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Produção da Cobb-Vantress está alinhada à sustentabilidade

Companhia desenvolve aves que comem menos ração, bebem menos água e podem ser abatidas com menos dias

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Aves com alta conversão alimentar, excelente ganho de peso diário e que consomem menor quantidade de recursos para gerar a mesma quantidade de carne. Estes são os pilares da produção de aves pela Cobb-Vantress, líder mundial no fornecimento de matrizes de frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola. Assim, oferecendo ao mercado,reprodutoras eficientes e que geram bons resultados a partir de uma quantidade cada vez menor de alimento, a empresa pretende contribuir cada vez mais para a sustentabilidade do planeta.

 

Em linhas gerais, a sustentabilidade pode ser entendida como o princípio que garante que os recursos naturais utilizados hoje não comprometerão a disponibilidade de recursos futuramente. Assim, quanto mais sustentável uma iniciativa for, menor quantidade de recursos ela deverá utilizar. A sustentabilidade no âmbito dos negócios têm ainda três pilares a contemplar: a viabilidade econômica, a questão ambiental e o aspecto social.

 

“A avicultura, como uma das atividades do agronegócio que mais consomem recursos, principalmente naturais, têm o dever de fazer a sua parte a fim de garantir a sustentabilidade do planeta”, afirma Jairo Arenazio, diretor-executivo da Cobb-Vantress para a América do Sul.

 

Como casa genética mais antiga do mundo e prestes a completar seu primeiro centenário em 2016, a Cobb tem como principal negócio o melhoramento genético de suas aves. Assim, com base em mais de 50 características diferentes, as aves com o pedigree da Cobb são selecionadas e reproduzidas, de forma a estender para toda progênie/cadeia características importantes que contribuem para a sustentabilidade, como maior rusticidade ao produto com melhor ganho de peso e menor conversao alimentar, todos os anos.

 

“Como selecionamos as aves para que a cada ano consumam menos alimento para produzir a mesma quantidade de carne, e desta forma, uma ave que consome menos, beberá menos água e produzirá menos resíduos sólidos e líquidos, podemos dizer que estamos dando nossa maior contribuição para a agenda global de sustentabilidade do planeta”, explica o executivo.

 

Assim, as aves produzidas crescem mais rápido e chegam ao peso de abate um dia mais rápido a cada ano. “Se as aves eram abatidas com 42 dias no ano passado, poderão ser abatidas com 41 dias este ano, com o mesmo peso, e assim sucessivamente. Para o produtor isso significa aumento de produtividade, já que ele pode iniciar um novo lote mais rapidamente”, explica Arenazio.

 

As aves Cobb ainda convertem melhor o alimento a cada ano. Isto é, para produzir o mesmo quilo de carne, o frango consumirá, em média 30 gramas a menos de ração, a cada ano, para gerar um quilo de carne. Este fator contribui para a redução de custos na avicultura, já que a ração representa até 70% dos custos totais do produto final na avicultura.

 

“Apenas esse indicador pode trazer uma economia de até 2%por ano, resultado da melhora ou redução de custo no valor final de um quilo do produto”, confirma o executivo.

 

Também, por consumir menor quantidade de ração para alcançar o mesmo peso final, a ave produzida pela empresa também consumirá em torno de 300ml a menos de água. Ao mesmo tempo, por consumir menos recursos, gera menor quantidade de resíduos, incluindo excretas líquidas e sólidas, que geralmente são reciclados ou absorvidos pelo ambiente.  “Nossas aves também são mais resistentes a intempéries, o que garante ao produtor um menor risco ao investimento realizado na aquisição do frango”, afirma o diretor.

 

Segundo Jairo Arenazio, a Cobb possui um departamento responsável pela prática de todos os principais itens de biosseguridade e do cuidado com os animais, a fim de garantir a expressão natural do comportamento das aves. “Queremos evoluir respeitando a natureza destes animais. Hoje, temos uma consciência madura da importância de como tratar nossas aves e a Cobb está 100% imbuída na agenda global de sustentabilidade”, conclui o executivo.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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