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Notícias Safra de inverno

Produtor prioriza safra de verão e trava mercado brasileiro de trigo

Mercado brasileiro de trigo teve uma semana marcada por lentidão nas negociações

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Divulgação/AENPr

O mercado brasileiro de trigo teve uma semana marcada por lentidão nas negociações. A safra de verão segue demandando a atenção dos produtores e saturando a logística de escoamento. Assim, os reportes de negócios são pontuais e basicamente para entrega a partir de abril.

As indicações seguem próximas a R$ 1600,00/t no mercado paranaense. No Rio Grande do Sul as pontas de compra e venda seguem distanciadas. Para a safra nova indicações a partir de R$ 1.320/t. O custo total de produção calculado pela Fecoagro no estado ficou volta de R$ 1.100/tonelada, dependendo da produtividade.

“Mesmo descontando as despesas com a logística, o preço no interior do estado cobriria o custo total de produção, algo que é bastante raro para o trigo. Plantado após a soja, o cereal divide com a oleaginosa os custos fixos da lavoura. Assim, a partir do momento em que se cobre os custos operacionais, a lavoura de trigo passa a ser atrativa”, explica o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento.

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo teve uma semana negativa. Sem novidades fundamentais, o clima favorável nas regiões produtoras dos Estados Unidos e a forte baixa do petróleo ma quinta asseguraram as perdas, mesmo com o bom resultado das exportações semanais americanas.

As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2020/21, que tem início em 1o de junho, ficaram em 390.100 toneladas na semana encerrada em 11 de março. Representa um avanço de 18% frente à semana anterior e de 40% sobre a média das últimas quatro semanas. Destaque para a venda de 132.300 toneladas para a China.

Para a temporada 2021/22, foram mais 139.000 mil toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 175 mil e 500 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.

Outro fator de pressão sobre as cotações externas foi a perspectiva de aumento na oferta da Rússia. Além disso, o governo local já dá indícios de que não vai regular as exportações na temporada, afrouxando as medidas adotadas no ano passado. A Rússia deverá produzir 79,2 milhões de toneladas de trigo em 2021, de acordo com a SovEcon. O volume fica acima das 76,2 milhões de toneladas previstas anteriormente.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Comércio Exterior

Encontro reúne adidos agrícolas para discutir estratégias de promoção comercial

O evento, que acontece até o dia 29 de outubro, servirá para o alinhamento de informações e a discussão sobre estratégias para negociações internacionais, promoção comercial, atração de investimentos e internacionalização do setor agropecuário brasileiro. A ministra Tereza Cristina participou da abertura do evento, e destacou os desafios da atuação dos adidos.

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Divulgação/Mapa

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou nesta segunda-feira (18), da abertura do 3º Encontro dos Adidos Agrícolas, realizado em parceria com a Apex-Brasil. O evento, que acontece até o dia 29 de outubro, servirá para o alinhamento de informações e a discussão sobre estratégias para negociações internacionais, promoção comercial, atração de investimentos e internacionalização do setor agropecuário brasileiro.

Tereza Cristina lembrou a importância dos adidos agrícolas na promoção do comércio exterior brasileiro. “Vocês hoje têm o desafio de representar, nos quatro cantos do mundo, o agro brasileiro moderno, sustentável e pujante. Essa tarefa, se bem executada, trará êxitos e significativos retornos econômico-sociais para nosso país”, disse a ministra, lembrando que, desde o início de 2019 o Brasil conquistou 167 aberturas de mercado, com o apoio dos adidos.

A ministra também destacou os desafios que ainda se impõem à diplomacia brasileira do agronegócio, como o protecionismo de muitos países e a necessidade de diversificar a pauta de exportações do Brasil.

Ela também mencionou a questão ambiental, lembrando que, apesar dos problemas ainda existentes, a agricultura brasileira é uma das mais sustentáveis do mundo. “Mas isso não se reflete na nossa imagem lá fora. Devemos, portanto, seguir buscando os diversos caminhos para nos firmarmos de fato como uma potência agroambiental. E, mais do que isso, sermos efetivamente reconhecidos como tal”, disse.

Também participaram da abertura do Encontro o presidente da Apex-Brasil, Augusto Pestana, o secretário de Comércio Exterior e Assuntos Econômicos do Ministério das Relações Exteriores, Embaixador Sarquis José Buainain Sarquis e o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Embaixador Orlando Leite Ribeiro.

Fonte: Mapa
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Notícias

Clima favorável e possível oferta elevada pressionam valores da soja

Ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionam contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group).

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Foto: AEN

A combinação de clima favorável à colheita nos Estados Unidos e à semeadura da oleaginosa em grande parte das regiões brasileiras, de estimativas de maior relação estoque/consumo final na safra 2021/22, em termos mundiais, do ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionou os contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group) nos últimos dias.

Com isso, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), compradores brasileiros se afastaram das aquisições no spot, na expectativa de adquirir lotes a preços menores nas próximas semanas.

Entre 08 e 15 de outubro, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná caíram 2,3% e 1,7%, com respectivos fechamentos de R$ 168,55/sc e de R$ 166,48/sc de 60 kg na última sexta-feira (15).

Fonte: ESALQ
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Notícias Grãos

Comprador afastado mantém preço do milho em queda

Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu 0,93%, fechando na última sexta-feira (15) a R$ 90,18/saca de 60 kg.

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Os preços do milho seguem em queda na maioria das regiões brasileiras, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Entre os dias 08 e 15 de outubro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) caiu 0,93%, fechando a R$ 90,18/saca de 60 kg na última sexta-feira, 15.

Apesar da quebra de produção na safra 2020/21, consumidores mantêm baixo o interesse de aquisição de novos lotes, atentos à melhora do clima, que tem favorecido a temporada de verão brasileira, e nas exportações desaquecidas.

Parte dos vendedores nacionais, por sua vez, precisam liberar armazéns para limpeza e organização da safra verão ou, em algumas regiões, para a entrada do trigo.

Fonte: Cepea
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ABPA – PSA

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