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Profissionais da suinocultura ganham visibilidade por meio do projeto “Histórias de Valor”, da Topigs Norsvin

Empresa inicia hoje série com histórias de vida nas quais serão apresentados os profissionais que têm feito a diferença na suinocultura

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Maria Rosiane Vieira de Sousa é Gerente da Granja Xerez, de Maranguape, Ceará - Divulgação

A Topigs Norsvin inicia hoje a divulgação do projeto “Histórias de Valor”. Ele visa apresentar e dar o devido destaque aos profissionais que têm conectada a sua evolução de vida ao seu crescimento profissional dentro da suinocultura.

Na primeira história, é apresentada Maria Rosiane Vieira de Sousa, Gerente da Granja Xerez, de Maranguape, Ceará. Ela começou a trabalhar na Granja em julho de 2015, na Unidade Produtora de Leitões (UPL). “Comecei a trabalhar como auxiliar de cozinha, mas sempre fui muito curiosa e proativa, querendo aprender algo novo. Nos meus horários mais tranquilos eu costumava ir ao laboratório onde é feita a coleta e diluição do sêmen. Eu ajudava o responsável pelo setor a lavar a vidraria e limpar o local. Ele viu meu interesse em aprender, me ensinou a fazer a diluição do sêmen e, assim, sobrou mais tempo para ele fiscalizar o setor de gestação”, conta.

Maria Rosiane afirma que o veterinário responsável pelas unidades de suínos da Granja Xerez, observando seu interesse em aprender, lhe deu a oportunidade de ser a responsável pelo laboratório e por toda diluição do sêmen das duas unidades da empresa.  “Alguns meses depois ele, o Dr. Tiago, mais uma vez me deu mais uma oportunidade de aprendizado. Além de ser a responsável pelo laboratório de inseminação fui também responsável por toda a vacinação geral da UPL 2. Foi quando veio o convite, em 2019, para ser a gerente da nova UPL da empresa Xerez, a UPL 3, localizada no município de Caridade, também no Ceará, unidade onde estou na gerência desde então”, relata.

“Classifico minha trajetória na suinocultura como sendo de muita dedicação e amor. Tive grandes aprendizados com muitos profissionais pelos quais tenho respeito e gratidão por todos os ensinamentos. Para mim, trabalhar na suinocultura não é só trabalhar, é ter a consciência e a responsabilidade de que estamos levando para a mesa de milhares de consumidores um alimento com qualidade e seguro”, afirma Maria Rosiane.

“Para mim um profissional para evoluir precisa ser curioso e proativo, mas também tem que saber ouvir e lidar com os desafios do dia a dia. Hoje os maiores desafios que enfrentamos é a mão de obra, um pouco mais jovem, assim acabamos tendo um pouco mais de dificuldade de lidar com esses profissionais. Mas, ao mesmo tempo, são muito inteligentes e com uma boa conversa conseguimos bons resultados”, avalia.

O papel da Topigs Norsvin no desenvolvimento profissional

Maria Rosiane conta que a Topigs Norsvin tem um papel muito importante na produção da Granja Xerez. “Vejo que a empresa tem a preocupação de sempre buscar inovação na sua genética. Ela disponibiliza animais com alto índice de produtividade e com uma uniformização perfeita e no final temos animais com uma carcaça de qualidade. O suporte da equipe da Topigs Norsvin na Granja Xerez é feito com muita atenção e cuidado. Assim, nos é dado total apoio nos momentos que são solicitados ou não, sendo feitas visitas técnicas e acompanhamentos de rotinas, sendo avaliados   todos os animais recém alojados e os demais que já estão na granja. Com todo esse suporte vejo como um diferencial o atendimento da Topigs Norsvin”, diz.

Topigs Norsvin contará histórias pessoais durante “Histórias de Valor”

O Diretor de Negócios e Marketing da Topigs, Adauto Canedo, conta que o “Histórias de Valor” está sendo desenvolvido para realmente apresentar os profissionais da suinocultura. “A suinocultura é um segmento muito dinâmico e que exige um aprendizado constante. Nas histórias que começaremos a divulgar, e que poderão ser acompanhadas na imprensa e também em nossas redes sociais, muitos poderão se reconhecer, se ver e se sentir efetivamente valorizados pela suinocultura”, conta. “Os profissionais terão sua história conhecida. Quais são seus diferenciais e o que os levou a ser reconhecidos como especiais? Essas perguntas serão respondidas em cada episódio apresentado pela Topigs Norsvin”, diz.

Fonte: Ass. de Imprensa
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COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo

Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

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Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.

Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.

Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.

Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”

A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.

Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.

Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.

É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.

Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.

Sustentabilidade como impulsionador de produtividade

A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.

O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.

Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.

“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.

Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono

O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.

Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.

Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)

Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.

Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.

Fonte: Assessoria Cargill
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Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026

Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

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Divulgação / Foto: Agrifirm

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM

De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.

Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.

Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.

Soluções Responsáveis e o futuro do agro

A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil

Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.

IPPE 2026

A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.

Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.

Fonte: Assessoria
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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