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Produquímica apresenta Biocorte e Complexo Bio durante a Feicorte 2013
Com o objetivo de se aproximar ainda mais dos pecuaristas e de também estreitar o relacionamento com as indústrias do agronegócio, a Unidade de Negócios Pecuários da Produquímica irá apresentar, em parceria com a Biofórmula, dois novos produtos durante a Feicorte 2013: os aditivos simbióticos Biocorte e Complexo Bio.
Indicado para gado de corte e com distribuição exclusiva da Produquímica, o Biocorte é um aditivo simbiótico melhorador de desempenho, contribuindo para o ganho de peso, além de uma maior imunidade e um aumento de reprodução de forma natural. O produto é 100% biológico e pode ser utilizado em todas as fases e sistemas de produção, trazendo benefícios significativos para o produtor, destaca Rodrigo Miguel, gerente de Negócios Pecuários do Grupo Produquímica. O Biocorte está disponível para o varejo em embalagem de 5 kg.
Já o Complexo Bio, um aditivo melhorador de desempenho, tem venda direcionada para a indústria e viabiliza tecnicamente e economicamente a utilização de simbióticos em suplementos minerais. Este produto, que também conta com distribuição exclusiva da Produquímica, tem estabilidade comprovada na mistura com cloreto de sódio e alta concentração, o que viabiliza o custo para inclusão em suplementos, acrescenta Miguel.
Biofórmula Leite Primeiro produto da parceria entre Produquímica e Biofórmula, o Biofórmula Leite também integra esta linha de produtos formada pelo Biocorte e Complexo Bio. Aditivo simbiótico indicado para vacas em lactação e novilhas de reposição, o Biofórmula Leite promove uma melhor qualidade do leite, já que reduz a taxa de CCS (Contagem de Células Somáticas). Além disso, aumenta o desempenho produtivo sem deixar resíduos ou apresentar outros agentes contaminantes. O Biofórmula Leite, disponível para o varejo em embalagens de 1kg e 5kg e para a indústria em embalagens de 25kg foi criado pela Biofórmula Tecnologia e é o único do mercado que conta com aprovação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Linha de Suplementos Premium Durante a Feicorte, a Unidade de Negócios Pecuários da Produquímica também irá destacar as recém-lançadas linhas de suplementos premium ProduBeef e ProduMilk. Fruto de investimentos constantes em pesquisa e desenvolvimento, as linhas ProduBeef e ProduMilk são compostas por produtos versáteis, elaborados para atender às diferentes regionalidades de clima, solo, plantel e sistemas de produção. São itens para pronto consumo, núcleos de confinamento e para concentrados, além de especialidades para suplementação de alta performance nas pecuárias de corte e de leite. Com aditivos tecnológicos de última geração, tais como nutrientes de liberação controlada, aditivos melhoradores de desempenho, minerais quelatados e fosfato bicálcico cristal, são produzidos com micronutrientes fabricados pela própria Produquímica, o que proporciona total segurança e qualidade desde a origem.
Processo de recrutamento de novos representantes A Unidade de Negócios Pecuários da Produquímica iniciou um novo processo de recrutamento de novos representantes. Albino Rotta Filho, gerente nacional de Vendas das linhas de suplementos minerais para gados de corte e leite, explica que serão priorizadas, durante as etapas de seleção, características como formação técnica, experiência de mercado, liderança e vocação inovadora. Os candidatos precisam também ter espírito de equipe e realizar um atendimento especial e personalizado aos clientes, acrescenta Rotta Filho.
Sobre a Produquímica:
Aos 47 anos, a Produquímica está em pleno processo de expansão e inovação, sendo referência em soluções de nutrição animal e vegetal para alta performance.
Fonte: Ass. de Imprensa Produquímica

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Prêmios do óleo de soja continuam no menor patamar desde 2004, aponta Cepea
Excesso de oferta na América do Sul e demanda por biodiesel abaixo do esperado no Brasil mantêm indicadores em patamares historicamente baixos, mas competitividade do produto brasileiro sustenta exportações e reduz impacto sobre preços internos.

Mesmo com uma recuperação pontual na última semana, os prêmios de exportação do óleo de soja continuam em níveis historicamente baixos, segundo série do Cepea iniciada em junho de 2004. O comportamento indica um mercado ainda sob pressão estrutural, marcado por desequilíbrio entre oferta e demanda.

Foto: Divulgação
De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a principal variável de sustentação desse cenário é a elevada disponibilidade do produto na América do Sul. O volume ofertado amplia a concorrência entre exportadores e reduz o poder de negociação dos prêmios no mercado internacional.
No Brasil, outro fator pesa sobre a formação de preços: a demanda por biodiesel tem ficado abaixo das expectativas do setor. A menor tração do consumo interno reduz parte da absorção do óleo de soja, ampliando a dependência do mercado externo para escoamento da produção.
Pesquisadores do Cepea avaliam, no entanto, que a própria compressão dos prêmios tem gerado um efeito de competitividade. Com preços mais atrativos no mercado internacional, o óleo de soja brasileiro ganha espaço nos embarques, o que ajuda a sustentar o fluxo de exportações e a limitar perdas mais intensas nas cotações domésticas.
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Milho registra menores médias do ano em junho
Cepea atribui queda à pressão de compradores com estoques de curto prazo e avanço da segunda safra, além da redução da paridade de exportação.

A entrada da colheita da segunda safra de milho tem intensificado a pressão sobre os preços na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em diversas praças produtoras, as médias registradas na parcial de junho (até o dia 18) já figuram entre as mais baixas do ano em termos nominais.

Foto: Divulgação
Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o movimento é sustentado principalmente pela postura mais cautelosa dos compradores no mercado interno e nos portos. Indústrias e tradings acompanham o avanço da colheita da safrinha e relatam cobertura de estoques para o curto prazo, o que reduz a urgência por novas aquisições.
No mercado externo, a recente queda dos preços internacionais também tem pesado sobre as decisões de compra. A redução da paridade de exportação levou agentes a postergar negociações, ampliando a pressão baixista sobre as cotações domésticas.
Do lado vendedor, o comportamento é heterogêneo. Produtores com necessidade de liquidez ou de

Foto: Sandra Brito
liberar espaço em armazéns têm avançado nas vendas. Já aqueles com menor pressão financeira seguem mais retraídos, limitando a oferta no mercado disponível e reduzindo o volume de negócios, segundo pesquisadores do Cepea.
Além do quadro de curto prazo, o mercado acompanha os efeitos do El Niño, confirmado no Brasil. O fenômeno tende a aumentar as chuvas no Sul e provocar irregularidade das precipitações e maior calor no Centro-Oeste durante um período crítico para a safra de verão.
Para o milho, o Cepea destaca risco de atraso na semeadura no Sul e possível impacto no calendário da segunda safra no Centro-Oeste, caso a safra de verão avance fora da janela ideal.
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VBP Agropecuário do Paraná cresce R$ 24 bilhões em um ano
Recuperação das lavouras e avanço da pecuária elevaram o valor gerado pelo campo para R$ 212,6 bilhões em 2025.

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná somou R$ 212,6 bilhões em 2025, de acordo com a análise preliminar da secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Os números representam um crescimento nominal de 13% em relação ao VBP de 2024 (R$ 188,3 bilhões). Ao considerar a inflação do período, o resultado foi 9% superior.

Foto: José Fernando Ogura/AEN
Os dados são levantados pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Seab, ao longo do ano, com pesquisas de preços e das condições das lavouras nos municípios. O VBP contempla aproximadamente 350 itens diversificados, incluindo grãos, proteínas animais, fruticultura, floricultura, silvicultura e uma ampla gama de produtos da agropecuária paranaense.
Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza, a variação positiva em relação ao ano anterior demonstra a competitividade da agricultura paranaense. “O VBP traduz em números a força do campo no Estado. São os nossos agricultores, com o seu trabalho no dia a dia, que fazem toda a diferença. O Paraná segue entre as melhores agriculturas do País hoje e isso é motivo do orgulho. Nosso setor é pilar essencial da economia e carrega todo o valor das nossas entidades”, disse.
A coordenadora da Divisão de Estatísticas Básicas do Deral, economista Larissa Nahirny, explica que, pela quarta vez consecutiva, a pecuária liderou a geração de renda da agropecuária paranaense, respondendo por 53% do VBP estadual. O setor movimentou R$ 111,7 bilhões em 2025, com crescimento nominal de 14% em relação ao ano anterior, e expansão real de 10%. “As principais cadeias registraram expansão, tanto pelo aumento do abate de animais quanto pela maior produção de derivados”, afirmou Larissa Nahirny.
Outro ponto relevante da análise é que a safra 2024/25 apresentou recuperação da produção das principais culturas de verão e de inverno do Estado. Soja, milho e

Foto: Shutterstock
trigo registraram aumento de produtividade, contribuindo para a recomposição do valor gerado pela agropecuária paranaense. Entre as principais lavouras, apenas o feijão 2.ª safra teve retração na produção. “Depois de adversidades climáticas da safra anterior, em 2025, vale ressaltar que a agricultura respondeu por 43% do VBP estadual, movimentando R$ 91,2 bilhões. O principal impulso veio dos grãos e grandes culturas, que alcançaram R$ 81,4 bilhões e avançaram 12% em termos reais”, diz a economista do Deral.
Já o setor florestal teve participação próxima de 5% no VBP estadual, movimentando R$ 9,7 bilhões em 2025, registrando retração de 1% em termos nominais e de 5% em termos reais.
Pecuária
Entre os destaques do setor, a avicultura manteve três atividades entre os dez principais produtos do VBP paranaense em 2025. O frango de corte permaneceu como a segunda atividade de maior importância econômica do Estado, respondendo por 17% do faturamento agropecuário. O VBP da atividade alcançou R$ 35,5 bilhões, com expansão real de 8%.

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O segmento de recria para engorda apresentou um dos maiores avanços da avicultura em 2025. Foram comercializados cerca de 2,4 bilhões de pintinhos, enquanto os preços dos principais animais destinados à reprodução e ao corte registraram elevações expressivas. Como resultado, o VBP da atividade alcançou R$ 7,1 bilhões, com crescimento real de 37%.
Na bovinocultura leiteira houve crescimento em 2025. A produção superou 4,7 bilhões de litros, aumento de 3% em relação ao ano anterior, enquanto o preço médio recebido pelos produtores passou de R$ 2,61 para R$ 2,67 por litro. Na bovinocultura de corte, o aumento do VBP em 2025 foi sustentado principalmente pela valorização dos animais comercializados. Como resultado, o VBP da atividade atingiu R$ 8,7 bilhões, com expansão real de 21%.
Agricultura
Segundo a análise do Deral, a soja permaneceu como a principal cultura do Paraná em 2025, respondendo por R$ 42,3 bilhões do VBP estadual. A produção alcançou 21,4 milhões de toneladas, aumento de 14% em relação ao ano anterior. Com isso, o VBP da cultura apresentou expansão real de 10%, impulsionada principalmente pela recuperação do volume produzido.
Já o milho teve um dos melhores desempenhos entre as principais culturas do Estado em 2025. A produção conjunta das duas safras atingiu 21 milhões de toneladas, crescimento de 34% frente ao ano anterior. O preço médio do milho 2ª safra se manteve próximo ao observado em 2024, oscilou de R$ 54,90 para R$ 53,89 por saca, de modo que a expansão real de 30% do VBP, que totalizou R$ 19,1 bilhões, decorreu do aumento da oferta do cereal.
E a cana-de-açúcar passou a integrar o grupo das dez principais atividades do VBP paranaense em 2025, ocupando a décima posição no ranking estadual. A cultura

Foto: Arnaldo Alves/AEN
movimentou R$ 4,8 bilhões, com expansão real de 4% em relação ao ano anterior. A produção alcançou 36,7 milhões de toneladas, crescimento de 5%, enquanto o preço médio recebido pelos produtores passou de R$ 127,60 para R$ 131,79 por tonelada, contribuindo para o aumento do valor gerado pela atividade.
Municípios
A partir da publicação das informações preliminares no Diário Oficial, os técnicos e gestores municipais podem analisar os números e, caso desejem, entrar com recurso fundamentado para questionar dados do desempenho agropecuário. “O prazo é de 30 dias a contar da publicidade oficial. Depois desse período, o Deral divulga o resultado final do VBP de 2025”, explicou o chefe do Departamento de Economia Rural, Marcelo Garrido.
