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Produtor do Paraná reduz em 50% uso de defensivos agrícolas

Produtores rurais utilizam MIP e MID na propriedade para maior produção e menor utilização de defensivos

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Francine Trento/OP Rural

Sustentabilidade, maior produção e lucratividade no plantio da soja, além de mais assertividade na tomada de decisão. Estas são as situações que melhor descrevem a atividade quando o agricultor adota o Manejo Integrado de Pragas (MIP) e o Manejo Integrado de Doenças (MID) na lavoura. Os dois programas são desenvolvidos com produtores rurais do Paraná através de uma parceria entre Emater-PR e Embrapa. Entre os benefícios dos programas estão o menor uso de inseticidas nas propriedades, consequentemente menor investimento para compra destes produtos, e uma maior rentabilidade nos resultados finais da safra.

 Quem fala com propriedade sobre o assunto é o produtor rural Sandro Rogério Tagliari, de Assis Chateaubriand, do Oeste do Estado. Com uma área de 30 alqueires, ele adotou estes manejos há cinco anos. Agora, não quer mais saber de outra forma de trabalhar na propriedade. “Trabalhei com o auxílio da Emater-PR. No início fizemos somente em cinco alqueires. Porém, com os ótimos resultados que tive, passei a aplicar em 100% da área”, conta.

Ele comenta que, como agricultor, estabeleceu um dia de semana em que faz o monitoramento de toda a área para ver o dano das pragas e a questão de doenças. “A Emater tem um coletor de esporos que me passa essas informações”, diz. Com estes dados em mãos, o produtor faz a aplicação de inseticidas somente no momento certo, sem o perigo de aplicar quando não é necessário e perder dinheiro.

Tagliari informa que desde que adotou os manejos, a diferença em toda a produção foi perceptível. “Eu tive áreas na propriedade em que a aplicação de inseticida foi zero. Eu diminui em média 50% da aplicação de defensivo agrícola. Tudo isso por meio dos dados que hoje eu tenho da minha propriedade, porque antigamente eu não tinha tanta informação e agora, com o que eu tenho, eu possuo maior critério para fazer as minhas aplicações, para não fazer nos momentos indevidos e assim perder dinheiro”, explica.

O produtor rural conta que a produção dele não aumentou em números, porém, o lucro que tira da propriedade passou a ser maior. “A rentabilidade que eu tiro de cada safra está maior porque o que está acontecendo é que eu estou produzindo igual, mas estou gastando menos. Dessa forma posso dizer que a rentabilidade aumentou”, comenta.

Inimigos e amigos

Para Tagliari a força de vontade do produtor é um quesito essencial para o bom funcionamento dos manejos na propriedade. “Eu recomendo para outros fazerem também. Não é fácil, é o nosso meio de vida e sobrevivência. Eu preciso estar na minha propriedade toda semana monitorando. Tiro um dia inteiro para fazer tudo o que é necessário e tomar a minha decisão de aplicar ou não o inseticida, para que eu vou aplicar e quando”, diz. Além do mais, com o manejo integrado, agora o produtor sabe a diferença dos inimigos e amigos naturais. “Temos assim o controle das pragas invasoras, que são os inimigos e temos que cuidar deles. Dessa forma trabalhamos para eliminar as pragas e manter os amigos naturais, que são fundamentais para a produção”, afirma.

Produção é de grãos, não de folha

“A hora que o agricultor entende o manejo de pragas, ele perde o medo e fica tranquilo. Já não é mais aquela coisa de que furou uma folhinha tem que aplicar o inseticida. Ele já vê que não precisa fazer isso, porque ele não está vendendo folha, soja não é alface, ele está vendendo o grão”, afirma o engenheiro agrônomo e coordenador estadual da área de grãos do Instituto Emater-PR, Nelson Harger. 

O profissional, que coordena o programa de manejo com os agricultores do Paraná, comenta que o produtor está sempre muito atento e preocupado em fazer um bom controle de pragas e doenças, mas ele tem muita dificuldade em tomar decisão de qual o melhor momento em iniciar as aplicações. “E é exatamente isso que estes programas ajudam”, diz.

Segundo Harger, o agricultor que sabe o que está acontecendo na lavoura em termos de praga, acompanha toda a semana, vê se a população de pragas tem aumentado ou diminuído, que praga tem aumentado, não se assusta e toma a decisão baseada em critérios técnicos e acaba iniciando as aplicações mais tarde. “Os nossos trabalhos, que estamos desenvolvendo há cinco anos, têm mostrado que em média o agricultor que cuida desses detalhes faz a aplicação de inseticida 31 dias mais tarde. Isso para a cultura da soja é fantástico, porque ao invés de aplicar no início do ciclo da soja, ali pelos 40 dias, ele passa a aplicar somente aos 70 dias. Isso é um resultado incrível”, avalia.

Pesquisa a campo

Trabalhando dessa forma, o profissional comenta que o foco principal tem ficado nos percevejos, já que nos últimos anos não há problemas sérios com lagarta no Paraná. “Então, porque fazer aplicações muito cedo sem necessidade? Isso são trabalhos totalmente referendados pela pesquisa”, argumenta.

Harger conta que o MIP e o MID já foram desenvolvidos em 612 propriedades do Paraná. “São locais que trabalhamos para que os outros produtores visitem e adotem. Para eles terem certeza de que isso funciona”, informa. De acordo com ele, este manejo tem dado muito certo. O engenheiro agrônomo conta que o produtor e a assistência técnica precisam entender que o comportamento da doença não é o mesmo todos os anos. “Em 2017 tivemos geada e seca em setembro, o que matou aquelas sojas voluntárias, então não havia uma multiplicação inicial da ferrugem cedo. A doença apareceu no começo de dezembro. Quem fez alguma aplicação antes, perdeu dinheiro”, conta. Para ele, o produtor precisa fazer as contas do que é necessário.

O profissional explica que já no ano passado foi diferente. “Não tivemos geada, houve muita chuva desde agosto, e com isso muita soja voluntária sobrou nas lavouras, então, a ferrugem começou mais cedo. Houve focos importantes nas regiões de Palotina e Marechal Cândido Rondon”, comenta. Ele reitera que cada ano varia, e é preciso que o produtor observe isso.

A grande questão que deve ser encarada pelo produtor rural é quanto a correta tomada de decisão para a aplicação dos inseticidas na propriedade. “Nós temos nas propriedades os coletores de esporos. Em algumas regiões sabemos se já está circulando esporos de alguma doença. O agricultor a assistência técnica vêm isso e sabem que já existe risco de infecção. Dessa forma, em conversa, eles já decidem pela aplicação e o melhor momento a fazer. Assim usamos o critério técnico”, afirma. O profissional comenta que este trabalho é um avanço para o produtor rural. “É algo feito para ele ter mais rentabilidade, feito para o setor produtivo ter mais informação”, diz.

Mais sustentabilidade

Um dos grandes ganhos com a utilização do MIP e do MID vem também para o meio ambiente. Isso porque, com a utilização dos inseticidas somente no momento certo e se há necessidade, a utilização de defensivos nas propriedades acaba sendo menor. Em uma pesquisa realizada durante cinco safras pelo Emater mostra que o número de aplicações de inseticidas diminui pela metade com a utilização destes manejos.

“O agricultor aplica mais tarde, produz uma agricultura mais sustentável e ganha mais dinheiro”, destaca Harger. Dessa forma, o produtor acaba tendo avanços ambientais e econômicos ao mesmo tempo, reitera o profissional. “Isso faz com que acabe casando as questões. Não é que o produtor deixa de ganhar dinheiro, ele continua ganhando e ganha mais, agredindo menos o meio ambiente, porque ele só vai fazer a aplicação quando é realmente necessário”, assegura. Para o profissional, esta forma de manejo acaba sendo melhor para todos, para os agricultores e pessoas da cidade.

Profissionalismo

O engenheiro agrônomo menciona que o agricultor é um empresário e quer fazer as coisas da melhor forma possível. “Ele está mudando o comportamento de ver e decidir, de querer informação de qualidade e querer dinheiro no bolso. Estamos passando por uma fase muito radical de mudanças nessa questão, o agricultor está evoluindo muito, está mais exigente, quer mais informação e assistência técnica de qualidade”, expõe Harger.

Para o profissional, a agricultura evoluiu bastante nos últimos anos e continuará evoluindo nos próximos. “Imagina o agricultor daqui a 10 anos, já vai ser outra realidade. A agricultura vai evoluir muito, ela nem começou a evoluir ainda, tem muito o que andar. Em uma visão empresarial, de mais competitividade, o Brasil realmente vai ser a grande referência mundial de produção de alimentos, não tenho dúvidas disso”, afirma.

Capacitação

Para aqueles produtores que ainda não conhecem e querem começar a aplicar o MIP na propriedade, Harger informa que ele pode procurar o Senar, que oferece um curso de manejo de pragas. “Toda semana tem um grupo em uma propriedade que está fazendo esse curso, com questões práticas de campo. Com essa parceria, o melhor caminho para mais agricultores entrarem no MIP é tentar se encaixar em um curso do Senar”, recomenda o profissional.

E foi exatamente isso que o produtor Sandro Rogério Tagliari fez. Ele conta que quando soube do curso, fez a inscrição. “Eu estava fazendo outro curso no Senar quando ouvi falar que tinha este. Entrei em contato e estava na reta final do curso, inclusive em duas regiões próximas à minha cidade não tinha mais vaga. Mas como eu tinha total interesse, deixei meu nome em uma lista de espera”, lembra. Para a sorte de Tagliari, um dia antes de começar o curso houve uma desistência e ele conseguiu uma vaga no curso do Senar do município de Toledo. “Eles me ligaram e eu fiquei bastante contente. Eu tive que me locomover 40 quilômetros toda a semana, mas o curso foi muito produtivo, valeu muito a pena”, afirma.

E o produtor não parou por ali. Depois de três anos que fez o curso, tem a certeza de que é preciso fazer novamente. “Neste ano preciso fazer uma reciclagem. Como é pelo Senar, é totalmente grátis para nós, e precisamos buscar conhecimento para fazer a nossa tomada de decisão”, afirma. Fazer o curso foi uma decisão acertada, segundo o produtor. “Precisamos ter rentabilidade na nossa lavoura. As vezes meu vizinho pode colher mais do que eu, mas sobrar menos para ele. Então, é isso que temos que buscar para nos aprimorar, rentabilidade e sustentabilidade. Gostamos da área rural e queremos nos manter vivos por muito tempo no campo”, declara.

O MIP

O uso do MIP extrapola os resultados econômicos e contribui para o controle biológico natural no agroecossistema, assim como reduz o risco de contaminação ambiental, uma vez que menos produtos são pulverizados no ambiente. Porém, o sucesso desse tipo de manejo exige dedicação, acompanhamento e presença do agricultor na lavoura. Sua adoção deve ter início antes mesmo da instalação da cultura, por meio da realização de monitoramento do grupo de pragas presentes na área a ser manejada para o plantio.

Entre as tecnologias sugeridas pelo MIP, destacam-se a observação de pontos simples, como: os níveis de ação estabelecidos pela pesquisa, especialmente em relação a lagartas e os percevejos; os métodos efetivos de amostragens e de monitoramento das pragas e de inimigos naturais; o controle biológico natural e aplicado na cultura; e a disponibilidade de produtos químicos e biológicos seletivos para serem aplicados quando for realmente necessário. O MIP-Soja também preconiza o cultivo das plantas transgênicas Bt que expressam proteínas que afetam insetos desfolhadores, como lagartas da soja e a falsa-medideira.

Harger explica que os técnicos acompanham a propriedade, fazem o monitoramento semanal e vão discutindo com o produtor para ele fazer a melhor tomada de decisão. “Quando chega o momento oportuno, em que as pragas estão em populações mais altas, se discute com o agricultor a aplicação, mas a decisão final é dele. Com isso ele vai criando confiança e vai adotando o melhor caminho nos próximos anos. Essa é a ideia”, afirma.

Fonte: O Presente Rural

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Contribuições ao Fundesa-RS sobem 4,43% com atualização da UPF em 2026

Reajuste eleva valores pagos por produtores e indústrias nas cadeias de carnes, leite e ovos. Nova lei sancionada em dezembro passa a valer a partir de março.

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Foto: Fernando Kluwe Dias

Já estão em vigor os novos valores de contribuição do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul, atualizados pela Unidade de Padrão Fiscal (UPF). A UPF é um indexador utilizado para a correção de taxas e tributos cobrados pelo Estado, e seu valor é atualizado anualmente pela Receita Estadual com base no IPCA-E.  Para 2026 o reajuste foi de 4,43%, ficando a UPF fixada em R$28,3264, ante R$27,1300 de 2025.

Atualmente, indústria e produtores contribuem em igual parte para o fundo, considerando cabeças abatidas, e produção de ovos e leite. Com a atualização da UPF, a contribuição por bovino abatido, por exemplo, passa de R$1,4324 para R$1,496, sendo R$0,748 cabendo ao produtor e o mesmo valor à indústria, que fica responsável pelo recolhimento e pagamento ao Fundesa. A tabela com todos os valores e respectivas cadeias produtivas está disponível no site.

Esse reajuste considera apenas a atualização da UPF e não é o mesmo que está previsto na Lei 16.428/2025, sancionada pelo governador em 19 de dezembro. Pelo princípio de anterioridade, a lei só poderá ser implementada 90 dias após a sanção. “Neste período, o Fundesa está articulando com a Secretaria da Agricultura o formato para permitir a contribuição dos produtores que não recolhiam, bem como a modificação do sistema de cobrança utilizado pelo fundo”, explica o presidente do Fundesa, Rogério Kerber.

Para saber mais sobre o projeto aprovado na Assembleia legislativa, clique aqui.

Fonte: Assessoria Fundesa-RS
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CooperAliança e Sebrae lançam projeto de ultrassonografia de carcaça

Iniciativa foi apresentada aos cooperados com o objetivo de elevar ainda mais a qualidade da carne produzida pela cooperativa e agregar valor ao produto final.

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Fotos: Divulgação/CooperAliança

A CooperAliança, em parceria com o Sebrae, lançou um novo projeto voltado à utilização da ultrassonografia de carcaça por cooperados de bovinos. A iniciativa foi apresentada aos cooperados com o objetivo de elevar ainda mais a qualidade da carne produzida pela cooperativa e agregar valor ao produto final, desde a propriedade até a indústria.

Segundo o médico-veterinário da CooperAliança, Renan Guilherme Mota, a ultrassonografia de carcaça é uma ferramenta estratégica no processo de melhoramento genético dos rebanhos. “Quando utilizamos a ultrassonografia na matriz, ela permite e viabiliza o melhoramento genético focado em características de carcaça, como área de olho de lombo, espessura de gordura subcutânea e marmoreio. Essas características estão diretamente relacionadas à musculosidade, ao padrão dos cortes, ao rendimento de carcaça e ao desempenho do animal”, explica.

Renan destaca ainda que os dados obtidos vão além da qualidade da carne. Por exemplo, essas informações também estão ligadas à fertilidade, precocidade sexual e ao desempenho reprodutivo. Ou seja, é uma ferramenta que agrega tanto para a indústria, em qualidade, perfil de carcaça, tamanho dos cortes e rendimento de desossa, quanto para o produtor, em desempenho, reprodução e fertilidade.

Para o consultor do Sebrae, Heverson Morigi Miloch, o projeto representa uma oportunidade concreta de evolução na pecuária dos cooperados. “O objetivo é atender esses produtores para que, por meio da seleção genética, eles possam identificar e trabalhar com os animais mais adequados para a produção e para a entrega aqui na CooperAliança.”

Heverson também destaca o apoio financeiro oferecido. O Sebrae vai subsidiar 50% do custo, além de facilitar as formas de pagamento. “Isso garante que mais produtores possam participar, fortalecendo a união, melhorando a produção na ponta e elevando a qualidade da do animal que chega até a CooperAliança.”

Fonte: Assessoria CooperAliança
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Concurso de Carcaças Angus valoriza boas práticas e eleva padrão da carne bovina

Iniciativa reuniu produtores de diferentes regiões e avaliou mais de 4,1 mil novilhas com critérios técnicos de qualidade.

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Foto: Divulgação/Angus

Realizado entre os meses de outubro e dezembro, o Concurso de Carcaças Angus teve como foco estimular a adoção de boas práticas pecuárias e valorizar a produção de carne bovina de alta qualidade no Brasil. A iniciativa reconhece produtores que se destacam no manejo, na genética e no acabamento de animais da raça Angus, contribuindo para a padronização do produto e para a elevação dos padrões de qualidade exigidos pelo mercado.

Foto: Shutterstock

A ação foi promovida pela Associação Brasileira de Angus, em parceria com a Minerva Foods, e reuniu produtores de diferentes regiões do país. As avaliações técnicas das carcaças ocorreram em unidades localizadas em Barretos, no interior de São Paulo; Bataguassu, no Mato Grosso do Sul; Rolim de Moura, em Rondônia; Palmeiras de Goiás, em Goiás; e Tangará da Serra, no Mato Grosso.

Ao longo do concurso, os produtores encaminharam animais previamente selecionados para análises que levaram em conta critérios técnicos como conformação, acabamento e rendimento de carcaça. A iniciativa reforça o papel da genética Angus como instrumento de agregação de valor à pecuária de corte brasileira e de alinhamento às demandas de consumidores e mercados cada vez mais atentos à qualidade, à padronização e à origem da carne.

Neste processo, foram observados aspectos como padrão racial, faixa etária e nível de acabamento, assegurando uma avaliação criteriosa e

Foto: Shutterstock

alinhada aos mais elevados protocolos de qualidade. A partir desses parâmetros, cada carcaça foi classificada, permitindo o cálculo do desempenho médio dos lotes avaliados e a valorização objetiva dos melhores resultados.  “O Concurso de Carcaças é uma ferramenta estratégica para fortalecer a pecuária de qualidade no Brasil. Ao incentivar boas práticas, reconhecer o trabalho dos produtores e valorizar a raça Angus, criamos um ciclo virtuoso que beneficia toda a cadeia produtiva e para o posicionamento da carne brasileira nos mercados mais exigentes do mundo”, frisou o  gerente executivo de Relacionamento com Pecuaristas da Minerva Foods, Rostyner Costa.

Nesta edição, mais de 4,1 mil novilhas foram avaliadas, número recorde do concurso promovido pela Companhia, refletindo o crescente engajamento dos produtores e a consolidação da iniciativa como referência no setor. Os vencedores receberam um troféu e um avental personalizado da Associação Brasileira de Angus, como forma de reconhecimento pela excelência alcançada.

Fonte: Assessoria Minerva Foods
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