Conectado com

Notícias Santa Catarina

Produtores rurais de Santa Catarina contam com apoio do Governo do Estado para melhoria do solo

O Kit Solo Saudável faz parte do Programa Terra Boa

Publicado em

em

Divulgação

O cuidado com o solo é um dos segredos para melhorar a produtividade das culturas agrícolas. Sabendo da demanda dos produtores, a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural está investindo R$ 2 milhões em um projeto para incentivar a cobertura verde e a preservação do solo. O Kit Solo Saudável faz parte do Programa Terra Boa e a intenção é atender mil agricultores este ano.

“O Terra Boa é um velho conhecido dos agricultores catarinenses e ele traz diversas linhas de ação, incluindo a preservação do solo. Esse é um importante trabalho para melhorar a produtividade das lavouras de Santa Catarina. O Solo Saudável está trazendo resultados muito satisfatórios e criando uma nova cultura no meio rural catarinense”, ressalta o secretário da Agricultura Altair Silva.

O Kit Solo Saudável é uma importante ferramenta para ampliar a fertilidade do solo e ter uma produção mais sustentável. O valor máximo do kit é até R$ 2 mil, que pode ser pago em duas parcelas sem juros. Caso o produtor opte pelo pagamento único, terá um desconto de 60% no valor da segunda parcela. Os recursos são utilizados para aquisição sementes de, ao menos, duas espécies ou cultivares de plantas para adubação verde e insumos químicos e/ou orgânicos ou qualquer outro insumo relacionado a melhoria e conservação do solo. Tudo isso é feito com a orientação da Epagri.

Caso de sucesso

A região Oeste é um dos destaques na aplicação de recursos e na colheita de bons resultados. Na última terça-feira, 27, o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto, visitou algumas propriedades do município de Saudades que servem de exemplo na preservação do solo.

“O Kit Solo Saudável é uma forma de investir na sustentabilidade do meio rural. Quando falamos em cultivos agrícolas, lavouras e pastagens, o solo é o nosso maior patrimônio. Por isso, é fundamental que o solo esteja protegido contra os processos erosivos e as intempéries climáticas, assim vamos manter sua estrutura física e biológica e, de maneira indireta, iremos manter também os nossos cultivos e pastagens produtivos”, destaca Miotto.

O extensionista da Epagri em Saudades, Sidinei Weirich, explica que a cobertura do solo é uma das etapas do Sistema de Plantio Direto e tem como objetivo proteger a superfície, controle de temperatura e controle da erosão. Além disso, com o uso do Kit Solo Saudável há menor incidência de pragas e doenças nas lavouras. As duas espécies de plantas mais utilizadas em Saudades são o nabo forrageiro e a aveia preta.

Como participar

A Epagri é a única responsável pelo cadastramento dos produtores no programa e pela emissão da Autorização de Retirada (AR), documento que permite ao beneficiário retirar o kit de produtos junto às cooperativas ou empresas credenciadas. Os técnicos da Empresa orientam sobre o acesso ao programa e elaboram um projeto para aquisição de sementes de plantas de cobertura e insumos, de acordo com as necessidades da propriedade e a disponibilidade da região.

Em 2020, o período para participar do programa Kit Solo Saudável vai até o dia 20 de novembro de 2021.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dois + 3 =

Notícias Rio Grande do Sul

Santo Cristo sediará 46º Dia Estadual do Porco

Localizado na fronteira Noroeste do Estado, o município é reconhecido como campeão gaúcho na produção de suínos

Publicado em

em

Foto: Divulgação ACSURS

Após ser transferido, nos anos de 2020 e 2021, por conta das medidas de prevenção à Covid-19, o 46º Dia Estadual do Porco já tem um novo município anfitrião confirmado. O tradicional evento promovido pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS terá sua programação realizada em Santo Cristo.

Localizado na fronteira Noroeste do Estado, o município é reconhecido como campeão gaúcho na produção de suínos por meio da Lei Estadual nº 15.659, desde o dia 7 de julho de 2021.

O título foi conquistado em decorrência de seu destaque com a produção de 138 mil cabeças de suínos em 2019, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Santo Cristo recebe o evento pela segunda vez. A primeira foi há 27 anos, em 1995.

O presidente da ACSURS, Valdecir Luis Folador, comemora a confirmação do município e a retomada do evento, que não ocorre há dois anos. “É muito importante para o setor da suinocultura, principalmente para o suinocultor, que vivencia um momento político e técnico, além de social, por meio do contato com suinocultores de todas as regiões”, comenta.

Além disso, Folador frisa que a confirmação da realização do evento demostra que as coisas estão voltando ao normal, em relação à pandemia. Ele acredita que até a data do evento muita coisa ainda vai evoluir, principalmente o avanço da vacinação na população, garantindo, assim, mais segurança para realização do evento. “Aguardamos todos os suinocultores em uma das principais regiões produtores de suínos no Estado para mais uma edição do Dia Estadual do Porco”, enfatiza.

O 46º Dia Estadual do Porco ocorrerá no dia 12 de agosto no Parque de Eventos de Santo Cristo, e o almoço será servido no Centro Esportivo Tiradentes.

 

Resgate histórico

Promovido historicamente pela ACSURS, o Dia Estadual do Porco já teve passagem pelo município que sediará as programações do evento em 2022.

Isso ocorreu há 27 anos, quando cerca de 1.300 pessoas entre suinocultores e lideranças do setor se reuniram para prestigiar o evento.

 

Encontro entre comitivas

Para alinhar a organização e os preparativos para o evento, uma comitiva da ACSURS foi até Santo Cristo no dia 18 de janeiro.

A reunião, que foi realizada na Câmara de Vereadores, localizada junto à Prefeitura, contou com a presença de integrantes da comitiva local. Do encontro, participaram os suinocultores e empresários Luiz Hansen e Júnior Gerhardt, também integrantes da comissão local.

O momento foi destinado para troca de ideias entre as comitivas, sanar dúvidas e definir pontos fundamentais para realização do evento..

 

Patrocinadores

São patrocinadores do 46º Dia Estadual do Porco as empresas De Heus, Machado Agropecuária, Mig-PLUS e AWA Sistemas na Cota Diamante; BSBios, DNA South America, Embio, Minitube e Topgen, na Cota Ouro; American Nutrients, Botânica EPIs, Cargill/Nutron e Choice Genetics na Cota Prata; Agroceres Multimix, Agroceres PIC, Anpario, Construrohr, Farmabase, Huvepharma do Brasil e Protec na Cota Bronze.

O evento tem como apoio de mídia O Presente Rural.

 

Empresas interessadas em integrar o time de patrocinadores do 46º Dia Estadual do Porco devem entrar em contato com a ACSURS através do imprensa@acsurs.com.br ou 51 99889-2876.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Análise do Cepea

Com desvalorização dos ovos, relação de troca por milho é a pior da história

Na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

Publicado em

em

Arquivo OP Rural

Com os ovos desvalorizados e os preços do milho e do farelo de soja em alta, o poder de compra do avicultor de postura recuou na parcial deste mês (até o dia 20).

Considerando-se o milho, especificamente, a relação de troca em janeiro é a mais desfavorável ao avicultor em toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2013 – na média parcial do mês, foi possível ao produtor de Bastos (SP) a compra de 65,9 quilos do cereal com a venda de uma caixa de 30 dúzias de ovos brancos tipo extra, considerando-se o preço do milho na região de Campinas (SP) – Indicador ESALQ/BM&FBovespa.

Esse volume é o menor da série e ainda 14,9% inferior ao registrado em dezembro.

Segundo pesquisadores do Cepea, as cotações do milho estão em forte alta neste mês, impulsionadas pela restrição de vendedores – devido às incertezas quanto à produtividade das lavouras – e pela demanda elevada.

Quanto ao farelo de soja, após o recuo dos preços na maior parte do segundo semestre de 2021, os valores passaram a subir em dezembro, principalmente por conta do alto valor da matéria-prima e da firme procura.

Assim, na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Incertezas da produção nacional

Diferença entre preços pedidos e ofertados limita comercialização da soja no Brasil 

Agentes do Cepea indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

Publicado em

em

Arquivo OP Rural

Incertezas quanto à produção nacional de soja, expectativas de maior demanda e a recente desvalorização cambial (US$/R$) ampliaram a disparidade entre os preços pedidos e ofertados pela oleaginosa, limitando a liquidez no mercado brasileiro.

De um lado, produtores, especialmente os da região Sul, relatam grandes perdas na produção devido à escassez hídrica no principal período de desenvolvimento das lavouras.

De outro, agentes consultados pelo Cepea apontam que as produções nas demais regiões do Brasil devem ser volumosas, compensando boa parte das perdas no Sul.

Agentes também indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

Consumidores também estiveram cautelosos nos últimos dias, diante da desvalorização do dólar e da expectativa da entrada da nova safra.

No spot nacional, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 1,5% entre 14 e 21 de janeiro, a R$ 177,33/sc de 60 kg na sexta-feira (21).

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) registrou alta de 2%, no mesmo comparativo, a R$ 180,15/sc de 60 kg no dia 21.

Dentre as regiões brasileiras, entretanto, os preços registraram direções distintas.

O dólar registrou queda de 1,17% entre as duas últimas sextas-feiras, a R$ 5,457 no dia 21.

Fonte: Cepea
Continue Lendo
EVONIK 2022

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.