompanhadas de granizo, causaram danos às lavouras. O desenvolvimento, em nível estadual, está atrasado na comparação com os últimos anos.

Argentina

A condição hídrica das lavouras de trigo da Argentina varia conforme a região do país. De um modo geral, segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 30% das lavouras estão em situação de regular a seca, 67% estão em situação ótima ou adequada e 3% tem excesso de umidade. Na semana passada, eram os mesmos 30% em déficit hídrico e 2% com excesso. Em igual período do ano passado, 49% da área estava na situação de seca. A superfície totaliza 6,5 milhões de hectares. As lavouras se dividem entre excelentes ou boas (49%), normais (29%), regulares ou ruins (22%).

Fonte: Agência Safras
Continue Lendo

Notícias Mercado interno

Mercado de milho mantém lentidão com algumas regiões tendo menor oferta

Tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre

Publicado em

em

Divulgação

O mercado brasileiro de milho, assim como no período anterior, teve uma semana de lentidão nos negócios. Em algumas regiões o mercado manteve pressão de oferta, pela entrada da safrinha, enquanto em outras a oferta já foi reduzida e as cotações avançaram um pouco, como foi o caso de São Paulo.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre18. Isso deve manter sustentação aos preços. O país teve uma safrinha extremamente prejudicada por estiagens e geadas e passada a sazonalidade de pressão da colheita, a oferta deve ser reduzida e as cotações podem voltar a subir.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (09 de setembro) e esta quinta-feira (16 de setembro), o milho em Campinas/CIF na venda subiu de R$ 95,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 1,0%. Na região Mogiana paulista, o cereal se manteve estável em R$ 93,00 a saca.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço subiu de R$ 93,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 3,2%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação permaneceu estável em R$ 84,00. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor se manteve na venda em R$ 98,00.

Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação recuou de R$ 96,00 para R$ 95,50 (-0,5%). E em Rio Verde, Goiás, o mercado caiu na venda de R$ 88,00 para R$ 84,00 a saca, baixa de 4,55%.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentam receita de US$ 246,32 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 35,19 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,26 milhão de toneladas, com média de 179,95 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 195,50. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Em relação a setembro de 2020, houve baixa de 28,85% no valor médio diário da exportação, perda de 40,68% na quantidade média diária exportada e valorização de 19,95% no preço médio.

Segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), as exportações brasileiras de milho deverão ficar em 2,92 milhões de toneladas em setembro. Em setembro do ano passado, o Brasil exportou 5,76 milhões de toneladas. Em agosto, os embarques do cereal somaram 4,19 milhões de toneladas. As exportações do ano devem somar até 13,06 milhões de toneladas até o final deste mês.

Fonte: Agência Safras
Continue Lendo
Biochem site – lateral

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.