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Empresas Aves

Programa Especial Polinutri® Cordorna chega a sua segunda edição

Após o sucesso da primeira edição empresa destaca esta semana em seu hotsite e redes sociais a segunda edição do conteúdo de apoio para as decisões dos criadores de codornas

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Foto: Divulgação

A Polinutri®, empresa especializada em nutrição e saúde animal sediada em Osasco (SP), disponibilizou nesta semana a segunda edição do Programa Especial Polinutri Codorna que traz a seguinte questão: “Você sabe do que sua codorna precisa hoje?”.

Segundo a Gerente da Unidade Avicultura da Polinutri®, Lucielma Holtz, com o crescimento substancial da criação de codornas no Brasil e pela carência de informações relevantes em torno da genética e nutrição que apoiem a decisão dos criadores nacionais, o tema é mais que pertinente.

“Dados do IBGE indicam que o Brasil conta atualmente com um plantel estimado em 15,1 milhões de aves e, diante deste cenário, após inúmeros testes de campo realizados pela equipe técnica Avicultura Polinutri® contamos em nosso portfólio com produtos capazes de atuar na performance das codornas”, descreve a Lucielma Holtz.

Ela salienta que esses animais não são como as demais aves. De acordo com a Gerente da Unidade de Negócios Avicultura da Polinutri®, a cada momento do ciclo produtivo as codornas necessitam de nutrientes específicos para se desenvolverem de forma saudável e postura. “Contamos com uma gama de soluções em nutrição – núcleos, premix e rações prontas – porque entendemos que nenhum alimento, sozinho, será capaz de atender as necessidades por todo ciclo de vida da ave”, justifica.

Associado ao tema proposto, ao acessar o conteúdo os interessados poderão acessar uma série de peculiaridades da criação por meio dos canais “Você Sabia?” e “É bom sempre lembrar”.  Ao todo, o Programa Especial Polinutri Codorna contará com três edições com temas distintos relacionados à criação.

 

Fonte: Assessoria da Polinutri
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Empresas Grãos e Máquinas

Agronegócio tem crescimento de 394% nos últimos 40 anos

Presidente da Conab falou sobre força do agronegócio brasileiro no especial “Conexão John Deere”, nesta quarta-feira (05/08)

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Em um ano atípico, diversos setores da economia brasileira têm sofrido os impactos negativos da pandemia. Apesar do cenário, o agronegócio é o único que segue em crescimento e, mais ainda, bate recordes de produção, exportação e geração de empregos. Para falar sobre essa força, a John Deere promoveu, nesta quarta-feira (05/08), a terceira edição da série de lives “Conexão John Deere”. Desta vez, o tema foi “A força do campo: conjuntura da cadeia do agronegócio brasileiro”, com participação de Guilherme Bastos, presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); Cristiano Correia, diretor de marketing da John Deere e Norma Gatto, produtora rural.

“Nossa agricultura passou por uma revolução, tornou-se uma das maiores do mundo e gera, ano após ano, grandes excedentes de exportação. Em 40 anos, a produção brasileira de grãos passou de 51 para 251milhões de toneladas, segundo o último levantamento da Conab. Tivemos um crescimento de 394% em 40 anos. Desse total, quase 50% é exportado e o restante fica para a demanda doméstica. O Brasil demonstra que tem condições de fornecer alimentos com regularidade, quantidade e qualidade, mesmo em períodos de crise”, comentou o presidente da Conab, Guilherme Bastos.

Os números mostram que a agricultura nacional é uma força incontestável, motivo de orgulho para produtores de todo o País. “Quando me disseram, 20 anos atrás, que eu chegaria a produzir 70 sacas de soja por hectare, eu não acreditei. Achei que era impossível e hoje atingimos essa marca”, celebrou Norma Gatto, produtora rural do Mato Grosso. Para ela, um dos fatores que contribuíram para o crescimento do setor foi a inclusão da tecnologia na gestão do campo.

Com a pandemia, a digitalização no campo, que já vinha acontecendo de forma natural, foi acelerada. “O aumento do uso de tecnologias para crescimento da produtividade e redução de custos através de mecanização, de agricultura de precisão e plataformas, como as que a John Deere está proporcionando, será o novo normal”, afirmou Guilherme.

O presidente da Conab também falou sobre avanços na infraestrutura que contribuíram para o crescimento do setor. “Apesar do nosso vagar, os investimentos feitos com foco em escoamento estão acontecendo. Estamos avançando aos poucos, um conjunto de mudanças e transformações que irão garantir ao nosso agronegócio que continue com um papel preponderante no mundo”, disse.

Para os próximos anos a expectativa é de ainda mais crescimento, porém com manutenção da sustentabilidade. “O agronegócio brasileiro ainda vai crescer muito. Em 2050, o mundo terá em torno de 10 bilhões de habitantes e a demanda por comida só vai aumentar. O que temos que prestar atenção é que as novas gerações e boa parte dos nossos consumidores de mercados estrangeiros demandam uma produção cada vez mais sustentável. Podemos continuar aumentando a produtividade e preservando o meio ambiente. Por isso, nós da John Deere pensamos em soluções não apenas focadas nos produtos, mas também com relação ao Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, o ILPF, que apoiamos já há alguns anos”, comentou Cristiano Correia, diretor de marketing da John Deere.

Temos pela frente grandes oportunidades e desafios, mas o fato é que o agronegócio brasileiro tem mostrado toda a sua força mesmo em um momento tão difícil. Ao final do bate-papo, o presidente da Conab informou que no dia 25 de agosto serão lançadas as primeiras perspectivas da safra 20/21. “Divulgaremos o link do evento em nossas mídias”, finalizou.

Fonte: Assessoria
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Empresas Nutrição Animal

Estudo da BASF sobre suplementação para frangos de corte recebe prêmio Lamas na Conferência FACTA WPSA-Brasil

Estudo comprovou maior absorção de minerais promovida pela ingestão de glicinatos

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O negócio de Nutrição Animal, da BASF, teve o reconhecimento do prêmio Lamas no estudo que comprova a eficácia superior dos minerais orgânicos frente aos inorgânicos na alimentação de aves de corte. A pesquisa será  apresentada na 37ª Conferência FACTA WPSA-Brasil, um dos principais eventos técnicos do setor, que este ano será realizada de 11 a 13 de agosto via plataforma online.

“É muito gratificante receber o reconhecimento desse importante fórum, que promove e prestigia a pesquisa científica no Brasil” afirma o médico veterinário especialista em nutrição animal, Bruno Wernick, técnico do negócio de Nutrição Animal da BASF América Latina e um dos autores do artigo vencedor. O artigo “Avaliação da suplementação de glicinato de cobre e sulfato de cobre em rações para frangos de corte”, elaborado pela equipe da companhia, verificou que a suplementação de 125g de Glicinato de Cobre por tonelada de ração melhorou o desempenho de frangos de corte de 1 a 21 dias de idade, favorecendo o ganho de peso, a conversão alimentar e ainda contribuiu para a diminuição da poluição ambiental.

“Nosso artigo teve como intenção mostrar que o uso da nova tecnologia de mineral orgânico glicinato é muito mais favorável, tanto para o animal, quanto para o ambiente. O uso dos glicinatos como fonte de mineral para aves, objeto do nosso estudo, mostrou a maior absorção destes nutrientes pelos animais, quando comparado com as fontes inorgânicas. Desse modo, eles eliminam uma quantidade menor de mineral pelas excretas, diminuindo consequentemente a contaminação do solo”, explica Wernick.

Outro estudo “Substituição de minerais inorgânicos por glicinatos nas rações para frangos de corte de 1 a 42 dias de idade”, recebeu a menção honrosa. Ele tem foco no menor impacto sobre o meio ambiente proporcionado pela inclusão de minerais com glicinatos, em relação ao uso tradicional de fontes inorgânicas de minerais. “A maior biodisponibilidade dos glicinatos permite a redução da inclusão de minerais nas dietas, sem a perda de desempenho, além de reduzir o nível de minerais como cobre, manganês, ferro e zinco nas excretas das aves se comparado à dieta com minerais inorgânicos, diminuindo a poluição do solo”, completa.

O Prêmio José Maria Lamas da Silva é entregue todo ano durante a Conferência FACTA ( Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícola) WPSA-Brasil. Ele visa congregar pesquisadores e interessados na aplicação do conhecimento técnico-científico para melhoria do setor avícola brasileiro.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Sicredi registra crescimento de 60% em seguros agrícolas e reforça gestão de risco no agronegócio

Proteção no campo evitou mais de R$ 100 milhões em prejuízos a produtores rurais associados da instituição financeira cooperativa, nos últimos 12 meses

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Foto: David Keuhl_Pixabay

Uma empresa com produção a céu aberto. Produtores rurais de todo o Brasil podem sofrer com o grande número de imprevistos inerentes ao trabalho no campo, uma vez que tem a “linha de produção” exposta a intempéries como excesso ou falta de chuva, entre outros riscos. Desta forma, cada vez mais produtores rurais têm se dedicado ao planejamento e gestão destes riscos da lavoura. Nos primeiros cinco meses de 2020, o Sicredi registrou crescimento de 60% em área segurada e de 77% em importância segurada no segmento agrícola, nos estados do Paraná e São Paulo, em comparação com mesmo período de 2019. Dados do Sicredi mostram ainda que, em todo o Brasil, o seguro agrícola disponibilizado pelas cooperativas filiadas à instituição financeira cooperativa evitou mais de R$100 milhões em prejuízos aos associados, nos últimos 12 meses.

Produtor rural de Tibagi, no interior do Paraná, Rafael Ribas Alberti, planta soja, feijão e trigo e conta com a proteção do seguro agrícola desde a primeira lavoura, formada em 2012. “A gente investe no adubo e na semente de qualidade, mas a questão da chuva, do frio e da seca a gente não consegue controlar”, afirma o agricultor.

“Os seguros rurais permitem que os produtores possam investir com mais tranquilidade  em sua atividade, mantendo-se competitivos no agronegócio, mesmo sob condições de perda patrimonial ou eventual frustração de safra. O seguro agrícola traz estabilidade financeira para o negócio, garantindo que os recursos investidos na implementação da lavoura sejam ressarcidos em eventual perda decorrente de eventos climáticos garantidos na apólice”, explica o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Devanir Brisola.

De acordo com o gerente, nos últimos 12 meses, o Sicredi já indenizou em mais de R$ 100 milhões aos associados do segmento agrícola de todo o país, principalmente em virtude de eventos de seca. Deste total, cerca de R$ 14,2 milhões foram destinados a produtores associados dos estados do Paraná e São Paulo. “Um número maior de produtores está descobrindo que o seguro protege não apenas seu patrimônio, mas toda a cadeia produtiva que depende do negócio segurado. Portanto o seguro precisa estar inserido em seu planejamento no momento de orçar os custos de implementação de sua lavoura”, explica.

Para o produtor rural do Paraná, o seguro agrícola foi fundamental na safra de feijão plantada no início do ano. “A lavoura começou bonita, mas com a seca a produção caiu muito. O perito foi até a plantação, avaliou, passou para agência e a seguradora automaticamente me indenizou”, conta o agricultor, que conseguiu pagar o custo da lavoura e segue recomendando a modalidade. “Se eu não tivesse o seguro, o prejuízo seria muito grande, por isso sempre indico para todos os meus amigos que também vivem da agricultura”, diz.

O associado Paulo Pacheco, que é dono de uma granja na cidade da Lapa (PR), também sentiu na pele o medo de perder seu patrimônio, após seus galpões serem atingidos pela chuva de granizo severa que caiu sobre a região, em setembro de 2019. Em poucos dias, ele foi indenizado pelo seguro do Sicredi e a vida voltou ao normal. “Fazia 15 anos que eu tinha o seguro e foi a primeira vez que precisei. Imagina o prejuízo se não tivesse renovado”, comenta.

No segmento agrícola, o Sicredi conta com a parceira de quatro das maiores empresas seguradoras do mercado: Mapfre, FairFax, Tokio Marine e Sancor. “Buscamos atender às necessidades de nossos associados por meio de soluções que fazem parte da gestão de risco do produtor e fazem sentido para seu negócio”, finaliza Brisola.

Fonte: Assessoria
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