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Produtores rurais da ATeG conhecem experiências de sucesso na produção de leite em Monte Castelo

Sistema Faesc/Senar-SC promoveu Dia de Campo com grupos do Planalto Norte.

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Dia de Campo no município de Monte Castelo oportunizou conhecimento e troca de experiências - Fotos: Divulgação Sistema Faesc/Senar

Produtores rurais que integram os grupos da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Bovinocultura de Leite no Norte de Santa Catarina se reuniram em um Dia de Campo no município de Monte Castelo. A iniciativa, do Sistema Faesc/Senar em parceria com os Sindicatos Rurais de Major Vieira e Papanduva, proporcionou troca de experiências com foco no avanço da produção leiteira.

O produtor rural Vinicio Tabalipa recebeu um convite que mudaria o rumo de sua produção de leite. O convite veio de um técnico de campo, que o incentivou a participar do grupo da ATeG, uma oportunidade que ele abraçou com entusiasmo. Vinicio considera que a experiência tem sido extremamente interessante. Ressalta que, embora tenha visto muitas práticas e métodos em outras propriedades, o diferencial está em presenciar os resultados diretamente na sua própria propriedade.

O jovem produtor de leite Maycon Andrey Fuerst, de 24 anos, diz que encontrou no Dia de Campo uma fonte de motivação e inspiração para buscar constantemente a excelência em sua atividade. Para Maycon foi uma experiência excelente. “O evento proporcionou não apenas um espaço para aprender novas práticas e técnicas, mas também abriu minha mente para novas possibilidades”.

O proprietário da propriedade onde o Dia de Campo da ATeG leite foi realizado Adriano Roskamp, ressalta os impactos positivos que o evento trouxe. Sua visão realça a importância dessa iniciativa e a expectativa por mais oportunidades como essa. O Dia de Campo proporcionou um espaço para aprendizado, troca de conhecimentos e demonstrações práticas de técnicas inovadoras. A supervisora técnica da ATeG no Planalto Norte, Taiane Plautz, destaca que o Dia de Campo focou na eficiência produtiva e na produção de leite com base em pastagem anual de inverno, proporcionando aos produtores valiosos insights e conhecimentos práticos.

Produtores e promotores do Dia de Campo comemoram o sucesso das atividades

O evento também contou com a presença do presidente do Sindicato Rural de Major Vieira, João Francisco de Mattos, e reuniu produtores em um ambiente de aprendizado prático, onde puderam explorar abordagens inovadoras para maximizar a produtividade e a qualidade do leite. “Foram 16 campos demonstrativos. Cada um deles apresentava diferentes variedades, técnicas de manejo de solo e pastagem, além de demonstrações de eficiência de planta. Isso forneceu aos produtores uma visão abrangente das melhores práticas e opções disponíveis para otimizar sua produção”, acrescentou.

O técnico de campo Eduardo Brunnquel do Prado, atende a propriedade de Adriano, onde foi realizado o Dia de Campo e destaca a importância do conhecimento prático na produção de leite. Eduardo ressalta que é fundamental controlar o que está “da porteira para dentro”.

Isso se refere à gestão interna da propriedade e às práticas que os produtores podem influenciar diretamente. Ele destaca que a eficiência é um objetivo central e quanto mais eficiente a produção for dentro dessa área de controle, melhor será o desempenho geral da propriedade.

O técnico de campo da ATeG Bovinocultura de Leite de Papanduva, Edivaldo Dognani frisa que o Dia de Campo foi voltado às pastagens anuais de inverno. Segundo ele, foram apresentadas variedades de abordagens, desde melhoramento genético até questões de preparo do solo e certificação de brucelose e tuberculose. A junção de duas ATeGs resultou em um evento abrangente, buscando atender as diferentes realidades dos produtores.

Ele enfatiza que não existe pastagem ruim, mas sim pastagens adaptadas a diferentes condições e propriedades. “O evento visou trazer essa diferenciação para atender as necessidades específicas dos produtores ligados à ATeG”.

De acordo com a supervisora regional do Senar/SC, Carine Weiss, o momento também oportunizou ao produtor Adriano Roskamp receber o certificado de propriedade livre de Brucelose e Tuberculose. “O documento é um dos principais meios de controle para a sanidade dos rebanhos e, além de validar a sanidade dos animais, agrega valor aos produtos da propriedade”, explicou Carine que acompanha as atividades da ATeG na região.

Sobre a AteG em Santa Catarina

Desde seu início em 2016, a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) na Pecuária de Leite tem apresentado um impacto significativo em Santa Catarina. Com resultados notáveis e uma abordagem abrangente, o programa tem revolucionado a produção de leite no estado.

Evento reuniu produtores rurais que integram os grupos da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Bovinocultura de Leite

O programa já alcançou mais de 5.200 produtores em 209 municípios catarinenses. Hoje, ele abrange 72 grupos compostos por 2.100 produtores. Esses números expressivos refletem a amplitude e a eficácia do programa em atender às necessidades de produtores em várias regiões do estado.

O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, reconhece o ATeG como um dos programas mais bem-sucedidos do agronegócio em todo o país. Ele enfatiza como as propriedades beneficiadas pelo programa se tornaram modelos de empreendedorismo, inovação e gestão exemplar, destacando a importância do programa para a trajetória de sucesso dos produtores.

O sucesso do programa é atribuído à dedicação e ao comprometimento das equipes e parceiros envolvidos. Segundo o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, o acompanhamento rigoroso dos custos de produção e a análise econômica da propriedade permitem que os produtores implementem melhorias em diversos aspectos, desde o manejo até a genética do rebanho e adoção de tecnologias avançadas. Essas mudanças resultam em um aumento geral da renda e da eficiência da produção.

A coordenadora da ATeG em Santa Catarina, Paula Coimbra Nunes, enfatiza como o programa permite que os produtores explorem novas ferramentas para o crescimento de seus negócios. Com dois anos de acompanhamento, a ATeG visa aprimorar técnicas e gestão, tornando a produção mais eficiente e lucrativa. A participação em grupos organizados, Oficinas Técnicas e Dias de Campo também desempenha um papel crucial na avaliação dos resultados e na inspiração para a busca contínua pela inovação.

Fonte: Assessoria

Notícias IPPE 2026

O Presente Rural fará cobertura da maior vitrine mundial da proteína animal

Veículo marca presença no IPPE 2026 com cobertura in loco e reforça compromisso de conectar o agro brasileiro às principais tendências internacionais.

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cobertura será realizada pelo diretor Selmar Frank Marquesin e pela jornalista Eliana Panty, que acompanharão de perto as principais discussões, tecnologias e movimentos estratégicos apresentados durante a feira - Foto: O Presente Rural

O jornal O Presente Rural participa, mais uma vez, da International Production & Processing Expo (IPPE), uma das maiores e mais relevantes feiras globais voltadas à produção e ao processamento de proteínas animais. O evento ocorre de 27 a 29 de janeiro, em Atlanta, nos Estados Unidos, e reunirá líderes, empresas e especialistas de toda a cadeia produtiva mundial. A cobertura será realizada pelo diretor Selmar Frank Marquesin e pela jornalista Eliana Panty, que acompanharão de perto as principais discussões, tecnologias e movimentos estratégicos apresentados durante a feira.

Fotos: Divulgação/Arquivo OPR

Reconhecida como um dos principais pontos de encontro da indústria global de carnes, aves, ovos e rações, a IPPE se consolidou como vitrine de inovação e termômetro das transformações que impactam o setor. Em 2026, o evento alcança um novo patamar ao ocupar o maior espaço de exposição de sua história, com mais de 62 mil metros quadrados e a participação de mais de 1.380 expositores.

Para Marquesin, a presença do jornal em Atlanta reforça o papel estratégico da imprensa especializada no agronegócio. “A IPPE é onde as grandes decisões e tendências globais da proteína animal se encontram. Estar no IPPE 2026 é fundamental para entender o que vem pela frente e traduzir essas informações para o produtor, a indústria e toda a cadeia no Brasil”, afirma o diretor.

Segundo ele, a cobertura internacional amplia a capacidade do jornal de oferecer análises qualificadas e alinhadas com a dinâmica global do setor. “Nosso compromisso é levar ao leitor informações que ajudem na tomada de decisão e na compreensão do cenário internacional, que hoje influencia diretamente o mercado brasileiro”, completa.

Um dos destaques da programação da IPPE são as TECHTalks, apresentações técnicas gratuitas de 20 minutos realizadas diariamente ao longo do evento. Na edição de 2026, serão 90 apresentações distribuídas em três auditórios, localizados nos pavilhões A, B e C. Os temas abrangem áreas estratégicas como segurança alimentar, inteligência artificial, bem-estar animal, sustentabilidade e produção de rações, refletindo os principais desafios e oportunidades enfrentados pela indústria de proteínas.

As TECHTalks ocorrem das 10h30 às 16h20 no dia 27 de janeiro, das 9h30 às 16h20 no dia 28 e das 9h30 às 12h50 no dia 29. Cada sessão é conduzida por expositores da feira, que compartilham experiências práticas, soluções tecnológicas e perspectivas de mercado, fortalecendo o caráter técnico e educativo do evento.

A IPPE é resultado da integração de três grandes feiras internacionais – International Feed Expo, International Poultry Expo e International Meat Expo – e representa toda a cadeia de produção e processamento de proteínas. Essa convergência torna o evento um espaço estratégico para networking, negócios e formulação de estratégias de médio e longo prazos.

Ao acompanhar de perto esse ambiente, O Presente Rural reafirma sua atuação como elo entre o agro brasileiro e os principais polos internacionais de inovação. “A presença do jornal na IPPE não é apenas institucional. É uma forma de garantir que o produtor e o setor tenham acesso direto ao que há de mais atual em tecnologia, gestão e mercado”, destaca Selmar Marquesin.

Durante os três dias de evento, a equipe do jornal fará a cobertura dos principais painéis, lançamentos e debates, trazendo análises, entrevistas e conteúdos exclusivos para os leitores. A proposta é oferecer uma leitura qualificada sobre como as tendências globais discutidas em Atlanta podem impactar a competitividade, a sustentabilidade e o futuro da produção de proteínas no Brasil.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias

Primato reforça diálogo com cooperados em nova edição das Reuniões de Campo

Encontros percorrerão municípios da área de atuação da cooperativa para apresentar resultados, debater desafios e alinhar perspectivas do agronegócio com os associados.

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Foto: Divulgação/Primato

A Primato Cooperativa Agroindustrial dá início, em janeiro, a mais uma edição das tradicionais Reuniões de Campo, encontros que fortalecem o relacionamento com os cooperados, promovem a transparência e ampliam o diálogo sobre resultados, desafios e perspectivas do agronegócio. A programação percorre diferentes municípios da área de atuação da cooperativa, reunindo associados, lideranças e equipes técnicas. Todas as reuniões terão início às 19h30.

Para o presidente da Primato, Anderson Léo Sabadin, as Reuniões de Campo são momentos estratégicos para a construção coletiva. “Esses encontros são fundamentais para estarmos próximos dos cooperados, ouvindo suas demandas, compartilhando resultados e alinhando expectativas. A cooperativa cresce quando há participação, diálogo e confiança mútua”, destaca.

A agenda das Reuniões de Campo seguirá nas seguintes datas:

16 de janeiro – Toledo, na Associação da Primato, Rodovia 163 – KM 252,3, s/n
19 de janeiro – Capitão Leônidas Marques, na Unidade Cerealista, Rodovia BR 163, Lote Rural 125 B, Unificado 2
20 de janeiro – Vera Cruz do Oeste, na Unidade Cerealista, Rodovia PR-488, KM 13 – S/N
21 de janeiro – Santa Tereza do Oeste, na Unidade Cerealista, BR 163/PR182, Lote Rural 1-C, Gleba 2 – Distrito de Santa Maria
22 de janeiro – Novo Sarandi, na Unidade Cerealista, Rodovia PR 589, Lotes rurais 12-A-3 S/N
23 de janeiro – Guaraniaçu e Laranjeiras do Sul (encontro em Guaraniaçu), Casa do Produtor, Av. Ivan Ferreira Do Amaral, 507, Centro
26 de janeiro – Verê, Casa do Produtor, Rodovia PR 475, KM 57, s/n, Zona Rural
27 de janeiro – Vitorino, Rodovia PRC 158, KM 151, S/N – Bairro Industrial
28 de janeiro – Nova Esperança do Sudoeste, Rodovia PR-281 KM 537 – Estrada Linha Barra Bonita, Zona Rural

Em cada local, os cooperados terão a oportunidade de acompanhar informações sobre o desempenho da cooperativa, conhecer ações desenvolvidas ao longo do último período e contribuir com sugestões e avaliações.

O presidente também reforça o convite para a participação dos associados. “Convidamos nossos cooperados a estarem presentes nas reuniões em suas regiões, pois esse é um espaço de troca, aprendizado e fortalecimento do cooperativismo”, conclui.

Fonte: Assessoria Primato
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Peru habilita 36 novas unidades brasileiras para exportação de material genético animal

Autorização inclui genética avícola e bovina e renova licenças até 2028, ampliando a presença do Brasil no mercado peruano.

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Foto: Freepik

O Serviço Nacional de Sanidade Agrária do Peru (Senasa) oficializou a habilitação de 36 novas unidades brasileiras para a exportação de material genético animal. Do total, 31 são voltadas à genética de aves e cinco ao material genético bovino. Além das novas inclusões, a autoridade peruana renovou as licenças de exportação de todos os estabelecimentos do segmento que já operavam com o mercado peruano, com validade estendida até dezembro de 2028.

Com as novas habilitações, o setor avícola dobra o número de estabelecimentos autorizados a exportar para o Peru. No segmento de material genético bovino, a inclusão de cinco unidades representa um aumento de 83% na lista de estabelecimentos aptos, com foco no atendimento à pecuária de corte e de leite.

A extensão do prazo das autorizações até dezembro de 2028 busca conferir maior previsibilidade às operações comerciais entre os dois países.

A decisão do Senasa foi tomada com base em critérios técnicos e reforça o reconhecimento do controle sanitário e das medidas de biosseguridade adotadas pelo Brasil na produção e exportação de material genético animal.

No último ano, o vizinho latino-americano importou mais de US$ 729 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para produtos florestais, carnes, cereais, farinhas e preparações.

Fonte: Assessoria Mapa
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