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Programa de mentoria potencializa ações na gestão e produção agropecuária

Programa tem como objetivo transmitir informações, pontuais e estratégicas, sobre gestão agropecuária e/ou produção animal

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Foto: O Presente Rural

 Artigo escrito por Guilherme Vieira, médico veterinário, doutor em História das Ciências, coordenador do Farmácia na Fazenda, autor dos livros : Como montar uma farmácia na fazenda  e o Agronegócio e a produção agropecuária, e colunista de O Presente Rural

Atualmente, a mentoria é um instrumento muito utilizado pelas empresas, gestores e empresários do meio urbano. Nossa proposta é apresentar um Programa de Mentoria direcionado aos empresários e gestores de empresas rurais.

Mentoria é uma ferramenta administrativa de gestão de pessoas na qual um profissional ou gestor de uma empresa obtenha mais conhecimentos do mercado onde está inserido, através do suporte de um profissional capacitado e com experiência no assunto, com a finalidade do empresário conhecer estratégias e direcionamentos de como realizar ações certeiras e corretas dentro do seu negócio, sem precisar errar para compreender (Portal do Administrador).

Relação de Mentor e Mentorado

Mentor: profissional experiente no segmento em que atua, conhecimento de mercado que podem ajudar tanto em problemas pontuais como estratégicos; O Mentor tem como objetivo ajudar no desenvolvimento profissional ou do negócio através de suas ações.

Mentorado: Empresário ou profissional que deseja obter conhecimentos do segmento em que atua e conta com ajuda de um Mentor com conselhos relativos a sua produção ou negócio.

A mentoria, como vimos, tem como foco ajudar a alcançar objetivos, aprimorando o negócio do contratado, com o propósito de auxiliar o Contratado a encontrar um caminho mais promissor, tendo como o alvo o progresso , o crescimento pessoal e profissional do da empresa e do empresário rural.

Este Programa de Mentoria pode ser organizado para o meio agropeucuário?

Sim, tem várias experiências e relatos de Programas de Mentoria para o segmento, inclusive com clientes nossos.

O Programa tem como objetivo transmitir informações, pontuais e estratégicas sobre gestão agropecuária e/ou produção animal através de um programa de mentoria, através de ideias, ações e trocas de informações entre Mentor e Mentorado com o objetivo do Gestor ou Empresário Rural, alavancar sua produção e consequente desenvolvimento do negócio agropecuário.

Atualmente, os Programas de Mentoria Agropecuária existentes no mercado são:

  • Gestão Agropecuária
  • Produção Animal – Semiconfinamento

Geralmente, os Programas de Mentoria on line contemplam encontros on line de forma interativa entre Mentor e Mentorado, no qual o Empresário ou Gestor apresentará sua demanda semanal e o Mentor fornecerá as soluções para as questões apresentadas através de conselhos e informações.

Concluindo, os Programas de Mentoria para empresários urbanos tem funcionado perfeitamente no sentido de oferecer conselhos e orientações para melhorar a performance das empresas e empresários e pode ser uma ótima ferramenta para os empresários rurais potencializarem suas ações no meio agropecuário.

Deseja conhecer mais sobre a mentoria agropecuária, entre em contato com guilherme@farmacianafazenda.com.br

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Mercado suíno aposta em demanda aquecida até metade de agosto

Primeira semana de agosto foi muito positiva para o mercado brasileiro de suínos em termos de demanda e de avanço nos preços

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Arquivo/OP Rural

A primeira semana de agosto foi muito positiva para o mercado brasileiro de suínos em termos de demanda e de avanço nos preços. A aposta é de que esse cenário se estenda ao longo da primeira metade de agosto. O analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, sinaliza que há relatos de boa fluidez de negócios ao longo da cadeia e a oferta ajustada de animais garante suporte aos preços. “A entrada da massa salarial, o dia dos Pais, o processo de flexibilização da quarentena e os altos preços da carne bovina são fatores favoráveis no curto prazo ao consumo de carne suína”, sinaliza.

Maia salienta que os animais permanecem sendo abatidos com pesos leves em grande das praças acompanhadas, o que ajuda no ajuste da disponibilidade da carne. “Além disso, os granjeiros estão em busca de reajustes para o suíno vivo em todo o país por conta do alto custo de produção, que está em tendência de alta acompanhando o preço do milho e do farelo de soja”, afirma.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil avançou 4,75% ao longo da semana, de R$ 5,62 para R$ 5,89. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado passou de R$ 9,63 para R$ 10,01, aumento de 4,01%. A carcaça registrou um valor médio de R$ 9,65, ante os R$ 9,06 praticados na semana passada, com valorização de 6,48%.

Outro ponto que ajuda a manter o mercado brasileiro com uma oferta enxuta é o forte ritmo de exportações, puxadas pelas compras da China. As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 191,569 milhões em julho (23 dias úteis), com média diária de US$ 8,329 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 90,222 mil toneladas, com média diária de 3,922 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.123,30.

Na comparação com julho de 2019, houve avanço de 36,12% no valor médio diário exportado, ganho de 46,74% na quantidade média diária e retração de 7,23% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo subiu de R$ 123,00 para R$ 136,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$ 4,30 para R$ 4,40. No interior do estado a cotação aumentou de R$ 5,95 para R$ 6,20.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração teve alta de R$ 4,40 para R$ 4,50. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 6,05 para R$ 6,50. No Paraná o quilo vivo aumentou de R$ 6,00 para R$ 6,10 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo avançou de R$ 4,40 para R$ 4,45.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração subiu de R$ 4,40 para R$ 4,50, enquanto em Campo Grande o preço avançou de R$ 5,10 para R$ 5,50. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 6,80 para R$ 7,00. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno passou de R$ 7,00 para R$ 7,40. No mercado independente mineiro, o preço subiu de R$ 7,10 para R$ 7,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo na integração do estado aumentou de R$ 4,20 para R$ 4,40. Já em Rondonópolis a cotação passou de R$ 5,20 para R$ 5,60.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Preços do milho seguem trajetória altista com oferta controlada

Mercado brasileiro de milho não alterou o cenário de preços firmes nesta última semana

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho não alterou o cenário de preços firmes nesta última semana. Em todas as regiões houve avanços bem significativos nas cotações, refletindo um quadro de oferta controlada pelos vendedores, mesmo em meio à evolução da colheita da safrinha.

Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, os produtores estão restringindo a oferta, vendendo apenas o suficiente para o curto prazo. “O volume de lotes acaba sendo pequeno ao longo do dia e a procura acaba fazendo o preço”, afirma.

As recentes altas do dólar também elevam as cotações nos portos e influenciam o mercado físico. Mesmo com a colheita da safrinha, o produtor mostra-se capitalizado e assim dosa as negociações.

No balanço da semana, o preço do milho na base de compra no Porto de Paranaguá subiu de R$ 50,00 para R$ 54,00 a saca, alta de 8,0%.

Já no mercado disponível, o preço do milho em Campinas/CIF subiu na base de venda na semana de R$ 53,00 para R$ 55,00 a saca de 60 quilos, alta de 3,8%. Na região Mogiana paulista, o cereal passou de R$ 51,00 para R$ 53,00 a saca no comparativo, valorizando na semana 3,9%.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço avançou de R$ 47,00 para R$ 49,00 aa saca na base de venda, alta de 4,3%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação subiu de R$ 41,00 para R$ 45,00 a saca, elevação de 9,8%. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, houve alta de R$ 52,50 para R$ 55,00 (+4,8%).

Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotações do milho subiram na semana de R$ 45,00 para R$ 50,00 a saca, valorização de 11,1%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado passou de R$ 43,00 para R$ 46,00 a saca (+7,0%).

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Mercado de frango registra demanda aquecida no Brasil

Mercado brasileiro de frango vivo registrou mais uma semana de preços firmes

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Divulgação/Alltech

O mercado brasileiro de frango vivo registrou mais uma semana de preços firmes, com leves mudanças nos valores praticados para o quilo vivo. “A tendência de curto prazo ainda remete para um cenário de alta nas cotações, em linha com a reposição ao longo da cadeia produtiva na primeira quinzena do mês”, avalia o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias.

No que tange aos custos de nutrição animal, a situação do farelo de soja ainda é preocupante, com preços bastante acentuados neste momento, o que leva a um aumento na busca por produtos substitutos, como a farinha de vísceras, farinha de sangue e do DDG´s. “A situação do milho também é atípica, diante da estratégia de retenção adotada pelos produtores, o que resulta em um descolamento dos preços e na busca por produtos substitutos, como a polpa cítrica”, avalia.

Iglesias afirma que o mercado atacadista se depara com preços firmes também e a expectativa ainda aponta para reajustes no curto prazo, em linha com a boa reposição entre atacado e varejo na primeira metade de agosto. “Além disso, a celebração do Dia dos Pais produz um interessante repique de consumo, o que pode motivar novos reajustes nos preços no curto prazo”, destaca.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços não tiveram algumas alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado seguiu em R$ 5,00, o quilo da coxa em R$ 5,10 e o quilo da asa em R$ 10,00. Na distribuição, o quilo do peito permaneceu em R$ 5,20, o quilo da coxa em R$ 5,20 e o quilo da asa em R$ 10,20.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de estabilidade nos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito permaneceu em R$ 5,10, o quilo da coxa em R$ 5,20 e o quilo da asa em R$ 10,10. Na distribuição, o preço do quilo do peito continuou em R$ 5,30, o quilo da coxa em R$ 5,30 e o quilo da asa em R$ 10,30.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 446,877 milhões em julho (23 dias úteis), com média diária de US$ 19,429 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 337,480 mil toneladas, com média diária de 14,673 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.324,20.

Na comparação com julho de 2019, houve queda de 28,90% no valor médio diário, baixa de 9,23% na quantidade média diária e retração de 21,67% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo permaneceu em R$ 3,70. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 3,65.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 3,00. No oeste do Paraná o preço na integração avançou de R$ 3,50 para R$ 3,60. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo se manteve em R$ 3,40.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango se manteve em R$ 3,65. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,65. No Distrito Federal o quilo vivo seguiu em R$ 3,65.

Em Pernambuco, o quilo vivo continuou em R$ 4,45. No Ceará a cotação do quilo vivo permaneceu em R$ 4,40 e, no Pará, o quilo vivo prosseguiu em R$ 4,50.

Fonte: Agência SAFRAS
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