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Bovinos / Grãos / Máquinas

Produção Sustentável de Bezerros une criadores em Mato Grosso

Três cidades mato-grossenses fazem parte de programa inovador liderado pela Acrimat, IDH, Grupo Carrefour e Fundação Carrefour e um terço da meta de adesão ao programa estabelecida já foi alcançada

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Em apenas três dias 118 propriedades rurais, que produzem bezerros na região Nordeste de Mato Grosso, aderiram ao programa Produção Sustentável de Bezerros. Nesta etapa, a equipe técnica visitou os municípios de Ribeirão Cascalheira, Gaúcha do Norte e Paranatinga, importantes polos produtores de bezerros e focos do programa desenvolvido pela Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), pela Iniciativa para o Comércio Sustentável (IDH), pelo Grupo Carrefour e pela Fundação Carrefour. O lançamento do programa aconteceu em Paranatinga, em 27 de setembro.

Por meio do Produção Sustentável de Bezerros será oferecida capacitação com base em ações como diagnóstico da propriedade, análise das ferramentas tecnológicas a serem aplicadas, assessoria para regularização fundiária e ambiental, orientação para acesso às linhas de crédito, assistência técnica nas áreas de veterinária, zootecnia e gestão da propriedade, assistência técnica para recuperação de Áreas de Preservação Permanente, treinamento de ferramentas de gestão financeira, promoção da carne da região para o mercado interno e externo, entre outros.

Serão atendidas 300 propriedades rurais nos municípios visitados e os cadastros de adesão ao programa continuam sendo realizados nas sedes dos sindicatos rurais destes municípios. O programa Produção Sustentável de Bezerros tem como objetivo oferecer aos produtores de carne de Mato Grosso ferramentas que permitam melhorar os resultados do segmento da cria nos aspectos econômico, ambiental e social.

De acordo com o presidente da Acrimat, Marco Túlio Duarte Soares, a adesão dos pecuaristas é essencial e os próximos passos serão focados na consolidação do programa. “Ficamos impressionados com a grande participação dos produtores, o que nos motiva e mostra que estamos no caminho certo. Com isso, agora passamos a concretizar as parcerias e oferecer a capacitação técnica aos pecuaristas participantes do programa”, afirmou o presidente.

A diretora secretária da Acrimat, Eloisa El Hage, apontou que os sindicatos são os postos avançados do programa, onde o pecuarista pode ter mais informações. “São pontos de encontro dos nossos técnicos e de todos os elos da cadeia produtiva nesse momento inovador que a cadeia vive. A participação durante estes três dias mostra o reconhecimento e a necessidade do pecuarista em buscar novas oportunidades, de estar melhorando seu negócio, estar incrementando sua produtividade. Queremos o homem do campo gerando riquezas dentro do seu município e confirmando, mais uma vez, a aptidão de Mato Grosso como o maior e melhor produtor de carne”, afirmou a diretora.

Fortalecimento

Para a pecuarista e diretora regional da Acrimat, Téia Fava, o programa atende um anseio da cadeia produtiva. “Estamos caminhando para sermos uma cadeia mais unida e esse programa vem fortalecer isso. Minha experiência tem sido maravilhosa, pois já faço a produção sustentável na fazenda e posso dizer que compensa muito, pois, além de ser inovador, os resultados práticos são visíveis e a pecuária só ganha”, reforçou a pecuarista.

Segundo o diretor de sustentabilidade do Grupo Carrefour, Paulo Pianez, a maior motivação do grupo para investir no programa é poder fazer parte do processo produtivo de forma mais integrada. “Entendemos que para termos um produto que efetivamente atenda o que o consumidor quer – pois, somos o supermercado, o elo entre o consumidor e a cadeia pecuária -, é fundamental que a gente entenda o processo como um todo. Isso nos motivou para que pudéssemos conhecer como é produzida a carne que a gente distribui e, para isso, precisamos nos engajar trazendo condições para que se produza melhor. Dessa forma, vamos conseguir fazer parte de uma produção que dê sustentação para a cadeia produtiva”, disse Pianez.

De acordo com a diretora executiva da Iniciativa para o Comércio Sustentável (IDH), Daniela Mariuzzo, a instituição tem como papel conectar todos os elos da cadeia e fazer o relacionamento entre eles. “As regiões que fazem parte do programa são bolsões de produção de bezerros, que é o início da cadeia e, se trabalharmos em nível regional, vamos reduzir riscos e custos para a cadeia como um todo. Por isso é importante como instituição neutra levantarmos as necessidades de cada ente que compõe essa cadeia”, afirmou a diretora durante o evento.

A parceria entre a Acrimat, o Grupo Carrefour e a IDH também tem como expectativa aumentar a renda dos produtores por meio de assistência técnica e acesso ao crédito, e garantir a conformidade ambiental em uma abordagem gradual, apoiando o atendimento ao Código Florestal Brasileiro, o conjunto de requisitos legais para proprietários de terra na conservação florestal em suas propriedades privadas.

Mais informações você encontra na edição de Nutrição e Saúde Animal de 2018 ou online. (NO “ONLINE” LINKAR COM http://www.flip3d.com.br/web/pub/opresenterural/?numero=163&edicao=4504)

Bovinos / Grãos / Máquinas

Micotoxinas e seu impacto negativo na atividade pecuária

Além de reduzir o desempenho e comprometerem a saúde dos animais de produção, as micotoxinas também apresentam riscos à saúde humana.

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Fotos: Divulgação/Premix

Os fungos são organismos presentes em todos os ambientes e o seu desenvolvimento pode acontecer em diferentes fases da produção de alimentos, seja durante o plantio, a colheita ou o armazenamento. Durante o crescimento, as plantas podem passar por algum estresse térmico e/ou hídrico, causado por diferentes condições climáticas que as tornam mais vulneráveis ao ataque e desenvolvimento dos fungos. O mesmo ocorre durante as etapas de colheita, ensilagem e armazenamento do material colhido.

Condições ambientais como alta temperatura e umidade excessiva favorecem o desenvolvimento de fungos nos alimentos. Esses fungos, por sua vez, produzem substâncias tóxicas que afetam tanto animais quanto humanos. As micotoxinas, compostos químicos resultantes do metabolismo de diversos fungos, servem como mecanismo de defesa para os fungos, mas podem causar grandes prejuízos na atividade pecuária, pela sua capacidade tóxica aos animais.

Como essas substâncias podem ser encontradas em diversos alimentos, desde grãos e farelos (milho, algodão, amendoim, trigo, sorgo) até palhadas (comuns em sistemas de integração) e alimentos conservados (como silagens), é importante destacar alguns cuidados para evitar a proliferação dos fungos.

Medidas essenciais

Pensando no processo de ensilagem, o teor de matéria seca ideal no momento do corte da planta, o rápido preenchimento do silo e a compactação eficiente são medidas essenciais para evitar a permanência ou entrada de oxigênio no silo, uma vez que o desenvolvimento de microrganismos aeróbicos (incluindo os fungos) são dependentes de oxigênio. Para otimizar a fermentação e reduzir rapidamente o pH, impedindo o crescimento de microrganismos, o uso de aditivos específicos pode ser uma alternativa eficaz.

Considerando que neste período do ano as chuvas diminuem, assim como a qualidade e a oferta dos pastos, o fornecimento de grãos na dieta dos bovinos aumenta. Por isso, recomenda-se que o teor de umidade dos grãos armazenados não ultrapasse 14%.

Ação

Com relação às micotoxinas, as mais encontradas e estudadas são as aflatoxinas e as ocratoxinas (Aspergillus e Penicillium), as fusariotoxinas, que possuem como principais representantes os tricotecenos, a zearalenona e as fumonisinas (Fusarium). O contato com essas substâncias pode causar distúrbios metabólicos nos animais, impactando negativamente seu desempenho e, em casos extremos, levando à morte.

De modo geral, a contaminação com essas substâncias pode ocorrer de duas formas: pela via respiratória, através da inalação dos esporos, e pela via oral, por meio da ingestão de alimentos contaminados. Os sintomas são diversos e variam de acordo com a quantidade consumida, o estado imunológico do animal e a interação entre os diferentes tipos de micotoxinas ingeridas.
Na maioria dos casos, as micotoxicoses são detectadas quando existem casos de mortalidade na fazenda. O animal pode apresentar diversos sintomas antes do óbito, como redução no consumo de alimentos, perda de vivacidade, alterações na pelagem e no comportamento, resultando em queda no desempenho produtivo.

Um ponto que precisa ser destacado é que, devido a capacidade da microflora ruminal degradar ou transformar parte das micotoxinas em substâncias menos ativas, os ruminantes apresentam maior tolerância à presença dessas substâncias quando comparados aos animais não ruminantes. Isso pode levar o produtor, de forma errônea, a negligenciar alguns cuidados básicos com o armazenamento dos alimentos ofertados aos bovinos.

Nesse sentido, é importante alertar que, mesmo mais resistentes, as micotoxinas apresentam atividade antimicrobiana que podem resultar em alteração do processo fermentativo, redução do consumo de matéria seca, menor absorção dos nutrientes, baixa fertilidade e queda na imunidade, fatores estes que comprometem o desempenho animal.

Vale ressaltar que, além de reduzirem o desempenho e comprometerem a saúde dos animais de produção, as micotoxinas também apresentam riscos à saúde humana, pois produtos de origem animal oriundos de animais alimentados com dietas contaminadas podem apresentar resíduos no leite, carne e ovos.

Sistema imunológico

Entre as manifestações toxicológicas apresentadas pelas micotoxinas, o comprometimento do sistema imunológico talvez seja a mais preocupante. Algumas micotoxinas apresentam caráter mutagênico/carcinogênico, além de estarem também associadas a várias outras doenças crônicas e agudas. Dentre as toxinas, as aflatoxinas se destacam por serem extremamente tóxicas e são consideradas um dos agentes carcinogênicos naturais mais potentes.

Diagnóstico

Por outro lado, a detecção de intoxicação por micotoxinas é um desafio dentro da fazenda, pois existem alguns fatores que podem influenciar esse diagnóstico, como uma má amostragem do alimento contaminado ou sua baixa concentração, que dificultam sua identificação. Outro ponto que deve ser ressaltado é que, mesmo após a eliminação do fungo, as micotoxinas podem estar presentes e ainda causar prejuízos no setor.

Adsorventes

Quando se pensa nos prejuízos que as micotoxinas causam e na dificuldade da sua identificação no dia a dia na fazenda, produtores e técnicos têm recorrido ao uso de adsorventes nas dietas dos animais. Esses aditivos, sem valor nutricional, quando adicionados a dieta, possuem a capacidade de se aderirem à superfície das micotoxinas presentes, formando um complexo adsorvente-micotoxina, evitando a sua absorção e eliminando-as pelas excretas dos animais.

Artigo escrito pela zootecnista, doutora em Ciência Animal e consultora técnica da Premix, Josilaine Lima – Foto: Arquivo pessoal

Os adsorventes podem ser de origem biológica (leveduras, fungos filamentosos, bactérias, algas, enzimas microbianas) ou não biológica (aluminossilicatos, carvão ativado, bentonitas). Entre os adsorventes utilizados, podemos destacar o uso da parede celular, derivada de leveduras, onde parte dos seus componentes, como celulose e hemicelulose, possuem propriedades absortivas. Já os aluminossilicatos, em particular as zeólitas, são uma classe de minerais compostos principalmente de alumínio, silício e oxigênio, também com propriedades absortivas, ligando-se a toxinas e outros microrganismos patogênicos.

É importante destacar que a eficiência do adsorvente é medida pela sua estabilidade na ligação entre o agente ligante e a toxina, em uma ampla faixa de pH, considerando todas as variações de pH no trato digestivo do animal. O uso desses aditivos na dieta também pode otimizar a utilização de nutrientes, promovendo um ambiente digestivo saudável e aumentando a absorção de nutrientes essenciais.

Para finalizar, todos os gêneros de fungos e suas respectivas micotoxinas produzidas causam danos na produção, seja na reprodução, na imunidade e no menor ganho de peso, podendo, inclusive, levar o animal à morte. Sendo assim, o uso de adsorventes torna-se uma medida eficaz para reduzir o efeito negativo dessas substâncias. No entanto, é importante ressaltar que seu uso não diminui a importância dos cuidados básicos que o produtor deve ter durante a produção, colheita e armazenamento dos alimentos, assim como a procedência dos alimentos comprados destinados à alimentação animal.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor de bovinocultura de leite e na produção de grãos acesse a versão digital de Bovinos, Grãos e Máquinas, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: Por Josilaine Lima Zootecnista, doutora em Ciência Animal Consultora técnica da Premix
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Bovinos / Grãos / Máquinas Animais eficientes na alimentação

ABHB e Embrapa Pecuária Sul inovam na Prova de Eficiência Alimentar

Objetivo do projeto é identificar animais mais eficientes na utilização do alimento

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Foto: Ricardo Móglia Pedra/Divulgação

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) e a Embrapa Pecuária Sul anunciaram o novo formato da Prova de Eficiência Alimentar (PEA), que representa um avanço significativo na estrutura já existente. Esta evolução marca uma nova e promissora fase da parceria entre as entidades.

O objetivo do projeto continua o mesmo, identificar animais mais eficientes na utilização do alimento. As melhorias visam contribuir para o aumento da produtividade na propriedade. “Os custos de alimentação representam até 70% dos custos totais de um sistema de produção. Nesse sentido, é fundamental identificar os animais que vão transmitir para a sua progênie uma maior eficiência no uso desses alimentos para convertê-los em carne de alta qualidade. Identificando e multiplicando esses animais nós vamos tornar os sistemas viáveis economicamente, mas também mais sustentáveis, porque eles vão aproveitar melhor os recursos e vão emitir menos gases de efeito estufa por quilo de carne produzido” destacou o chefe geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Flores Cardoso.

Dentre as modificações, ficou definido que a próxima edição será no início do ano de 2025. É importante destacar que as vagas serão limitadas, para no máximo 30 animais de cada raça, Hereford e Braford, e já estão disponíveis para reserva. Ao longo do processo será feita a divulgação das propriedades confirmadas, indicando quantas vagas ainda estão disponíveis.

A partir de agora, a prova também contará com um banco de dados que inclui informações genéticas coletadas ao longo dos anos pela Abhb. Com esses dados de desempenho dos animais disponíveis, será possível alimentar o banco de dados para permitir que, no futuro, os pesquisadores da Embrapa possam desenvolver uma DEP para característica de eficiência alimentar a partir de uma população de referência.

“Convido a todos os produtores a participarem desta excelente oportunidade que a Embrapa nos proporciona, uma maneira de testar a nossa genética para buscar linhagens de animais mais eficientes na parte alimentar” comentou o presidente da Abhb, Eduardo Soares.

Fonte: Assessoria ABHB
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Bovinos / Grãos / Máquinas Arapoti - Paraná

Expoleite comemora 50 edições nesta semana com programação ampliada e em espaço revitalizado

A Expoleite acontece entre quinta-feira (11) e sábado (13), das 8h30 às 22 horas, a entrada e as atividades são gratuitas.

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Foto: Divulgação/Capal

A Expoleite, tradicional feira agropecuária realizada em Arapoti – Paraná pela Capal Cooperativa Agroindustrial, chega nesta semana em sua 50ª edição. A exposição, que é reconhecida nacionalmente por desfilar o aprimoramento genético do gado holandês e a qualidade do leite da bacia dos Campos Gerais do Paraná, acontece entre quinta-feira (11) e sábado (13) de julho, das 8h30 às 22 horas. A entrada e as atividades são gratuitas.

Assim como nos anos anteriores, a Expoleite será no Parque de Exposições Capal, que durante o último ano foi revitalizado e será aberto para a comunidade pela primeira vez desde o início das obras.

Entre as melhorias, estão a terraplanagem e revestimento em piso de todo o espaço interno para os expositores, as áreas de estandes da cooperativa, das empresas parceiras e o local do pavilhão principal, onde acontecem as palestras e outras atividades. Também foram criados novos banheiros para atender o volume de pessoas que passam pelo parque e o portal de entrada foi totalmente modificado para valorizar a exposição e garantir melhor acesso do público.

Para o presidente-executivo da Capal, Adilson Roberto Fuga, será inaugurado um ambiente novo e diferenciado que vai facilitar a entrada e a circulação dos visitantes nas dependências do Parque de Exposições. “A cooperativa é sempre transparente com os cooperados e comunidade em geral, então vamos expor um painel com o andamento dos investimentos em infraestrutura do local e o que já está sendo planejado futuramente para ampliação do parque e adequação para, cada vez mais, expandirmos os negócios e termos uma feira marcante da raça holandesa no Brasil” declara Adilson.

Programação

Parque de Exposições Capal recebeu diversos investimentos de melhorias em sua infraestrutura; todas as atrações da feira são gratuitas e abertas para a comunidade

Nesta edição comemorativa, a feira teve a sua programação reformulada, ampliada e com muitas novidades. Uma delas será a exposição do Museu Imigrante Holandês, que vai disponibilizar um acervo contando as primeiras duas décadas da atividade leiteira na colônia de Arapoti até virar referência nacional pela qualidade do leite. Serão expostas fotografias e itens antigos que eram utilizados para manejo do gado pelos produtores. Os pioneiros também serão homenageados e terão suas histórias resgatadas no Café com Bolo, um momento de descontração, trocas de experiências e muitos aprendizados.

A Expoleite também realiza pela primeira vez o Encontro de Cafeicultores. O evento é voltado para cooperados da Capal do Paraná e de São Paulo, além de estudantes, pesquisadores e demais interessados na atividade cafeeira que, cada vez mais, sedimenta o Norte Pioneiro do Paraná como uma exímia região pela qualidade do café. O Encontro de Cafeicultores vai contar com duas palestras abordando as tendências de mercado para a safra 2024 e sobre a participação relevante do café nos negócios da cooperativa.

O Encontro dos Suinocultores também vai contar com duas palestras sobre o cenário das exportações e importações da carne suína e uma apresentação sobre a suinocultura executada pelo grupo Aurora.

A Expoleite abrange a sua programação para as diversas atividades fomentadas pela cooperativa. Portanto, o ciclo de palestras vai compartilhar diversas informações relevantes que podem ser adotadas no campo, desde a sustentabilidade nas ações diárias dentro da porteira até a abordagem dos diferentes tipos de cultura, como a soja, milho, trigo, pecuária de leite e corte, entre outras.

Durante todos os dias do evento, o público vai poder conferir as novidades do mercado agrícola com os mais de 60 expositores presentes na Expoleite, além de usufruir das bebidas e alimentos da Praça de Alimentação, que vai funcionar das nove horas às 22 horas, com música ao vivo a partir das 20 horas. O cardápio diversificado oferece yakissoba, pastéis, crepes, escondidinho de batata, salgados assados, X-pernil, batata chips, cachorro-quente, entre outros pratos.

Em paralelo, a 50ª Expoleite apresenta mais uma edição da Expo&Flor, promovido pelo Rotary Club, com exposição e vendas de flores e plantas ornamentais.

Julgamento

As estrelas da Expoleite são sempre elas, as vacas leiteiras, e na 50ª edição não poderia ser diferente. Dezenas de produtores locais se mobilizam para participar do desfile e julgamento da Raça Holandesa. A etapa realizada na Expoleite é credenciada junto à Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH) e integra o Circuito Nacional da Raça Holandesa.

“Estamos em uma região de altíssima qualidade do gado leiteiro. Sempre convidamos as demais cooperativas do nosso entorno para participar da nossa exposição para valorizar a qualidade dos animais de toda a bacia dos Campos Gerais. O objetivo é sempre fortalecer cada vez mais essa identidade que temos com os produtores e pecuaristas, mostrando que eles estão investindo na qualidade genética do rebanho para ter sempre uma maior produção de leite de qualidade” comenta o presidente-executivo da Capal.

Todas as informações da Expoleite 2024 podem ser encontradas no site www.capal.coop.br ou no Instagram da cooperativa (@capal_cooperativa).

Fonte: Assessoria Capal
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