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Produquímica lança três soluções para aumentar produtividade das lavouras

Novos produtos integram o portfólio do Programa Supera, que foi apresentado a consultores agrônomos, em evento, no interior de São Paulo

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A Produquímica – especialista em soluções para nutrição e fisiologia de plantas, animal e florestal – acaba de lançar o Programa Supera, que reúne um portfólio de última geração com soluções inovadoras para as lavouras. São fertilizantes de solo, tratamento de sementes, fertilizantes foliares e biofertilizantes, que trazem tecnologias exclusivas que atendem todo ociclo das culturas. Com foco nos mais de 78 milhões de hectares de área cultivada no Brasil, em diferentes regiões, climas e tipos de solo, o programa estimula o metabolismo vegetal, aumenta a capacidade de absorção da água e dos nutrientes, reduz os efeitos causados pelos estresses que afetam as plantas, e promove maior expressão do potencial produtivo das culturas.

O programa conta com mais três opções que estão à disposição dos produtores: Phusion, Up! Seeds eTranslok.

O Phusion é o resultado da fusão de três tecnologias e 7 nutrientes, disponíveis na boca da planta, o que proporciona maior eficiência nutricional com elevada concentração de Fósforo, Enxofre, Nitrogênio, Boro, Zinco, Cobre e Manganês. É uma combinação da tecnologia Maxxi-Phos, que promove maior liberação e disponibilidade de fósforo para o sistema radicular; da tecnologia Microsol, com quatro micronutrientes, boro, zinco, cobre e manganês, 100% solúveis e protegidos em um único granulo e com liberação gradual; e da tecnologia Sulfurgran, que traz enxofre com liberação gradual, disponível durante todo o ciclo da cultura.

O Up! Seeds reúne tecnologias de estímulo via semente para altas produtividades. Os benefícios são transferidos uniformemente, pelo recobrimento das sementes, o que potencializa o crescimento do sistema radicular e a formação dos nódulos. Ele favorece a absorção de nitrogênio desde o processo de germinação, pois tem pH ideal, que ajuda o estabelecimento das bactérias fixadoras de nitrogênio, e oferece maior tolerância a veranicos e eficiência na extração de nutrientes. Ele ativa os nódulos desde o início para atender a demanda de nitrogênio já no florescimento.

Em busca de maior qualidade do peso dos grãos e dos frutos, o terceiro lançamento, Translok, é uma tecnologia exclusiva para ajudar a planta no processo de enchimento de frutos e de grãos. Os fundamentos científicos que suportam esse tipo de nutrição foliar baseiam-se no fato de que do início do estádio reprodutivo até a maturação, a atividade radicular e absorção diminuem e, ao mesmo tempo, aumentam a translocação de nutrientes das folhas para frutos e grãos em formação. O produto aumenta a síntese de sacarose, a principal forma de açúcares dentro da planta, além de fornecer nutrientes e tensoativos que atuam em conjunto para promover maior disponibilidade de energia para a planta e redução de estresses fisiológicos comumente encontrados em condições de campo nesta fase das culturas, resultando em frutos e grãos mais pesados e assim cooperando para maior produtividade.

O Programa Supera e seus lançamentos foram apresentados aos mais de 220 consultores agronômicos das principais regiões produtoras do Brasil, que estiveram na 4ª edição do NutriExperts, um encontro já consagrado de compartilhamento de conhecimento e tecnologia para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro com foco em inovação para nutrição de plantas, que foi realizado em Itupeva, no interior de São Paulo. 

Sobre a Produquímica

A Produquímica tem 50 anos de experiência no Brasil, nove parques fabris localizados estrategicamente pelo País e é especialista em desenvolvimento de soluções inovadoras para nutrição e fisiologia de plantas, animal, florestal, setor de tratamento de águas e insumos químicos para processos industriais. Com presença ativa no mercado nacional e internacional, exporta seus produtos para todos os continentes atingindo mais de 70 países. No final de 2015, firmou uma parceria com a Compass Minerals, uma empresa centenária de origem norte americana, com sede no Kansase forte presença nas áreas agrícola, industrial e pecuária.

Fonte: Ass. de Imprensa Produquímica

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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