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Produtores poderão adiar a entrega da comprovação de vacinação de febre aftosa

Entrega do comprovante poderá ser feita eletronicamente; vacinação deve continuar sendo realizada nos períodos propostos

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Divulgação/MAPA

Por causa da pandemia do novo Coronavírus, a Secretaria de Defesa Agropecuária do  Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está repassando às Superintendências Federais de Agricultura nos estados e a todos serviços ligados à vigilância agropecuária novas orientações em relação às  etapas de vacinação contra a febre aftosa para o primeiro semestre de 2020. Os proprietários de animais devem manter as etapas de vacinação nos períodos propostos, entretanto não serão exigidas declarações de comprovação da vacinação que impliquem em comparecimento aos escritórios.

Em ofício, a Divisão de Febre Aftosa (Difa) do Ministério orienta que a comprovação da vacinação contra a doença  deverá ser realizada, preferencialmente, por meio não presencial (sistemas informatizados, correio eletrônico ou outras soluções à distância). Quando não houver alternativa ao alcance, a comunicação presencial poderá ser postergada para um prazo a ser pactuado entre todas as partes envolvidas com o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) no estado ou no Distrito Federal.

O Serviço Veterinário Oficial (SVO) de cada estado e as equipes gestoras estaduais do PNEFA irão estabelecer formas de comunicação com todos os interessados sobre a etapa de vacinação contra a febre aftosa (rádio, sindicatos, redes de televisão locais , via site institucional, entre outros) e auxiliar na vacinação de propriedades que tenham dificuldade de executá-la.

Venda

Segundo o ofício, as entidades de  produtores e das revendedoras de vacina contra a febre aftosa deverão se organizar para que a vacina seja, preferencialmente, adquirida junto às revendas agropecuárias por telefone ou outro meio de comunicação à distância disponível. A entrega pela revenda, pelo sindicato rural ou outra forma de entrega, deverá ser feita  diretamente na propriedade rural que a comprou (distribuição por cooperativas, pelo caminhão de leite ou pela mesma logística de distribuição de insumos às propriedades).

Quando isso não for possível, a venda direta ao produtor deverá ensejar todas as medidas necessárias para a mitigação da transmissão do COVID-19, tanto por parte dos produtores rurais, quanto por parte das revendas de vacina.

Dúvidas e demais orientações poderão ser direcionadas ao email pnefa@agricultura.gov.br.

Fonte: MAPA
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Notícias Segundo FGV

Confiança do consumidor tem leve alta em maio, mas pessimismo se mantém

Pesquisa mostrou que em maio as avaliações sobre a situação presente continuaram a se deteriorar, enquanto as expectativas recuperaram parte das perdas sofridas em abril

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O pessimismo em relação aos próximos meses diminui levemente em maio e a confiança do consumidor teve alta, em um movimento de acomodação diante dos impactos da pandemia de coronavírus, de acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 3,9 no mês, chegando a 62,1 pontos, mas a FGV destacou que o resultado “pode ser interpretado como uma acomodação ao recuperar apenas 13,2% da queda de 29,6 pontos acumulada nos dois meses anteriores”.

A pesquisa mostrou que em maio as avaliações sobre a situação presente continuaram a se deteriorar, enquanto as expectativas recuperaram parte das perdas sofridas em abril.

O Índice de Situação Atual (ISA) perdeu 0,6 ponto e foi a 65,0 pontos, menor nível desde dezembro de 2016. Já o Índice de Expectativas (IE) subiu 6,7 pontos, para 61,7 pontos, após ter atingido mínima histórica no mês anterior (55,0 pontos).

“No momento presente, grande parte dos consumidores sentem os impactos da pandemia e avaliam piora na situação econômica geral e financeira das famílias. Com o orçamento doméstico comprometido pela necessidade de isolamento social levando a casos de redução de renda por demissão, suspensão de trabalho ou redução proporcional de salários e jornada de trabalho por pelo menos um membro familiar, as famílias de baixa renda são atualmente as que mais sentem dificuldades”, analisou a coordenadora das sondagens na FGV, Viviane Seda Bittencourt.

Em maio, houve piora da percepção sobre a situação econômica no momento e manutenção da insatisfação em relação a situação financeira das famílias.

Com relação aos próximos meses, o quesito que mede as expectativas sobre as finanças familiares foi o que mais contribuiu para a melhora da confiança, avançando após quatro meses seguidos de queda e atingido o menor nível da série histórica.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Importações de carne suína pela China saltam 170% em abril e têm nível recorde

China importou 1,35 milhão de toneladas de carne suína nos primeiros quatro meses do ano

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A China, principal consumidora global de carne suína, importou um recorde de 400 mil toneladas de carne suína em abril, um salto de quase 170% na comparação anual, mostraram dados de alfândegas, com compradores aproveitando os baixos preços para estocar o produto,

A China importou 1,35 milhão de toneladas de carne suína nos primeiros quatro meses do ano, depois que uma forte queda na produção doméstica manteve os preços muito mais altos que em outros mercados. A peste suína africana reduziu o rebanho de porcos da China em ao menos 40%, reduzindo a produção de carne suína e levando os preços da carne preferida no país para níveis recorde.

A China vinha comprando carne suína no exterior, incluindo dos Estados Unidos, onde os preços do produto estão entre os mais baixos no mundo, mas o ritmo de importações inicialmente caiu a partir da disseminação do coronavírus no país, que atingiu a demanda.

Embora os preços da carne suína na China venham caindo estavelmente desde o início de fevereiro, ainda estão em patamar que representa cerca do dobro dos níveis vistos há um ano atrás e de três a quatro vezes superiores aos preços nos EUA em março, antes que o fechamento de fábricas de processamento de carne norte-americanas levasse a um salto nos preços em meados de abril.

A alta nos preços dos EUA provavelmente diminuirá as importações no próximo mês, enquanto os preços da carne suína na China ainda estão em queda devido à fraqueza na demanda doméstica.

As exportações de carne suína dos EUA à China tiveram um recorde entre janeiro e abril, segundo dados do Departamento de Agricultura norte-americano (USDA).

A China também importou 160 mil toneladas de carne bovina em abril, alta de 28% na comparação anual. Nos primeiros quatro meses do ano, as importações de carne bovina cresceram em 54%, para 680 mil toneladas, segundo dados alfandegários.

Fonte: Reuters
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Notícias Política Agrícola

Congresso aprova crédito suplementar que garante recursos para o Plano Safra 2020/2021

Serão destinados R$ 3,2 bilhões para a equalização de juros do Plano Safra, que o Ministério da Agricultura pretende anunciar no dia 15 de junho

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O Congresso Nacional aprovou na última quinta-feira (21), em sessão conjunta virtual, a liberação de crédito suplementar de R$ 343,6 bilhões nos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União. Desses recursos, R$ 3,2 bilhões serão destinados para a equalização de juros do Plano Safra, que o Ministério da Agricultura pretende anunciar no dia 15 de junho.

“Foi muito importante a aprovação desse projeto, porque retirou o último entrave que estava nos segurando para o anúncio do Plano Safra”, disse o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio “Agora vamos concluir as medidas a serem submetidas ao Conselho Monetário Nacional, junto com as equipes do Ministério da Economia e do Banco Central”, completou.

Outros R$ 741 milhões serão usados para a subvenção ao prêmio do seguro rural em 2020, complementando os recursos previstos para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), já aprovado no Orçamento em R$ 957 milhões. No primeiro quadrimestre do ano, o Mapa já disponibilizou R$ 200 milhões para o PSR. Esse recurso é utilizado para subvencionar parte dos prêmios do seguro pagos pelo produtor. Graças ao PSR, somente nos anos de 2018 e 2019, as companhias seguradoras indenizaram aos agricultores em R$ 3,5 bilhões em função de problemas de perdas de produção por seca, granizo, chuva excessiva e outras adversidades climáticas.

No Projeto de Lei aprovado pelo Congresso também estão previstos R$ 400 milhões para o pagamento de indenizações do Proagro, que cresceram neste ano por causa da estiagem no Sul do país.

Também foram previstos R$ 35 milhões para ações de defesa agropecuária, R$ 13,5 milhões para a agricultura familiar, R$ 7,6 milhões para a Embrapa, R$ 6 milhões para aquicultura e pesca, R$ 5 milhões para a área de relações internacionais, R$ 5 milhões para assuntos fundiários, R$ 4,7 milhões para o Serviço Florestal Brasileiro, R$ 2 milhões para a Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação e R$ 1,5 milhão para o Incra.

O texto do Projeto de Lei do Congresso Nacional foi aprovado por 74 votos favoráveis no Senado e na Câmara dos Deputados, com 451 favoráveis e um voto contrário. O PLN 8/2020 segue agora para sanção presidencial.

Fonte: MAPA
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