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Produção de rações cresce na América Latina apesar de queda mundial

De acordo com dados da Pesquisa Global de Rações 2020, Brasil se manteve como produtor líder da região e o 3º no mundo

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Arquivo/OP Rural

A edição de 2020 da Pesquisa Global de Rações, organizada pela Alltech, estima que a produção mundial de ração animal diminuiu 1,07%, alcançando, ao todo, 1,126 bilhão de toneladas métricas. A queda, se deve, principalmente, à Peste Suína Africana (PSA), que resultou no declínio de ração suína na região da Ásia Pacífico. A América Latina, entretanto, cresceu 2,2% atingindo a marca de 167,9 milhões de toneladas métricas (MTM) de rações. O Brasil se manteve como produtor líder da região e o terceiro maior do mundo, com predominância de produção de rações para as espécies de frango (32,1 MTM) e suínos (17 MTM).

Dessa maneira, o ranking dos maiores produtores de rações no mundo passou a ser liderado pelos Estados Unidos, pela primeira vez, ultrapassando a China, que aparece em segundo, seguida por Brasil, Rússia, Índia, México, Espanha, Japão e Alemanha. Juntos, esses países respondem por 58% da produção global de rações e possuem 57% das fábricas do mundo – o que pode ser visto como indicador das tendências do agronegócio.

Os números foram apresentados pelo presidente e CEO da Alltech, Mark Lyons, durante painel com transmissão online realizado na sede global da Alltech em Nicholasville, Kentucky.

Os dados globais, coletados em 145 países e correspondente a 30.000 fábricas de rações do mundo, indicam que a produção por espécie foi liderada pelo setor de frangos de corte (28%), seguido pelos suínos (24%), poedeiras (14%), bovino de leite (12%), bovino de corte (10%), outras espécies (6%), aquicultura (4%) e pets (2%). O crescimento veio predominantemente dos setores das poedeiras, de frangos de corte, da aquicultura e dos pets.

A Pesquisa Global de Rações 2020 foi realizada durante o último bimestre de 2019, por meio de informações coletadas pela equipe de marketing e vendas da Alltech mundialmente através das parcerias com cooperativas locais, associações, instituições públicas ligadas à produção e à comercialização de rações . É uma estimativa importante para os setores público e privado interessados na indústria.

Resultados regionais da edição de 2020 da Pesquisa Global de Rações

  • América do Norte: os EUA ultrapassaram a China e se tornaram o maior produtor mundial de rações com aproximadamente 214 milhões de toneladas métricas (MTM), sendo bovinos de corte (61,09 MTM), frango (48,53 MTM) e suínos (44,86 MTM) como espécies líderes. A América do Norte apresentou crescimento de 1,6% ano passado. O Canadá produziu 21,6 MTM, sendo suínos (8,23 MTM), frangos (3,25 MTM) e bovinos de leite (4,2 MTM) as espécies que lideraram em volume de produção.
  • América Latina: como região, a América Latina cresceu 2,2% com 167,9 toneladas de rações. O Brasil se manteve como produtor líder da região e o terceiro maior do mundo, com predominância de produção de rações para frangos de corte (32,1 MTM) e suínos (17 MTM). Brasil, México e Argentina continuam produzindo a maioria das rações da América Latina, sendo responsáveis por 76% de toda a produção.
  • Europa: o continente europeu se manteve relativamente estagnado, apresentando crescimento leve de 0,2% durante o último ano. Os três países produtores mais expressivos da Europa são Rússia (40,5 MTM), Espanha (34,8 MTM) e Alemanha (25 MTM), com ração destinada a suínos liderando a produção nos três países. O setor dos ruminantes levou o maior impacto, já que os dados dos bovinos de leite e corte estimaram baixas de 4% e 3%, respectivamente. Isso foi decorrente principalmente do crescimento nas indústrias de aquicultura (7%) e de poedeiras (3%).
  • Ásia Pacífico: a região da Ásia Pacífico apresentou declínio de 5,5% na produção em 2019, devido principalmente à Peste Suína Africana e consequente declínio na produção de suínos. A produção de rações da China caiu quase 20 MTM, atingindo 167,9 MTM, o que acarretou em sua saída do topo da lista dos produtores globais de rações, aparecendo atualmente em segundo lugar, atrás dos E.U.A. Índia e Japão continuam entre os nove maiores produtores globais de rações, com dados similares aos da pesquisa relativa a 2019 com 39 MTM e 25,3 MTM respectivamente, enquanto o Vietnã apresentou declínio de 7%.
  • África: o continente africano continua com forte crescimento apresentando aumento de 7,5% na produção de rações, com todas as espécies apresentando crescimento. Os cinco maiores produtores de rações do continente são responsáveis por 75% da produção de ração africana e são eles África do Sul, Egito, Nigéria, Marrocos e Argélia. As espécies líderes da região incluem frango, poedeiras e bovinos de leite que, juntas correspondem a aproximadamente metade de toda a produção de rações.

Resultados da edição de 2020 da Pesquisa Global de Rações para principais espécies

  • Suínos: A produção de ração para suínos foi amplamente afetada pela Peste Suína Africana, apresentando 11% de queda. A maior produtora de ração para a espécie continua sendo a região Ásia Pacífico, mas ela também apresentou a maior queda na produção, 26%, com China (-35%), Camboja (-22%), Vietnã (-21%) e Tailândia (-16%) apresentando grandes declínios.

Europa, América do Norte e América Latina se mantiveram relativamente estáveis em relação ao ano passado, com pequenas taxas de ganhos ou perdas. Mesmo o continente africano sendo pouco representativo na tonelagem para alimentação de suínos, ele demonstrou o grande crescimento de 29%.

  • Na avicultura, a região da Ásia-Pacífico é a líder de produção de alimentos para ambas espécies: frangos de corte (115,2 MTM) e poedeiras (73,1 MTM). Na América Latina, a produção total de ração para frangos subiu para 60,8 MTM, apresentando Brasil como líder regional com 32,1 MTM, seguido pelo México com 10,5 MTM – sendo que a produção mexicana de ração para poedeiras subiu 11% atingindo 7,05 MTM e ultrapassando o Brasil em termos de crescimento. A Rússia lidera o continente europeu, apresentando 10,86 MTM do total regional de 56,3 MTM de ração para frangos de corte e 5,3 MTM do total regional de 33,5 MTM de alimento para poedeiras. Na América do Norte, os E.U.A. são responsáveis por 94% da produção de ração para frangos de corte com 48,5 MTM, enquanto a produção canadense de ração para poedeiras cresceu em 0,46 MTM.
  • A Europa lidera a produção de ração para bovinos de leite com 34%, seguidos pela América do Norte (21,8%), Ásia Pacífico (17,6%) e América Latina (15,3%). Os maiores produtores de ração para a espécie são Turquia (6,5 MTM), Alemanha (5,2 MTM), Rússia (4,2 MTM), Reino Unido (3,8 MTM), França (3,4 MTM), Países Baixos (3,3 MTM) e Espanha (3,2 MTM).
  • América do Norte continua liderando globalmente a produção de bovinos de corte com 62,3 MTM, seguida por Europa (21,9 MTM) e América Latina (13,9 MTM). Na edição 2020 da Pesquisa Global de Rações, a produção de ração para bovinos de corte foi recalculada para aumentar sua precisão. A nova estimativa leva em consideração a média de dias de alimentação e ingestão como porcentagem do peso corporal em confinamento. A estimativa da edição do ano passado também foi recalculada pela mesma fórmula para permitir uma comparação satisfatória.
  • O mercado de rações para aquicultura apresentou, em geral, crescimento de 4% em relação ao ano passado. Por tonelada, a região Ásia Pacífico foi a que mais cresceu com adicional de 1,5 MTM. Os maiores produtores foram China, Vietnã e Bangladesh. A queda da produção na Europa é decorrente da diminuição dessa produção na Rússia, devido ao crescimento de importação.
  • O setor de petfood apresentou crescimento de 4%, sendo que as regiões que mais cresceram foram Ásia Pacífico (10%), Europa (3%) e América Latina (6%). Os países com maiores crescimentos foram China, Indonésia, Portugal, Hungria, Equador e Argentina.

Fonte: Assessoria

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Produtores do Paraná poderão ampliar subvenção ao seguro rural com boas práticas de manejo do solo

Projeto-piloto do governo federal oferece descontos maiores no prêmio do seguro para áreas enquadradas em níveis superiores de manejo agrícola.

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Foto: Shutterstock

Os produtores rurais paranaenses podem obter subvenção federal maior, com base em critérios de manejo e conservação do solo nas culturas da soja e milho safrinha. Para isso, as áreas agrícolas a serem seguradas devem ser enquadradas em Níveis de Manejo (NM) estipulados pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático Níveis de Manejo (ZarcNM). O projeto-piloto conta com recursos específicos para execução (R$ 1 milhão para cada cultura) e beneficia produtores rurais com percentual maior de desconto nos valores do seguro pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Foto: Divulgação

A ferramenta considera critérios de qualidade do manejo de solo como redutor do risco climático de áreas agrícolas com maior capacidade de infiltração e retenção de água. O NM1 é a condição de risco base e o NM4, a melhor condição de cultivo que garante benefício maior.

“Em tempos de queda nas contratações de seguro rural, toda proposta que venha melhorar a subvenção ao prêmio é bem-vinda”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Nossos técnicos estão à disposição para auxiliar os produtores rurais neste processo”, complementa.

Lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com metodologia da Embrapa, o ZarcNM teve o projeto-piloto iniciado na safra 2025/26, somente no Paraná, quando 28 áreas de produção foram classificadas em níveis de subvenção diferenciada. Na temporada 2026/27, o projeto iniciará a fase II, com possibilidade de participação dos produtores de soja do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, e milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul.

Como acessar

O primeiro passo para ter acesso à subvenção diferenciada é buscar a análise de solo em um laboratório credenciado no Estado. A metodologia das análises não difere das normalmente utilizadas, mas os laboratórios participantes conseguem registrar os dados da área diretamente no sistema (SiNM) da Embrapa.

“Antes mesmo de contratar o seguro, o produtor deve realizar a coleta da amostra de solo, seguindo as orientações do item 7, da Instrução Normativa 2/2025, do Mapa, e encaminhá-la a um laboratório credenciado, solicitando a análise Níveis de Manejo”, orienta Ana Paula Kowalski, coordenadora do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep.

Na sequência, o produtor deve procurar um operador de contrato para providenciar a análise de sensoriamento remoto e incluir as informações no sistema da Embrapa. Então, a plataforma calcula o nível de manejo do talhão e as informações são repassadas pelo operador ao governo federal para que seja definida a subvenção conforme os seis indicadores avaliados para a definição do nível de manejo: tempo sem revolvimento do solo; cobertura do solo com palhada; saturação por bases (V%); teor de cálcio; saturação por alumínio; e histórico de diversidade de cultivos. Três são verificados pela análise de solo e os demais por ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas pelos operadores especializados. Para os níveis 2, 3 ou 4, segundo a Embrapa, “áreas com declividade superior a 3% devem, obrigatoriamente, adotar semeadura em nível ou contorno em pelo menos 75% da gleba”.

“Para subvenção maior, ou seja, além do padrão definido pelo PSR, os níveis devem ser de 2 em diante”, comenta Ana Paula. Na cultura de milho segunda safra, para Nível de Manejo (NM) 1, a subvenção será de 40%; NM2, 45%; e para NMs 3 e 4, 50%. Já para a cultura de soja, os cálculos são 20% para NM1; 30%, NM2; 35%, NM3; e 40%, NM4.

A lista de operadores credenciados está disponível no site embrapa.br/rede-zarc-embrapa/niveis-de-manejo

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Tarifas dos EUA deve impactar 21% das exportações brasileiras

Governo avalia ampliar parcerias comerciais enquanto negocia para evitar a aplicação das tarifas.

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Fotos: Claudio Neves

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.

“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.

Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar “injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o Whatsapp Pay. 

Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.

“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.

Negociação

Foto: Divulgação/Porto de Santos

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.

O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.

Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.

Fonte: Agência Brasil
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EUA propõem tarifas a 60 países, incluindo o Brasil

Escritório de Comércio norte-americano sugere sobretaxas de até 12,5% sobre importações e abre consulta pública antes da decisão final.

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Foto: Allan Santos/PR

O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na ampliação de sua política comercial protecionista ao propor novas tarifas sobre produtos importados de 60 países, entre eles o Brasil. A iniciativa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e prevê uma sobretaxa de até 12,5% para produtos brasileiros que entram no mercado norte-americano.

Foto: Divulgação

A proposta está vinculada a investigações conduzidas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos de 1974, instrumento legal que permite ao governo norte-americano apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e, eventualmente, adotar medidas de retaliação.

Segundo o USTR, a nova rodada de tarifas está relacionada à avaliação das políticas adotadas pelos países investigados para prevenir e combater o comércio de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na avaliação do órgão, falhas nesses mecanismos podem criar distorções competitivas e restringir o comércio norte-americano.

Brasil entre os países com maior alíquota proposta

Enquanto parte dos países investigados foi enquadrada em uma alíquota adicional de 10%, o Brasil aparece no grupo sujeito à tarifa de 12,5%.

A proposta brasileira está inserida em um conjunto de medidas que alcança outros 44 países analisados pelo governo

Foto: Divulgação

dos Estados Unidos. Já Canadá, União Europeia, México, Indonésia, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, Guatemala, Malásia, Taiwan, Equador e El Salvador integram o grupo que poderá ser submetido à tarifa adicional de 10%.

Caso seja implementada, a medida poderá aumentar os custos de acesso ao mercado norte-americano para diversos produtos exportados pelo Brasil, reduzindo a competitividade frente a concorrentes internacionais.

Instrumento de pressão comercial

A Seção 301 é considerada uma das principais ferramentas de política comercial dos Estados Unidos. O mecanismo ganhou destaque nos últimos anos durante disputas comerciais com diferentes parceiros internacionais e permite ao governo norte-americano impor restrições tarifárias mesmo sem a intermediação de organismos multilaterais.

A atual iniciativa também ocorre em um contexto de retomada de medidas emergenciais defendidas pelo governo Donald Trump. Parte dessas tarifas havia sido anulada anteriormente por decisão da Suprema Corte norte-americana, levando a administração federal a buscar novos caminhos regulatórios para restabelecê-las.

Consulta pública antes da decisão final

As tarifas ainda não estão em vigor. O USTR abriu período de consulta pública para receber contribuições de empresas, entidades e governos potencialmente afetados pelas medidas.

As manifestações poderão ser apresentadas até 06 de julho. No dia seguinte, 07 de julho, está prevista uma audiência pública para discussão das propostas.

Somente após a análise das contribuições o governo norte-americano decidirá se as tarifas serão implementadas e em quais condições, etapa que será acompanhada com atenção por exportadores e setores produtivos dos países envolvidos.

Fonte: O Presente Rural
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