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Notícias Suinocultura

Produtor consegue repasse e preço do suíno sobe em parte do Brasil

Preços pagos aos produtores pelo quilo do suíno melhoraram em boa parte dos estados ao longo da semana

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Monalisa Pereira/Embrapa

Os preços pagos aos produtores pelo quilo do suíno melhoraram em boa parte dos estados ao longo da semana. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, ainda que o ambiente de negócios siga truncado, houve melhor fluidez em relação aos últimos dias e os frigoríficos acabaram aceitando as pedidas mais altas dos produtores, que tentam mitigar o efeito negativo do custo da nutrição animal.

Maia destaca que o elevado custo pode resultar em uma queda no peso médio do animal negociados, fator que tende a ajudar no ajuste da disponibilidade doméstica no curto prazo. “Contudo, será fundamental um alto fluxo de exportações nos próximos meses para que os preços encontrem patamares mais saudáveis no país”, sinaliza.

A entrada da massa salarial na economia é outro fator que pode trazer fôlego, melhorando o escoamento da carne e possibilitando novos reajustes no curto prazo.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 3,02% ao longo da semana, de R$ 5,94 para R$ 6,12. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado caiu 0,48%, de R$ 11,97 para R$ 11,91. A carcaça registrou um valor médio de R$ 9,17, ganho de 0,55% frente à semana anterior, de R$ 9,12.

Maia ressalta que a exportação de carne suína de janeiro foi fraca e não deve alcançar as 70 mil toneladas projetadas, somando os volumes in natura e industrializados. “A tendência é que a China atue com pouca intensidade nas importações neste mês de fevereiro por conta do feriado prolongado do Ano Novo Lunar, que se inicia na próxima semana”, comenta.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 137,215 milhões em janeiro (20 dias úteis), com média diária de US$ 6,860 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 55,799 mil toneladas, com média diária de 2,789 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.459,10.

Em relação a janeiro de 2020, houve queda de 0,90% no valor médio diário da exportação, ganho de 3,64% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 4,37% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo subiu de R$ 113,00 para R$ 125,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 5,85. No interior do estado a cotação avançou de R$ 6,50 para R$ 6,65.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração retrocedeu de R$ 6,20 para R$ 6,00. No interior catarinense, a cotação aumentou de R$ 6,35 para R$ 6,70. No Paraná o quilo vivo teve alta de R$ 6,15 para R$ 6,20 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo continuou em R$ 5,90.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração retrocedeu de R$ 5,40 para R$ 5,30, enquanto em Campo Grande o preço recuou de R$ 5,90 para R$ 5,70. Em Goiânia, o preço subiu de R$ 5,90 para R$ 6,30. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno aumentou de R$ 6,00 para R$ 6,80. No mercado independente mineiro, o preço passou de R$ 6,00 para R$ 6,80. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis diminuiu de R$ 5,20 para R$ 5,15. Já na integração do estado o quilo vivo seguiu em R$ 5,70.

Fonte: Agência Safras
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Notícias Segundo Embrapa

Custo de produção de suínos passa dos R$ 7 por quilo vivo

Em abril, os custos para produzir suínos aumentaram 2,33% em relação a março

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Os custos de produção de suínos e de frangos de corte tiveram uma elevada alta em abril segundo o estudo mensal publicado pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa, que disponibiliza as informações no site embrapa.br/suinos-e-ave/cias.

Em abril, os custos para produzir suínos aumentaram 2,33% em relação a março, fazendo o ICPSuíno, índice criado pela Embrapa para medir a variação nos custos de produção, ultrapassar pela primeira vez os 400 pontos, chegando a 402,40 pontos. No ano, o ICPSuíno já subiu 7,11%, acumulando uma alta de 44,55% nos últimos 12 meses. Com isso, o custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina subiu R$ 0,16 entre março e abril, chegando a R$ 7,03. Também é a primeira vez que o custo de produção por quilo de suíno vivo fica acima dos sete reais. A alimentação dos animais impactou em 82,11% os custos totais de produção de suínos. Deste porcentual, o milho participou com 46,88%, o farelo de soja com 25,37%, os núcleos vitamínico-minerais (premix) com 8,3% e o farelo de trigo com 1,55%.

Já o ICPFrango subiu 2,75% em abril na comparação com março, sendo que deste aumento 1,56% foi pintinho de corte e 0,94% a nutrição. No ano de 2021, este índice acumula alta de 14,08% nos custos totais de produção de frangos de corte. Nos últimos 12 meses, a variação é de 39,78%. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná, produzido em aviário tipo climatizado em pressão positiva, passou dos R$ 4,86 em março para R$ 4,99 em abril. A alimentação impactou 75,29% os custos totais de produção, acompanhado por pintinhos de um dia com 13,58% e mão de obra com 3,82%. A depreciação das instalações e o custo de capital impactaram em 1,93% e 1,60%, respectivamente.

Os estados de Santa Catarina e Paraná são usados como referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Vendedor limita oferta e preços do milho se mantêm firmes

Resultado está atrelado principalmente aos reajustes negativos nos rendimentos do Sudeste e do Sul, de 3% e 4,9%, respectivamente

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Chuvas foram registradas em algumas regiões produtoras de milho do País na semana passada. As precipitações, no entanto, ainda ocorreram de forma insuficiente para sanar as preocupações quanto ao déficit hídrico, especialmente no Paraná, em Mato Grosso do Sul e algumas áreas do Sudeste.

Assim, vendedores consultados pelo Cepea seguiram atentos aos impactos do clima sobre a produtividade e, com isso, limitando a oferta de novos lotes no spot. Muitos compradores com necessidade de repor estoques de curto prazo, por sua vez, acabam cedendo aos maiores preços.

Nesse cenário, as cotações se mantiveram em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Relatório divulgado na semana passada pela Conab indica que a produtividade média nacional pode cair 3,3% nesta safra frente à anterior.

Esse resultado está atrelado principalmente aos reajustes negativos nos rendimentos do Sudeste e do Sul, de 3% e 4,9%, respectivamente. Agentes consultados pelo Cepea aguardam ainda novas quedas na produtividade nos próximos relatórios da Conab, fundamentados no clima desfavorável.

Fonte: Cepea
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Notícias Cooperativismo

Copagril realiza Seminário de Leite de forma online e gratuita

Evento será realizado de forma online, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Cooperativa

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A Cooperativa Agroindustrial Copagril realizará nesta terça-feira (18) o Seminário de Leite 2021. O evento direcionado aos cooperados e clientes Copagril no segmento de produção de bovinos de leite é tradicional e tem por objetivo apresentar informações técnicas sobre a atividade. Em decorrência das ações de restrição de público por causa da pandemia do Coronavírus o seminário de 2021 será realizado de forma online, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Cooperativa (Facebook e Youtube).

O diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, comenta sobre o tradicionalismo do evento e do modelo de 2021. “Realizamos o seminário aos produtores do setor leiteiro todos os anos, mas em 2020 não foi possível por causa do Coronavírus e neste ano esperávamos poder fazer de forma presencial, mas infelizmente não houve a diminuição dos casos como era a expectativa. Por isso devemos ter o cuidado para com todos e assim faremos o Seminário de Leite de forma online. O objetivo é sempre trazer mais informações para os produtores, para que possam, em suas propriedades, produzir melhor, com qualidade melhor e assim, com lucratividade melhor. Sabemos que não podemos parar, por isso temos que fazer uso dos canais de comunicação que estão a nossa disposição”, reforça Chapla.

A programação do seminário contempla palestra com Alexandre Pedroso, pós-doutor em Nutrição de Ruminantes e consultor técnico em bovinos de leite da Nutron. Ele falará sobre Conforto animal: produtividade e qualidade do leite. A transmissão ainda terá a divulgação dos melhores cooperados nos resultados do último ano em qualidade do leite, volume de produção e qualidade de silagem.

O Seminário de Leite iniciará às 14 horas, com transmissão no Youtube e Facebook oficiais da Copagril e haverá sorteio para quem acompanhar e participar da transmissão ao vivo.

Fonte: Assessoria
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