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Programa do BRDE aporta R$ 851 milhões para fortalecer economia da região Sul

Através do programa BRDE Promove Sul, o banco procurou fomentar o desenvolvimento produtivo, sustentável e social nos três estados da região Sul. Do montante destinado ao Paraná, foram contratados R$ 286,4 milhões até 10 de março.

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A partir de um fundo constituído de recursos próprios com o propósito de fortalecer as atividades de empresas, produtores rurais e cooperativas, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) alcançou a cifra de R$ 851,7 milhões em contratos de financiamento em plena crise provocada pela pandemia da Covid-19. Através do programa BRDE Promove Sul, lançado em março do anos passado, o banco procurou fomentar o desenvolvimento produtivo, sustentável e social nos três estados da região Sul a partir de prioridades identificadas pelos governos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

 

Fomento Paraná renegocia contratos para apoiar empreendedores

“Num momento de tantos desafios, o BRDE se mostrou, mais uma vez, um banco com um papel estratégico para atuar no desenvolvimento econômico de sua região. Isso é muito positivo para todos”, destacou o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE no Paraná, Wilson Bley. O BRDE Promove Sul destinou R$ 300 milhões a cada um dos três estados, com oferta de crédito de longo prazo para aumentar a capacidade de investimento dos empreendedores e, desta maneira, gerar renda e manter empregos.

Do montante destinado ao Paraná, foram contratados R$ 286,4 milhões até 10 de março. O programa priorizou financiar iniciativas de modernização e expansão da atividade produtiva (investimentos em ativos fixos e capital de giro associado) e de inovação ou atualização tecnológica, além de projetos para ampliação da capacidade de armazenagem de grãos no Estado (cooperativas e empresas cerealistas).

 

Com crédito novo, Paraná atenua crise econômica durante a pandemia

Outro foco do BRDE Promove Sul é o apoio a projetos sustentáveis com foco em geração de energias renováveis, tratamento de efluentes e de dejetos, compostagem e reciclagem, captação, armazenamento e distribuição de água.

 

CRÉDITO EMERGENCIAL – Grande parte dos valores financiados através do programa se transformaram, em outra frente de atuação BRDE, em uma linha emergencial de crédito com objetivo de auxiliar na recuperação da economia diante dos impactos da pandemia.

Através do Recupera Sul, para capital de giro na modalidade de microcrédito (por meio de parceiros operacionais) e crédito empresarial de forma direta, o banco já ultrapassou a cifra de R$ 520 milhões em operações nos três estados do Sul.

 

BRDE terá programa exclusivo de crédito para empreendedoras

Essa linha emergencial opera há quase um ano buscando socorrer aqueles setores da economia mais afetados pela crise sanitária e apoiar os projetos para uma retomada nos pós-pandemia. Neste período, as empresas paranaenses já contrataram R$ 257,4 milhões através do programa BRDE Recupera Sul.

Ao longo do ano passado, o BRDE atingiu resultados históricos. Com um crescimento nominal na ordem de 34% na comparação ao ano anterior, as operações de financiamento para apoiar diferentes setores da economia atingiram R$ 3,315 bilhões. Nesse período, foram firmados 4.375 contratos nos três estados do Sul onde o banco atua.

Fonte: Assessoria
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Notícias Leite

Produtores e técnicos de cooperativa participam de capacitação do Programa Balde Cheio

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento

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Técnicos e produtores rurais vinculados à Cooperativa Mista de Pequenos Agricultores da Região Sul, (Coopar) participaram de capacitação do Programa Balde Cheio na última quinta-feira (29/07). A capacitação foi realizada de forma virtual e contou com a presença do instrutor do programa, Juliano Alarcon Fabrício, e com os coordenadores do Balde Cheio no Rio Grande do Sul (RS), a pesquisadora Renata Suñé, da Embrapa Pecuária Sul, e o analista Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado.

A Coopar, sediada em São Lourenço do Sul, é mais uma entidade a participar do Balde Cheio e terá o acompanhamento técnico de quatro produtores de leite da região. Para Estevão Kunde, diretor técnico da Coopar, o projeto chega em um momento em que a atividade cresce na região, mas que precisa de mais tecnologia e conhecimento para avançar. “O projeto propicia uma aproximação entre técnicos e produtores, com grandes possibilidades de desenvolvimento para ambos”. Já o analista da Embrapa, Sérgio Bender, ressaltou que o Balde Cheio ajuda a mudar a realidade de produtores familiares, sempre com a estreita participação dos próprios produtores e dos técnicos.

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento. O instrutor do programa no RS, Juliano Fabrício, fez diferentes perguntas sobre a atividade nas propriedades, como o tamanho da área utilizada para a produção de leite, número de vacas em lactação, tipos de pastagens utilizadas no inverno e no verão, entre outras. Segundo o instrutor, um primeiro passo é o próprio produtor conhecer melhor a atividade e o meio é fazer o registro de todas as questões relacionadas à produção e comercialização. “É preciso ter dados econômicos, dados sobre a produção leiteira, da produtividade de cada vaca, dados climáticos e tudo mais que tem relação direta com a atividade”.

No Rio Grande do Sul o programa foi retomado há mais de dois anos e hoje já está presente em várias propriedades de diferentes regiões. De acordo com a pesquisadora Renata Suñé, cada uma das unidades atendidas tem suas metas e objetivos, que são detectadas e priorizadas entre os técnicos e os produtores. “Já temos observados ganhos em várias propriedades, sempre de acordo com os objetivos de cada produtor, seja o aumento da oferta de forragem, aumento da produtividade por vaca, a qualidade do leite, entre outras questões relacionadas à atividade”.

Balde Cheio

O Balde Cheio é uma metodologia de transferência de tecnologia que tem o objetivo de capacitar profissionais da assistência técnica, extensão rural e pecuaristas em técnicas, práticas e processos agrícolas, zootécnicos, gerenciais e ambientais. As tecnologias são adaptadas regionalmente em propriedades que se transformam em salas de aula. Sem apresentar um modelo pronto, o programa leva em conta as características de cada propriedade e o perfil de cada produtor.

A metodologia parte de um diagnóstico do estabelecimento rural e, a partir daí, com o acordo do técnico e do produtor, estabelece metas e um planejamento para alcançá-las. Estes ajustes ou mudanças vão desde a melhoria na produção de forragem para os animais até o controle zootécnico do rebanho e um melhor gerenciamento e organização da propriedade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Nova instrução normativa de bem-estar animal nas granjas brasileiras é tema de evento on-line promovido pela ASES e ABCS

O evento aconteceu na última quinta-feira (29), e contou com a participação dos associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados.

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A nova instrução normativa (IN 113/2020) que visa as adequações de manejo e as instalações para o bem-estar animal nas granjas suinícolas brasileiras foi tema de um evento on-line promovido pela ASES, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), na última quinta-feira (29).

Sendo promovido por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) e tendo o apoio dos frigoríficos Cofril, Mosquini e Zuculoto, a abertura do encontro contou com as falas do presidente da ASES, Jayme Meroto, da diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, através de um vídeo enviado, e da coordenação do evento ficou por conta do diretor executivo da ASES, Nélio Hand.

Em seguida, o público participante, que foi composto por associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados, pôde acompanhar a palestra do médico-veterinário e consultor de Mercado da ABCS, Iuri Machado, que, logo de início, destacou a importância de se promover o bem-estar animal (BEA).

Iuri também apresentou um histórico recente da situação do bem-estar animal no Brasil, explicou as exigências mínimas de manejo e instalação nas granjas – enfatizando os prazos para adequações, e fez um comparativo entre as exigências da normativa e as tendências de exigências do varejo. Além disso, o palestrante explanou sobre a portaria Nº 365/2021, que foi recentemente publicada, que regulamenta o manejo pré-abate e de abate.

O público pôde participar do evento por meio de perguntas que foram endereçadas e respondidas pelo palestrante. Nélio fez um balanço do evento e destacou a parceria com a ABCS que vem resultando em diversos eventos e treinamentos para os associados da ASES.

“Muito importantes essas parcerias entre a ABCS e a ASES para que possamos levar a informação precisa ao suinocultor capixaba. Esse, a propósito, tem sido um dos focos do trabalho da associação: levar informação, e orientação aos associados da ASES para que possam estar atentos e acompanhem a realidade e evolução da suinocultura em muitos aspectos, inclusive em relação ao bem-estar animal, que vem sendo alvo de amplas discussões nos últimos anos e que foi muito bem detalhado pelo palestrante Iuri Machado em nosso treinamento”, encerrou Nélio.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

C.Vale e Cooatol oficializam processo de incorporação

Anuncio foi feito após aprovação em assembleia na manhã dessa sexta (30)

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Fotos: Divulgação

Em assembleia geral extraordinária realizada em conjunto na manhã dessa sexta(30), foi aprovado a incorporação da Cooatol a Cooperativa C. Vale.

Sede da Cooatol em Toledo-PR

O objetivo dessa união visa potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes.

Outra vantagem para os associados da Cooatol é uma garantia de crescimento contínuo e sustentável, com garantia de assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios.

 

Veja na integra, o que diz o comunicado emitido pelas cooperativas:

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CONBRASUL/ASGAV

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