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Produquímica irá oferecer condições especiais para antecipar 70% das vendas durante a BelaSafra 2014

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Silvio Cezar Gregorio do Nascimento, gerente regional da Produquímica, destaca que o Norte do Paraná é uma das regiões mais tecnificadas do Brasil, obtendo, desta forma, elevada capacidade produtiva.
 
“Diante deste cenário, propício à aquisição de nossos produtos, altamente tecnológicos, esperamos, durante a BelaSafra 2014, realizar muitos negócios antecipados, visando a próxima safrinha de milho, feijão e trigo e a próxima safra verão de soja e milho”, afirma Nascimento.
 
A Produquímica terá um moderno estande na BelaSafra 2014, com salas de atendimento estruturadas. Os 6.500 visitantes previstos pela organização serão atendidos por uma equipe altamente qualificada, que dará todo o suporte necessário.
 
Durante os quatro dias do evento, de 28 a 31 de janeiro, os agricultores poderão acompanhar demonstrações da Linha Kellus e conferir especificações técnicas dos produtos.
 
“Das vendas previstas desta linha para agricultores do Norte do Paraná durante o ano, queremos antecipar 70% durante a BelaSafra 2014”, acrescenta o gerente regional da Produquímica.
 
Lançada em 2013 e comercializada pela Belagrícola, empresa que organiza a BelaSafra, a pioneira linha Kellus tem em sua composição micronutrientes blindados e é composta por produtos premium para agricultura.
 
Resultado de quatro anos de pesquisa e desenvolvimento, a linha Kellus proporciona total segurança e comodidade nas suas aplicações foliares, nutrindo a planta e ao mesmo tempo garantindo a eficiência dos produtos aplicados. 
 
“A Produquímica enxerga um desenvolvimento exponencial da linha Kellus em 2014, pois foi muito bem recebida pelos agricultores, superando todas as expectativas dos clientes e da própria empresa e concretizando a venda do dobro do volume previsto para 2013. Além disso, nos surpreendemos com o uso dessa linha pelos grandes grupos de agricultores do Brasil, que logo no primeiro ano perceberam a segurança na aplicação e certeza dos resultados, enxergando como um investimento na lavoura com retorno garantido”, acrescenta Guilherme Sá, gerente de Produtos da Produquímica.
 
Na BelaSafra 2014, terão destaque dois produtos da linha: o Kellus Manganese (produto que tem fonte de manganês e pode ser misturado com glifosato, beneficiando o cultivo de soja) e Kellus Inox (produto, também compatível nas misturas do campo, que nutre a planta de forma completa com vários nutrientes).
 
Além de terem condições especiais de preço e pagamento, os agricultores que comprarem produtos da linha ganharão um brinde especial. No total, serão distribuídos 800 brindes, sendo 200 por dia.
 
Para mais informações sobre a Linha Kellus, acesse www.kellus.com.br.
 
 
Sobre a BelaSafra
 
A 13a edição da BelaSafra, a ser realizada de 28 a 31 de janeiro de 2014, em Cambé, no Paraná, deve reunir, segundo previsões da organização, cerca de 6.500 agricultores. Empresas de insumos, maquinários e implementos agrícolas e veículos estarão entre os expositores.
 
 
Sobre a Produquímica
 
Aos 48 anos, a Produquímica está em pleno processo de expansão e inovação, sendo referência em soluções de nutrição vegetal e animal para alta performance.
 
Com um completo portfólio de produtos e dez unidades industriais, a Produquímica aposta em inovação e visão de futuro, sempre alinhada às tendências do mercado e principalmente às boas práticas que tragam rentabilidade aos clientes.
 
São mais de mil funcionários que associam, diariamente, conhecimento e pesquisa com eficácia de processos em busca de ganho de produtividade e da satisfação de todos que se relacionam com a organização.

Fonte: Ass. de Imprensa Produquímica

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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