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Produtores paranaenses sugerem financiamento agrícola mais acessível

Durante o encontro, a Ocepar entregou ao ministro um documento com as propostas do Paraná para as políticas públicas do agronegócio brasileiro

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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, participou, na última sexta-feira (08), de um encontro com a diretoria da Ocepar e o Governador Beto Richa, em Curitiba. É a primeira vez que o ministro visita oficialmente o Paraná, desde que assumiu o cargo, em maio.

Durante o encontro, Richa enfatizou a potência e os avanços do agronegócio paranaense e lembrou que, no Brasil, o setor tem, historicamente, salvado a balança comercial. “Em especial neste ano de recessão econômica sem precedentes, a agricultura, mais uma vez, está presente para amenizar os efeitos da crise no País e também em nosso Estado, que é um forte produtor agrícola”, afirmou o governador.

A importância estratégica do setor também foi enfatizada pelo ministro Blairo Maggi. “A saída para tirar o país da crise econômica é a agricultura e a pecuária”, afirmou ele. “O setor industrial levará mais tempo para se recuperar deste cenário de recessão, por isso é nossa responsabilidade tornar o setor agrícola mais competitivo, para que o Brasil entre nos trilhos novamente”, disse.

Durante o encontro, a Ocepar entregou ao ministro um documento com as propostas do Paraná para as políticas públicas do agronegócio brasileiro. “É um momento oportuno de contribuirmos com as discussões para a melhoria do setor agrícola brasileiro e apresentarmos nossas sugestões”, afirmou o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken.

Construído pelas entidades do setor, com a participação da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o documento aborda dez pontos: política agrícola plurianual, planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, gestão de risco rural, infraestrutura e logística, programa nacional de conservação de solos, políticas de comércio internacional, venda de terras para estrangeiros, crédito rural, apoio à comercialização e defesa e sanidade no agronegócio.

O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destacou que são pontos importantes a serem discutidos para a melhoria da competitividade da agricultura brasileira. “Não precisamos ensinar a missa ao vigário, o ministro é um empresário rural e tem uma leitura real das carências das políticas agrícolas, das nossas deficiências de infraestrutura”, disse Ortigara.

“É preciso que sejam feitos, por parte do poder público, os investimentos necessários para devolver à sociedade o que é pago pelos tributos, de tal forma que aquilo que é mais precioso ao Paraná e ao Brasil, que é o seu produto agrícola, continue crescendo, oferecendo oportunidades ao cidadão e recuperando empregos”, avaliou Ortigara. “Eu confio na capacidade do ministro de articular grande parte do conteúdo que oferecemos hoje a ele como contribuições para o aperfeiçoamento da política agrícola”, complementou.

Exportação

Para o ministro Blairo Maggi, os principais desafios do agronegócio brasileiro são ampliar a produção e se tornar mais competitivo no mercado externo. “Sabemos produzir, mas precisamos ter condições de ampliar a área destinada à agricultura no País. A tarefa do Ministério vai além de cuidar da produção, mas trata, também, de vender os nossos produtos”, declarou.

Maggi explicou que o Ministério da Agricultura está atuando em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores para abrir caminho no mercado de exportação. Entre as propostas, está a reestruturação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e da Câmara de Comércio Exterior (Camex). “Por isso, a proposta da Ocepar, de dobrar suas exportações vem ao encontro do que o Ministério da Agricultura espera”, afirmou.

Fonte: AEN/Pr/Ocepar

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Notícias Campanha

Guri de Uruguaiana se rende ao sabor da carne suína de SC

Personagem estrela campanha da ACCS de valorização aos suinocultores catarinenses

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Para enfatizar toda a importância do produtor de suínos para o país a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) lançou a campanha “Suinocultor Catarinense, orgulho do nosso Brasil”. E para estrelar a campanha nada mais justo do que um bom entendedor de churrasco: o Guri de Uruguaiana. O ‘gauchão’ teve que dar o braço a torcer e admitir a qualidade da proteína produzida em Santa Catarina e o trabalho excepcional dos suinocultores.

Na série de vídeos o personagem enfatiza os desafios enfrentados pelos suinocultores para manter o alto nível produtivo. Tudo sempre com um toque de bom humor.

“Tu sabe que eu sou um gaúcho de fundamento, e que adoro um churrasco no capricho. Agora, quando o assunto é carne suína, eu tenho que dar o braço a torcer para Santa Catarina. Os suinocultores de lá são bagual uma barbaridade”, diz o Guri em um dos vídeos.

O suinocultor catarinense é peça fundamental de uma engrenagem que movimenta a economia do país e leva alimento de qualidade para milhares de pessoas no mundo. Mesmo com todas as dificuldades de mercado e as crises cíclicas, eles se mantêm firmes, produzindo com excelência e na esperança de dias melhores.

Atualmente mais da metade da carne suína exportada pelo Brasil é de Santa Catarina, fator que consolida o setor produtivo como referência, já que o Estado é livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica. Para assegurar esse status sanitário diferenciado os cuidados começam dentro da granja.

“A gente percebe que muitas vezes o trabalho dos suinocultores não é reconhecido pela sociedade. Resolvemos fazer essa ação de marketing para homenagear os nossos produtores e fazer com que a população valorize a função desempenhada por eles. Escolhemos o Guri de Uruguaiana porque o personagem representa os valores defendidos pela nossa classe: o orgulho em manter a tradição, preservar os laços familiares e também o prazer em deliciar uma bela carne suína”, ressalta o presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi.

Fonte: Assessoria
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Notícias VBP

Valor da Produção Agropecuária de 2021 deve ser 12,4% maior que o do ano passado

Soja e milho são os principais destaques dos últimos três anos

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Arquivo/OP Rural

A projeção do Valor da Produção Agropecuária (VBP) deste ano aumentou, em valores reais, 12,4% em relação ao de 2020, que somou R$ 940,9 bilhões. O valor absoluto previsto é de R$ 1,057 trilhão, o maior já obtido desde 1989.

As lavouras representam R$ 727,7 bilhões, e a pecuária, R$ 330,1 bilhões. O crescimento real deve chegar a 16,1% nas lavouras e 5,1% na pecuária, conforme levantamento da Coordenação-Geral de Avaliação de Política e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“Nos últimos três anos, soja e milho têm apresentado recordes sucessivos de faturamento. A soma dessas duas atividades resultou num valor 65,4% do VBP das lavouras. Em valores absolutos, a soja apresenta uma estimativa de R$ 345,9 bilhões e o milho, R$ 129,9 bilhões. A demanda interna e o comportamento dos mercados, dos Estados Unidos e da China, têm sido os principais responsáveis por esse crescimento”, diz o departamento.

Na pecuária, o bom desempenho é dos setores de bovino, frango e leite, que correspondem a 86,2% do valor gerado. Carne bovina representa 45,0% do valor da pecuária, acompanhada por carne de frango e leite.

Outro grupo de produtos com boas estimativas de crescimento do VBP são: algodão, arroz, laranja, trigo e uva. Em menor destaque, mas também com projeção de resultado superior ao de 2020, estão amendoim, feijão e cana-de-açúcar.

Já entre os produtos com baixa estimativa estão banana, batata inglesa, tomate e café. Os três primeiros tiveram reduções do VBP devido aos menores preços, e o café sofreu redução de produção por causa de secas sofridas no ano passado.

No grupo de 25 produtos analisados no levantamento, 16 apresentam preços recebidos superiores aos do ano passado. Pode-se dizer que, em geral, os produtores têm um ambiente de preços melhor neste ano.

A classificação do VBP por Unidade da Federação é: Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Essas unidades federativas representam 71,2% do VBP total.

Fonte: MAPA
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Notícias Capacitação

BRF amplia escola de formação que qualifica novos colaboradores

Programa de formação da companhia funciona em Toledo, Dois Vizinhos e Francisco Beltrão e está sendo implantado em Carambeí

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Uma das maiores companhias de alimentos do mundo, a BRF está ampliando um projeto criado em formato piloto em 2019: a Escola de Formação. O programa, destinado a qualificar os colaboradores recém-contratados pela Companhia para a função de operador de produção, começou nas unidades de Toledo, no Paraná, Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, e Videira, em Santa Catarina. Hoje, além das três primeiras, existem escolas em operação em Dois Vizinhos e Francisco Beltrão, no Paraná, Campos Novos, Capinzal, Chapecó, Concórdia, em Santa Catarina, Mineiros, em Goiás, e Marau, no Rio Grande do Sul.

Outras unidades estão em processo de implantação: Carambeí, no Paraná, Concórdia (produção de suínos), e Herval d’Oeste, em Santa Catarina, Buriti Alegre e Rio Verde, em Goiás, Nova Mutum, em Mato Grosso, e Uberlândia, em Minas Gerais. Mais duas escolas pilotos em áreas de produtos industrializados devem ser instaladas: Videira (SC) e Seropédica (RJ). As escolas são divididas pelas áreas de frango, suínos e industrializados, e têm atuação de forma independente em cada planta da BRF.

As aulas têm duração de 30 dias, sendo que os professores são os supervisores e os monitores de formação, profissionais que foram promovidos internamente e se destacaram em relação ao perfil da função. Apenas após esse período, o colaborador é transferido para a linha de trabalho. Os conteúdos das aulas são intercalados em partes práticas e outras teóricas para o devido aprendizado das tarefas que irão desempenhar no dia a dia.

Como medida protetiva em razão da pandemia de Coronavírus, as aulas foram suspensas de março a setembro do ano passado e retomadas em outubro em novo formato, com ações preventivas estabelecidas pelo protocolo de combate à doença, incluindo redução nas turmas a 50% da capacidade. Desde 2019, 1,3 mil colaboradores já passaram pelas salas de aula da Escola de Formação.

Além das lições teóricas e práticas, os colaboradores recebem um exemplar do Manual de Transparência, que conta com uma mensagem do CEO da BRF, Lorival Luz. Pelo documento, o trabalhador terá uma compreensão clara e objetiva sobre as condutas e princípios éticos que orientam o negócio, além dos compromissos inegociáveis da Companhia – segurança, qualidade e integridade.

“Seguimos fortalecendo a nossa cultura, com o objetivo de criar uma gestão robusta para que tenhamos a quantidade de talentos necessária na Companhia”, salienta o vice-presidente global de Gente, Gestão e Transformação Digital, Alessandro Bonorino.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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