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Produção de carne de frango cresce no Brasil e Guabi investe no setor

Para o gerente de produtos da Guabi, João Carlos, os produtores brasileiros têm perfeitas condições de atender à necessidade mundial de proteína animal, sendo que o Brasil deve responder pelo aumento de 46% nas exportações mundiais até 2023.

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De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações do setor de avicultura (considerando todos produtos – in natura e processados) atingiram 3,379 milhões de toneladas (janeiro a setembro deste ano), desempenho 6% superior do alcançado nos primeiros nove meses de 2015. Estes resultados fazem do setor um dos principais pilares da economia brasileira. “O Brasil possui uma avicultura dinâmica, somos o maior exportador do mundo e o segundo maior produtor mundial, desta forma, o segmento está alinhado com as tendências internacionais para estar sempre na vanguarda desta área de produção animal, que gera prosperidade global”, ressalta João Carlos de Angelo, zootecnista e gerente de produtos da Guabi.

Para João Carlos, os produtores brasileiros têm perfeitas condições de atender à necessidade mundial de proteína animal, sendo que o Brasil deve responder pelo aumento de 46% nas exportações mundiais até 2023. “Estamos prontos para atender as demandas do setor e contribuir para o seu progresso em todas as áreas produtivas. Para atingir esta meta, devemos investir cada vez mais para manter o status sanitário alcançado, focarmos na manutenção desta liderança e nas exportações do complexo das carnes (aves e suínos), conquistadas a duras penas. Desta forma, tornaremos os produtos resultantes destas cadeias produtivas brasileiras como sinônimo de qualidade no mundo, pois a defesa destes interesses deve ser tratada como uma questão de segurança nacional por conta de sua importância à economia brasileira”, completa o gerente.

Foi com base neste propósito que a Guabi Nutrição e Saúde Animal esteve presente no encontro anual Poultry Science 2016, em Nova Orleans – Lousiana (EUA) e valoriza a importância da primeira edição do evento fora da América do Norte, que aconteceu no Brasil, de 04 a 06 de outubro, em Campinas. As novidades foram diversas na área de nutrição animal como: enzimas (fitases, carboidrases e proteases), óleos essências, ácidos orgânicos, prebióticos e probióticos. Outro tema relevante foi a discussão da nutrição pré-inicial e inicial, onde as exigências nutricionais são diferenciadas e ressalta a importância da precocidade da alimentação logo após a eclosão. Além disto, desenvolve o sistema imunológico, termorregulador, digestivo e evidencia ingredientes de alta digestibilidade, uma forma de amenizar a maturidade digestivo-absortiva.

Na área de bem-estar animal foi destacado a produção de aves no sistema “free range”, ou seja, livre de gaiolas, “esta tendência acende um alerta, pois temos algumas iniciativas isoladas no Brasil, embora ainda seja uma realidade bem distante daqui. A substituição de gaiolas por sistemas que priorizem o bem-estar dos animais é uma tendência mundial, mas que exige um prazo de adaptação, sendo um sistema novo que tende a agregar custo ao produto final”, explica João Carlos.

Reduzir o uso de antibióticos para atender a demanda global é outra tendência nos próximos anos na produção animal, sendo que 47 países já estão em processo de implantação de políticas para restringir o uso de antibióticos. Inclusive, em 2021 está prevista uma proibição mundial quanto à utilização de antibióticos. “As empresas vão precisar reaprender a produzir carnes e ovos sem eles”, destaca o zootecnista.

De acordo com João, as alternativas são a aplicação de aditivos naturais destinados ao controle da flora intestinal do animal, o que pode favorecer o sistema imunológico e prevenir a proliferação de doenças. “Desta forma, ao aprimorar o estado sanitário, há uma maior absorção de nutrientes e um incremento no ganho de peso do animal e melhora na conversão alimentar”, acrescenta.

Para o zootecnista o que mais chamou a atenção no evento foi a tecnologia das enzimas, principalmente das fitases com os conceitos atuais de “super-dosing” para promover maior liberação de fósforo fítico, melhorar os resultados zootécnicos, os conceitos e formas de uso de óleos essenciais, ácidos orgânicos, pré e probióticos em conjunto ou isoladamente. “A Guabi é uma empresa pioneira no uso de enzimas e o conceito mais recente dentro deste segmento é o ‘super-dosing’, ou seja, ampliar a dose de enzima para obter melhor aproveitamento dos nutrientes indisponíveis nas matérias primas. Estamos avaliando esta tecnologia e pretendemos implantá-la respeitando as frações de nutrientes indisponíveis, pois as enzimas são substratos dependentes. Entre outros conceitos estão a utilização de óleos essências, ácidos orgânicos os quais já estão implantados na empresa e já trazem retorno em performance zootécnica e econômica aos produtores”, comenta.

João ainda ressalta sobre a importância dos laboratórios na construção da confiabilidade na cadeia tecnológica de produção animal. “Através do laboratório Labtec, a Guabi tem uma gestão significativa sobre os níveis de controles analíticos aplicados para garantir a rastreabilidade, atender as instruções normativas (IN´s) e segurança do produto final, que são utilizados em todo processo produtivo. Partindo do princípio que há grande variabilidade nutricional nos ingredientes de origem vegetal ou animal e os controles por lote são fundamentais. Estas variações podem provocar desvios nos níveis nutricionais e desempenho zootécnico, caso o monitoramento técnico não seja assíduo”, alerta.

As informações dos resultados analíticos permitem ao nutricionista alimentar de forma precisa seu sistema de formulação com devida precisão, acurácia e segurança. Estes procedimentos garantem que não houve variações nos níveis nutricionais oriundas da inclusão, mistura e/ou processamento. “A avicultura e suinocultura evoluíram muito nas últimas duas décadas, sustentada pelas áreas de genética, nutrição, manejo e ambiência. Por que não incluir o setor laboratorial neste conjunto de fatores de sucesso? Deixo esta reflexão para os envolvidos nesta inovadora cadeia. Os laudos analíticos não devem simplesmente fazer parte dos controles, mas sim, serem explorados de forma estratégica ao longo de toda a cadeia de produção”, pontua.

“A expectativa da Guabi é que o mercado de commodities se ajuste, para que os produtores tenham condições de manter e ampliar seus plantéis e principalmente recuperem a rentabilidade para prosperar em conjunto”, finaliza o gerente.

 

Fonte: Ass. de imprensa Guabi

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Empresas Topigs Norsvin

Topigs Norsvin anuncia novas contratações

Ampliação da equipe segue compromisso da empresa de manter a entrega de resultados e o melhor atendimento ao cliente

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Novo coordenador de Território, Bruno Battistel

Focada na qualidade da equipe e na excelência do serviço prestado aos clientes, a Topigs Norsvin, líder mundial em pesquisa e desenvolvimento de genética suína, anuncia três novas contratações que vêm para reforçar o atendimento ao cliente. Passam a integrar o time da empresa os profissionais Bruno Battistel, Guilherme Fernandes e Marcelo Dacas.

“A ampliação da equipe reforça nosso compromisso com o atendimento de qualidade, principalmente em tempos difíceis, como o da pandemia da Covid-19. Precisamos estar prontos para levar aos clientes os melhores produtos e profissionais mais gabaritados, sempre fazendo parte da solução do problema, pois entendemos a importância do setor para o mundo. A suinocultura não pode parar e nós também não”, afirma o diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin no Brasil, Adauto Canedo Jr.

Sobre os profissionais

Para o estado do Rio Grande do Sul e litoral de Santa Catarina, o novo coordenador de Território será Bruno Battistel. Formado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Battistel também possui um mestrado pela Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha. “Desejo somar à equipe Topigs Norsvin e desenvolver junto aos clientes e parceiros um grande trabalho”, almeja Battistel, que atuará do departamento comercial.

Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP), Guilherme Fernandes assume como coordenador de Produção em Goiás, Mato Grosso e São Paulo atuando junto aos multiplicadores, garantindo a qualidade dos animais entregues. “Espero com meu trabalho poder contribuir para o desenvolvimento de uma suinocultura mais forte e eficiente”, afirma Fernandes.

O novo consultor técnico Comercial Marcelo Dacas ficará sediado em Ponta Grossa (PR) e cuidará do atendimento técnico de clientes do leste do Paraná, São Paulo e Sul de Minas Gerais. Ele é técnico agrícola formado pela EAFC e engenheiro agrônomo graduado pela UNIBAVE. “Trago minha experiência de 12 anos de atuação na suinocultura para agregar ao departamento técnico da Topigs Norsvin, atuando no pós venda no acompanhamento dos resultados dos clientes”, explica Dacas.

A empresa de genética suína Topigs Norsvin é reconhecida por sua abordagem inovadora na implementação de novas tecnologias e pelo seu foco contínuo na produção de suínos com a melhor relação custo-benefício possível.

Com uma produção de 11 milhões de doses sêmen/ano, a melhoria contínua e fortalecimento dos produtos permitem que os clientes da Topigs Norsvin obtenham um valor agregado significativo em sua produção. O melhoramento genético da Topigs Norsvin baseia-se em dois pilares fundamentais: sustentabilidade e eficiência, que se traduzem em criação equilibrada e eficiência total na alimentação.

Pesquisa, inovação e disseminação de melhorias genéticas são os pilares da empresa, que investe 22,5 milhões de euros em P&D ao ano.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

A vida tem sabor de Coamo

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Foto: Divulgação

A nova campanha dos Alimentos Coamo está no ar a partir desta quarta-feira (01/07) e, mais uma vez, inovando. Intitulada “Tem Sabor de Coamo”, os materiais relembram os melhores momentos da vida, remetendo à mensagem de que os momentos mais felizes têm sabor de Coamo, de produtos que têm origem no campo. Esta campanha será divulgada nas mídias sociais e, também, em revistas de trade e rádios.

O diretor Comercial da Coamo, Rogério Trannin de Mello, explica que os Alimentos Coamo são frutos do campo dos quase 30 mil associados, que produzem com qualidade. “Queremos continuar passando a mensagem de que nossos produtos têm origem e alma. São sabores produzidos por milhares de famílias do campo, com todo carinho e cuidado, para se experimentar o que a vida tem de mais gostoso.”

Além do sabor, os Alimentos Coamo se destacam pelas diversas certificações e sistemas implementados. “Com base em sua visão e valores, a Coamo tem desenvolvido vários processos operacionais e industriais que têm permeado em várias certificações, tais como: FSSC 22000 (Food Safety System Certification); GMP+B2 (Feed Safety Assurance – Holanda); GMP+B3 Internacional; PQC – Programa de Qualidade do Café da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café na Torrefação de Café; e pela Kosher e Halal, que atestam que os alimentos foram produzidos dentro dos requisitos exigidos de qualidade”, explica o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Correa.

A linha de produtos alimentícios da Coamo é composta das marcas Coamo, Primê, Anniela, Sollus e Dualis. Das indústrias da cooperativa localizadas em Campo Mourão (PR) e Dourados (MS), saem óleo de soja refinado, gorduras vegetais, margarinas, cafés, farinhas de trigo e misturas para pães e bolos.

 

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Vaccinar

Vaccinar contrata novo Gerente Regional de Vendas da Linha de Ruminantes para atuar no Triângulo Mineiro, São Paulo e Mato Grosso do Sul

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Em linha com a estratégia de expandir sua atuação, a Vaccinar contratou Carlos Eduardo de Melo Páez como Gerente Regional de Vendas da Linha de Ruminantes para atuar na região do Triângulo Mineiro e nos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo. Formado em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (MG), Carlos atua há mais de 19 anos na área e reforça o comando do time comercial dessa região.

Com orgulho de ser uma empresa 100% brasileira, a Vaccinar disponibiliza um vasto portfólio composto por rações, premixes, núcleos, concentrados, gorduras e aditivos para a linha de ruminantes e, desenvolve ainda, produtos personalizados que atendem as demandas específicas de cada animal.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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