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Produtores rurais são atraídos por empresas tipo holding

Pagar menos impostos, ter mais facilidade na sucessão familiar, segurança patrimonial, menos custos na transmissão de heranças. Aos poucos, vantagens das holdings mudam o perfil de gerenciamento do empresário rural brasileiro

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O pecuarista Leonidio Piornedo Lopes criou uma holding para administrar os negócios da família, entre eles duas áreas que somam 506 alqueires e mais de duas mil cabeças de gado de corte nos municípios de Paranhos e Tacuru, em Mato Grosso do Sul. No Paraguai, o agricultor Edegar Meneguzzo também está migrando para uma holding, que vai controlar, entre outros empreendimentos, os cerca de 700 alqueires que planta de milho e soja no país vizinho. Em Catanduvas, no Oeste do Paraná, outro exemplo de um novo arranjo empresarial nas propriedades rurais: o engenheiro agrônomo e produtor rural Carlos Alberto Zuquetto criou uma holding familiar para administrar as três fazendas, dedicadas à produção de sementes para uma multinacional. Vários são os exemplos de produtores rurais que estão criando holdings para administrar seus negócios, de olho nas vantagens tributárias e sociais que esse tipo de empresa tem sob outras formas de administração.

A expressão holding vem do verbo inglês “ to hold”, que significa manter ou segurar. A holding familiar é uma empresa criada para controlar outra ou outras empresas e geralmente tem como sócios os membros da família – pais e filhos. Quando optou pela modalidade há cerca de quatro anos, deixando de trabalhar como pessoa física para ser pessoa jurídica, Carlos Alberto Zuquetto queria exclusivamente manter os negócios da família e a harmonia entre os herdeiros. Hoje ele garante que a holding oferece muitas vantagens, que vão da vida financeira à vida amorosa e social. O patrimônio construído com mais de 40 anos de trabalho, garante, “vai ficar na família”.

A redução de tributos e a sucessão familiar são apontadas por quem opta por este tipo de sociedade como grandes benefícios de uma holding. A tributação dos rendimentos, por exemplo, pode ser de 12%, contra 27,5% da pessoa física. “A criação de uma holding pode ser interessante, principalmente, para o aspecto fiscal e/ou societário, sendo esses um dos principais objetivos na criação de empresas desse tipo. No aspecto fiscal, os empresários podem estar interessados em uma redução da carga tributária, planejamento sucessório, retorno de capital sob a forma de lucros e dividendos sem tributação. Já sob o aspecto societário, os objetivos podem ser descritos como, crescimento do grupo, planejamento e controle, administração de todos os investimentos, aumento de vendas e gerenciamento de interesses societários internos”, cita o Portal de Auditoria.

A carreira de Zuquetto começou em 1974, como agrônomo de uma empresa sementeira. No mesmo ano, tornou-se sócio. Os negócios no ramo de sementes prosperaram até 1988, quando Zuquetto e outros seis sócios decidiram dividir as 11 propriedades rurais que detinham e seguir carreira solo. O produtor de Catanduvas continuou com a produção de sementes para plantio e a fazenda cresceu. Trabalhou como pessoa física, dono das áreas, até saber como funcionava uma holding. “Comecei a ouvir falar de holding há oito ou nove anos, em uma palestra que aconteceu em Cascavel, PR. Me interessei pelo assunto, sugeri que o Sindicado Rural fizesse outra palestra e isso aconteceu. Lembro que participaram uns 30 produtores. Daqueles, só eu e mais um fizemos uma holding”, conta Zuquetto.

“Eu trabalhava como pessoa física, com CPF, desde 1988. A fazenda estava indo muito bem, mas antes que meus filhos se casassem decidi fazer a holding para garantir a sucessão familiar”, cita. Na época, Zuquetto pediu assessoria a uma empresa especializada, em Pelotas, RS, para criar uma holding que administraria a Fazenda Zuquetto. “Foram três, quatro anos para que a gente regularizasse tudo, juntasse todos os documentos necessários, até criar a holding há cerca de quatro anos. Depende de muita burocracia”, comenta o agrônomo.

A empresa tem como sócios Carlos Alberto, a esposa Sandra e os filhos Matheus e Carla. Ninguém entra, ninguém sai, ninguém mais tem direito às terras a não ser a holding e seus quatro sócios. “É tudo feito em contrato para a segurança da família. A holding amarra a família ao negócio. Ninguém vende sua parte, por exemplo, sem o consentimento dos demais. Você faz o que quer no contrato. Nem genros, nem noras têm direito à herança. Não existe golpe do baú. Isso gera harmonia, gera vantagem amorosa e social. Eu já queria deixar a minha vida financeira arrumada. Sempre fui aplicado com relação a dinheiro, até sou “Caxias”, e vi na holding essa oportunidade”, sustenta o produtor rural do Paraná.

As Vantagens e os Receios

Além de não permitir a entrada de outros sócios e a diluição do patrimônio, a holding familiar oferece alguns benefícios fiscais para o empreendedor. “A holding reduz a carga tributária. Ao invés de pagar 27% (Imposto de Renda) como pessoa física, por exemplo, eu pago cerca de 13 a 14%. Não tem ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) e tem um custo muito menor quando eu morrer”, enumera o empresário. “Sim, porque quando estamos falando de holding, estamos falando de sucessão familiar, mas de morte. O produtor precisa quebrar esse tabu e falar sobre isso. Quando eu morrer, tudo iria ser dividido de qualquer forma. Ou você faz isso de forma harmoniosa, com tudo já estabelecido, sem custos, sem riscos, ou vai dar pau em cima caixão. Vai ser na boa ou na porrada. Prefiro que seja na boa”, brinca. Zuquetto é daqueles que prefere se antecipar aos problemas.

Confiança

Abrir uma holding pode custar um bom dinheiro, além de gerar desgastantes processos burocráticos, que podem levar meses ou anos para serem destrinchados, e invadir a intimidade da família. Por isso, o produtor do Paraná indica cautela na hora de procurar uma empresa especializada em auxiliar nesse processo. “Nós levamos anos para criar a holding. Tem que procurar duas, três empresas especializadas e ter confiança nelas porque eles vão mexer intrinsicamente na sua vida”, comenta. Na época, conta, ele investiu R$ 180 mil para criar o novo arranjo empresarial, com direito a três anos de assessoria permanente.

Falta Conhecimento

Apesar dos benefícios parecerem límpidos, esse tipo de empresa ainda é pouco conhecida no Brasil – e no agronegócio – pela falta de conhecimento das pessoas, entende o produtor rural. “Mesmo se você tiver só uma bicicleta, faça uma holding, é muito vantajoso. Eu indico, especialmente quando se fala em área rural”, cita. Para ele, as pessoas precisam sair da zona de conforto “e buscar informação sobre as holdings para garantir a sucessão familiar nas propriedades rurais”, sintetiza.

Os Negócios

A holding é dona das três fazendas e de toda a infraestrutura, como galpões e casas da família e de funcionários. Os implementos agrícolas e outros equipamentos, por opção, ficaram de fora do contrato. “Como é preciso renovar os maquinários a cada tempo, deixamos eles de fora”, diz. As áreas somam 373 alqueires, 300 deles que recebem soja no verão e trigo no inverno. Zuquetto é um dos três produtores do Paraná que produzem para uma multinacional Argentina do setor de sementes. Das 50 mil sacas de soja que colhe, 30 mil são grãos selecionados para gerar novas plantas. A sementeira que ele mantém na propriedade tem um processo de beneficiamento de sementes que leva até cinco horas, incluindo duas etapas de separação por peso, uma por forma e outra por tamanho. As sementes são ensacadas e distribuídas por meio da multinacional. As outras 20 mil sacas são destinadas ao comércio de grãos.

Hoje Zuquetto tem o filho Matheus, também engenheiro agrônomo, como braço direito na propriedade. A filha Paula seguiu a carreira de psicóloga e trabalha em São Paulo. Os dois estão casados. “Não sei se estou certo. Sei que quando se fala em sucessão familiar, o errado é não fazer nada. Estou tentando fazer o menos errado possível”, arrisca o produtor Carlos Alberto Zuquetto.

Mais informações você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de agosto/setembro de 2017 ou online.

Fonte: O Presente Rural

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Pecuária brasileira investe em rastreabilidade e práticas sustentáveis para modernizar o setor

Programa da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável orienta produtores sobre recuperação de pastagens, formalização e monitoramento da cadeia para aumentar eficiência e atender exigências ambientais e comerciais.

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Foto: Divulgação

Pressionada por novas exigências ambientais, regras comerciais mais rigorosas e pela necessidade de ampliar a produção sem expandir área, e ao mesmo tempo impulsionada pelos avanços produtivos que vêm transformando o setor, a pecuária brasileira atravessa um momento decisivo. Ao mesmo tempo em que enfrenta questionamentos sobre emissões e desmatamento, o setor reúne condições técnicas e práticas sustentáveis para liderar uma transição baseada em tecnologia, eficiência, recuperação de áreas já abertas e maior integração dos produtores à cadeia formal.

Nesse cenário, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável tem reforçado sua atuação como articuladora de propostas estruturantes e como referência técnica para o debate público. A entidade sustenta que a competitividade da carne brasileira dependerá da capacidade de transformar o momento atual em ativos estratégicos.

Presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Ana Doralina Menezes: “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe” – Foto: Clever Freitas

Um dos pilares dessa agenda é a recuperação de pastagens degradadas, apontada como eixo central do Caminho Verde, política pública defendida pela instituição para impulsionar a intensificação sustentável da atividade. A estratégia parte de um diagnóstico claro: “o Brasil possui um volume importante de áreas consideradas de baixa produtividade. Requalificá-las, por meio de manejo adequado, melhoria do solo, tecnologias e integração de sistemas, permite elevar a produção por hectare, reduzir emissões relativas e otimizar a produção”, explica a presidente, Ana Doralina Menezes.

De acordo com a profissional, o programa representa uma solução pragmática e alinhada às demandas globais. “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe. Recuperar pastagens é aumentar eficiência, melhorar renda no campo e responder de forma concreta aos compromissos climáticos”, afirma.

A transformação, porém, não se limita à dimensão produtiva. Parte relevante do desafio está na reinserção de pecuaristas na cadeia formal. A informalidade restringe acesso a crédito, assistência técnica, mercados que exigem comprovação socioambiental, além de fragilizar a imagem do setor como um todo, por isso é imprescindível que o pecuarista esteja alinhado e de acordo com o Código Florestal vigente.

Foto: Breno Lobato

Para o vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Lisandro Inakake de Souza, a inclusão é condição para que a transição seja efetiva. “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado. A formalização precisa ser vista como instrumento de fortalecimento econômico e não apenas como obrigação”, destaca.

A ampliação da rastreabilidade também integra esse movimento, uma vez que ela se apresenta como infraestrutura que conecta sanidade, ambiente e gestão. Em relação ao mercado, com compradores cada vez mais atentos à origem e à conformidade ambiental, sistemas consistentes de monitoramento tornam-se fator determinante para manutenção e novas aberturas. Por isso, como reforça a Mesa, transparência é elemento estruturante da competitividade. “Rastreabilidade é credibilidade. Ela protege quem produz corretamente e permite que o Brasil apresente dados sólidos sobre sua cadeia”, frisa Lisandro.

Ao articular recuperação de pastagens no âmbito do Caminho Verde, inclusão produtiva e avanço da rastreabilidade, a instituição busca incentivar o setor de forma propositiva diante das transformações regulatórias e comerciais em curso. “Mais do que reagir a pressões externas, a estratégia é demonstrar que produtividade, responsabilidade socioambiental e inserção competitiva podem avançar de forma integrada, incentivando o produtor a atuar como centro da solução”, complementa Ana Doralina.

Uma agenda conectada ao campo

Lisandro Inakake de Souza, vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável: “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado”  – Foto: Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável

Para apoiar o pecuarista nos temas estratégicos que vêm moldando o futuro da atividade, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável iniciou 2026 com uma programação propositiva de webinars voltados à qualificação e à disseminação de informação técnica.

No dia 29, foi realizado o segundo encontro dedicado à reinserção de produtores na cadeia formal. Em 26 de fevereiro, o foco esteve na rastreabilidade, aprofundando desafios e caminhos para ampliar transparência e conformidade. Um terceiro webinar sobre reinserção está previsto para maio, dando continuidade às discussões.

Todos os conteúdos já disponibilizados podem ser acessados no canal oficial da instituição no YouTube, ampliando o alcance das orientações e fortalecendo o diálogo com produtores, técnicos e demais elos da cadeia.

“Nosso compromisso é transformar temas complexos em orientação prática para quem está no campo. Quando promovemos debates sobre recuperação de pastagens, reinserção na cadeia formal e rastreabilidade, estamos oferecendo instrumentos concretos para que o produtor tome decisões mais seguras, amplie sua competitividade e participe de forma ativa dessa nova etapa da pecuária brasileira”, finaliza a presidente.

Fonte: Assessoria Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável
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Sistema Faep assume coordenação da Aliança Láctea Sul Brasileira no biênio 2026/27

Fórum reúne entidades e produtores para discutir estratégias de competitividade e desenvolvimento da cadeia do leite.

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Foto: Isabele Kleim/Divulgação

O Sistema Faep está à frente da coordenação geral da Aliança Láctea Sul Brasileira para o biênio 2026/27. O comando é rotativo entre os Estados participantes e, neste novo ciclo, ficará sob responsabilidade do Paraná, representado pelo Sistema Faep. Mais recentemente, o Mato Grosso do Sul passou a integrar a iniciativa, ampliando a articulação regional em torno do fortalecimento da produção e da competitividade do leite brasileiro.

Ronei Volpi, coordenador geral da Aliança Láctea, em sua propriedade – Foto: Divulgação/Sistema Faep

“A Aliança contribui para a integração entre os Estados e a construção de estratégias conjuntas voltadas à cadeia do leite. O Sistema Faep seguirá trabalhando ao lado das entidades do setor para avançar em pautas que ampliem a competitividade e as oportunidades para a produção”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Criada em 2014, a Aliança Láctea Sul Brasileira é um fórum público-privado que reúne representantes do setor produtivo e de instituições dos estados da região Sul. O grupo discute ações voltadas à cadeia leiteira e busca alinhar iniciativas nas áreas de produção, indústria e comercialização de leite e derivados, com foco nos mercados interno e externo. No ciclo 2026/27, a coordenação será exercida pelo consultor do Sistema Faep, Ronei Volpi, produtor rural com atuação há décadas na cadeia leiteira e participação em discussões voltadas ao desenvolvimento do setor.

A agenda de trabalho da Aliança para 2026 começou recentemente. No início de março, o Sistema Faep foi anfitrião da primeira reunião do ano, quando foram apresentados o Plano de Incentivo à Exportação de Lácteos e o plano de trabalho voltado à sanidade na cadeia leiteira, iniciativas que buscam fortalecer a competitividade do setor e ampliar oportunidades de mercado para os produtores da região.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Demanda externa impulsiona exportações brasileiras de carne bovina

Volume embarcado supera 267 mil toneladas em fevereiro, com crescimento expressivo em mercados como Rússia, México e Chile.

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Fotos: Shutterstock

As exportações brasileiras de carne bovina totalizaram 267.319 mil toneladas em fevereiro de 2026, com receita de US$ 1,44 bilhão, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

Na comparação com fevereiro de 2025, o resultado representa crescimento de 21,6% no volume embarcado e de 38,2% na receita, refletindo a ampliação da demanda internacional pela proteína brasileira. O desempenho também supera levemente o registrado em janeiro de 2026, quando as exportações somaram US$ 1,404 bilhão e 264 mil toneladas, consolidando o melhor resultado já registrado para um mês de fevereiro na série histórica.

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 531.298 toneladas, com receita de US$ 2,84 bilhões, avanço de 23,8% em volume e 39,2% em valor em relação ao mesmo período do ano passado.

A carne bovina in natura segue como principal produto exportado, com 235.890 toneladas embarcadas em fevereiro, o equivalente a 88,2% do volume total exportado e 92,2% da receita obtida no mês.

Entre os destinos, a China permanece como principal mercado, com 106.702 toneladas importadas em fevereiro, seguida pelos Estados Unidos, com 39.440 toneladas, além de Rússia (15.762 t), Chile (13.857 t) e União Europeia (9.084 t) entre os principais compradores da carne bovina brasileira.

Foto: Divulgação/Porto de Santos

Entre os mercados relevantes, Rússia, México e Chile apresentaram crescimento expressivo nas compras em relação ao mês anterior, com altas de 111,6%, 132% e 37,6%, respectivamente, enquanto as exportações para a União Europeia avançaram 21,2% no período.

Para o presidente da ABIEC, Roberto Perosa, os números reforçam a presença da carne bovina brasileira no comércio internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença nos mercados internacionais com regularidade de oferta, qualidade do produto e diversificação de destinos, fatores que sustentam o crescimento das exportações de carne bovina”, conclui.

Fonte: Assessoria ABIEC
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