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Produtor repassa custos e preço do suíno avança no Brasil

Mercado brasileiro de suína registrou mais uma semana com ambiente de negócios acirrado

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de suína registrou mais uma semana com ambiente de negócios acirrado. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, visando a manutenção das margens, os produtores repassaram os aumentos nos custos do milho e do farelo de soja aos preços do quilo vivo em boa parte das praças de comercialização do país.

Por outro lado, os frigoríficos se queixam que o escoamento da carne está mais difícil nesta segunda quinzena de setembro, período onde o consumidor está menos capitalizado. “De qualquer modo, a oferta de suíno vivo permanece ajustada, com animais sendo abatidos com peso mais leve em grande parte do país, o que tende a garantir a firmeza das cotações nas próximas semanas”, projeta.

Outro fator que garante suporte aos preços, conforme Maia, é o forte fluxo de exportações, por conta das compras por parte da China, o que ajuda a manter a oferta de carne suína no mercado doméstico bem enxuta.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil avançou 1,22% ao longo da semana, de R$ 6,71 para R$ 6,79. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado passou de R$ 12,01 para R$ 12,09, aumento de 0,59%. A carcaça registrou um valor médio de R$ 11,16, ante os R$ 11,10 praticados na última semana, com valorização de 0,56%.

As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 116,321 milhões em setembro (13 dias úteis), com média diária de US$ 8,947 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 49,994 mil toneladas, com média diária de 3,845 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.326,70.

Na comparação com setembro de 2019, houve avanço de 44,57% no valor médio diário exportado, ganho de 44,20% na quantidade média diária e queda de 0,26% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo seguiu em R$ 152,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$ 4,60 para R$ 4,65. No interior do estado a cotação aumentou de R$ 7,20 para R$ 7,30.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração subiu de R$ 4,70 para R$ 4,80. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 7,65 para R$ 7,80. No Paraná o quilo vivo seguiu em R$ 7,50 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo permaneceu em R$ 4,90.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração subiu de R$ 4,80 para R$ 5,10, enquanto em Campo Grande o preço passou de R$ 6,60 para R$ 6,80. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 7,80 para R$ 7,90. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno se manteve em R$ 8,30. No mercado independente mineiro, o preço prosseguiu em R$ 8,20. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo na integração do estado mudou de R$ 4,70 para R$ 4,80. Já em Rondonópolis a cotação passou de R$ 6,60 para R$ 6,80.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Do Sul para o mundo:

BRF movimenta uma cadeia viva que alimenta quatro continentes

Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF tem entre o coração do Rio Grande do Sul e o oeste do Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo

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De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. Foto: O Presente Rural

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, tem como propósito oferecer produtos de qualidade, cada vez mais saborosos e práticos, para seus consumidores. Para cumprir esse compromisso, conecta o trabalho de milhares de produtores integrados, profissionais nas fábricas e equipes de logística. Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF concentra nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo.

As unidades da BRF, além de abastecer as famílias brasileiras, alimentaram, em 2019, consumidores de 99 países, de quatro continentes. Esse número de destinos de exportações procedentes da Região Sul pode alcançar uma centena em 2020, considerando que recentemente a planta de Concórdia (SC), que já exportava suínos para Hong Kong, Filipinas e África do Sul, recebeu habilitação para exportar também para o Vietnã.

De municípios como Concórdia, no Oeste catarinense, Lajeado, no coração do Rio Grande do Sul, e Toledo, no Oeste paranaense, são embarcados mais de duas dezenas de tipos de produto, incluindo diferentes cortes de carne e embutidos, rumo a nações de culturas e regiões diversas, tendo o Japão, a 17.360 quilômetros, como o ponto mais distante. O roteiro apresenta uma diversidade de destinos, como Angola (África), Omã e Emirados Árabes (Península Arábica) e México (América do Norte).

De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. No caso da proteína de frango, a BRF representa cerca de 12% do comércio global. Se a BRF fosse um país, seria o sétimo maior produtor de carne de frango do planeta, uma nação movida pela gestão sustentável de uma cadeia viva, longa e complexa voltada a proporcionar vida melhor a todos, do campo à mesa.

Fonte: Assessoria
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Notícias PIB

Ipea eleva previsão de aumento do PIB agropecuário do Brasil para 1,9% este ano

Revisões positivas de culturas importantes como milho, soja e café vão impactar no desempenho do PIB agro este ano

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Divulgação/AENPr

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu para 1,9% a estimativa de crescimento do PIB agropecuário brasileiro em 2020, ante uma previsão anterior de 1,6%, informou o órgão nesta quinta-feira (22). O Grupo de Conjuntura do Ipea ainda revisou a projeção de crescimento do PIB Agropecuário do próximo ano de 2,4% para 2,1%, por conta do aumento da base de comparação – com o melhor resultado esperado para 2020.

A estimativa maior para o PIB agropecuário se deve a melhora nas previsões do IBGE para componentes importantes da lavoura e por números mais positivos também para a pecuária, “em especial decorrentes das revisões dos resultados observados de produção nos últimos meses”.

Como algumas das culturas mais relevantes da lavoura têm a produção concentrada nos dois primeiros trimestres, mudanças significativas nas estimativas do IBGE, depois da divulgação dos dados trimestrais do PIB, podem resultar em maiores revisões dos resultados trimestrais do PIB Agropecuário.

Segundo o grupo de conjuntura do Ipea, as revisões positivas de culturas importantes como milho, soja e café vão impactar no desempenho do PIB agro este ano.

A soja teve crescimento revisado de 6,6% para 7% e segue como o produto com maior peso no valor adicionado da lavoura brasileira.

Fonte: Reuters
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Notícias Segundo Cepea

Suíno vivo segue valorizando em todas as regiões

Oferta de animais para abate ainda é reduzida, ao passo que a demanda da indústria por novos lotes de suínos para abate continua aquecida

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Monalisa Pereira

As cotações do suíno vivo seguem em alta em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. A oferta de animais para abate ainda é reduzida, ao passo que a demanda da indústria por novos lotes de suínos para abate continua aquecida. Com elevações no vivo, novos reajustes também são verificados nas cotações da carcaça.

Do lado dos custos, os preços internos do milho e do farelo de soja seguem renovando as máximas nominais, e as altas são mais intensas que as verificadas para o suíno vivo.

Esse cenário acabou interrompendo o movimento de avanço no poder de compra de suinocultores frente a esses insumos de alimentação, que vinha sendo observado desde maio deste ano.

Fonte: Cepea
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Evonik Guana

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