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Produtores rurais que não declararam notas fiscais podem ter CAD/PRO cancelado a partir de junho

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Os produtores que não emitiram notas fiscais nos últimos dois anos (ou mais) terão o CAD/PRO cancelado se não apresentarem documentos pessoais e do imóvel até o dia 30 de maio, segundo publicou a Coordenação da Receita da Secretaria da Fazenda. 
A relação que consta os nomes dos produtores rurais irregulares foi publicada no dia 30 de abril, em dois editais no site da Secretaria da Fazenda (www.fazenda.pr.gov.br). 
Para manter o nome no Cadastro, o produtor deve se dirigir ao Departamento de Nota do Produtor que fica junto a Secretaria Municipal de Agricultura de Guarapuava (localizada na Rodoviária Municipal) e justificar a falta de comercialização, apresentando a documentação atualizada.   
Também deverá apresentar todas as notas para a prestação de contas. Se as mesmas foram extraviadas, roubadas ou destruídas, o produtor deve apresentar um Boletim de Ocorrência ou Declaração Pública. “Há um desleixo muito grande na prestação de contas das notas. Para se ter um ideia, em 2014 registramos 2.112 notas não foram declaradas. Neste ano, temos 6.000 notas que não estão regularizadas. O produtor tem que ter consciência que é uma verba que o município perde (Fundo de Participação do Município – FPM). 
A prestação de contas das notas é um serviço gratuito. Basta o produtor comparecer com as notas que estão irregulares, mesmo aquelas mais antigas, para regularizar a situação”, explica o chefe do Departamento de Notas, João Francisco de Assis. 

Fonte: Sind. Rural de Guarapuava

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Demanda por grão de soja e derivados dos Estados Unidos e do Brasil aumenta

Esse cenário está relacionado a incertezas quanto ao volume de derivados de soja a ser ofertado pela Argentina.

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Foto: Arquivo/Claudio Neves/Portos do Paraná

Os preços internacionais do complexo soja subiram na semana passada, devido à maior demanda externa por soja em grão dos Estados Unidos e a expectativas de aumento na procura global pelos derivados norte-americanos e também do Brasil.

Esse cenário, por sua vez, está relacionado a incertezas quanto ao volume de derivados de soja a ser ofertado pela Argentina – principal abastecedora global de farelo e de óleo de soja.

Além disso, o baixo volume de chuvas em importantes regiões produtoras do Hemisfério Norte também impulsionou os valores externos, já que isso pode reduzir a produtividade da safra 2022/23.

Fonte: Cepea
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Preços do milho têm comportamentos distintos dentre as praças

Em algumas regiões do Sul do país e nos portos, o forte ritmo das exportações e as altas externas elevam os preços do cereal. Já em outras praças, a colheita da segunda safra na reta final pressiona as cotações.

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Foto: Divulgação/Mapa

As cotações do milho vêm apresentando comportamentos distintos dentre as praças acompanhadas pelo Cepea.

Em algumas regiões do Sul do país e nos portos, o forte ritmo das exportações e as altas externas elevam os preços do cereal.

Já em outras praças, a colheita da segunda safra na reta final pressiona as cotações.

Quanto ao Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas/SP), caiu 0,44% de 5 a 12 de agosto, fechando a R$ 81,55/sc na sexta-feira (12).

No geral, compradores resistem em elevar os valores pagos no spot nacional, contexto que tem limitado a liquidez.

Exportações

Nos primeiros cinco dias úteis de agosto, o Brasil embarcou 1,7 milhão de toneladas de milho, segundo dados da Secex, com média diária de 338,4 mil toneladas.

Caso esse ritmo se mantenha até o final do mês, as exportações podem somar 7,4 milhões de toneladas em agosto.

Fonte: Cepea
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Notícias Demanda aquecida

Preços dos ovos comerciais renovam máxima nominal

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Foto: Arquivo/OP Rural

A oferta controlada e a demanda aquecida têm resultado em altas consecutivas nos preços dos ovos comerciais neste mês de agosto.

Na última quinta-feira (11), inclusive, as cotações renovaram o recorde nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 2013, na maioria das praças acompanhadas.

No setor produtivo, as temperaturas mais baixas favorecem o controle da produção por afetarem a produtividade das poedeiras.

Já na ponta final, a demanda aquecida por conta do período de início de mês e o auxílio financeiro disponibilizado pelo governo têm elevado o consumo de modo geral.

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