Conectado com
OP INSTAGRAM

Bovinos / Grãos / Máquinas Segundo Conab

Produção de grãos pela primeira vez na história deve superar 270 milhões de toneladas

Crescimento atinge 6,5%, o correspondente a 16,8 milhões de toneladas sobre a safra passada

Publicado em

em

Divulgação/Jonas Oliveira

A produção de grãos no Brasil, estimada em 273,8 milhões de toneladas no 7º levantamento divulgado nesta quinta-feira (8), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), segue registrando a marca recorde que vem caracterizando a Safra 2020/21. O crescimento atinge 6,5%, o correspondente a 16,8 milhões de toneladas sobre a safra passada.

O destaque dá-se sobretudo a partir da consolidação do plantio das culturas de segunda safra e início de semeadura das culturas de inverno, com sustentação no aumento geral de 68,5 milhões de hectares e boa performance da soja e do milho.

Já em relação ao mês passado, nota-se um aumento de 1,5 milhão de toneladas, sustentado especialmente pelo crescimento de 1,1% na área plantada de milho segunda safra, além do ganho na produtividade da soja.

Quanto à área total de plantio, o boletim registra um crescimento de 3,9% sobre a safra anterior, com previsão de alcançar 68,5 milhões de hectares. Esse volume conta com a participação de cerca de 20 milhões de hectares provenientes das lavouras de segunda e terceira safras e as de inverno, que ocuparão a pós-colheita da soja e do milho primeira safra.

No caso da soja, que tem o Brasil como maior produtor mundial, o volume deve alcançar novo recorde, estimado em 135,5 milhões de toneladas, 8,6% ou 10,7 milhões de toneladas superior à produção da safra 2019/20.

O milho total também sinaliza  produção recorde, com a previsão de atingir 109 milhões de toneladas e crescimento de 6,2% sobre a produção passada. Serão produzidas 24,5 milhões na primeira safra, 82,6 milhões na segunda e 1,8 milhão na terceira safra.

Por outro lado, a produção de arroz deve sofrer redução de 0,8% frente ao volume colhido na safra anterior, obtendo 11,1 milhões de toneladas. Para o algodão, a produção estimada é de 6,1 milhões de toneladas do produto em caroço, correspondendo a 2,5 milhões de toneladas de pluma.

Quanto ao feijão, é esperado crescimento de 2% na produção, somando-se as três safras, totalizando 3,3 milhões de toneladas. A primeira safra tem a colheita praticamente concluída, a segunda está em andamento e a terceira com o plantio a partir da segunda quinzena de abril.

Completam os números do levantamento também o amendoim, com  produção total de 595,8 mil toneladas e crescimento de 6,9%, e o trigo, cujo plantio  deve ser intensificado a partir do próximo mês, mas já sinalizando uma produção de 6,4 milhões de toneladas.

Exportação

Algodão em pluma continua com um cenário positivo no mercado internacional e, com isso, as exportações no acumulado de janeiro a março aumentaram 18,1% em relação ao último ano. Já para o milho, os embarques do ano continuam lentos. No entanto, dada a conjuntura no cenário externo, a Conab espera uma previsão de exportações em 35 milhões de toneladas para a safra atual, valor praticamente igual ao observado na última safra. Para a soja, estima-se a venda para o mercado externo de 85,6 milhões de toneladas (aumento de 3%). Confirmada a previsão, será um recorde da série histórica. O suporte seria dado pela demanda internacional ainda aquecida e pelo alto percentual de comercialização observado para a safra atual.

Destaca-se, no entanto, as informações referentes às exportações de março, que foram 24% superiores em relação ao mesmo período do ano passado. Isso ocorreu em função do atraso da colheita, o que implicou em um ritmo mais lento nas exportações em janeiro e fevereiro, compensado no mês de março.

Fonte: Conab
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

4 × 3 =

Bovinos / Grãos / Máquinas Pecuária

Metionina Protegida: Saiba o papel no desempenho de vacas leiteiras durante a fase de transição

Vacas recebendo metionina protegida tiveram maior ingestão de matéria seca quando comparado ao grupo controle

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Artigo escrito por Claudia Parys, Evonik Nutrition & Care, GmbH, Alemanha; e Tales Lelis Resende, Nutrition & Care, Evonik (CSA), Brasil

No ciclo produtivo de vacas leiteiras, o período de transição apresenta-se como a fase mais crítica, caracterizado principalmente pelo desafio ao sistema imunológico. Prevenir desordens metabólicas nesta fase é a chave para maximizarmos a performance no pico de lactação. Ao iniciar a lactação a vaca leiteira enfrenta um balanço energético e proteico negativo. Aplicar estratégias nutricionais para aumentar a ingestão de matéria seca (IMS) no pré-parto e suportar o ótimo funcionamento do sistema imunológico garantirá um bom começo de lactação e melhorará a saúde geral da vaca.

Metionina é considerada o primeiro aminoácido limitante na maioria das vacas leiteiras de alta produção. Metionina não é apenas um aminoácido essencial, mas também é responsável por manter diversas funções imunológicas. Portanto, conduziu-se o presente estudo buscando determinar os efeitos da suplementação de metionina protegida com etil-celulose na performance produtiva e saúde de vacas de alta produção durante o período de transição e o pico de lactação.

O estudo realizou-se na Fazenda Leiteira Experimental da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. Sessenta vacas da raça Holandês, multíparas, foram distribuídas em dois tratamentos em blocos totalmente randomizados. Os tratamentos foram; 1. Controle, com o fornecimento de dieta base (pré-parto, pós-parto e alta produção) sem metionina protegida, e 2. Teste, dieta controle com 0,09% de inclusão de metionina protegida por kg de matéria seca (MS) no pré-parto e 0,10% de inclusão por kg de MS no pós-parto e alta produção. A suplementação assegurava uma relação 2,8:1 para lisina:metionina. As dietas pré-parto, pós-parto e alta produção foram fornecidas do dia 28 antes do parto ao parto, do dia 1 ao 30 pós parto e do 31 aos 60 pós parto respectivamente.

Os resultados demonstraram que vacas recebendo metionina protegida tiveram maior ingestão de matéria seca quando comparado ao grupo controle. A suplementação aumentou significativamente a média de IMS (P<0,05) das vacas durante o pré-parto em 1,2 kg/dia, no pós-parto em 1,6 kg/dia e alta produção em 1,5 kg/dia. No pós-parto imediato, a produção de leite diária (4,1 kg/dia), produção de proteína (0,20 kg/dia), produção de gordura (0,17 kg/dia) e produção de lactose (0,25 kg/dia) foram maiores no grupo teste (P<0,05) comparado ao controle. No período de alta produção (31 a 60 dias em lactação) a suplementação de metionina apresentou resposta similar aumentando a produção de leite em 4,4 kg, proteína em 0,17 kg, gordura em o,19 kg e lactose em 0,30 kg/vaca/dia.

Ácidos graxos não esterificados (AGNE) e γ-glutamil transferase tiveram seus teores séricos reduzidos em 25 e 37% respectivamente no grupo suplementado comparado ao grupo controle. A redução de AGNE e γ-glutamil transferase no sangue indicam melhor função hepática e status imunológico de vacas leiteiras.

Com base no s resultados obtidos neste estudo, conclui-se que suplementar metionina protegida com etil-celulose no período de transição melhora o consumo de matéria seca e a saúde de vacas leiteiras. Fornecer desde o 28° dia pré-parto melhora a performance produtiva não apenas no pós-parto imediato, mas também até o pico da lactação.

Figura: Efeito da suplementação de metionina protegida com etil-celulose do 28° dia pré-parto aos 60 dias em lactação

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de junho/julho de 2021 ou online.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Bovinos / Grãos / Máquinas Taninos

Uso de misturas taninos na nutrição de ruminantes

Uso de taninos na nutrição de bovinos, como aditivos nutricionais vem sendo amplamente estudado, e com resultados positivos e com grande repetibilidade

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Artigo escrito por Marcelo Manella, médico veterinário, PhD e diretor de Nutrição Animal da SilvaFeed Brasil

A busca, e demanda por produção de proteína animal livre de antibióticos promotores de crescimento é uma crescente tendência no mundo todo, quer seja por demanda de consumidores, ou por legislações governamentais. Porém com as restrições, que vem sendo impostas pelos mercados, quais alternativas restam ao produtor? A resposta, está na natureza, ou melhor nas plantas, onde as pesquisas demonstram grande potencial das misturas de taninos, como aditivos que possam auxiliar a melhora no desempeno animal bem como na saúde dos mesmos.

Os taninos por muito tempo foram considerados compostos anti-nutricionais, por seus efeitos deletérios no consumo de alimentos. Porém nos últimos anos, diversos trabalhos tem apresentado o potencial dos taninos na nutrição de ruminantes.

Todas as plantas apresentam taninos, em concentrações variáveis, e funções específicas. Eles podem ser encontrados, em maior ou menor quantidades, dependendo de idade da planta, estado fisiológico e clima, nos frutos, folhas, sementes, troncos, etc. Os tanino são mecanismo de defesa das plantas contra predadores.

Os extratos de taninos, no caso as misturas de Quebracho e Castanheira, apresentam efeitos comprovados, como flavorizante, no metabolismo proteico, função ruminal, e efeito antimicrobiana, com descrito na tabela 1.

Tabela 1: Resumo de efeitos de Extratos Tanicos de Quebracho e Castanheira em ruminantes

O uso de misturas de taninos de quebracho e castanheira tem sido amplamente usado nas dietas de bovinos de corte. Os taninos além de aumentar o consumo de matéria seca, apresenta um efeito positivo no desempenho de bovinos de corte, como melhora no ganho de peso vivo (GP), ganho de peso diário (GPD), consumo de matéria seca (CMS), eficiência alimentar (GPD/CMS) e os ganhos de carcaça. Em trabalho realizado pela UFG (Universidade de Goiás), o uso das misturas de taninos, associados ou não com a Monensina, ou com redução em 10% nos níveis de proteína da dieta. Nas dietas isoprotéica, aumentou o consumo, porém refletiu de forma significativa em maiores ganhos de peso vivo e peso de carcaça, sem alteração nas eficiências alimentares. Já o uso de taninos, em dietas reformuladas, os animais apresentaram consumos de MS similares, assim como os ganhos e peso de carcaça, porém com dietas com 10% menos proteína bruta permitindo a redução nos custos pela reformulação (Tabela 2).

Em uma compilação dos dados de trabalhos publicados, em bovinos de corte, onde em média o uso de taninos apresentou ganhos 8,45% superior e conversão alimentar 4,5% melhor (Grafico 1), e 9,41 kg a mais de carcaça (Grafico 2) que o controle.

O uso de taninos na nutrição de bovinos, como aditivos nutricionais vem sendo amplamente estudado, e com resultados positivos e com grande repetibilidade. A mistura de taninos de quebracho e castanheira, além de modular a fermentação ruminal, também atua no metabolismo proteico, com redução na degradação proteica, e consequentemente maior fluxo de proteína metabolizável para os intestinos. Isto permite melhora nos parâmetros produtivos, com maior ganho de peso, e melhor eficiência alimentar.

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de junho/julho de 2021 ou online.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Bovinos / Grãos / Máquinas Tamponantes

Principais aditivos utilizados na produção de ruminantes

Uso de tamponantes é benéfico, principalmente em dietas com grande potencial acidogênico

Publicado em

em

Divulgação

Artigo escrito por Eduardo Giacometti Ramos, médico veterinário e consultor Técnico da Carbonor S.A.

Os aditivos e tecnologias utilizadas na nutrição animal são ferramentas de grande importância para o aumento da produtividade de bovinos de corte e produção de leite no Brasil. Embora ocupemos posição relevante referente as exportações de proteína animal, nossos índices de produtividade ainda possuem grande potencial de melhoria.

Entre os principais aditivos utilizados na nutrição de ruminantes, podemos citar os tamponantes ruminais, sendo o bicarbonato de sódio o mais utilizado e outros aditivos que por mecanismos de ação diferentes atuam modulando, inibindo ou selecionando o crescimento de populações de microrganismos ruminais mais benéficos em detrimento de outros mais nocivos, tendo como efeito o aumento da digestibilidade da fibra, melhora do aproveitamento energético da dieta e inibição do crescimento de bactérias  produtoras de metabólitos ácidos que poderiam prejudicar o equilíbrio da microbiota ruminal. Neste grupo de aditivos podemos citar os ionóforos (monensina e lasalocida), antibióticos não ionóforos (virginiamicina), aditivos microbianos e seus extratos como probióticos, prebióticos, leveduras e enzimas fibrolíticas e mais recentemente lipídeos, própolis e óleos essenciais.

Conforme instrução normativa mapa nº 3, de 25 de janeiro de 2021, só podem ser comercializados para uso na alimentação animal no Brasil ingredientes ou aditivos que estiverem presentes em lista publicada ou outro regulamento autorizativo. Vale lembrar que no Brasil não é permitido a utilização de aditivos anabolizantes e hormônios como promotores de crescimento.

A saliva dos ruminantes é formada por uma mistura de água, eletrólitos, enzimas digestivas e uma grande quantidade de tamponantes como fosfatos e bicarbonatos. Ela é responsável por neutralizar o excesso de ácidos gerados na fermentação ruminal, mantendo o pH estável em uma faixa adequada ao desenvolvimento da microbiota presente no rúmen. A quantidade de saliva deglutida é variável e depende da capacidade do alimento ingerido em estimular o processo de ruminação (Tabela 1).

A fibra com capacidade para estimular esse processo recebe o nome de Fibra Fisicamente Efetiva FDN (Fe) e nem sempre é ingerida em quantidades ideais. Quando esse mecanismo fisiológico fica prejudicado, uma cascata de eventos é desencadeada: menor mastigação com redução significativa do influxo de saliva e bicarbonato para o rúmen, maior produção de ácidos graxos voláteis (AGV), redução do pH ruminal, mudança nas populações microbianas, redução na proporção de acetato/propionato e queda no teor de gordura do leite (Tabela 2).

Dependendo da severidade da redução do pH ruminal, outros distúrbios metabólicos podem ser desencadeados levando a queratinização das papilas ruminais (área absortiva de AGV), laminite, abcessos no fígado e até mesmo a morte do animal. Com a queda do pH ruminal grupos de bactérias gram-positivas produtoras de ácido lático tendem a se estabelecer no rúmen. Os compostos gerados por esse grupo de bactérias tendem a reduzir ainda mais o pH, causando a morte dos outros microrganismos, liberando endotoxinas responsáveis pelos efeitos sistêmicos deletérios.

O uso de tamponantes é benéfico, principalmente em dietas com grande potencial acidogênico nas quais predominam alta quantidade de alimentos fermentescíveis como silagem de grão úmido, silagem finamente moída de milho, alta utilização de concentrados, ou manejos alimentares nos quais o concentrado é ofertado separadamente do volumoso em uma baixa frequência diária. Também pode ser vantajoso nos casos onde a tecnologia disponível na propriedade é deficiente, não permitindo controle adequado da mistura e da oferta de alimento aos animais ou para minimizar os efeitos negativos em casos falhas de manejo nutricional. Nesse sentido também pode ser utilizado em transição de dietas, principalmente quando se faz a mudança de dietas ricas em fibras para dietas ricas em concentrados. Deve ser utilizado em animais que estão sujeitos a condições de stress calórico que recebem concentrado e volumoso separadamente, visto que o calor tem efeito maior na redução da ingestão do volumoso quando comparado a ingestão de concentrados.

Uso de tamponantes

De maneira simplificada podemos dizer que tampões são sistemas aquosos formados por ácidos ou bases fracas e seu respectivo par conjugado, que tendem a resistir a mudança de pH quando ácidos ou bases são a ele adicionados. Os aditivos tamponantes devem ter alta solubilidade, e no caso específico de ruminantes, devem tamponar o pH próximo aos valores ótimos para a saúde e atividade celulolítica da microbiota ruminal. Tampões como bicarbonato de sódio são utilizados na dosagem de 1% da matéria seca total ou 1,5% em relação ao concentrado. Previnem a queda acentuada do pH, mas não aumentam o valor acima de um determinado patamar se utilizado em demasia, diferentemente de outros produtos alcalinizantes como óxido de magnésio, que pode elevar drasticamente o pH, sendo por isso utilizado com maior cautela, frequentemente associado ao bicarbonato de sódio na proporção de 1/3 da dose de bicarbonato. O carbonato de cálcio, embora citado como tamponante não exerce boa atividade como tamponante ruminal visto ter baixa efetividade em pH superior a 5,5 e ter baixa solubilidade. Algas calcárias são formadas em sua quase totalidade carbonato de cálcio e magnésio, porém oferecem a vantagem de fornecer fonte orgânica de cálcio, magnésio e outros elementos traços, que possuem maior biodisponibilidade nutricional.

O uso de tamponantes tem efeito positivo sobre a produção e aumento no teor de gordura do leite. A acidose ruminal reduz a digestibilidade da fibra, reduzindo o fluxo de acetato (AGV) para os tecidos. Aproximadamente metade da gordura presente no leite vem diretamente dos quilomicrons sintetizados no fígado. O restante é sintetizado nas células da glândula mamaria que utiliza o acetato com maior eficiência que os outros AGV absorvidos. Assim a manutenção do pH acima de 6,2 eleva a proporção de acetato em relação aos outros AGV no rúmen (Tabela 2), melhorando o aporte desse nutriente para a glândula mamária que resulta na produção de leite com maior teor de gordura. O bicarbonato de sódio também provoca um efeito de diluição no rúmen promovendo uma maior taxa de passagem no orifício retículo-omasal e consequente aumento na ingestão de matéria-seca, fator este relacionado com o aumento de produção de leite.

O uso de aditivos na nutrição de ruminantes é ferramenta complementar a um bom sistema produtivo, onde não haja deficiências nutricionais. Tamponantes ruminais, ionóforos, antibióticos não ionóforos e leveduras são os aditivos mais utilizados. Visto a grande variabilidade nos resultados entre animais produzidos a pasto e confinados, deve-se sempre fazer uma avaliação do custo e benefício de cada aplicação para tomada de decisão. Porém é certo afirmar que eles podem potencializar os ganhos de eficiência alimentar, mas não eliminam prejuízos oriundos de nutrição e manejos deficientes.

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de junho/julho de 2021 ou online.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo
Biochem site – lateral

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.