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Produzir mais e melhor para um Brasil cada vez maior

Alcançar as Fronteiras Produtivas só será possível com cooperação e união de forças dos diversos elos da cadeia produtiva da carne e do leite

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Carlos Eduardo Godoy - Foto: Divulgação

*Por Carlos Eduardo Godoy, médico-veterinário e gerente de Marketing Biogénesis Bagó Brasil

Do sul do Rio Grande do Sul ao norte do Rio Grande do Norte, a pecuária brasileira enfrenta os seus desafios. Em um país com mais de 215 milhões de cabeças de gado onde o pecuarista acorda diariamente preocupado em produzir de maneira eficiente e com a rentabilidade que assegure a perenidade do seu negócio, o grande diferencial será o entendimento das lacunas entre o modelo de produção atual e o modelo de produção ideal. Quanto eu posso extrair dos meus recursos atuais disponíveis na fazenda e produzir bem mais e melhor do que eu produzo hoje?

Atualmente o Brasil tem 80 milhões de matrizes dentre as quais 55 milhões estão na pecuária de corte e 25 milhões estão na pecuária de leite. A tecnologia adotada nesses rebanhos vem chamando a atenção. Um exemplo é o crescimento de 23,6% no número de vacas que foram submetidas à IATF – Inseminação Artificial em Tempo Fixo em 2019. Segundo dados da USP – Universidade de São Paulo, em 2019 foram comercializados 16.382.488 protocolos de sincronização, comparados aos 13.259.690 em 2018.

De acordo com a Estatística da Produção Pecuária, divulgada pelo IBGE, em 2019 o abate de bovinos cresceu 1,2%, somando 32,44 milhões de cabeças, com expansão em 15 dos 27 estados. Com relação à área disponível de pastagem, segundo a Agroconsult, que organiza o Rally da Pecuária, temos disponível 180 milhões de hectares e até 2028, muito provavelmente, teremos uma redução de 10 milhões de hectares. Isso implicará na necessidade de adoção de tecnologia e novos modelos de produção como, por exemplo, a otimização e o uso racional de pastagem e ou confinamento.

Para Marcelo Bulman, presidente da Biogénesis Bagó Saúde Animal no Brasil, é necessário levantar juntamente com o pecuarista brasileiro quais são as lacunas existentes dentro dos índices de produtividade, desde a sanidade, passando pela nutrição, gestão e finalizando no frigorifico. Todos os profissionais envolvidos nesses segmentos buscam constantemente discutir com o pecuarista desde a taxa de natalidade média da fazenda, o índice de mortalidade até o desmame, a idade ao primeiro parto, o intervalo entre partos, a idade e a taxa de abate. Tudo isso para que o produto final seja o mais bem terminado possível. Essa é a essência do Projeto da empresa chamado de “Fronteiras Produtivas”.

Essa visão é compartilhada por Mauricio Graziani – Presidente da Phibro no Brasil. Ele destaca que o pecuarista é ávido por informação e isso ficou comprovado durante todas as etapas do projeto implementado pela multinacional para buscar um boi brasileiro mais pesado, precoce e com gordura, usando boa nutrição e excelente manejo. “Podem ser 500 ou 1.500 cabeças. Cria, recria e engorda. Terminação a pasto ou fechado em confinamento no modelo intensivo. Temos grandes oportunidades em nutrição para garantir esse animal. Tudo começa por uma vaca bem suplementada. O mercado disponibiliza 3,2 milhões de toneladas de suplementos por ano. E isto só suplementaria a metade do nosso rebanho. Estamos trabalhando em projetos com frigoríficos e pecuaristas, comparando até a qualidade dos abates. É informação importante para todos”, defende Maurício, que também deseja ver um novo passo na atuação do segmento. “O público também precisa entender a importância da tecnologia para a produção. O consumidor sabe apenas que há diferenças entre as carnes dos bois, mas não sabe quais. Não atuamos em rastreabilidade, que pode ser um bom negócio para toda a cadeia e para o consumidor”, arremata.

O que se passa lá no pasto é justamente o que move o dia a dia de Diego Palucci, Gerente de Negócio de Gado de Corte da Rehagro. Para ele, a fazenda brasileira tem como meta primordial saber dos números, planejar a produção, antecipar vendas e ter olho vivo na margem que está buscando. “Muita gente ganha dinheiro fazendo assim. O segmento está atraindo investidores, há inúmeras oportunidades e existe crédito. Cresceu o número de profissionais que largaram o trabalho na cidade e foram para a fazenda. Mas precisamos da ferramenta de informações em inúmeros estados brasileiros. O fazendeiro tem dificuldade para ser gestor, psicólogo, nutricionista, tudo ao mesmo tempo. Muitas fazendas seguem sem consultoria especializada, com um longo caminho a melhorar. Neste ano, vamos ver fazendas pagando R$ 25 pelo milho e outras pagando R$ 50. É falta de planejamento, lógico. Se você corre atrás de resultados, procure gente que entenda do assunto”, prega, defendendo com ênfase a cria e o confinamento. “São poucos projetos que acreditam na cria, mesmo com a valorização do bezerro. O sistema seguro para mim é metade na cria, com intensificação, e a outra para recria e engorda. Confinar para terminar um animal se faz também necessário, pois traz resultados e margens interessantes”, aponta o consultor.

“Com o mercado cada vez mais exigente e com um perfil de consumidor que vem mudando ao decorrer dos anos, é preciso aprimorar a criação a cada dia e o pecuarista tem papel fundamental nessa entrega de qualidade. Mas nós, da indústria, também temos a missão de instruir o que tem que ser produzido e remunerar de forma adequada”, aponta Fabiano Tito Rosa, Diretor de compra de gado da Minerva Foods que lançou esse ano a 2ª edição do PEC – Programa de Eficiência de Carcaça, que visa reconhecer e premiar os pecuaristas que se destacam na entrega de um produto final de qualidade.

Alcançar as Fronteiras Produtivas só será possível com cooperação e união de forças dos diversos elos da cadeia produtiva da carne e do leite. Por isso, o movimento propõe o engajamento de diversas empresas a fim de ajudar o pecuarista a identificar seus atuais índices de produção e vislumbrar até onde pode chegar, estimulando a reflexão em como pode avançar na brecha tecnológica e otimizar seus recursos dentro da fazenda.

Fonte: Assessoria da Biogénesis
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Empresas Avicultura

A Germinação e Atividade do Alterion® agora são visíveis dentro das aves

A características únicas desta cepa de Bacillus, somadas à formulação e sua germinação adequada, tornam o Alterion® metabolicamente ativo onde é mais importante: no intestino das aves

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Foto: Divulgação

O uso de probióticos como os Bacilli aumentou consideravelmente na produção animal nos últimos 25 anos. Probióticos são bactérias vivas que quando administradas em quantidade adequada, conferem efeitos fisiológicos benéficos ao hospedeiro, resultando em melhorias na saúde e no desempenho.

A morfologia dos Bacilli e a germinação dos esporos

Os Bacillus apresentam duas formas distintas: endósporos (esporos) e células vegetativas (germinadas), dependendo das condições ambientais. Os Bacilli são administrados aos animais como esporos na dieta, podendo resistir às condições desafiadoras do processamento da ração e de seu armazenamento prolongado.

Os esporos são metabolicamente inativos e formados em resposta a tensões ambientais, como mecanismo de sobrevivência. São formas não reprodutivas de bactérias, mais duráveis e viáveis já conhecidas. Os esporos são resistentes e podem sobreviver à radiação UV, temperatura e pressão extrema, exposição a produtos químicos tóxicos e acidez.

Após ingestão pelo animal, um esporo precisa germinar e crescer para se tornar metabolicamente ativo e assim, promover seus benefícios ao animal. A germinação ocorrerá na presença de germinantes que se ligam a receptores específicos na membrana interna. Os esporos de Bacillus têm uma variedade desses receptores, permitindo a ligação a vários tipos de germinantes, nutrientes ou não nutrientes, e condições ambientais favoráveis (temperatura, pH…) (Figura 1). Quando um sinal forte o suficiente é gerado, a germinação começa. Os receptores também podem ser inibidos, mas uma vez completamente ativados, o processo de germinação é irreversível.

 

Figura 1: Germinação de esporos de Bacillus

Ao contrário dos esporos, as células vegetativas se dividem, se multiplicam, se comunicam e são móveis. Elas são metabolicamente ativas e produzem metabólitos, proporcionando efeitos completos do probiótico no hospedeiro.

 

Todos os probióticos germinam dentro do trato digestivo dos animais?

Alterion® é o único probiótico disponível no mercado cuja germinação foi demonstrada e visualizada dentro das aves.

Alterion® é uma cepa exclusiva natural de Bacillus subtilis, selecionada especificamente para promover um desempenho consistente em aves. Alterion® é o resultado de uma seleção rigorosa, onde mais de 900 cepas listadas na AAFCO (The Association of American Feed Control Officials) foram rastreadas e testadas em condições in vitro e in vivo.

O Bacillus subtilis 29784 (Alterion®) foi cuidadosamente selecionado para fornecer segurança, estabilidade, eficácia e funcionalidades superiores.

Alterion® não contém genes de resistência aos antibióticos utilizados em medicina humana e é inofensivo às células animais. Ambos são parâmetros essenciais para garantir a segurança do produto e para preservar a saúde e o bem-estar dos animais.

A triagem também foi baseada em vários testes para garantir a seleção da cepa mais estável (em condições adversas de peletização, condições digestivas e armazenamento prolongado) e mais eficiente em termos de características de germinação.

Além disso, os esporos de Alterion® são especialmente “colados” em partículas de carbonato de cálcio. Essa formulação inovadora garante redução da produção de pó, baixa segregação dos esporos, evita problemas de desmistura e favorece uma excelente fluidez e homogeneidade no premix e na ração.

 

A germinação do Alterion® foi comprovada in vitro e, o mais importante, visualizada in vivo.

A capacidade da maioria das cepas de Bacillus de germinar e crescer in vivo é desconhecida. Devido à complexidade do processo de germinação, especialmente em um ambiente muito complexo, ou seja, o conteúdo do lúmen digestivo, a confirmação in vivo da germinação continua sendo uma tarefa desafiadora.

Ao unir seus conhecimentos em produção animal e em soluções biológicas, a Adisseo e a Novozymes conseguiram investigar a germinação e crescimento de Alterion® em profundidade, usando uma variedade de métodos inovadores complementares, como monitoramento in vitro, tecnologias fluorescentes e avaliação metabólica in vivo.

 

Germinação In vitro

A cepa de Alterion® foi selecionada com base em suas capacidades superiores de germinação em condições intestinais e de alimentação (Figura 2).

Figura 2: Germinação do esporo de Alterion® em condições intestinais em 0, 4 e 6 horas

Em um estudo preliminar, Alterion® foi cultivado in vitro juntamente com uma variedade de componentes e aditivos para a alimentação, a fim de avaliar seus impactos na velocidade de germinação por meio da densidade óptica (DO).

O perfil de germinação do Alterion® foi similar ao longo do tempo nas avaliações com trigo, milho e soja (Figura 3). Além disso, a inclusão de ácidos orgânicos, coccidiostáticos e uma variedade de aditivos não mostrou impacto na germinação.

Figura 3: Perfil da Germinação do Alterion® na presença de diferentes componentes da ração

A cinética da germinação do Alterion® também foi comparada in vitro com outras cepas de Bacillus. Comparar outra cepa de Bacillus subtilis e uma de Bacillus licheniformis em condições semelhantes demonstrou claramente que a cinética da germinação varia imensamente entre as cepas, mostrando a superioridade do Alterion® (Figura 4).

Figura 4: Cinética da germinação de diferentes cepas de Bacillus

Visualização da germinação in vivo

A germinação do Alterion® foi observado por meio do desenvolvimento de um sistema único e inovador de dois indicadores fluorescentes que rastreia o processo de germinação no intestino da ave. O primeiro passo consiste na integração de marcadores fluorescentes no genoma do Alterion®, mais especificamente dois genes, um deles codifica a proteína verde fluorescente (PVF) e o outro codifica a proteína fluorescente vermelha (dsRed); assim, emitindo um sinal verde para um esporo dormente e um sinal vermelho após germinação e crescimento, respectivamente.

Após a incorporação dos marcadores, a fluorescência foi verificada por análise microscópica. Uma placa de 96 poços foi inoculada com esporos de Alterion® e a fluorescência foi observada, como mostrado na Figura 5. Os esporos adormecidos de Alterion® podem ser visualizados na cor verde. Após a germinação, a fluorescência verde desapareceu rapidamente e as células germinadas fluoresceram em vermelho.

Figura 5: Fluorescência dos esporos e das células germinadas do Alterion® observada por microscópio em diferentes tempos

O terceiro passo consistiu em visualizar a germinação no intestino da ave.

Para verificar a germinação de Alterion® em condições in vivo, foi realizado um estudo durante 13 dias. As aves foram alimentadas com uma dieta controle ou tratamento, à qual foram adicionados esporos Alterion® com dupla marcação 72 horas antes do abate. No final do estudo, o conteúdo do íleo foi amostrado, analisado e processado pelo InCell Analyzer para verificar a fluorescência nas amostras. A cor vermelha indica que a maioria dos esporos germinou e está crescendo ativamente para produzir os efeitos benéficos à saúde em frangos de corte (Figura 6).

 

 

Células germinadas de   Alterion®

 

 

 

Figura 6: Germinação visualizada por fluorescência vermelha em amostras ileais

Produção de metabólitos in vivo

Uma abordagem complementar para investigar a atividade in vivo de Alterion® após a germinação e crescimento é monitorar sua produção de metabólitos. Os metabólitos de Alterion® foram estudados in vitro e três metabólitos foram identificados como produzidos em quantidades altas e consistentes (niacina, pantotenato, hipoxantina). A concentração desses metabólitos foi então medida no conteúdo digestivo das aves alimentadas com Alterion®. O estudo mostrou claramente que a concentração dos metabólitos estava fortemente relacionada ao número de bacilos detectados (Figura 7).

Figura 7: Percentual relativo de Bacillus spp. e concentração de metabólitos (fezes nmol/g) em aves suplementadas com Alterion® versus aves controle.

Claramente, esses dados confirmam que Alterion® é ativo no intestino das aves.

Favorecendo a resiliência animal em três linhas de defesa

A atividade metabólica do Alterion® no intestino é responsável pelos efeitos benéficos in vivo no desempenho, na saúde e na microbiota do hospedeiro (Jacquier et al., 2019).

Uma vez germinado e ativado, o Alterion® favorece a resiliência animal agindo em três linhas de defesa intimamente conectadas: 1) promovendo um microbioma resiliente, 2) fortalecendo a função de barreira e preservando a integridade intestinal e, finalmente, 3) garantindo um ótimo controle inflamatório e das respostas imunes.

Estudos in vivo mostraram que Alterion® influencia positivamente as populações bacterianas, resultando em um efeito benéfico na atividade microbiana. Por exemplo, Alterion® aumenta as populações que degradam polissacarídeos, bem como as de bactérias produtoras de butirato (Jacquier et al., 2019).

Mostrar que Alterion® é ativo também in vivo nos permite confiar em dados in vitro (Rhayat et al., 2017). Alterion® fortalece a barreira intestinal aumentando a expressão de proteínas das “tight junctions”. Além disso, reforça e controla a resposta inflamatória pela inibição da degradação de IkB, impedindo assim a translocação de NF-κB. Com isso, a expressão de compostos pró-inflamatórios como a IL-8 e a enzima iNOS é controlada (Rhayat et al., 2019).

 

Conclusão

A características únicas desta cepa de Bacillus, somadas à formulação e sua germinação adequada, tornam o Alterion® metabolicamente ativo onde é mais importante: no intestino das aves. Aqui ele produz seus metabólitos e atua nas três linhas de defesa: microbiota,  mucosa intestinal e respostas inflamatórias para promover a resiliência animal.

Este probiótico de eficácia cientificamente comprovada produz melhorias significativas e consistentes na saúde intestinal, no desempenho produtivo e na utilização dos alimentos pelas aves. Dessa forma, podemos utilizar os recursos naturais de uma forma mais responsável para melhorar a sustentabilidade da produção animal.

 

 

Aurélie MOAL – Gerente de Marketing, Saúde através da Nutrição, Adisseo
Estelle DEVILLARD – Gerente de P&D, Saúde através da Nutrição, Adisseo
Karoline SIDELMANN BRINCH – Gerente Científica em Pesquisa Aplicada, Novozymes

Fonte: Assessoria
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Empresas

Kemin doa aventais cirúrgicos no combate à Covid-19

Doação ao Hospital Augusto de Oliveira Camargo (HAOC), em Indaiatuba, em São Paulo, é apenas uma das iniciativas anunciadas pela empresa, que vem ampliando suas medidas de biosseguridade e ações sociais no enfrentamento à pandemia do novo 

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O Hospital Augusto de Oliveira Camargo (HAOC), de Indaiatuba, no interior de São Paulo, recebeu uma ajuda extra no combate ao Coronavírus. A Kemin, indústria global de ingredientes nutricionais, com unidade na cidade, doou cerca de 900 aventais cirúrgicos para a instituição. O material é suficiente para abastecer o hospital por mais de dez dias. Com a economia de aproximadamente R$ 10 mil, o HAOC alocou os recursos para outras necessidades no combate à Covid-19.

O HAOC é um dos principais hospitais públicos de Indaiatuba, cidade distante cerca de 100 quilômetros da capital paulista. A instituição oferece atendimento a grande parte da população, especialmente aos mais vulneráveis. “Com a pandemia, a demanda de materiais cirúrgicos cresceu exponencialmente. Para ajudar o HAOC a continuar prestando este serviço à população, foi feito contato com a instituição para entender quais materiais estão fazendo falta e como poderíamos ajudar. Entramos em contato com os fornecedores e fizemos a compra dos aventais cirúrgicos, que eram um pedido do hospital”, cita o técnico em Segurança do Trabalho da Kemin e membro do Comitê de Prevenção formado pela empresa, Fabrício da Silva.

De acordo com ele, é mais uma forma que a companhia encontrou para apoiar a sociedade em torno das suas unidades no Brasil. “Com a pandemia tomando mais volume em nosso país, percebemos que para combater a Covid-19 é necessário a união de todos. É, para nós, uma satisfação poder ajudar aqueles que atendem os mais carentes. Queremos contribuir para que o sistema público de saúde funcione melhor para todos, buscando um resultado mais positivo no combate ao vírus”, sustenta o profissional. De acordo com ele, os quase 900 aventais cirúrgicos são suficientes “para aproximadamente 12 dias de trabalho na unidade hospitalar”.

Esta doação ao HAOC foi apenas uma das muitas iniciativas da empresa no enfrentamento da pandemia de Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. Ampliação das medidas de biosseguridade para proteger seus colaboradores, clientes e fornecedores e ações sociais têm sido as duas principais armas da Kemin neste momento.

Entre as iniciativas com o objetivo de minimizar os impactos da pandemia em comunidades, a empresa também anunciou doações de equipamentos para equipes da área de saúde para hospitais nas cidades de Chapecó e Vargeão, em Santa Catarina e em Valinhos e Indaiatuba, no interior de São Paulo.

Nos meios digitais, a Kemin abriu espaço durante o mês de abril para pequenos negócios da região de Campinas, no interior de São Paulo, divulgarem seus trabalhos, anunciou Silva. “Disponibilizamos nossa página no LinkedIn para pequenos empresários divulgarem seus negócios. Este serviço acontecia sempre e às sextas-feiras”, disse. As iniciativas da Kemin estão disponíveis no link www.linkedin.com/showcase/15261575.

Fonte: Assessoria
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Empresas Bovinos

Estudo mostra que suplementação com aditivo natural à base de levedura diminui afecções respiratórias em bovinos confinados

RumenYeast®, produto da ICC Brazil, agrega valor nutricional e atua na melhoria na saúde dos ruminantes

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O atual sistema de produção de bovinos confinados possibilitou vários benefícios como redução da idade ao abate e melhor rendimento e qualidade da carne. No entanto, quando o manejo, nutrição e sanidade não são realizados corretamente, esta intensificação do sistema pode resultar em déficits em desempenho e imunidade, que favorecem o aparecimento de doenças. Entre as enfermidades, as respiratórias são que mais acometem animais em confinamento sendo responsáveis por até 56% das doenças. Isso gera perdas econômicas anuais resultantes tanto da diminuição da eficiência alimentar, como em aumento dos custos de produção por perda de sanidade do rebanho, pior qualidade de carcaças e até a morte dos animais.

Para minimizar as doenças respiratórias, tem sido estudado o uso de aditivos alimentares naturais como as leveduras, que pode auxiliar a microbiota ruminal, fortalecendo o sistema imune e reduzindo a contaminação de patógenos. A ICC Brazil, empresa pioneira na produção de soluções inovadoras para a saúde e nutrição animal à base de aditivos de levedura, desenvolveu o RumenYeast®.É composto por metabólitos de fermentação sendo a nutrição ideal para a microbiota ruminal, além de promover a saúde intestinal e fortalecimento do sistema imune. Ele atua na manutenção do pH e estimulação das bactérias celulolíticas, proporcionando uma melhor condição do rúmen.

Um estudo realizado no Confinamento do Núcleo de Produção Animal (NUPRAN), na UNICENTRO, em Guarapuava (PR), pela equipe do Prof. Dr. Mikael Neumann e da Dra. Prof. Heloísa Bertagnon avaliou o efeito de RumenYeast® sobre afecções pulmonares em novilhos de corte. Notou-se que, ao longo do confinamento, uma maior quantidade de animais do tratamento controle apresentaram secreção nasal e maior temperatura orbital quando comparado aos grupos com dietas suplementadas com RumenYeast®.

“Para verificar se este aumento de doença respiratória era decorrente de diminuição dos mecanismos de defesa dos animais, foram realizados exames de sangue que demonstraram que os animais que receberam RumenYeast® na dieta apresentaram as células sanguíneas (neutrófilos) com maior capacidade de eliminar os agentes causadores de doença. Além disso, no dia do abate foram examinados os pulmões dos animais, e verificou-se que os que receberam RumenYeast® na dieta apresentaram menos secreção nasal e desenvolveram menos pneumonia em comparação aos que não receberam”, afirma Liliana Borges, Analista de P&D da ICC Brazil.

A pesquisa mostra que a suplementação com RumenYeast® na dieta melhorou a saúde dos animais avaliados, que pode impactar em maior produtividade, menores gastos com antibióticos para tratamento dos animais doentes, menor resistência bacteriana por tratamentos incompletos e, menor transmissão de doenças entre os animais confinados.

Fonte: Assessoria
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