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Programa “Leite Legal” capacita mais de 1.000 produtores nos últimos três meses em SC

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Mais de 1.000 produtores rurais foram beneficiados nos últimos três meses (agosto, setembro e outubro) com o programa “Leite Legal – Produção de Qualidade”. A iniciativa é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em convênio com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
A ação tem como objetivo capacitar os produtores rurais para atingir os parâmetros mínimos de qualidade do leite exigidos pela Instrução Normativa 62 (IN-62), do Ministério da Agricultura e da Pecuária e do Abastecimento (MAPA), que estabelece os critérios do produto para ser recebido e aproveitado pelas agroindústrias.
De acordo com o coordenador de pecuária do Senar/SC, Olices Osmar Santini, o programa aborda o diagnóstico, controle e prevenção da mastite bovina, técnica de ordenha higiênica, higienização e sanitização de equipamentos, instalação e utensílios de ordenha. Além disso, os participantes do treinamento aprendem sobre a importância da qualidade da água utilizada na atividade leiteira e do resfriamento do leite na manutenção da qualidade do produto.
“Essas medidas são importantes na redução dos casos de mastite no rebanho leiteiro do Estado e na redução da contaminação bacteriana do leite após a ordenha. Neste sentido a meta do Senar/SC é atingir 110 treinamentos até o final deste ano e 250 em 2014”, realçou Santini.
Para o coordenador de pecuária do Senar/SC dois pontos têm sido primordiais para consolidar a ação no Estado. A primeira refere-se à participação das indústrias e das cooperativas que tem sido fundamental para atingir a melhoria da qualidade do leite produzida em Santa Catarina. A segunda remete a aceitação dos produtores, uma vez que a primeira etapa é teórica e, a outra, é aplicada nas propriedades com orientação individual. “A atenção diferenciada é um dos grandes atrativos do programa, já que são visitadas as propriedades de todos os participantes”, complementou.
PROGRAMA
De acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e do Conselho de Administração do Senar/SC, José Zeferino Pedrozo, em Santa Catarina serão disponibilizadas 400 turmas e, aproximadamente, 6.000 vagas em dois anos, mediante investimentos de R$ 1 milhão e 400 mil.
O programa estabelece treinamento teórico de um dia, visita técnica de meio dia a cada propriedade participante, reunião de avaliação e segunda visita três meses após o treinamento. Ao todo, serão 40 horas de atividade por grupo, sendo oito horas de ensinamento teórico e 32 horas de visitas técnicas e ensino prático. 

Fonte: MB Comunicação

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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