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Produquímica conquista certificações e quer ampliar presença no mercado de nutrição de culturas orgânicas

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A Produquímica, líder mundial em soluções para nutrição vegetal e animal, acaba de dar mais um passo importante para se consolidar no mercado de cultura orgânica: onze insumos da companhia receberam, pela primeira vez, importante certificação nacional com alcance internacional.
 
Após auditoria documental e na unidade de produção da empresa, o IBD Certificações atestou que Sulfurgran, Produbor 10%, MIB 245, Kellus Iron, Kellus Cooper, Kellus Inox, Kellus Manganese, Kellus Zinc, Profol NiCoMo, Quelato de Cobalto e Quelato de Níquel obedecem todas as normas para  uso na produção orgânica. Outros produtos da linha serão certificados em breve.
 
Foram avaliados quesitos como método de produção; matérias-primas utilizadas; controle de qualidade para garantia de ausência de contaminantes e ausência de mistura com insumos proibidos; rastreabilidade de produção e atendimento às legislações ambientais, entre vários outros.
 
“A certificação destes produtos pelo IBD é um marco bastante importante, por possibilitar que produtores de cultivos orgânicos possam balancear e complementar a nutrição de plantas já empregada com composto, esterco e demais resíduos animais e vegetais, possibilitando um melhor equilíbrio nutricional, o que por consequência resultará na melhoria de produtividade e sanidade dos cultivos. Vale destacar que o processo de certificação do IBD é muito criterioso e rigoroso, avaliando toda a cadeia de produção dos produtos, desde matérias-primas, processos e qualidade até aspectos sócioambientais. Com a obtenção deste selo, a Produquímica mais uma vez certifica a sua qualidade e compromisso com o desenvolvimento da agricultura brasileira”, observa Ithamar Prada, gerente de Desenvolvimento Técnico da Produquímica.
 
“A Produquímica investe constantemente em controle de qualidade, pesquisa e desenvolvimento. Com as certificações, os agricultores terão, entre outros benefícios, a segurança de obter produtos dentro das normas exigidas para a produção orgânica. Em breve, novos produtos serão certificados e vamos ampliar ainda mais a nossa presença neste segmento”, acrescenta Aristides Alves de Moraes Junior, gerente de Desenvolvimento Tecnológico da Produquímica.
 
 
Sobre a Produquímica
 
Aos 48 anos, a Produquímica está em pleno processo de expansão e inovação, sendo referência em soluções de nutrição vegetal e animal para alta performance.
 
Com um completo portfólio de produtos e dez unidades industriais, a Produquímica aposta em inovação e visão de futuro, sempre alinhada às tendências do mercado e principalmente às boas práticas que tragam rentabilidade aos clientes.
 
São mais de mil funcionários que associam, diariamente, conhecimento e pesquisa com eficácia de processos em busca de ganho de produtividade e da satisfação de todos que se relacionam com a organização.
 
 
 
Sobre o IBD Certificações
 
É uma empresa 100% brasileira que desenvolve atividades de inspeção e certificação agropecuária, de processamento e de produtos.

Fonte: Ass. de Imprensa Produquímica

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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