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Produtores rurais do Sul recebem certificado de propriedade livre de brucelose e tuberculose

Os produtores rurais que receberam o certificado de propriedade livre de brucelose e tuberculose, juntamente com representantes do Sindicato Rural de Araranguá, do Senar/SC, da ATeG, da Cidasc e da Epagri.

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Foto: Assessoria

O estabelecimento rural dos produtores Luciano Pereira e Carla Cristina Pereira, situado no município de Maracajá, Sul de Santa Catarina, recebeu nesta sexta-feira, dia 10, o certificado de propriedade livre de brucelose e tuberculose do Governo do estado. Com isso, a família pode obter melhor remuneração pelo litro de leite e tranquilidade para comercializar ou transportar seus animais.

A certificação de propriedade livre de brucelose e tuberculose é um dos principais meios de controle para a sanidade dos rebanhos. O documento valida a sanidade dos animais, agrega valor aos produtos da propriedade e é essencial para a manutenção da saúde pública, já que essas doenças podem ser fatais ao ser humano. Os resultados dos exames que levaram a essa conquista foram os primeiros frutos colhidos por meio de análises feitas no laboratório do Sindicato Rural em parceria com o Sistema Faesc/Senar.

A entrega do certificado foi feita no Sindicato Rural de Araranguá, com a participação do presidente Rogério Pessi, da supervisora regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), Sueli Silveira Rosa, do supervisor técnico do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Jaison Buss, da representante da Cidasc Vanessa Dal Moro, do técnico de campo da ATeG, Ricardo Alexandre Borges e do técnico da Epagri Ricardo Santanna Martins.

A propriedade tem 16 hectares e um rebanho de 21 animais, quatro terneiras, três novilhas e 14 vacas. Destas, 10 estão em lactação e hoje geram cerca de 12,5 litros/dia. Segundo Carla, a propriedade obteve vários avanços desde que ingressou no Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar/SC. Alguns deles estão relacionados ao melhoramento genético, sanidade, melhoria na produtividade, melhoria na pastagem e produção de qualidade com menores custos. Além disso, a família participou do curso de inseminação artificial, o que oportunizou evoluir na reprodução e ainda auxiliar outros produtores nesse aspecto.

“Como presidente do Sindicato Rural me sinto realizado e honrado por poder entregar esse certificado ao produtor rural que faz parte da ATeG. O Senar e a Faesc estão de parabéns por terem implantado esse programa que qualifica e faz com que os produtores enxerguem as propriedades com outros olhos”, realçou Pessi.

O dirigente destacou, ainda, que a ATeG desperta para as mudanças fazendo com que os participantes visualizem oportunidades onde enxergavam dificuldades. “Esse certificado vem agregar valor à propriedade dessa família por meio do Senar e da ATeG. Fico contente em ver que Santa Catarina está no rumo certo e que os produtores participantes do programa não têm medo de inovar e de empreender e têm enfrentado os obstáculos aproveitando as oportunidades”.

O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, ressaltou que a entidade incentiva os produtores a buscarem a certificação para que obtenham avanços na saúde pública e nos indicadores econômicos. Para isso, contam com o Projeto de Desenvolvimento da Pecuária Catarinense, realizado pelo Sistema Faesc/Senar em parceria com o Sebrae, visando fortalecer a cadeia produtiva do leite com avaliação da sanidade do rebanho para certificação de propriedade livre de brucelose e tuberculose. Dessa forma, contribui para melhoria da qualidade e sanidade do rebanho leiteiro e lucratividade do produtor rural.

Segundo o superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi, com o programa é possível avaliar a sanidade do rebanho visando a certificação de propriedade livre de brucelose e tuberculose; promover o desenvolvimento da pecuária catarinense fomentando a cadeia produtiva com a melhoria significativa da qualidade do rebanho leiteiro; melhorar a renda do produtor pela agregação de valor ao preço do leite e animais certificados, além de melhorar o status sanitário de Santa Catarina para abertura de novos mercados com a exportação de lácteos catarinenses.

A certificação de propriedades, mediante testagem de todo o rebanho, é parte da estratégia de controle e erradicação das doenças. Santa Catarina tem a menor incidência de brucelose e tuberculose bovina entre os estados brasileiros e o objetivo é que o estado continue com posição de referência.

 

ATEG

A ATeG Pecuária de Leite iniciou em 2016 e, desde então, atendeu mais de 5.200 produtores em 209 municípios catarinenses. A coordenadora da ATeG SC, Paula Coimbra Nunes, explicou que, com a ATeG, o produtor explora novas ferramentas que potencializam o crescimento de seus negócios. “São dois anos de acompanhamento para aprimorar as técnicas e o gerenciamento, tornando a produção mais eficiente e lucrativa. As atividades são realizadas com grupos de 25 a 30 produtores organizados de acordo com a atividade produtiva”.

 

Fonte: Assessoria

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SOMEVESC celebra 65 anos com homenagem a profissionais da medicina veterinária catarinense

Evento reuniu lideranças e representantes regionais, incluindo integrantes do Nucleovet, em Florianópolis.

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A cerimônia ocorreu na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e reuniu representantes de entidades de classe, lideranças da profissão e médicos-veterinários de diferentes regiões do Estado para celebrar a trajetória da instituição -Foto: Divulgação

Representando a medicina veterinária e a zootecnia do oeste catarinense, uma comitiva do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) participou, na última quinta-feira (09), em Florianópolis, da solenidade em homenagem aos 65 anos da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (SOMEVESC). A cerimônia ocorreu na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e reuniu representantes de entidades de classe, lideranças da profissão e médicos-veterinários de diferentes regiões do Estado para celebrar a trajetória da instituição.

A cerimônia ocorreu na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e reuniu representantes de entidades de classe, lideranças da profissão e médicos-veterinários de diferentes regiões do Estado para celebrar a trajetória da instituição

Integraram a comitiva a presidente do Nucleovet e vice-presidente da SOMEVESC, Aletéia Britto da Silveira Balestrin; o 1º secretário do Nucleovet, Nilson Sabino da Silva, que também representa a entidade como conselheiro eleito do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Santa Catarina (CRMV-SC); o segundo tesoureiro do Nucleovet, Evandro Gandini; o médico-veterinário Mauro Flores Polenz, integrante da diretoria da SOMEVESC e da diretoria eleita do CRMV-SC; o vice-presidente do conselho deliberativo do Nucleovet e homenageado da entidade na solenidade, Luis Carlos Farias, o zootecnista Lawrence Luvisa, conselheiro eleito do CRMV-SC e o médico-veterinário Lucas Piroca, integrante da diretoria da SOMEVESC.

Durante a solenidade, cada núcleo regional da SOMEVESC prestou homenagem a um profissional que contribuiu significativamente para o desenvolvimento da medicina veterinária em sua região. O Nucleovet indicou, por decisão unânime da diretoria executiva, o médico-veterinário Luis Carlos Farias

Segundo Aletéia, participar desse momento histórico representa reconhecer a importância da entidade para o fortalecimento da medicina veterinária catarinense. “A SOMEVESC completa 65 anos de uma trajetória marcada pela valorização dos profissionais, pela defesa da medicina veterinária e pelo incentivo ao desenvolvimento científico e técnico da nossa área. Para o Nucleovet é uma honra participar dessa celebração, representando os nossos associados e fortalecendo as entidades da classe”, destacou.

A cerimônia ocorreu na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e reuniu representantes de entidades de classe, lideranças da profissão e médicos-veterinários de diferentes regiões do Estado para celebrar a trajetória da instituição

Durante a solenidade, cada núcleo regional da SOMEVESC prestou homenagem a um profissional que contribuiu significativamente para o desenvolvimento da medicina veterinária em sua região. O Nucleovet indicou, por decisão unânime da diretoria executiva, o médico-veterinário Luis Carlos Farias, em reconhecimento à sua contribuição para a história da entidade.

“Farias participou ativamente da construção do Nucleovet desde seus primeiros anos. Foi presidente da entidade em duas oportunidades e continua sendo uma referência pelo espírito voluntário e pela dedicação permanente ao fortalecimento da instituição”, ressaltou Aletéia.

A cerimônia ocorreu na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e reuniu representantes de entidades de classe, lideranças da profissão e médicos-veterinários de diferentes regiões do Estado para celebrar a trajetória da instituição

A presidente da SOMEVESC Cristhiane Stecanella de Oliveira Cattani, destacou que os 65 anos da entidade representam uma trajetória construída pela união dos médicos-veterinários em prol do fortalecimento da profissão. Segundo ela, a SOMEVESC é uma instituição essencial para a valorização da medicina veterinária catarinense, incentivando a qualificação profissional, a integração da categoria e o desenvolvimento técnico-científico. Cristhiane também ressaltou o momento histórico de ser a primeira mulher a presidir a Sociedade, refletindo a crescente presença feminina em espaços de liderança da profissão.

Representando a medicina veterinária e a zootecnia do oeste catarinense, uma comitiva do Nucleovet participou em Florianópolis, da solenidade em homenagem aos 65 anos da SOMEVESC

Em seu pronunciamento, a presidente enfatizou que o trabalho dos médicos-veterinários foi decisivo para conquistas sanitárias que tornaram Santa Catarina referência nacional e internacional, como o reconhecimento de área livre da peste suína clássica e o controle da influenza aviária. Ela também reforçou a importância das entidades de classe, dos núcleos regionais e dos eventos científicos para fortalecer a categoria, destacando os 55 anos do Nucleovet como exemplo de compromisso com a qualificação profissional e o desenvolvimento da medicina veterinária catarinense.

Representando a medicina veterinária e a zootecnia do oeste catarinense, uma comitiva do Nucleovet participou em Florianópolis, da solenidade em homenagem aos 65 anos da SOMEVESC

Após a cerimônia na Alesc, ocorreu um coquetel de confraternização reunindo representantes dos núcleos regionais de todo o Estado. Na ocasião, também foi entregue uma placa comemorativa alusiva aos 65 anos da SOMEVESC, que posteriormente passará a integrar o acervo da entidade.

“Enquanto a SOMEVESC celebra seus 65 anos de história, o Nucleovet comemora 55 anos de atuação. São instituições que compartilham o mesmo propósito de fortalecer a medicina veterinária, a zootecnia e contribuir para o desenvolvimento da produção animal em Santa Catarina. Estar presente nesta homenagem é reconhecer essa trajetória construída por tantas pessoas que dedicaram seu tempo, conhecimento e trabalho voluntário em benefício da profissão”, conclui Aletéia.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Agricultura brasileira enfrenta novo ciclo de desafios e transformação

Cenário de preços baixos, crédito restrito e instabilidade climática exige adaptação de produtores e empresas rurais.

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Imagem criada por Jaqueline Galvão/ChatGPT/OP Rural

A agricultura brasileira atravessa um dos períodos mais desafiadores dos últimos anos. Preços deprimidos, custos elevados, margens reduzidas, juros altos, instabilidade climática e restrições ao crédito pressionam produtores, empresas rurais e toda a cadeia produtiva. O cenário exige prudência, capacidade de adaptação e compreensão dos ciclos que caracterizam os mercados de commodities.

Artigo escrito por Vanir Zanatta, presidente do Sistema Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC).

A alternância entre expansão e retração não constitui novidade. O setor convive historicamente com um comportamento semelhante ao de uma montanha-russa, marcado por oscilações intensas e imprevisíveis. Entre 2021 e 2023, o agronegócio viveu um período excepcional, com preços favoráveis, custos relativamente estáveis, juros menores, valorização patrimonial e margens expressivas. A partir de 2025, esse alinhamento deu lugar a uma conjuntura adversa, formada por preços baixos, despesas elevadas, rentabilidade negativa e crédito caro.

Esses movimentos continuarão a existir. O diferencial está na capacidade de cada empreendimento de reconhecer, administrar e reduzir os riscos da atividade. Há riscos operacionais, ligados à produção, ao clima, aos preços e à logística, além dos macroeconômicos, relacionados à inflação, aos juros, ao câmbio e às políticas públicas. Parte deles pode ser mitigada com planejamento, seguro, diversificação, instrumentos financeiros e organização produtiva.

Também existem riscos de gestão, que envolvem estratégia, governança, controles, sucessão familiar e qualidade das decisões. Esses fatores estão sob responsabilidade direta das famílias empresárias e podem definir a resistência dos negócios diante das crises. Muitos empreendimentos ainda operam de forma intuitiva, concentrados na pessoa física e dependentes da experiência do fundador. Esse modelo sustentou o crescimento em outras fases, mas revela fragilidades diante da complexidade atual.

Para as famílias que ampliaram investimentos e endividamento durante o ciclo de prosperidade, o momento exige reorganização financeira, redução de dívidas, venda criteriosa de ativos, diálogo com credores e revisão das estruturas internas. Em situações mais graves, surgem renegociações, reestruturações e pedidos de recuperação judicial. O principal aprendizado consiste em evitar decisões baseadas na expectativa de continuidade das margens elevadas.

Foto: Marcello Casal

Em sentido oposto, produtores e empresas que preservaram reservas, mantiveram níveis prudentes de endividamento e adotaram controles mais rigorosos encontram oportunidades na crise. Ativos desvalorizados, novas parcerias e melhores condições de negociação podem abrir caminhos para um crescimento sustentável, desde que acompanhados de cautela, governança e análise técnica.

É nesse ambiente que o cooperativismo assume função decisiva. As cooperativas conhecem profundamente os desafios da produção agropecuária, em especial do segmento de grãos. Organizam produtores, prestam assistência, ampliam o acesso a tecnologias, estruturam a comercialização e criam estratégias para a conquista de mercados internos e externos. Também exercem uma defesa técnica competente do setor, fundamentada na realidade das propriedades e das comunidades rurais.

Foto: Shutterstock

A atuação cooperativista reduz assimetrias, fortalece o poder de negociação, amplia a escala produtiva e oferece instrumentos para o enfrentamento de períodos adversos. Mais do que estruturas econômicas, as cooperativas constituem redes de confiança, conhecimento e apoio mútuo. Em momentos de instabilidade, essa capacidade coletiva torna-se ainda mais relevante.

A crise deve ser compreendida como alerta e oportunidade de transformação. Ela impõe disciplina, planejamento, profissionalização, governança, sucessão organizada e maior atenção aos riscos. Também prepara uma nova geração de gestores rurais, mais qualificada, resiliente e consciente das responsabilidades de atuar em um ambiente global competitivo.

O resultado poderá ser uma agricultura mais eficiente, tecnificada e preparada para os próximos ciclos. A concentração produtiva tende a avançar, mas o cooperativismo pode evitar a exclusão de pequenos e médios produtores, ao integrá-los a estruturas sólidas e competitivas. A próxima subida da montanha-russa virá, assim como novas descidas. Estará mais preparado quem compreender que prosperidade não dispensa prudência e que nenhuma crise precisa ser enfrentada de forma isolada.

Fonte: Artigo escrito por Vanir Zanatta, presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC).
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Instituto de Zootecnia celebra 121 anos de pesquisas voltadas à produção animal

Livro lançado durante a comemoração reúne a trajetória do IZ e destaca avanços em genética, leite, forragens e sustentabilidade.

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Foto: Divulgação/IP-Apta

A comemoração dos 121 anos do Instituto de Zootecnia (IZ-APTA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, acontece nesta quarta-feira, 15, na sede do IZ em Nova Odessa. A cerimônia será marcada pelo lançamento do livro IZ 120 anos – Um legado de Conhecimento e Desenvolvimento, que mostra a trajetória do Instituto na busca e construção de conhecimento científico e inovações tecnológicas na zootecnia. O evento conta com a presença de autoridades, servidores e pesquisadores.

Entre os destaques do livro está a história do Programa de Melhoramento Genético da Raça Nelore e Caracu do IZ, implementado em 1980, que continua impulsionando a produção de bovinos de corte no Brasil e em outros países da América Latina. Também são abordados a formação do Banco Ativo de Germoplasma de Plantas Forrageiras (IZ–FOR), que reúne 286 amostras de gramíneas e 1.585 de leguminosas forrageiras, tendo sido constituída desde a década de 1970 por meio de intercâmbios e coletas, com o objetivo de conservar recursos genéticos e disponibilizar material biológico e informações para pesquisa em zootecnia, e a criação do Centro de Pecuária Sustentável do IZ, com a missão de desenvolvimento, validação e transferência de tecnologias voltadas à promoção de sistemas de produção pecuária sustentáveis, eficientes e alinhados aos compromissos nacionais e internacionais de mitigação das mudanças climáticas.

A obra relata ainda os impactos das pesquisas e ações voltadas à qualidade do leite para o setor e a sociedade. Entre os exemplos, estão o desenvolvimento de metodologia de análises para identificação do leite A2A2, que é mais digestível para indivíduos que tem dificuldade na digestão do leite de vaca convencional (A1), e para identificação da pureza do leite de búfalas, cabras e ovelhas, conseguindo detectar qualquer quantidade de possíveis misturas com leite de vaca, além das análises de Kappa-caseina que promovem maior rendimento do queijo de búfalas. Outro tema abordado é o projeto da Caravana Giro do Leite, que tem percorrido todo país com o laboratório móvel de qualidade do leite, fazendo análises e levando informações para ajudar o produtor a melhorar a qualidade.

Além de se destacar na produção de alimentos e outros produtos de origem animal, o Instituto, em sua mais recente missão, por meio da parceria com a empresa XenoBrasil e a Universidade de São Paulo (USP), está desenvolvendo o projeto “Produção de suínos geneticamente modificados”, que avalia a criação de linhagens suínas geneticamente modificadas voltadas para o doação de órgãos para humanos.

Com unidades localizadas entre os municípios de Nova Odessa, Registro, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Piracicaba e Sertãozinho (SP), o IZ possui três áreas estratégicas de pesquisa: Produção Sustentável de Carne, Produção Sustentável de Leite e Sistemas Integrados de Produção Agropecuária. Essas contribuem para maior sustentabilidade dos sistemas de produção animal. Além de buscar o aumento da produtividade animal e diminuição nos custos de produção, as pesquisas priorizam a diminuição dos impactos ambientais e melhor qualidade de produtos como carne, leite e ovos.

Fonte: Assessoria IZ-Apta
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